El primer acto de Tsipras como primer ministro

El primer acto de Tsipras como primer ministro ha sido visitar el monumento en recuerdo de los 200 comunistas griegos fusilados por los nazis el 1 de mayo de 1944 en Kaisariani.

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El líder de Syriza quiere que Alemania pague por los crímenes de guerra nazis

Alexis Tsipras, que ha realizado una simbólica visita al monumento de las víctimas de la matanza de Kaisariani en su primer acto como primer ministro, pide que Alemania pague por los crímenes de guerra nazis.

En su primer acto oficial como primer ministro griego, el líder de Syriza Alexis Tsipras ha visitado el monumento a las víctimas de la matanza de Kaisariani en Atenas, erigido en el lugar donde en 1944 los soldados nazis ejecutaron a 200 activistas políticos helenos en represalia por la muerte de un general alemán en un ataque de la guerrilla.

Durante más de un año, Syriza ha hecho campaña para instar abiertamente a Alemania a que pague por los crímenes nazis cometidos en Grecia durante la Segunda Guerra Mundial. “Vamos a exigir una reducción de la deuda y el dinero que Alemania nos debe de la Segunda Guerra Mundial, incluyendo las reparaciones”, afirmó hace unos meses Tsipras, informa ‘The Washington Post’.

Un estudio de 2013 realizado por el anterior Gobierno griego estima que Alemania debe a Grecia 200.000 millones de dólares por los daños ocasionados durante la ocupación nazi, el coste de la reconstrucción de las infraestructuras así como los préstamos que las autoridades germanas de la época obligaron a pagar a Grecia entre 1942 y 1944. Otro estudio eleva la cifra a los 677.000 millones de dólares.

“Desde un punto de vista moral, Alemania debe pagar estas indemnizaciones y el ‘préstamo de guerra’ que obtuvieron durante su ocupación”, afirma Gabriele Zimmer, eurodiputada alemana del partido Die Linke.

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MADRI. Miles de personas se unen a Podemos para advertir a Rajoy de que “empieza su cuenta atrás”

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GRITOS DE “TIC-TAC” O “RAJOY: CUENTA LAS HORAS”

Exhibición de fuerza de Podemos en Madrid. El recorrido previsto de un kilómetro para la marcha por el cambio se ha quedado pequeño. Los manifestantes que han acudido a la llamada de Pablo Iglesias han inundado las calles desde la puerta de Alcalá hasta Sol. Miles de personas han participado en la “Marcha del Cambio” en la que se han oído gritos de “presidente, presidente” en referencia a Pablo Iglesias.

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MADRI. Marcha do Podemos clama: “É a hora da mudança”

A marcha da mudança convocada pelo partido Podemos encheu a Puerta del Sol em Madrid, neste sábado. No discurso de encerramento, Pablo Iglesias afirmou: “Hoje não estamos aqui para protestar, estamos aqui para dizer que o momento é agora”.

 

Cabeça da marcha dos cem mil
Cabeça da marcha dos cem mil

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A Marcha da Mudança terá juntado neste sábado em Madrid mais de cem mil pessoas, segundo os cálculos de publico.es.

Durante a manifestação as palavras de ordem mais gritadas foram “Sim podemos”, “É a hora da mudança” e “O povo unido jamais será vencido”.

No discurso de encerramento, Pablo Iglesias começou por lembrar o exemplo do Syriza, interrogando e afirmando: “Quem dizia que não é possível? Quem dizia que um governo não pode mudar as coisas? Na Grécia fez-se em seis dias do que outros governos fizeram em anos”.

O líder do Podemos denunciou a seguir que “as políticas de Rajoy não criam emprego” e que “os salários não permitem às pessoas sair da pobreza”.

Referindo que as políticas de austeridade dividiram a Espanha em duas, “os que ganharam e os que estão pior que antes: os de cima e os de baixo”, Iglesias afirmou: “À mudança, os de cima chamam experimentação e caos, os de baixo chamamos democracia”.

O líder do Podemos apelou depois à recuperação da soberania pelas pessoas, tirando-a ao FMI, à Comissão Europeia e aos mercados.

Fazem falta sonhadores. Fazem falta Quixotes. Estamos orgulhosos com esse sonhador a cavalo. Não permitamos que os golpistas nos roubem o sonho. O nosso país não é uma marca, a Espanha são as suas pessoas”, afirmou também Pablo Iglesias, defendendo que a sua conceção de pátria é aquela que “assegura que todas as crianças vão limpas e calçadas para uma escola pública”.

O líder do Podemos terminou o seu discurso declarando: “Este é o ano da mudança, podemos sonhar e podemos vencer!”

 

Dois brasileiros na lista das 80 pessoas que possuem 50% da riqueza do planeta

As 80 pessoas mais ricas do mundo cabem num autocarro e têm tanto como as 3,5 mil milhões mais pobres - cartaz da Oxfam
As 80 pessoas mais ricas do mundo cabem num autocarro e têm tanto como as 3,5 mil milhões mais pobres – cartaz da Oxfam

 

Os dois brasileiros possuem dupla nacionalidade, e não residem no Brasil.

A lista é composta por 90% de homens. A indústria extrativa (petróleo, gás, minérios) contém 11 representantes, as finanças também têm 11, assim como os que simplesmente herdaram os seus milhares de milhões.

Jorge Paulo Lemann é o brasileiro mais rico, e o segundo suíço mais rico. Conseguiu milagrosas outorgas de água, inclusive em São Paulo, que possibilitam a posse da maior cervejaria do mundo: a AB InBev.

Sua última faceta: Em março de 2013, por meio do fundo Innova, adquiriu 20% da sorveteria Diletto com o objetivo de torná-la uma concorrente da Häagen-Dazs.

O segundo mais rico é Joseph Safra, que nasceu no Líbano em 1938, chegou ao Brasil em 1962, e também fez sua fortuna durante os 21 anos da ditadura militar, iniciada em primeiro de abril de 1964. É co-fundador do Banco Safra. Também reside na Suíça.

Veja aqui que 35 desses 80 são cidadãos dos EUA e as suas riquezas somadas estão na ordem de 941 mil milhões de dólares. Os norte-americanos são seguidos por alemães e russos, cada um com sete indivíduos multimilionários.

Tanto Lemann como Safra devem pagar uma porcaria de imposto no Brasil, e ainda possuem fundações para abater impostos de suas empresas.

 

 
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Fanatismo religioso promovido pelos ricos

O papa Francisco vem sendo criticado, injuriado e boicotado pela imprensa capitalista. Por quê? Esta frase título bem explica o motivo:

“Bilionário ameaça parar com doações se Papa continuar a pedir apoio aos mais pobres”.

O jornalista Fernando Brito publica o fac-símile da capa de um jornal de humor, “onde o Papa Francisco aparece maquiado, com a boca delineada por batom e de brinco, e pergunta:

“E com Maomé, pode?”.  Pode sim. Como faz a revista parisiense Charlie Hebdo, de propriedade dos banqueiros Rothschild, que satiriza todas religiões, menos o judaísmo, fonte do cristianismo e do islamismo.

A imprensa monopolista brasileira, das famílias Marinho, Frias e Mesquita, censura e deturpa as palavras de Francisco.

Duvido que o Globo, o Estadão e a Folha de S. Paulo destaquem as palavras do Papa publicadas hoje no Osservatore Romano:

Recordando que «não existe uma humanidade sem cultivo da terra», o Papa Francisco pediu que a agricultura seja «reconhecida e valorizada adequadamente, inclusive nas concretas escolhas políticas e económicas». E convidou a não ceder à tentação de «vender a mãe terra», sacrificando o seu cultivo a favor de actividades «aparentemente mais rentáveis». O Pontífice denunciou novamente «a cultura do descarte» que desperdiça os alimentos, esfomeando populações inteiras: «com o pão não se brinca» admoestou, exortando a repensar «profundamente o sistema de produção e de distribuição alimentar»

 

“Bilionário ameaça parar com doações se Papa continuar a pedir apoio aos mais pobres”

As igrejas cristãs são dos pobres, e nunca de um bilionário varejista que, quando morrer, espera levar toda fortuna o túmulo
As igrejas cristãs são dos pobres, e nunca de um bilionário varejista que, quando morrer, espera levar toda fortuna para o túmulo

 

O bilionário Kenneth Langone, fundador da Home Depot, empresa varejista norte-americana de produtos para casa, enviou um aviso ao Papa Francisco durante uma entrevista no canal CNBC: pessoas “como ele” estão se sentindo ofendidas com as mensagens do Vaticano em apoio aos mais pobres.

Para completar, disse que se o Pontífice continuasse a fazer declarações contra o capitalismo, ele iria parar com as doações que realiza.

Em um discurso realizado no Brasil em julho, o Papa Francisco pediu para “aqueles que têm posse de grandes recursos” não pararem de lutar por um mundo mais justo e solidário. “Ninguém deve se manter insensível em relação à desigualdade que enfrentamos”, afirmou Francisco. Fonte: Forbes/MSN Notícias

 

 E com Maomé, pode? 

 

barcelona

por Fernando Brito
A revista de humor Barcelona – que modestamente se intitula “uma solução europeia para os problemas dos argentinos” – publicou no final do ano passado, uma capa onde o Papa Francisco aparece maquiado, com a boca delineada por batom e de brinco.
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E o título, garrafal:
¡Putazo!
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Se é preciso tradução para a gíria portenha digamos que é um chamar de “gay” de forma ofensiva.
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A editora da revista, Ingrid Beck, topou ser entrevistada por Eduardo Feinmann, um apresentador de TV conservador e dado a grosserias no padrão Danilo Gentilli.
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O resultado é uma sessão de baixaria, porque Feinmann chama a jornalista de “mal-nascida”.
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O que é, por lá, é quase um “puta”.
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Beck tenta argumentar, mas acaba se ofendendo e deixa a entrevista.

Uma imbecilidade mútua.
Que foi planejada pelo entrevistador e aceita pela entrevistada, que acha que “imprensa” é um salvo conduto universal, que nos dá direito a tudo, como davam as “carteiradas” de jornalistas no passado.
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É uma boa advertência para os limites da atividade de jornalista, dos dois lados.
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Se o leitor acho que foi ofensiva ao Papa ou se foram ofensivos a Ingrid, porque é aceitável ser ofensivo aos islâmicos?
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Não gozamos de imunidade para fazer “gracinhas” ofensivas a pessoas ou a símbolos religiosos.

Se o fazemos, estamos sujeitos à receber, na mesma moeda.
E reduzimos o nosso papel a uma briga de botequim.

Veja o vídeo da briga aqui

 

Governo grego rejeita FMI e órgãos europeus como interlocutores

O jornaleiro

“Não estamos dispostos a trabalhar com uma comissão que não tem razão de ser”, afirma ministro das Finanças após se reunir com representante de autoridades financeiras europeias da ‘troika’

O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem (à esq.), e o ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis, na sexta-feira em Atenas. / KOSTAS TSIRONIS (REUTERS) O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem (à esq.), e o ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis, na sexta-feira em Atenas. / KOSTAS TSIRONIS (REUTERS)

por María Antonia Sánchez-Vallejo/ El País/ Es

O novo Governo grego endureceu nesta sexta-feira sua postura com relação à troika de credores, anunciando, por intermédio do seu ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, que Atenas não reconhece a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu como interlocutores válidos para negociações sobre o programa de resgate financeiro. “Não estamos dispostos a trabalhar com uma comissão [a troika] que não tem razão de ser, inclusive do ponto de vista do Parlamento Europeu”, disse Varoufakis em entrevista coletiva após receber a visita de Jeroen Dijsselbloem…

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El “sin techo” que guiará la política del nuevo ministro de Finanzas griego

O jornaleiro

Irene Hernández Velasco
El Mundo

Grécia indignados

Lambros Moustakis, de 53 años, se quedó en paro y ahora vive en un albergue municipal. Hace las veces de intérprete, ya que habla español, portugués, italiano, inglés y griego. El nuevo ministro Yanis Varoufakis habló el martes sobre él en su blog
Ni el spread, ni los presupuestos generales, ni los acuerdos previos… Yanis Varoufakis, el flamante nuevo ministro de Finanzas griego, revelaba el martes en su blog que cuando se incorpore a su cargo no pensará en eso, sino en el impacto profundo que le provocaron las palabras que le dijo el intérprete que acompañaba a una periodista española que le entrevistó hace unos días. Esa periodista era servidora, y la persona que le acompañaba, Lambros Moustakis, un ‘sin techo’ de 53 años.

Lambros trabajaba en la recepción de un hotel, pero comenzó la crisis y hace tres años se quedó sin empleo…

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