Arquivo da categoria ‘Internacional’

Premio FotoEvidence 2015

GEOGRAPHY OF POVERTY - MATT BLACKFoto de  Allensworth, en California (EE UU), donde el 54% de la población vive bajo el umbral de la pobreza. La imagen es del reportero Matt Black (© Matt Black - Courtesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

GEOGRAPHY OF POVERTY – MATT BLACK Foto de Allensworth, en California (EE UU), donde el 54% de la población vive bajo el umbral de la pobreza. La imagen es del reportero Matt Black © Matt Black 

ON THE BRINK OF AN ABYSS - FABIO BUCCIARELLIUn niño de la etnia Nuer intenta cruzar una alambrada en el campo de refugiados de Juba.  Foto de Fabio Bucciarelli, finalista del premio de FotoEvidence con un reportaje sobre la situación en Sudán del Sur (© Fabio Bucciarelli - Courtesu FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

ON THE BRINK OF AN ABYSS – FABIO BUCCIARELLI Un niño de la etnia Nuer intenta cruzar una alambrada en el campo de refugiados de Juba. Foto de Fabio Bucciarelli, finalista del premio de FotoEvidence con un reportaje sobre la situación en Sudán del Sur © Fabio Bucciarelli  

7/7SOMALIA IN TRANSITION - JAN GRARUPUn hombre lleva un tiburón sobre los hombros en el mercado de pescado de Mogadiscio. La foto es del reportaje 'Somalia en transición', de  Jam Grarup (© Jan Grarup - Courtesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

SOMALIA IN TRANSITION – JAN GRARUP Un hombre lleva un tiburón sobre los hombros en el mercado de pescado de Mogadiscio. La foto es del reportaje ‘Somalia en transición’, de Jan Grarup © Jan Grarup  

1/7INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC - MARCUS BLEASDALEPersonas desplazadas por los combates buscan refugio en una vieja factoría en Bossanga. Foto del reportero Marcus Bleasdale en la República Centroafricana, noviembre de 2013 (©Marcus Bleasdale / VII - Courtesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC – MARCUS BLEASDALE Personas desplazadas por los combates buscan refugio en una vieja factoría en Bossanga. Foto del reportero Marcus Bleasdale en la República Centroafricana, noviembre de 2013 © Marcus Bleasdale 

2/7INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC - MARCUS BLEASDALEMusulmanes huyendo de Bangui protegidos por tropas del Ejército de Chad, que interviene en la República Centroafricana como fuerza pacificadora (© Marcus Bleasdale / VII - Cortesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC – MARCUS BLEASDALE Musulmanes huyendo de Bangui protegidos por tropas del Ejército de Chad, que interviene en la República Centroafricana como fuerza pacificadora © Marcus Bleasdale  

INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC - MARCUS BLEASDALECristianos atacando una zona musulmana en las afueras de Bangui, en la República Centroafricana. Previamente, los musulmanes habían atacado a los cristianos (©Marcus Bleasdale / VII - Courtesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

INFERNO CENTRAL AFRICAN REPUBLIC – MARCUS BLEASDALE Cristianos atacando una zona musulmana en las afueras de Bangui, en la República Centroafricana. Previamente, los musulmanes habían atacado a los cristianos © Marcus Bleasdale  

 

 

GUATEMALA - IXIL GENOCIDE - DANIELE VOLPEExhumación en Santa Avelina, Cotzal, en Guatemala, donde la fotógrafa Daniele Volpe retrata el genocidio de la etnia Ixil (© Daniele Volpe - Courtesy FotoEvidence) Ver más en: http://www.20minutos.es/fotos/artes/premio-fotoevidence-2015-11201/?imagen=1#xtor=AD-15&xts=467263

GUATEMALA – IXIL GENOCIDE – DANIELE VOLPE Exhumación en Santa Avelina, Cotzal, en Guatemala, donde la fotógrafa Daniele Volpe retrata el genocidio de la etnia Ixil © Daniele Volpe

Fotogaleria 20 Minutos/ Espanha

Cortesy FotoEvidence

publico. austeridade

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, disse neste sábado que o acordo de sexta-feira com o Eurogrupo “deixa para trás a austeridade, o memorando, a troika”, mas que há “dificuldades reais” e o país tem pela frente uma “batalha longa e difícil”.

“Ganhámos uma batalha mas não a guerra […] as dificuldades reais estão à nossa frente”, disse, numa declaração televisiva, em Atenas, na sua primeira reacção pública ao entendimento alcançado na véspera com os parceiros da zona euro.

O acordo com o Eurogrupo “cancela os compromissos dos governos anteriores para cortes nos salários e nas pensões, para despedimentos no sector público, para subidas do IVA na alimentação, na saúde”, afirmou Tsipras. Para além disso, “dá tempo ao país”, que passa a ter outro “horizonte” de negociação, embora o caminho seja “longo e difícil”, declarou.

“Mostrámos determinação e flexibilidade e, no final, conseguimos o nosso principal objectivo”, disse o chefe do Governo, que apresentou o entendimento de sexta-feira como um “importante êxito” e “um passo decisivo”.

“Mantivemos a Grécia de pé e digna”, afirmou também, sublinhando que desaparece a exigência de um excedente orçamental primário que considerava irrealista – o Eurogrupo assumiu que o excedente de 3% em 2015 pode vir a não ser cumprido.

O entendimento alcançado foi uma extensão do acordo de financiamento entre a Grécia e os seus parceiros da zona euro por quatro meses, até ao final de Junho. O compromisso está condicionado à aceitação pelos parceiros e credores de uma lista de medidas e reformas estruturais que o Governo de Atenas terá que apresentar já na segunda-feira.

Sem usar a palavras “programa” nem troika – o Governo de Tsipras fez do fim do relacionamento com a missão de funcionários da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional uma das suas bandeiras – o texto acordado prevê que permaneça em vigor o empréstimo e as condições que lhe estão associadas para além da data em que expirava, o próximo dia 28. Ainda que a Grécia continue sob vigilância dos credores, o diálogo será agora directamente com responsáveis das três instituições e não com funcionários.

“Queriam asfixiar-nos”

Sem os identificar concretamente, o chefe do Governo liderado pelo partido de esquerda Syriza criticou os que disse terem querido “asfixiar” a Grécia. “Herdámos um país à beira do abismo, com os cofres vazios e frustrámos o plano de forças conservadoras cegas, tanto no interior como no exterior do país, que queriam asfixiar-nos.”

“Com o decisivo apoio do povo grego, conservámos a dignidade da Grécia, no dia que foi talvez o mais importante desde que está na União Europeia”, afirmou, noutra passagem da declaração.

Por Leda Letra Fonte
Rádio ONU

 

trafico-de-pessoas-2

O Dia Mundial para Justiça Social é celebrado esta sexta-feira, 20 de fevereiro, com o secretário-geral da ONU pedindo garantia de uma “vida digna e com direitos iguais para todos”.

Ban Ki-moon diz que a data é celebrada num momento decisivo para a comunidade e o planeta, com pessoas no mundo todo exigindo que suas vozes sejam respeitadas. Ban destaca que no centro desse movimento está a necessidade de justiça social.

Minorias

Quem explica mais sobre o conceito é a diretora-presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. De São Paulo, Paula Fabiani falou com a Rádio ONU:

“Justiça social a gente está sempre tratando de pessoas que estão numa situação de vulnerabilidade, desigualdade ou representando uma minoria que pode estar sofrendo algum tipo de injustiça. Causas como a questão racial ou de minorias como o homossexualismo. E também quando falamos das pessoas em situação de vulnerabilidade devido à pobreza, falta de saneamento, falta de acesso aos serviços básicos que uma população tem direito.”

Exploração Humana

Paula Fabiani acredita que o debate neste sentido está sendo ampliado no Brasil, mas que ainda faltam mais ações e investimentos sociais, como doações a instituições de caridade.

Neste ano, o Dia Mundial para Justiça Social tem como tema o combate ao tráfico humano e ao trabalho forçado. Segundo o secretário-geral da ONU, 21 milhões de adultos e crianças sofrem com essas formas modernas de escravidão, que incluem também a prostituição forçada e trabalho forçado para o pagamento de dívidas.

Ban Ki-moon ressalta não ser possível alcançar o desenvolvimento para todos se forem deixadas para trás as pessoas que sofrem exploração social ou econômica.

Na construção da nova agenda global de desenvolvimento sustentável, Ban pede que sejam erradicadas todas as formas de exploração humana, “para que todas as pessoas possam viver e trabalhar com liberdade, dignidade e igualdade”.

 

 

por João Teixeira Lopes

 

Um estudo da economista Cláudia Joaquim mostra bem o uso que a Direita faz do Estado. Inserido no Programa de Emergência Social (PES), o Governo [de Portugal] aumentou consideravelmente a verba para refeições nas cantinas sociais, ao mesmo tempo que diminuiu as transferências sociais e os salários.

 

 

 Anne Derenne

Anne Derenne

Mas, perguntará o leitor, não é importante, em momento de urgência social, matar a fome às pessoas? A resposta não passa por negar essa necessidade, mas deve fazer perguntas a montante: não é muito mais justo e racional evitar a intensa produção de pobres que estas políticas de austeridade têm causado, nomeadamente ao aumentarem o desemprego, ao reduzirem o universo de abrangidos pelo rendimento social de inserção e abono de família que, mesmo sem serem medidas particularmente audazes, tiveram pelo menos o mérito de minorar a intensidade da pobreza? Não seria mais justo e racional acabar com os trabalhadores pobres, isto é, as centenas de milhar de pessoas que recebem um salário tão baixo que não conseguem superar o limiar de pobreza (411 euros)?

Mas a Direita deseja controlar os pobres, domesticá-los, dividi-los entre os “bons pobres” (“os nossos”, os “assistidos”, os “utentes”) e os outros (os “perigosos”, “mandriões, “viciosos”). Ao mesmo tempo, pela ação de proximidade, permite que as instituições privadas de solidariedade social exerçam um domínio clientelar e de contenção da raiva e da miséria extrema, contendo possíveis conflitos e impondo “boas maneiras”. Esta pobreza mansa é o sonho da Direita: sem Estado Social, o Estado não deixará, por mãos alheias, de matar a fome, como quem presta um favor que será cobrado, mas sem nunca permitir que deixem de ser pobres.

Sérgio Aires, sociólogo da rede europeia anti pobreza, chama-lhe a “misericordização” da protecção social: misericórdia para os pobres assistidos por misericórdias; nenhuma redistribuição, zero solidariedade.

 

João Teixeira Lopes, dirigente do Bloco de Esquerda, sociólogo, professor universitário

 

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“A austeridade é um roubo” serve de mote para as iniciativas agendadas pelo Bloco de Esquerda para o próximo sábado, dia 21 de fevereiro, no distrito do Porto.

Pelas 15h, os bloquistas promovem uma marcha anti austeridade, que terá início no Largo Sandeman, na Ribeira de Gaia.

Já pelas 16h, a porta voz do Bloco, Catarina Martins, e Yiannis Bournous, membro e dirigente do Syrisa e do Partido da Esquerda Europeia, participam num comício no Mercado Ferreira Borges, no Porto. A iniciativa contará ainda com música, retratos e depoimentos de resistência.

No sábado, Yiannis Bournous participará ainda, em Lisboa, no primeiro painel do Fórum Dívida e Direitos Humanos, organizado pelo IAC – Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida, que é subordinado ao tema “Dívida e direitos humanos, uma causa sem fronteiras”.

 

A Operação Lava Jato na investigação do tráfico de drogas e diamantes, por acaso, simples acaso, descobriu os corrompidos da Petrobras pelas mais poderosas empreiteiras. Assim ficaram cobiçosamente encobertos os nomes e as arcas dos traficantes de drogas e diamantes. Esse cobertor pertence à sociedade anônima da polícia e da justiça.

Sempre acontece. O dinheiro grosso das drogas e outros tráficos nunca aparece. Que a partilha fica para deuses e santos nos paraísos. Que no inferno deste vasto mundo foram criados dezenas de legais paraísos fiscais. Bem legais, e as chaves entregues aos banqueiros.

No lava do HSBC, o tráfico do dinheiro dos leiloeiros das estatais do Brasil e da Petrobras nos tempos de Fernando Henrique.

Investigar o HSBC é investigar os negócios realizados pelo banqueiro Edmond J. Safra e irmãos.

 

Da família Safra a maior fortuna do Brasil

Edmond J. Safra

Edmond J. Safra

Transcrevo da revista Exame/ Editora Abril:

Filho de uma família judia com origem na Síria [e Líbano], José (como gosta de ser chamado) nasceu no Líbano em 1938 e só chegou ao Brasil em 1962 – apenas anos depois se tornou brasileiro naturalizado, motivo pelo qual ele aparece no ranking da Forbes entre os brasileiros. Herdou da família, além do apreço pelo conservadorismo, a habilidade de multiplicar dinheiro.

Banqueiros de berço. Desde o século XIX, o clã Safra é formado por banqueiros, todos judeus halabim, uma das mais renomadas classes mercantis do Oriente Médio de comerciantes e empresários de vários ramos. Os primeiros Safra trocavam dinheiro e forneciam crédito, mas o primeiro banco da família foi aberto em Beirute pelo pai de Joseph, Jacob Safra, na década de 20. Jacob casou-se com Esther, sua prima, e com ela teve oito filhos.

Três deles, Edmond, Joseph e Moise, seguiram a profissão. Naturalizados brasileiros, eles se tornaram, aos poucos, banqueiros de renome internacional, sendo que o primogênito, Edmond, trabalhou no banco do pai desde os 16 anos e vendeu sua parte aos irmãos para abrir outros bancos sozinhos. Acumulou uma fortuna bilionária até ter uma morte trágica, em Mônaco, onde vivia com a esposa Lily Safra (ex-dona do Ponto Frio).

O banqueiro foi morto em um incêndio dentro de sua própria casa, em 1999. A suspeita é de que a tragédia tenha sido provocada por assaltantes, mas até hoje não se sabe ao certo o que teria acontecido.

A morte de Edmond desencadeou a briga entre os outros dois irmãos pela divisão da herança da família. Donos do banco Safra no Brasil, Joseph queria comprar a parte de Moise, mas eles não chegavam a um consenso sobre o valor do negócio. Depois de dois anos, fecharam um acordo: cinco bilhões de reais para Moise e o comando para Joseph.

Na época do impasse, em 2004, eles criaram o J. Safra, que opera nos mesmos setores e oferece serviços aos clientes do Safra. Comandado por Alberto, filho de Joseph, o J. Safra ocupa hoje o lado oposto ao Banco Safra na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo. Moise, quatro anos mais velho que o irmão, também aparece na lista, mas com uma fortuna menor, de 2,4 bilhões de dólares.

Paixões e negócios. Os negócios de Joseph prosperam desde então dentro e fora do país (bom negociador, fala inglês, francês, espanhol, italiano, árabe e hebraico). Hoje, segundo a Forbes, seu filho mais velho, Jacó, supervisiona as operações da família banqueira na Europa e nos Estados Unidos. Enquanto isso, seus outros dois filhos, David e Alberto, gerenciam o Banco Safra no Brasil, o sétimo maior do país em ativos, com negócios concentrados em private bank.

Da vida pessoal, pouco se sabe de Joseph. Porém, nas raras entrevistas que concedeu, deixou claro que gosta de levar uma vida simples ao lado da esposa Vicky e dos quatro filhos– e tem outras paixões, além de cuidar do seu banco. O gosto por livros caros e raros, que fazem deles um dos maiores colecionadores de obras do país, é uma delas. A torcida pelo Corinthians é outra. Essa o leva até os estádios com os filhos e uma tropa de seguranças, claro.

HSBC comprou o império bancário dos Safra

Suiça Leaks

Na Wikipédia:

Quando tinha dezesseis anos, Edmond abandonou a escola e começou a trabalhar no banco de seu pai, envolvido nos negócios de metais preciosos e de troca de moeda estrangeira.

Edmond fundou uma sociedade que cuidava de câmbio em Milão, iniciando sua carreira no mercado de moedas e metais preciosos entre Milão, Zurique, Amsterdã e Genebra.

Em 1952, a família mudou-se para o Brasil, onde Edmond e seu pai fundaram sua primeira instituição financeira brasileira em 1955.

Em 1956, Edmond Safra mudou-se para Genebra para fundar a sociedade financeira e comercial SUDAFIN, que, em 1959, foi convertida para seu primeiro banco, o Trade Development Bank, o qual cresceu de um para cinco bilhões de dólares nos anos 80. Ele aproveitou o clima de negócios favorável e estendeu seu império financeiro, fazendo dele um ponto de honra para satisfazer seus ricos clientes do mundo todo.

Em 1966, ele fundou o Republic National Bank of New York, com um capital de onze milhões de dólares, que foi reconhecido internacionalmente como o primeiro banco dos Estados Unidos em transações de ouro e metais preciosos. Mais tarde, filiais do Republic foram estabelecidas em Londres, Paris e em Genebra. E assim o Republic ficou incluído tanto nas bolsas de valores da América como nas da Europa. O Republic National Bank, com oitenta e oito agências espalhadas por todo o mundo, se tornou o terceiro maior banco da região metropolitana de Nova York, atrás de Citigroup e Chase Manhattan. Em 1988, ele fundou o Safra Republic Holdings S. A. Republic, uma holding bancária. Em 1999, Safra vendeu seu império bancária para o HSBC, por bilhões de dólares.

Ética e Valores

Por Gabriel Priolli

Custo da corrupção na Petrobrás, estimado pelo Ministério Público Federal, a partir da Operação Lava-Jato: R$ 2,1 bilhões.

O que provoca: grande escândalo na mídia, comoção nacional, crise institucional, governo paralisado, articulação golpista, sensação de fim de mundo iminente.

Valor dos depósitos de 8.667 ricaços brasileiros no HSBC da Suíça, fugindo à tributação no país e, portanto, desviando recursos públicos: R$ 20 bilhões.

O que provoca: cobertura jornalística pífia, nomes de envolvidos omitidos, silêncio do governo, silêncio do parlamento, silêncio da justiça, desinteresse dos cidadãos, indiferença geral e irrestrita.

Conclusão inescapável: o zelo ético dos brasileiros pode ser no mínimo dez vezes menor que o necessário à pretendida moralização do país.

 

 

Maneira ‘afetuosa’ do vice-presidente Joe Biden cria confusões

 

AP Photo Evan Vucci

AP Photo Evan Vucci

 

O vice-presidente dos EUA Joe Biden já tem uma reputação de se envolver em situações embaraçosas em público. Mais uma gafe aconteceu nesta terça-feira (17) quando Biden empossou Ashton Carter como novo secretário da Defesa e depois abraçou a mulher de Carter, Stephanie.

Biden colocou suas mãos nos ombros de Stephanie, massageou-os e aproximou-se demasiado para sussurrar alguma coisa ao ouvido dela.

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Este incidente é muito parecido com a cerimônia de tomada de posse de novos senadores em janeiro, quando Biden se aproximou, de forma excessivamente familiar, da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.

Vice-presidente Joe Biden se aproxima da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.

Vice-presidente Joe Biden se aproxima da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.

E durante a sua campanha eleitoral em setembro de 2012 Biden abraçou uma mulher num bar para motociclistas em Ohio, provocando olhares surpreendidos dos bikers.

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Fonte Sputnik