Governadores tucanos temem a verdade. Marconi Perillo contra uma estudante de jornalismo

Não sei se a presidente Dilma Rousseff já processou jornalistas. Mas a justiça e a imprensa fizeram do julgamento do mensalão o maior show contra o PT. E esqueceram o mensalinho de Minas Gerais que envolve vários governadores do PSDB.

Onde tem governador do PSDB tem censura. Quando o principal amante da liberdade de imprensa sempre foi a oposição. Sem liberdade de expressão não existe oposição.

CENSURA TOGADA 

Marconi Perillo se esconde debaixo de uma toga
Marconi Perillo se esconde debaixo de uma toga

Jornalista é proibido de citar nome do governador de Goiás em jornal e blog

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), obteve liminar na Justiça de Goiás proibindo a estudante de jornalismo e blogueira Lenia Soares Santana, de citar o seu nome em matérias do Diário de Goiás, onde ela trabalha, e em um blog de análise política semanal. “Na prática, o governador emprega a Justiça para fazer censura prévia”, disse a jornalista, e afirmou que vai recorrer da decisão judicial.

O velho PCC muda de nome em Santa Catarina e a polícia continua a mesma

Imprensa muda nome do PCC
Imprensa muda nome do PCC

Quando a imprensa tradicional destaca uma onda do PCC, atemorizando a população, cria o mito do inimigo único, que apenas o governo estadual consegue eliminar para proteger os pobres e a classe média. É o governador o único salvador, e as polícias civil e militar os grandes heróis. E faz a propaganda indireta da incompetência do governo federal para pacificar o país.

No combate ao PCC, o governador Alckmin, de São Paulo, elegeu a bancada da bala. Evitou a CPI da privataria tucana.  O governdor Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, tirou das manchetes a CPI de Cachoeira, com os escândalos da Delta e da gangue dos guardanapos.

Qual o despiste pretendido pelo governador Raimundo Colombo?

Dizem que o Paraná é a bola da vez. Para esconder o caso dos caça níqueis, envolvendo delegados, e abafar a farra dos deputados com o dinheiro do Estado.

Publica Documento Reservado:

Menos de dois meses depois de a Assembleia Legislativa do Paraná (AL) devolver R$ 110 milhões aos cofres públicos do Estado, surge a notícia de que – contraditoriamente – as despesas dos deputados aumentaram quase 19% no ano passado, em relação a 2011. O levantamento, realizado pela Gazeta do Povo e divulgado nesta segunda-feira (4), aponta que os parlamentares gastaram, juntos, 10,1 milhões em 2012 com combustível, alimentação, divulgação de atividades, entre outras coisas. O montante é 18,7 % maior do que o que foi gasto em 2011 com os mesmos serviços.

Sobre a incoerência na equação “economia menos despesas”,o presidente da Casa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), afirmou que não cabe a ele ficar regulando quanto cada deputado gasta. Segundo ele, “existe uma lei e ela tem que ser cumprida”. O presidente também provocou a imprensa, dizendo que qualquer irregularidade nas contas dos parlamentares deve ser denunciada. “Se alguém tiver uma denúncia de gastos irregulares, então que apresente à presidência (da AL) ou ao Ministério Público, porque deve ser investigada. Até o momento não fiquei sabendo de nada”, afirmou.

Ainda de acordo com Rossoni, a intenção é devolver meio bilhão de reais (R$ 500 milhões) ao governo do Estado até 2014. A Casa já ressarciu o Executivo em 200 milhões com dois cheques simbólicos – um de R$ 90 milhões entregue em dezembro de 2011 e outro de R$ 110 milhões entregue em dezembro do ano passado.

Ponta do lápis

Os campeões de gastos, segundo o Portal da Transparência, foram os deputados Péricles de Mello (PT) e Rose Litro (PSDB). Dos R$ 205.992 que cada um deles tinha direito em 2012 para gastos com seus gabinetes, Péricles gastou R$ 205.991,54 e Rose Litro, R$ 205.991,30 – ou seja, eles não economizaram um real sequer da cota. A maior parte das despesas, no caso desses parlamentares, foi com combustível: Péricles gastou R$ 52,5 mil e Rose Litro R$ 56,8 mil. Nenhum deles quis falar sobre o assunto.

O levantamento também aponta Cleiton Kielse (PEN) como o mais “gastador” no quesito divulgação (foram R$ 132,5 mil) e Roberto Aciolli (PV) como o que mais usou serviços gráficos (63,5 mil). Já Anibelli Neto (PMDB) lidera duas categorias, como o maior consumidor de alimentação (R$ 70 mil) e combustível (61,7 mil).

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O mensalinho pariu o mensalão

Marcos Valério era pobre de marré deci. Não sei que diabo fez para ganhar duas agências de presente. Uma do sobrinho do vice-presidente José de Alencar. Outra de um vice-governador de Minas Gerais. Foi assim que começou o mensalinho tucano.

Com a primeira conta no governo de Itamar Franco presidente. Marcos Valério deixou de ser um marqueteiro provinciano. Sem esse pulo não haveria mensalão.

Os mais ricos marqueteiros do Brasil trabalharam ou trabalham para o PSDB e para o PT. Antigamente o nome era propagandista, relações públicas. Hoje esses marreteiros preferem ser chamados de cientista político.

Escreve Marco Antonio L.:

Bob Fernandes: No Supremo, há quem não esconda: Lula é o alvo

Marcos Valério teve relações financeiras com o PT. Como teve com o PSDB de Minas. Empresas de Valério tiveram negócios com empresas do grupo Oportunnity, de Daniel Dantas. Dantas teve ligações importantíssimas com gente importante no PSDB. Como teve ligações importantes com gente importantíssima no PT. Já passou da hora do PT vir a público e admitir os erros brutais que cometeu nesse contubérnio.

Condenado há 40 anos, Valério não quer ir para a cadeia. Para isso, fará e dirá qualquer coisa. Assim como Valério pode dizer o que quiser, a mídia tem o direito, e o dever, de publicar o que ele diz. Mesmo que, por ora, baseada apenas na palavra do condenado que não quer ser preso.

Há um consenso que esses são direitos democráticos, os de Valério, e os da Mídia. Como é de direito quem recebe tais informações, o telespectador, o leitor, fazer uma pergunta: por que o que Valério diz sobre Lula chega às manchetes e 115 páginas de documentos verídicos não são nem notícia? 115 páginas de documentos confidenciais produzidos em uma CPI ou obtidos em paraísos fiscais.

Valério prestou depoimento ao Ministério Público. Ele quer delatar e ser beneficiado com a liberdade. As 115 páginas de documentos estão num livro chamado “A Privataria Tucana”. As informações contidas no livro receberam um registro em dois grandes jornais.

Essas informações seguem inéditas em boa parte da chamada Grande Mídia. Inclusive na revista Veja. A pergunta de quem não conhece esse ramo é: por que manchetes num caso é silêncio, ou desqualificação, no outro caso? Em outros casos também. Leia mais.

Grande imprensa transforma o julgamento do mensalão em propaganda marrom

Ninguém abre manchetes para o mensalinho, a CPI do Cachoeira, a CPI da privataria & outros escândalos. De corrupção no Brasil existe apenas o mensalão. Que bom fosse assim. Mas a imprensa apoiou a reeleição de vários prefeitos fichas sujas.

Quem foi o ministro do Planejamento dos Estados Unidos do Brasil?

Não vai pra frente a CPI da Privataria. Primeiro sinal é a candidatura de Serra a prefeito.

Serra disse que o livro A Privataria Tucana é lixo. Acertou. Narra parte do lixo das privatizações dos telefones, da energia, da Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e de outras estatais. Só a Vale vale mais de três trilhões, e foi entregue por dois bilhões e duzentos milhões. Isso rendeu muito dinheiro para os ladrões que leiloaram o Brasil, e que abriram contas em paraísos fiscais. Toda a família de Serra é citada no livro, junto com outros sócios das quermesses fajutas, que ele planejou como ministro de Fernando Henrique. Busque os arquivos deste blogue e fique sabendo histórias cabeludas dessa sujeira que empobreceu o Brasil e enricou os tucanos. Tudo ficha suja.

Os piratas e corsários invadiram nossa Pátria. Tanto que, num ato falho, Serra chamou nosso querido País de “Estados Unidos do Brasil”. Confira 

CPI: o PT e o PC do B vão fugir?

Paulo Henrique Amorim

 

O ansioso blogueiro foi à Brasília e o passarinho pousou na janela do Hotel (não é o Nahoum, da Veja).

E deu o seguinte recado:

O Marco Maia, presidente da Câmara e que adora ser deputado, quer se reeleger.

E não quer levar pra casa a culpa do enterro da CPI da Privataria.

O passarinho contou que, logo após o deputado Protógenes – que, por duas vezes, convidou o Daniel Dantas e seu associado Naji Nahas para uma temporada no PF Hilton – conseguiu o número regimental mínimo de assinaturas, líderes do PT e do PC do B o procuraram, “no particular”, para desaconselhar a instalação da CPI.

Maia teria perguntado, mas por que, então, deputados do PT – na sua maioria – e do PC do B – assinaram ?

Bem, quer dizer, sabe como é, não entendi bem a sua pergunta, deixa isso pra lá.

Maia teria ponderado: quem pediu essa CPI foram as nossas bases, o eleitor que vai votar – ou não – na gente em 2014 …

Bem, quer dizer, como assim?, sabe como é, depois te falo.

O Privataria Tucana do Amaury Ribeiro Junior vendeu que nem cuia de chimarrão no Rio Grande do Sul.

O passarinho está seguramente informado de que, depois do Carnaval, Maia vai chamar os líderes do PT às falas:

– Agora, os amigos vão lá fora e digam que não querem a CPI da Privataria.

O passarinho disse ao ansioso blogueiro:

O Maia não que ser o coveiro dessa CPI.

Ele fez a parte dele.

Agora, que o PT e o PC do B saiam de cima do muro.

O passarinho bateu asas e voou.

Privataria tucana. A morte anunciada de Amaury Ribeiro Jr

FHC comandou a privataria tucana
FHC comandou a privataria tucana

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, promoveu um debate sobre o livro “A Privataria Tucana” que contou com a participação do autor do livro, Amaury Ribeiro Jr., do jornalista Paulo Henrique Amorim e do Deputado Federal Protógenes Queiroz. Veja vídeo 

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) afirmou que levar ao Congresso Nacional as denúncias contidas no livro “A Privataria Tucana” foi importante para evitar riscos ao autor do livro, Amaury Ribeiro Júnior. Durante lançamento da obra no início desta quinta-feira (21), na região central de São Paulo, o autor do pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Federal insinuou que o jornalista correria risco de sofrer um atentado se não ocorresse uma resposta da sociedade.

“Não poderíamos demorar muito para não perder o ‘timing’ e perder o Amaury”, lembrou. “Você viraria estatística, sofreria um ‘assalto’, diriam que reagiu e perderíamos um jornalista”, insinuou.

O livro traz documentos e informações contra o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil na década de 1990 Ricardo Sérgio, apontado como “artesão” dos consórcios de privatização em troca de propinas. Outro citado é o ex-governador paulista José Serra (PSDB), que tem familiares apontados como agentes de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos na venda de estatais.

Para o delegado, ainda que Amaury Ribeiro Júnior detenha muita informação, mas outras pessoas investigaram casos relativos à privatização. “São informações complementares que muitas pessoas sabem. Já começamos a preparar uma rede para exercitar na CPI da Privataria.

“(O pedido de CPI) é um pedido dos trabalhadores, estudantes, é a resposta. O fantasma da privatização ronda o país”, declarou o deputado. Embora a velha mídia tente taxar as denúncias como “requentadas” e já investigadas em outros momentos, como a CPI do Banestado (de 2004), o Protógenes afirma que os desvios das privatizações não passaram por escrutínio.

Privataria: roubo e colonização

Os leilões das privatizações foram quermesses, doações, ladroagens mil, entreguismo, bandidagem, crime organizado, traição da Pátria, tráfico de moedas, recolonização do Brasil.

Só um exemplo: a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões. Os ladrões venderam por 2 bilhões e 200 milhões.

Para se entender quanto o Brasil perdeu nos leilões fajutos das mineradoras, da Petrobras, da telefonia, da energia, dos bancos estaduais, das empresas estatais

Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos.

El presidente Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos, ya que sin esa medida el Estadio hubiera recibido el 2011 sólo 952 millones de dólares.

La alocución fue realizada al celebrarse los 75 años de creación de Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) en la que destacó la determinación de recuperar los hidrocarburos para el país, que representó un apoyo significativo para el Tesoro general del Estado (THE).

Morales señaló que Bolivia cuenta con muchos recursos naturales y que estaba convencido que si los distintos gobiernos hubieran aprovechado, Bolivia hubiera prestado plata o cooperado con otros países.

A privataria tucana, por Clayton
A privataria tucana, por Clayton