Jornais colonizados propagam o mesmo discurso golpista

PARAGUAI
PARAGUAI
BRASIL
Anúncios

Miles de paraguayos se oponen en las calles al golpe contra Lugo

La crisis política que se ha abierto en Paraguay tras el golpe de Estado con el que la derecha ha destituido a Fernando Lugo se ha trasladado a las calles. Durante el día de ayer se repitieron las manifestaciones en una treintena de localidades del interior del país en defensa del presidente depuesto y hoy se han convocado más marchas y cortes de ruta, según informa el portal web Paraguay Resiste, que ha sido creado por los movimientos que se están oponiendo al nuevo gobierno conservador desde las calles y que promueve la resistencia pacífica de Lugo contra su destitución.

El propio Lugo anunció ayer a través de la cadena de televisión Telesur que hará un recorrido por el país para explicar lo que “realmente” está ocurriendo. Ya ha declarado en repetidas ocasiones “ilegítimo” el Gobierno de Federico Franco, el que había sido su vicepresidente y que el pasado día 22 tomó el poder con la ayuda de parte del Parlamento.

Lugo cuenta con un equipo de colaboradores y el apoyo del izquierdista y minoritario Frente Guazú, que está organizando las movilizaciones y los cortes de carretera para presionar al nuevo Gobierno. Frente a estas acciones, y con la mirada internacional puesta sobre el país latinoamericano, el presidente liberal, Blas Llano, trata de mostrar una imagen permisiva y aclaró ayer en relación con las manifestaciones de la izquierda que “no queremos confrontar. No tenemos intención de provocar un enfrentamiento”.

Además, Lugo cuenta con importantes apoyos en el extranjero y se han repetido las movilizaciones frente a embajadas y consulados de un gran número de ciudades latinoamercianas. También en Barcelona formaciones políticas de izquierda y colectivos de solidaridad con América Latina se concentraron frente al Consulado de Paraguay para mostrar su rechazo al Golpe de Estado en el país.

Crise. Os perigos da profecia

Por Bradford DeLong

Nós, economistas ancorados na história económica e financeira – e conscientes da história do pensamento económico relativo às crises financeiras e aos seus efeitos –, temos motivos para estar orgulhosos das nossas análises nos últimos cinco anos. Entendemos para onde nos estávamos a dirigir, porque sabíamos onde tínhamos estado.

Em particular, entendemos que a subida rápida dos preços das casas, combinada com a extensão da alavancagem financeira, colocava perigos macroeconómicos. Reconhecemos que perdas provocadas pela especulação em activos detidos por instituições financeiras alavancadas causariam um voo de pânico para a segurança, e que a prevenção de uma depressão profunda requereria uma intervenção activa das entidades oficiais como prestamistas de último recurso.

Na verdade, entendemos que as curas monetaristas seriam provavelmente insuficientes; que os soberanos precisam de garantir a solvência uns dos outros; e que retirar apoios demasiado cedo implicaria perigos enormes. Soubemos que as tentativas prematuras para atingir o equilíbrio fiscal no longo prazo piorariam a crise no curto prazo – e seriam assim contraproducentes no longo prazo. E entendemos que enfrentávamos a ameaça de uma recuperação sem empregos, devido a factores cíclicos, e não a mudanças estruturais.

Em todos estes assuntos, os economistas conscientes da história tiveram razão. Aqueles que disseram que não haveria recessão, ou que a recuperação seria rápida, ou que os problemas reais da economia eram estruturais, ou que apoiar a economia produziria inflação (ou elevadas taxas de juro no curto prazo), ou que a austeridade fiscal imediata seria expansionista estavam errados. Não somente um pouco errados. Completamente errados.

(…)Três coisas surpreenderam-me (e ainda me surpreendem). A primeira foi o falhanço dos bancos centrais em adoptar objectivos como uma meta para o PIB nominal ou um seu equivalente. Segundo, esperava que a inflação salarial no Atlântico Norte caísse ainda mais do que caiu – no sentido do zero, senão mesmo igual a esse valor. Finalmente, a curva de rendimentos para os Estados Unidos não mostra um declive acentuado: eu esperava taxas dos fundos federais a zero, mas não esperava ver títulos do Tesouro Americano a 30 anos com uma taxa nominal de 2,7%.

O falhanço dos bancos centrais em definir uma meta para o crescimento do PIB nominal permanece incompreensível para mim, e não escreverei sobre o assunto até achar que entendi as suas razões. Quanto aos salários, mesmo com um terço da força de trabalho dos EUA a mudar de emprego todos os anos, os factores sociológicos e os laços das redes de interacção humana exercem aparentemente ainda mais influência no nível e no ritmo da mudança – à custa do equilíbrio entre oferta e procura – do que eu esperaria.

A terceira surpresa, contudo, talvez seja a mais interessante. Em Março de 2009, o laureado com o Nobel Robert Lucas previu confiantemente que a economia dos EUA voltaria ao normal em três anos. Em condições normais, a economia dos EUA apresenta uma taxa de juro nominal no curto prazo de 4%. Dado que a taxa dos títulos do Tesouro Americano a 10 anos tende a ser um ponto percentual acima da média das taxas de juro no curto prazo futuras e esperadas para a próxima década, mesmo a expectativa de cinco anos de depressão profunda e de taxas de juro no curto prazo próximas de zero não deveria fazer variar a taxa do Tesouro a 10 anos abaixo dos 3%. Na verdade, a taxa do Tesouro flutuou principalmente entre 3% e 3,5% do fim de 2008 até meados de 2011. Mas em Julho de 2011 a taxa de obrigações a 10 anos do Tesouro dos EUA caiu para 2%, e era de 1,5% no início de Junho. As regras normais de cálculo diriam que o mercado está agora a antecipar 8,75 anos de taxas de juro no curto prazo de quase zero até que a economia volte ao normal. E cálculos similares para as obrigações do Tesouro a 30 anos mostram expectativas ainda maiores e mais anómalas de depressão continuada.

As conclusões possíveis são alarmantes. Uma possibilidade é que aqueles que investem nos mercados financeiros esperam que a política económica seja tão disfuncional que a economia global permanecerá mais ou menos no seu actual estado deprimido durante uma década, ou mais. A outra única explicação é que mesmo agora, mais de três anos depois da erupção da crise financeira dos EUA, a capacidade dos mercados financeiros cotarem sensatamente os riscos e rendimentos relativos foi quebrada a um nível profundo, tornando-os incapazes de cumprir a sua função: assumir e gerir o risco de modo a canalizar as poupanças para projectos empreendedores.

Transcrevi trechos

DOMINGO 1 DE JULIO ELECCIONES MÉXICO

La consejera del IFE María Marván indicó que, si bien se conocen las obligaciones de las instituciones en los procesos electorales, se ha descuidado hablar de las obligaciones ciudadanas: conocer, informarse y elegir libremente al candidato de su preferencia.

Aseveró que en el país la cultura cívica presenta un déficit de confianza: de acuerdo con la más reciente encuesta de Latinbarómetro, 62 por ciento de los mexicanos creen que no se respeta la ley, y el mismo porcentaje piensa que esto se da porque no hay sanciones a quienes la vulneran; 55 por ciento tienen poca confianza en los jueces, y 71 por ciento consideran posible el fraude electoral.

Destacó que la incertidumbre en las elecciones es un elemento inherente a la democracia, así como lo es la aceptación de los resultados. Los ciudadanos deben ser conscientes de que su candidato puede ganar, pero también perder. Agregó que la legitimidad del proceso electoral depende de las actitudes de los aspirantes respecto de reglas, principios, valores y resultados.

Jacqueline Peschard, comisionada presidenta del Instituto Federal de Acceso a la Información y Protección de Datos (Ifai), aseveró que además de partidos, actores e instituciones, hay tres sectores cuya responsabilidad es fundamental para la democracia: medios de comunicación, intelectuales y ciudadanos.

Expuso que los ciudadanos son los actores más importantes de una elección democrática, por su dimensión numérica y porque si se asumen como sujetos activos del quehacer público cobran una incidencia que puede ir más allá de su carácter de elector.

 

Sus integrantes tampoco serán habilitados como observadores, fijó

#YoSoy132 no podrá actuar en cómputo de votos: IFE

Los estudiantes podrán presenciar las sesiones de cómputo distrital tal y como lo puede hacer cualquier ciudadano, siempre y cuando se apeguen a los lineamientos establecidos para ello, determinó.

 Presenta movimiento informe sobre agresiones y amenazas a integrantes

 por Fabiola Martínez y Alonso Urrutia

El Instituto Federal Electoral (IFE) no concedió al movimiento #YoSoy132 autorización especial o adicional alguna para observar los procesos de conteo y cómputo de votos.

En la respuesta a este colectivo de jóvenes universitarios, aprobada por el Consejo General, se les informa que pueden presenciar las sesiones de cómputo distrital tal y como lo puede hacer cualquier ciudadano, siempre y cuando se apeguen a los lineamientos establecidos para ello.

“Por tal razón, no sólo quienes estén acreditados con el carácter de observadores electorales pueden presenciar los actos de las sesiones especiales de cómputos distritales, sino todos aquellos ciudadanos que tengan interés en hacerlo”, señala el documento aprobado, sin discusión, por los consejeros electorales.

#YoSoy132 solicitó también al IFE presenciar las “deliberaciones de la publicación del conteo rápido” que realizará el IFE y con base en el cual informará acerca de las tendencias de la elección presidencial antes de la medianoche del domingo.

El IFE explicó que este procedimiento está a cargo de un comité técnico el cual no hará “deliberaciones” para la publicación de resultados porque este grupo de académicos de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) y del Instituto Tecnológico Autónomo de México (ITAM) (encabezado por Rubén Hernández Cid y Manuel Mendoza, entre otros) únicamente entregará el informe con las conclusiones al consejero presidente del IFE, una vez analizada la muestra de casillas previamente seleccionada en un evento público.

Precisa que, a su vez, el consejero presidente hará públicos los resultados del conteo inmediatamente, en cadena nacional, la misma noche de la elección.

El IFE también informó a los jóvenes universitarios los pormenores del Programa de Resultados Electorales Preliminares (PREP) y les aclara que no hay una “metodología estadística” para ello porque se trata de un ejercicio censal que va agregando a la sumatoria la información de las casillas en estricto orden de llegada de los paquetes electorales de las 300 sedes distritales en las que está dividido el país.

Detalla que la base de datos generada a través del Sistema de Información de la Jornada Electoral 2012 se hará pública una vez que concluyan los trabajos de análisis y evaluación mediante el cual se conjuntan todos los datos.

Juízes para a Democracia: PEC 438 é um importante avanço para acabar com o trabalho escravo (vídeo)

TRABALHO ESCRAVO

O trabalho escravo existe e pode estar mais perto do que você pensa. Veja como colaborar contra esta violação dos direitos humanos“, clique aqui 

Denúncia do “Episódio” Pinheirinho à OEA

O documento apresenta 260 denúncias de ameaças e humilhações. E relata a morte do morador Ivo Teles da Silva:

“O Sr. Ivo Teles da Silva contava com 69 anos e residia no Pinheirinho há 7 anos, com uma companheira.

No dia da desocupação Ivo Teles da Silva foi espancado pela polícia militar, sofrendo lesões em várias partes do corpo. Foi socorrido no Posto de Saúde do bairro e encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Municipal. Ficou desaparecido por mais de uma semana, apesar das insistentes tentativas de localização, por advogados, entidades de direitos humanos e amigos. A única resposta do serviço médico era que somente a Prefeitura poderia dar informações. E a prefeitura, por sua vez, negava haver efetuado qualquer atendimento à vítima.

Ele só seria encontrado cerca de dez dias depois no Hospital Municipal, outra unidade de saúde, já em estado de coma, e após ser submetido a procedimentos cirúrgicos.

O boletim de atendimento de urgência, embora solicitado pela Defensoria Pública e pelo CONDEPE, jamais foi apresentado.

O serviço público de saúde deu alta médica ao Sr. Ivo Teles da Silva, tendo sido encaminhado para a residência de sua filha, em Ilhéus-BA, de cadeira de rodas, pois ainda não andava ou falava. Ele viria a falecer dias depois, em 10.04.2012.

Embora não haja documentos oficias que atestem o nexo de causalidade entre as agressões praticadas pela polícia e a morte, há inúmeras evidências de que o seu falecimento se deu em decorrência dos fatos. As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas, seguindo a sistemática sonegação de informação pela Prefeitura e demais órgãos da administração pública”.

MAIS DITADURA DA JUSTIÇA

Caso David Washington Furtado. Morador baleado durante a desocupação:

“David foi baleado nas costas, próximo à medula óssea, quando protegia, com seu corpo, sua esposa, dos tiros de arma de fogo disparados pela guarda municipal.

Hoje, apesar da intervenção cirúrgica e tratamentos clínicos que ainda realiza, restaram sequelas nos membros inferiores que o tornaram parcialmente incapacitado. Um de suas pernas está se atrofiando e David Washington Furtado não recebe tratamento médico adequado.

Esse fato e os documentos que lhe comprovam estão amplamente registrados no relatório do CONDEPE” .

A situação das vítimas após a destruição do bairro:

“O Poder Público não tomou qualquer medida prévia para assegurar aos moradores desalojados condições mínimas de sobrevivência. Espantosamente, soube-se que a operação policial fora preparada durante 4 meses (Anexo 15 – Depoimento juíza Marcia Faria Mathey Loureiro).

Em nenhum momento desses 4 meses houve qualquer preocupação com o bem-estar dos moradores, obrigação elementar das autoridades, em especial do governador do Estado. Foram amontoados como animais, em abrigos públicos.

A conduta das autoridades limitou-se ao uso da força na ação policial. Tudo se resumiu a preparar violentamente o despejo das 6 mil pessoas, desprezando-se o direito dos moradores a um tratamento digno por parte do Estado.

Esse tratamento foi cruel e violador das mais elementares regras de humanidade e civilidade. Constituiu mais um capítulo da série de ofensas ao princípio da dignidade humana praticadas no episódio”.

Texto Integral. Leia. Esta mesma gente defende a cassação do presidente Fernando Lugo, indevidamente responsabilizado pelo massacre de Morombí, no Paraguai. E considera justa a chacina (opa! “episódio”, um simples e costumeiro “episódio”) de Pinheirinho, em São José dos Campos , São Paulo, Brasil, que criminaliza os movimentos sociais. Como fazia a ditadura militar, desde os idos de maro de 64.