Sindicato dos jornalistas de Pernambuco quer fazer eleição bico de pena com urnas volantes prenhas

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Bico de pena. Forma de eleição praticada na República Velha antes de 1930, cujo voto era aberto e não secreto, e havia controle dos caciques políticos sobre os eleitores. Para acabar com essa manipulação, o Brasil fez a Revolução de Trinta.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco, prefere o voto bico de pena, o voto marmita das urnas volantes.

VOCÊ ACREDITA EM URNA VOLANTE?
VOCÊ ACREDITA EM URNA VOLANTE?

Eleições de Bico de Pena


Era um tipo de eleição realizado durante o período da chamada política do “café-com-leite”, através de listas de votação com os nomes daqueles que eram aptos a votar, listas que a chapa governista ainda não divulgou, nem entregou – como manda a lei – para os participantes da chapa oposicionista Você Sabe Porquê.

Mas eleições da República Velha, essas listas sofriam alterações de assinaturas e os votos eram falsificados para que os resultados fossem manipulados. Este tipo de prática refletia um modo de política feita com cartas marcadas pelos interesses das alianças, que garantiam a estabilidade vigente. No caso do Sinjope, o continuísmo do mando dos jornalistas secretários de imprensa de Eduardo Campos e Geraldo Júlio, que possuem os mesmos interesses dos barões da mídia.

O voto bico de pena e o voto marmita: a história das eleições no Brasil

por Janaína Botelho

O voto no Brasil tem uma historicidade. No período colonial, os políticos eram escolhidos através da declaração oral dos eleitores e a cédula eleitoral surgiu apenas no Império. Com o fim da eleição indireta dos pelouros, os vereadores passaram a ser eleitos diretamente, através de um sistema que dividia a sociedade politicamente ativa em “votantes” e “eleitores”. Votantes eram os homens com determinada renda anual, excluídos os menores de 25 anos (exceto os casados, os oficiais militares, os clérigos e os bacharéis); os filhos-famílias que vivessem em companhia dos pais (exceto os que exerciam ofícios públicos); os criados (em cuja classe não se incluíam os guarda-livros e os caixeiros); os administradores de fazendas rurais e fábricas e os religiosos que viviam em regime de reclusão. Eleitores eram os homens escolhidos pelos votantes nas Assembleias Paroquiais e que deveriam possuir uma renda anual bem superior a dos votantes. Os eleitores compunham os colégios eleitorais que elegiam os deputados provinciais e gerais e os senadores, estes últimos em uma lista tríplice para ulterior escolha do imperador. Logo, a cada quatro anos, no dia 7 de setembro, os votantes se reuniam nas igrejas locais e elegiam, por sufrágio direto, os sete vereadores, os juízes de paz e indiretamente, por intermédio dos eleitores, os parlamentares provinciais e gerais.
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Mas o processo eleitoral brasileiro já ganhou bizarras denominações, como a eleição “a bico de pena” e o voto “marmita”. Na República Velha, o voto era facultativo e “a descoberto”, embora a constituição determinasse o voto secreto. Nesse período, como era comum se forjar o resultado, as eleições ficaram conhecidas como eleições “a bico de pena”, alterando-se com a caneta, que era de bico de pena, os votos a favor de um determinado candidato. Mas não era suficiente ser eleito através de fraude. A Comissão de Verificação de Poderes do Senado deveria ratificar ou não a eleição de deputados e senadores. Controlada pela elite governista, a comissão impedia que a oposição tivesse sua eleição reconhecida. Essa prática ficou conhecida como “degola”.
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A Revolução de 30, que levou Getúlio Vargas ao poder, instituiu a Justiça Eleitoral, com a promulgação do Código Eleitoral, pois uma das reclamações contra o sistema político da República Velha era a facilidade com que se manipulavam as eleições. Mas nesse período, as cédulas eleitorais eram impressas e distribuídas pelos partidos ou pelo próprio eleitor. Era o denominado “voto marmita”, pois o eleitor trazia o voto pronto de casa em um envelope contendo as cédulas dos seus candidatos. Para proteger o sigilo do voto, foram adotados alguns mecanismos: embora as cédulas continuassem individuais, foi exigido o envelope oficial no qual o eleitor inseria sua cédula, sendo o envelope rubricado pelo mesário antes de ser depositado na urna. Igualmente foi introduzida a cabine para garantir a privacidade do eleitor. Surgiu finalmente um projeto de cédula oficial, impressas e distribuídas pela Justiça Eleitoral e a cédula única foi transformada em lei e utilizada nas eleições presidenciais de 1955. O último avanço foi a partir das eleições de 1996, com a adoção das urnas eletrônicas.
Até 1985, o analfabeto era proibido de votar no Brasil. A Lei Saraiva, de 9 de janeiro de 1881, proibira o voto aos analfabetos. O direito do voto só será permitido ao analfabeto com a promulgação da Emenda Constitucional número 25, de 15 de maio de 1985, e regulamentada pela Lei 7.332, de 1º de junho de 1985. Se considerarmos que o analfabetismo só foi erradicado na segunda metade do século XX, a maioria da população estava alijada da participação política.
JORNALISTA NÃO TEM MEDO DE CARETA. TODO JORNALISTA VERDADEIRO DEFENDE A LIBERDADE DE IMPRENSA E O VOTO LIVRE
JORNALISTA NÃO TEM MEDO DE CARETA. TODO JORNALISTA VERDADEIRO DEFENDE A LIBERDADE DE IMPRENSA E O VOTO LIVRE
Concluindo, na história das eleições, o povo brasileiro sempre ficou à margem do processo eleitoral. O voto censitário, um sistema em que somente poderia votar quem tivesse uma renda mínima, foi abolido com a constituição republicana de 1891. No entanto, a exclusão dos analfabetos do voto, que abrangia a maior parcela da população brasileira, colocava-os fora da participação política. Vale lembrar ainda que o voto feminino só foi admitido no governo Vargas. Atualmente, discute-se a não obrigatoriedade do voto para evitar a manipulação por parte da classe política. Observando a historicidade do voto no Brasil, chegamos à conclusão que a maior parte do povo brasileiro foi muito tardiamente convidada a participar da mesa dos “senhores”.
voto marmita

Armaram um esquema para transportar jornalistas aposentados. Jornalista não é burro velho. A recomendação da Chapa Você Sabe Porquê é aceitar a carona.

Todo mundo sabe quem paga o transporte direta ou indiretamente.

Agora, na hora de votar, do jornalista a lembrança da aposentadoria que recebe.

MÉXICO, ELECCIONES 2012: GANA EL FRAUDE NUEVAMENTE

Apenas acabamos de denunciar las manipulaciones realizadas sobre las elecciones de Grecia 2012 (véase ELECCIONES GRIEGAS: GANA EL FRAUDE Y LA MANIPULACION MEDIANTE EL MIEDO), cuando vuelve a saltar a la luz un nuevo fraude electoral masivo, en este caso México.

Resulta muy triste comprobar una y otra vez cómo el término falsidemocracias se hace más extensivo cada vez a más países por todo el planeta.

DESPERTARES

En la historia de México no hay evidencia suficiente de que el resultado electoral se base en los votos emitidos, por el contrario, en la historia reciente se ha documentado exhaustivamente la no-contabilización de los votos, en 1988, 1994, 2000 y 2006. Se han realizado pelìculas documentales y libros sobre las estrategias y tácticas del fraude y hasta museos del fraude con pruebas materiales de los mismos. Al final de cuentas una prueba es suficiente, cuando las cuentas de los votos de las mantillas a las afueras de las casillas no coinciden con los resultados reportados en las sedes de los distritos electorales y por tanto en las contabilizaciones nacionales de votos. Los votos nunca se han contado en México, las cifras finales siempre son arbitrarias, en todo caso fruto de la correlación de fuerzas lograda por la clase política en turno ante los señores del poder y del dinero.

Lluvia, robos de urnas, agresiones, balaceras y muertos son el verdadero reporte de una jornada electoral histórica y convulsa que los medios de todo el mundo ocultan.

En Veracruz reportan ya dos muertos. En Tlanepantla (Estado de México) hubo robos de casillas a mano armada. El PRI se regodea en su cinismo: “estas son las elecciones más equitativas y transparentes en la historia del país”, afirma Joaquín Coldwell, el presidente del PRI.

Pruebas de FRAUDE Electoral 2012. Ruben Luengas:
Existen decenas de pruebas en video y con testigos de practicas que violan las leyes de las instituciones como la FEPADE y el IFE. Rubén Luengas, un Periodista mexicano que es poseedor de un gran nivel cívico denuncia en su espacio informativo con cede en Estados Unidos, todas las incongruencias de la política y gobierno mexicano.

Transcrevi trechos

 

 

México, um quintal corrupto

Os Estados Unidos tomaram ricos territórios do México. Depois separou tudo com um muro. De um lado a riqueza, do outro a pobreza, o atraso, a miséria, as chacinas, a corrupcão, os escravos, a mão de obra a preço de banana.



La democracia nos mata

por Carlos Figueroa Ibarra

El proceso electoral en México en este 2012, como el de 2006, está matando a la democracia. El asesinato de la democracia que hoy observamos, comenzó en 2005 con la multimillonaria inversión que desde ese año hicieron los grandes poderes fácticos mexicanos para promover la imagen del que ya se perfilaba como candidato del PRI, Enrique Peña Nieto. El duopolio televisivo hizo suyo a dicho candidato y como lo ha denunciado el diario londinense The Guardian, cientos de millones de dólares fueron invertidos en promover la imagen de Peña Nieto y en denostar la de Andrés Manuel López Obrador. Siguieron las casas encuestadoras Mitofski, GEA-ISA, Parametría y las encuestas hechas por el diario Milenio. Todas ellas dándole a Peña Nieto hasta en los días previos a las elecciones una ventaja de entre 12 y 18%. Tendrán que explicar cómo el domingo tal ventaja se redujo a 6.51%. Como tendrá que explicar el PRI de dónde sacó el dinero para que Peña Nieto obtuviera el supuesto 38.14% contra el supuesto 31.65% de López Obrador. Siendo el tope de gastos de campaña 360 millones de pesos (casi 26 millones de dólares), Peña Nieto pudo haber gastado más de 13 veces esa cantidad: 357 millones de dólares si fuera cierta la afirmación de López Obrador de que los gastos de campaña del priísta ascendieron a 5 mil millones de pesos. De esta cantidad, 1,800 millones de pesos (más de 128 millones de dólares) se habrían gastado en comprar el voto en el estado de México en donde Peña gobernó hasta hace poco. Tragicómicamente, el lunes 2 de julio las tiendas Soriana se abarrotaron de personas de humilde condición haciendo compras de pánico pues se corrió el rumor de que los monederos electrónicos que les había dado el PRI dejarían de funcionar. En las filas en las cajas la gente comentaba que les habían dado entre 100 y 500 pesos por el voto (7 y 35 dólares). Hay informes que la compra de votos no solo se dio en las periferias urbanas sino también en las regiones rurales empobrecidas.

El Instituto Federal Electoral de México recontará el 54,5 por ciento de los votos

por DPA/La Voz de Galicia

El Instituto Federal Electoral de México decidió recontar a partir de hoy el 54,5 por ciento de los paquetes con votos de los comicios presidenciales celebrado el pasado domingo, con el objetivo de contar cada papeleta y otorgar certeza sobre los resultados.
«Se trata del ejercicio de apertura, transparencia y máxima publicidad más grande en la historia electoral de México», dijo el secretario ejecutivo de esa institución pública, Edmundo Jacobo Molina.

La decisión se tomó después de que el líder centro-izquierdista Andrés Manuel López Obrador, que quedó segundo en los comicios a 6,51 puntos de Enrique Peña Nieto, solicitara un nuevo escrutinio total de los 49 millones de votos.

Peña Nieto, del opositor Partido Revolucionario Institucional (PRI), obtuvo el 38,15 por ciento de los votos según el recuento oficial preliminar del domingo.

López Obrador le sigue con el 31,64 por ciento, la oficialista Josefina Vázquez Mota con el 25,40 y el ambientalista Gabriel Quadri con el 6,24.

Molina informó que se abrirán para el recuento los paquetes de 78.012 centros de votación, sobre un total de más de 143.000 locales instalados. No se precisó a qué número de votos equivale esa cifra.

En el caso de las elecciones para diputados se abrirá el 60,3 por ciento de los paquetes y en las elecciones para senador el 61,3 por ciento.

Los 300 distritos electorales de México iniciaron hoy el cómputo final de las elecciones generales en base a los resultados asentados en las actas de cada uno de los centros de votación.

Los consejos distritales tienen la atribución de decidir cuándo abrir un paquete de votos para hacer un nuevo escrutinio, y los partidos políticos pueden acudir al Tribunal Electoral en caso de no estar de acuerdo con los resultados finales. El órgano electoral mexicano descartó la madrugada de ordenar por sí mismo un recuento total como pidió López Obrador y dejó la decisión en manos de los consejos. «A nadie le conviene alterar los ámbitos de competencia e impedir que se cumplan las etapas del proceso electoral», dijo el presidente del IFE, Leonardo Valdés.

López Obrador afirma que hay inconsistencias en el 80 por ciento de las actas. Además ha señalado que los comicios fueron «fraudulentos» con compra de votos, por ejemplo a través de la supuesta entrega de tarjetas para hacer compras en una cadena de supermercados a cambio del voto por Peña Nieto, e inequidad en los medios.

Presenta Monreal más pruebas de que el PRI trianguló $168 millones con Monex

Solicitarán a Luna Ramos que se excuse de calificar la elección,porque él adelantó su voto

por Alma E. Muñoz y Roberto Garduño

El coordinador de la campaña presidencial de Andrés Manuel López Obrador, Ricardo Monreal Ávila, criticó al Instituto Federal Electoral (IFE) por negarse a abrir el total de casillas para el recuento voto por voto, y anunció que cuentan con evidencias de que el PRI trianguló, por conducto de Monex, 168 millones de pesos para comprar sufragios.

Irregularidades en los comicios mexicanos. Policías robaron urnas y se presentaron balaceras. Secuestraron a representantes de casilla

Los integrantes del movimiento #YoSoy132 denunciaron este lunes que la jornada electoral estuvo marcada de situaciones irregulares y se desarrolló en el marco de una “ola de violencia”.

Los estudiantes estaban instalados en un campamento en el Monumento a la Revolución, en donde a través de una rueda de prensa, dieron a conocer que documentaron cerca de 500 reportes de irregularidades con respecto a las elecciones.

De acuerdo al integrante del movimiento estudiantil, Sandino Bucio, “hasta ahora van más de 500 reportes de irregularidades, dentro de los que se encuentran delitos graves: Se registró que policías robaron urnas y se presentaron balaceras. También nos llegó un caso muy extremo de que secuestraron a representantes de casilla”.

Se registraron denuncias “en Pueblo Nuevo, Chiapas (sur del país), donde grupos armados entran en las casillas y hay dos muertos. De San Miguel Totolopan, estado Guerrero (suroeste), supimos que rellenaron urnas. En San Juan Chamula, Chiapas, grupos armados con metralletas disparan contra votantes. En Ensenada, Baja California (oeste), desaparece funcionario de casilla con 2500 boletas”.

Agregó que toda la documentación que juntaron la presentarán en la Fiscalía Especializada para la Atención de Delitos Electorales (Fepade).

Los estudiantes dieron a conocer que de todas las denuncias que recibieron, 46 por ciento de ellas corresponde a la compra de votos; 30 por ciento irregularidades en las casillas electorales; 19 por ciento relacionadas con propaganda, a pesar de la veda electoral, así como casos aislados de acarreos masivos.

Por su parte, otra integrante del movimiento estudiantil, Angélica Pérez Padilla, aseguró que, testimonios presenciales, tuvieron 110 reportes de soborno, y que las irregularidades en las casillas pueden documentarse en la página http://www.contamos.org.mx.

También se refirieron al monitoreo de medios, que hicieron durante más de 12 horas.”La televisión no ha pasado nada de estos conflictos que han ocurrido durante la jornada electoral. De hecho, hacen énfasis en que ha sido una jornada que transcurrió con calma. No están mencionado nada de la violencia y todas las irregularidades”.

Evidencia de fraude electoral en México

Desde votos que no fueron contabilizados debido a que fueron considerados como “ilegibles” y otros de los cuales únicamente se tomaron en cuenta decenas o unidades cuando se trataban de cantidades superiores al centenar, fueron registrados en fotografías subidas a Facebook y a diversas redes de recopilación ciudadana independientes.

Proyectos como OpenPrep.org, Contamos.org.mx y FotoXCasilla.mx se encuentran recibiendo fotografías de las sábanas y contabilizando los resultados de las 143 mil casillas. Al momento, OpenPrep.org ha contabilizado un total de 487 mil votos de los cuales 199 mil 630 dan la ventaja a Andrés Manuel López Obrador y 146 mil 413 dan el segundo lugar a Enrique Peña Nieto.

Demanda AMLO recuento de votos en 113 mil 855 casillas

Es el número de actas en las que se han encontrado inconsistencias hasta el momento. En el conteo que inicia mañana se solicitará apertura de paquetes y revisión de voto por voto.

por Alma Muñoz y Roberto Garduño

Andrés Manuel López Obrador informó que ya solicitó al Instituto Federal Electoral (IFE) el conteo voto por voto y casilla por casilla, derivado de inconsistencias en 113 mil 855 casillas distribuidas en todo el país.

El candidato presidencial de Movimiento de Regeneración Nacional y la izquierda partidista, lanzó un llamado a todos los actores políticos para que actúen en el marco de la legalidad y no se pronuncien por el triunfo de Enrique Peña Nieto hasta que concluya el conteo final de los sufragios.

En conferencia de prensa expuso que él se ha apegado a la legalidad, y es su derecho recurrir a las instancias en materia electoral, por lo que no abdicará a su prerrogativa constitucional de recurrir a la ley para defender el voto de los ciudadanos.

DOMINGO 1 DE JULIO ELECCIONES MÉXICO

La consejera del IFE María Marván indicó que, si bien se conocen las obligaciones de las instituciones en los procesos electorales, se ha descuidado hablar de las obligaciones ciudadanas: conocer, informarse y elegir libremente al candidato de su preferencia.

Aseveró que en el país la cultura cívica presenta un déficit de confianza: de acuerdo con la más reciente encuesta de Latinbarómetro, 62 por ciento de los mexicanos creen que no se respeta la ley, y el mismo porcentaje piensa que esto se da porque no hay sanciones a quienes la vulneran; 55 por ciento tienen poca confianza en los jueces, y 71 por ciento consideran posible el fraude electoral.

Destacó que la incertidumbre en las elecciones es un elemento inherente a la democracia, así como lo es la aceptación de los resultados. Los ciudadanos deben ser conscientes de que su candidato puede ganar, pero también perder. Agregó que la legitimidad del proceso electoral depende de las actitudes de los aspirantes respecto de reglas, principios, valores y resultados.

Jacqueline Peschard, comisionada presidenta del Instituto Federal de Acceso a la Información y Protección de Datos (Ifai), aseveró que además de partidos, actores e instituciones, hay tres sectores cuya responsabilidad es fundamental para la democracia: medios de comunicación, intelectuales y ciudadanos.

Expuso que los ciudadanos son los actores más importantes de una elección democrática, por su dimensión numérica y porque si se asumen como sujetos activos del quehacer público cobran una incidencia que puede ir más allá de su carácter de elector.

 

Sus integrantes tampoco serán habilitados como observadores, fijó

#YoSoy132 no podrá actuar en cómputo de votos: IFE

Los estudiantes podrán presenciar las sesiones de cómputo distrital tal y como lo puede hacer cualquier ciudadano, siempre y cuando se apeguen a los lineamientos establecidos para ello, determinó.

 Presenta movimiento informe sobre agresiones y amenazas a integrantes

 por Fabiola Martínez y Alonso Urrutia

El Instituto Federal Electoral (IFE) no concedió al movimiento #YoSoy132 autorización especial o adicional alguna para observar los procesos de conteo y cómputo de votos.

En la respuesta a este colectivo de jóvenes universitarios, aprobada por el Consejo General, se les informa que pueden presenciar las sesiones de cómputo distrital tal y como lo puede hacer cualquier ciudadano, siempre y cuando se apeguen a los lineamientos establecidos para ello.

“Por tal razón, no sólo quienes estén acreditados con el carácter de observadores electorales pueden presenciar los actos de las sesiones especiales de cómputos distritales, sino todos aquellos ciudadanos que tengan interés en hacerlo”, señala el documento aprobado, sin discusión, por los consejeros electorales.

#YoSoy132 solicitó también al IFE presenciar las “deliberaciones de la publicación del conteo rápido” que realizará el IFE y con base en el cual informará acerca de las tendencias de la elección presidencial antes de la medianoche del domingo.

El IFE explicó que este procedimiento está a cargo de un comité técnico el cual no hará “deliberaciones” para la publicación de resultados porque este grupo de académicos de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) y del Instituto Tecnológico Autónomo de México (ITAM) (encabezado por Rubén Hernández Cid y Manuel Mendoza, entre otros) únicamente entregará el informe con las conclusiones al consejero presidente del IFE, una vez analizada la muestra de casillas previamente seleccionada en un evento público.

Precisa que, a su vez, el consejero presidente hará públicos los resultados del conteo inmediatamente, en cadena nacional, la misma noche de la elección.

El IFE también informó a los jóvenes universitarios los pormenores del Programa de Resultados Electorales Preliminares (PREP) y les aclara que no hay una “metodología estadística” para ello porque se trata de un ejercicio censal que va agregando a la sumatoria la información de las casillas en estricto orden de llegada de los paquetes electorales de las 300 sedes distritales en las que está dividido el país.

Detalla que la base de datos generada a través del Sistema de Información de la Jornada Electoral 2012 se hará pública una vez que concluyan los trabajos de análisis y evaluación mediante el cual se conjuntan todos los datos.

#YoSoy132 convoca a un apagón contra televisoras

El movimiento #YoSoy132, que integra a una coalición interuniversitaria en que participan instituciones tanto privadas como públicas, convocó a través de las redes sociales a sumarse a un apagón televisivo.

La premisa: no encender la televisión durante 48 horas para mandar un mensaje al duopolio Televisa- Tvazteca,  como parte de sus demandas para impulsar la democratización y transparencia de los medios de comunicación.

A proposta surgiu no sítio electrônico www.yosoy132.mx e foi num crescente que hoje movimenta os jovens mexicanos e pode decidir a eleição presidencaial no próximo 1 de julho.

O mandato presidencial é de seis anos, sem direito à reeleição. O candidato presidencial mais à esquerda na disputa é Andrés Manuel López Obrador, ex-prefeito da Cidade do México e candidato a presidente em 2006, quando perdeu por menos de 0,6% a eleição para o atual presidente, Felipe Calderón, em uma eleição com tantos indícios de irregularidades que chegou a ter 11% do total de votos recontados por ordem das autoridades eleitorais. Obrador encabeça uma coalizão de partidos de esquerda incluindo o maior partido de esquerda do México, o PRD (Partido da Revolução Democrática). Além de Obrador, tem chances reais de vencer a disputa o principal candidato da direita, Enrique Peña Nieto, do PRI (Partido Revolucionário Institucional).

A principal proposta do Eu sou 132 é  de uma eleição limpa. Sem urnas emprenhadas e sem manipulação televisiva.

Cartaz da campanha

O arcebispo de Lutero

Sebastião Nery

 

Bié, consagrado poeta popular de Fortaleza, era muito amigo de Lutero Vargas, filho de Getúlio. Toda vez que Lutero vinha ao Ceará, a caminho ou voltando da Europa, Estados Unidos, Bié e ele detonavam muito uísque, recitando poemas em escocês.

Em 1944, Lutero voltava dos Estados Unidos, desceu em Fortaleza. Ofereceram um grande banquete ao filho predileto do ditador. Nobreza, clero e puxa-sacos, estava lá a fina flora da cidade. O principal orador foi o senhor arcebispo. Lutero, até por força do nome herético, agradeceu emocionado.

Mas nem tempo teve de levantar-se para sair, porque Bié pediu a palavra, lá do canto da mesa:

– Meu amigo Lutero, tenho um pedido a te fazer, em nome de todo o povo do Ceará. Leva para teu ilustre e poderoso pai esta mensagem, que não é minha mas de todo o Estado. Pede a ele que me nomeie arcebispo de Fortaleza.

Quando procuraram, o senhor arcebispo já estava lá fora. Saindo de fininho.

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TERAPIA OCUPACIONAL

O País e sobretudo o Congresso e os políticos precisam ter muita compreensão e misericórdia com os Biés do TSE, do Tribunal Superior Eleitoral. Eles vivem um permanente drama existencial. Muito gostariam de ser nomeados arcebispos, quiçá cardeais. Quer dizer, ir para o Supremo.

Três, por lei, já são do Supremo Tribunal. A maioria, coitada, fica ali anônima, incógnita, inconsolável, sem saberem para o que servem, já que os problemas, quando sérios, vão para o Supremo. E ninguém se lembra deles.

Daí, esses ataques periódicos de histeria jurídica. Passam anos inteiros sem nada fazerem, sem poderem dizer que estão vivos. E caem naquela modorra verde mas seca de Brasília, fatal para quem não tem o que fazer. De dois em dois anos, agarraram-se às eleições como a um terapia ocupacional. Toda vez que se aproxima uma eleição, as Darlenes jurídicas se vingam do destino de almas chochas, arranjam um forró jurídico e pulam para o palco. Se fossem forrozeiros inofensivos, tudo bem. Mas logo se metem a legislar, a parir portarias fingindo de leis, e atropelar o Congresso e a ordem jurídica.

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JABOTICABA ELEITORAL

Essa coisa de Justiça Eleitoral é uma joboticaba nacional. Também só existe aqui. Nos outros países, a cada eleição a Justiça cria comissões eleitorais especiais para acompanhar os pleitos. Acabaram, estão dissolvidas.

No Brasil, eles ficam pendurados em inexplicáveis mordomias. E para tentar justificá-las, metem-se a proprietários da lei, legislam sem qualquer mandato, passam por cima do Congresso como Brucutus jurídicos invadindo favelas.

 

Justiça legaliza os hackers

Bom que isso aconteça. A imprensa, costumeiramente, criminaliza os hackers. Que são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.

A imprensa, safadamente, confunde hacker com cracker, termo criado para designar programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.

Rússia tem eleição fraudada. Eleitores nas ruas.

Novos ventos sopram na Rússia
Após a realização de manifestações em massa em toda a Rússia, o presidente do país, Dmitri Medvedev, disse ontem ter ordenado a abertura de um inquérito para investigar alegações, feitas pela oposição, de que as eleições parlamentares do último dia 4 foram fraudadas.

Dezenas de milhares de pessoas em Moscou e ao redor da Rússia pediram, no sábado passado, que as eleições ocorram novamente, na maior manifestação da oposição que a Rússia já viu em anos.

Isso acontece quando a justiça eleitoral é uma farsa.