Privatización de los activos del estado

 

Debtocracy, un documental visto por dos millones de personas y transmitido desde Japón hasta América Latina, analizan la privatización de los activos del estado.
Viajan por el mundo recogiendo información sobre la privatización en países desarrollados y buscando las claves al día siguiente después del programa de privatización masiva en Grecia.

Veja o vídeo. Você vai entender o que chamo de privatização unilateral, com as quermesses de Fernando Henrique, as rodadas de Lula e a grande feira anunciada por Dilma.

A Grécia depois das Olimpíadas é o Brasil amanhã depois da Copa do Mundo.

 

A coisa tá preta em Portugal

A salvação de Portugal e demais países em crise na Europa é investir nas concessões de Dilma. Isto é, no que sobrou das quermesses de Fernando Henrique e das rodadas de Lula. Que o Brasil completa quase vinte anos de queima. De desnacionalização das empresas. De privatização das estatais.

No Brasil, apesar da ocupação militar das favelas, tudo está na santa paz. O povo feliz aprova seus governantes. Domingo passado reelegeu a maioria dos prefeitos honestos, todos com ficha limpa.

Diferente de Portugal, de Norte a Sul do País, centenas de milhares de manifestantes saíram à rua no âmbito do protesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”. Em Lisboa e Aveiro viveram-se os momentos de maior tensão.

Tucanos reconhecem que privatizações de FHC tiram votos

O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acusou neste sábado a presidente Dilma Rousseff de utilizar a máquina pública para atacar os adversários.

Sem citar FHC, Dilma afirmou que o “antigo e questionável modelo de privatizações das ferrovias torrou o patrimônio público para pagar dívida e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência”.

“A presidente Dilma se valeu da prerrogativa de convocar uma cadeia nacional de rádio e TV para atacar a política de privatizações adotada pelo governo tucano do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, como se seu governo não tivesse aderido à mesma tese para garantir a retomada do crescimento da economia brasileira e obras indispensáveis para a infraestrutura do país”, diz a nota de Sérgio Guerra.

O único trecho do discurso conservador de Dilma, que irritou os tucanos:

“Minhas amigas e meus amigos,

A redução do custo da energia elétrica não é a única importante decisão que estamos tomando para baixar o custo de produção e, por consequência, aumentar o emprego e diminuir o preço dos produtos brasileiros.

Também acabamos de assinar um conjunto de medidas que vai provocar, no médio e no longo prazo, uma verdadeira revolução no setor de transportes no nosso país.

Criamos a Empresa de Planejamento e Logística que, em parceria com a iniciativa privada, vai promover uma completa reformulação no setor de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Além de restabelecer a capacidade de planejamento do sistema de transporte, o novo modelo vai promover a integração e acelerar a construção e modernização de ferrovias, rodovias, portos e aeroportos.

Para que vocês tenham uma ideia, vamos investir 133 bilhões de reais em rodovias e ferrovias. Isso significa ampliação e melhorias em 10 mil quilômetros de ferrovias e quase 8 mil quilômetros de rodovias.

Este plano significa, também, um novo tipo de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, que trará benefícios para todos os setores da economia e para todo o povo brasileiro.

Ao contrário do antigo e questionável modelo de privatização de ferrovias, que torrou patrimônio público para pagar dívida, e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência, o nosso sistema de concessão vai reforçar o poder regulador do Estado para garantir qualidade, acabar com os monopólios, e assegurar o mais baixo custo de frete possível”.

Fernando Henrique vendeu as privatizações como salvação da economia brasileira, e leiloou mais de 70 por cento das estatais brasileiras. Lula usou o eufemismo rodadas. Dilma, concessões. O entreguismo é o mesmo. Tal política, a troika está impondo aos países em crise do Mercado Comum Europeu: os endividados Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda. Isto é, tudo que Fernando Henrique fez: ajuda aos bancos, privatizações, cortes no orçamento dos servicos essenciais, cassação dos direitos do trabalhador e dependência. Na Europa, o povo revoltado está nas ruas. Talvez o protesto brasileiro se manifeste nas urnas. Principalmente este ano. E em 2014.

Com a privataria tucana, quais os produtos e serviços brasileiros?

Fernando Henrique leiloou, a preço de banana, mais de 70 por cento de nossas estatais, e Lula da Silva o resto. Se sobrou alguma coisa Dilma entrega.

FHC deu para os piratas: bancos, mineradoras, latifúndios de cana, de soja, de álcool, de milho, serviços essenciais como energia, telefonia, gás, água, hospitais, universidades. Desnacionalizou nossas empresas e indústrias como a Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e a Petrobras, a quarta empresa pretolífera.

FHC fez cinco quermesses do pré-sal, e Lula cinco rodadas. As ferrovias sucatearam. Ferrovia hoje liga um porto a uma mineradora. Ferrovias e portos doados, e Dilma quer arrendar os aeroportos.

O principal meio de tranporte  é o rodoviário. E as rodovias cheias de porteiras de pedágios. Um negócio que rende mais do que o tráfico.

O Brasil virou uma colônia internacional. Os espanhóis, suas principais empresas possuem filiais no Brasil, estão realizando a seguinte campanha:

Os piratas comem a carne e jogam os ossos para os governadores

As empresas de luz, de telefonia, de água, de leite (Pernambuco) pertenciam aos Estados, e governadores esquerdistas, centristas e direitistas entregaram os serviços essenciais, inclusive os bancos, para os piratas, em leilões fajutos, quermesses e rodadas.

As cidades eram iluminadas.

Hoje reina a escuridão nas ruas, avenidas e praças. Aqui e ali um poste de luz bem fraquinha, tipo bunda de vagalume.

Quando antes era de graça, as prefeituras não têm verba para a iluminação.

Os Estados, para economizar, cortaram telefones dos hospitais, das escolas, dos postos de saúde, da polícia. Restaram os orelhões de telefones mudos e imundos. O povo não tem como se comunicar com os serviços públicos.

Todo os dias e noites, sem mais nem mais, os apagões parciais nas cidades dos IPTUs nas alturas. Das contas de luz e telefone superfaturadas. Dinheiro que as filiais no Brasil mandam para o exterior.

No choro pelo leite derramado, os governadores esmolam alguns trocados dos bezerros de ouro.

Os piratas faturam, faturam. O povo paga todas as contas elevadas pelas  agências reguladoras dos altos preços, as Anas, prostitutas respeitosas dos corsários.

Quem foi o ministro do Planejamento dos Estados Unidos do Brasil?

Não vai pra frente a CPI da Privataria. Primeiro sinal é a candidatura de Serra a prefeito.

Serra disse que o livro A Privataria Tucana é lixo. Acertou. Narra parte do lixo das privatizações dos telefones, da energia, da Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e de outras estatais. Só a Vale vale mais de três trilhões, e foi entregue por dois bilhões e duzentos milhões. Isso rendeu muito dinheiro para os ladrões que leiloaram o Brasil, e que abriram contas em paraísos fiscais. Toda a família de Serra é citada no livro, junto com outros sócios das quermesses fajutas, que ele planejou como ministro de Fernando Henrique. Busque os arquivos deste blogue e fique sabendo histórias cabeludas dessa sujeira que empobreceu o Brasil e enricou os tucanos. Tudo ficha suja.

Os piratas e corsários invadiram nossa Pátria. Tanto que, num ato falho, Serra chamou nosso querido País de “Estados Unidos do Brasil”. Confira