“La alegría” no es sólo argentina

>>> Por Rudy
Sátira 12/ Página 12/ Argentina

¿Cómo le va, lector, cómo anda? ¿Festejando la “revolución de la alegría”? ¿Vio que es taaaan exitosa, que a los brasileños les gustó, y la quieren ahí también? ¡Y mire que ellos de alegría saben ¿eh!? ¡Pero les gustó tanto nuestra alegría, que no pueden esperar que Dilma Rousseff, la presidenta que ellos mismos eligieron hace poco más de un año, termine su mandato en paz, y luego, sí, elegir a un candidato que les alegre el mandado con globos amarillos y “O globos” (¡uy, qué coincidencia!)

No, ellos están tan apurados por tener una alegría como la nuestra, tan ansiosos de sentir lo mismo que nosotros, que están acelerando el trámite. Acusaron a su presidenta de corrupción. O de corrosión, o de corrección, o de ser mujer como Cristina, o de…

* No haber salido campeones del mundo durante su mandato (mundial 2014)
* Que Messi es argentino
* Haber tenido una política económica neoliberal
* No haber tenido una política económica neoliberal
* No tener los ojos celestes y los globos amarillos como Mauricio
* De llamarse Dilma, nombre que lleva a la confusión de muchos, que tienden a decir “Vilma” porque de chiquitos veían Los Picapiedras
* De que su apellido “Rousseff” les suena demasiado a Rousseau, como el de la Revolución Francesa, y acá la única revolución que vale es “la de la alegría”
* De que al tener dos “s” y dos “f” seguidas en su apellido está desperdiciando recursos, ya que ella puede darse el lujo de tener dos letras, y hay gente que no tiene ninguna
* Que protestó cuando se enteró de que los EE.UU. la estaban espiando, sin entender que en la División Internacional del Trabajo a los EE.UU. les tocó espiar a todos
* De no ser Lula
* De ser del mismo partido que Lula
* De que si no la echan a ella ahora, capaz que después viene Lula de nuevo
* De que su partido propicia una ‘política distributiva (en realidad lo que critican es que sea distributiva entre los pobres, si fuera entre los ricos, no pasa naranja)
* De no distinguir entre la gente normal y los pobres, como nuestra benemérita vicemauricia
* De ser amiga de CFK y no de MM
* De no haber nombrado al rabino Bergman como ministro de Medio Ambiente
* De no tener cuentas en Panamá, como corresponde a alguien de su categoría
*De nada

Con todas esas causas en su contra, es casi obvio que los días de Dilma en el gobierno están contados, y no son muchos. Porque los brasileños tienen el mismo derecho que nosotros a la alegría.

Tienen derecho a tener un gobierno que sea equitativo, y les dé mucho a los que ya tienen, y les quite a los que no tienen nada, porque si no tienen nada es porque no lo necesitan.

Tienen derecho a un gobierno que concentre los medios de comunicación, para que en todos los canales, diarios y radios digan lo mismo, de manera de evitarles la trabajosa decisión de elegir a quién escuchar, y puedan dedicar su tiempo a la alegría.

Tienen derecho a un gobierno que los despida, es muy triste irse de un lugar sin que nadie te diga “Chau, adiós, arrivederci, va embora, guei gesunterheit (viajá con salud, en idish), au revoir, das vidaña (hasta mañana, en ruso), good bye o lo que sea, pero que te despidan.

Tienen derecho a ganar mucho menos dinero que antes, así se libran de comprar medicamentos que solamente sirven cuando uno está enfermo, y comen menos, lo que contribuye a estar mejor físicamente.

Tienen derecho a no tener que hacerse cargo de los demás, pagando impuestos y respetando leyes sociales que los obliguen a desprenderse de lo que tanto esfuerzo les costó ganar, heredar, afanar, rapiñar o como sea, pero ahora es de ellos y basta.

Tienen derecho a consumir lo que les digan que hay que consumir esos mismos medios que ahora les dicen que Dilma es mala y corrupta, y que los Reyes Magos existen y son Las Multinacionales, los Holdouts y los Bancos.

Tienen derecho a tener derecha.

Una cosa rara, lector. En estos días en los que los brasileños festejan que la alegría está por comenzar, y los argentinos festejamos que “y ya lo ve, y ya lo ve, somos deudores otra vez” (siempre lo fuimos, pero ahora mucho más), se celebra también el Peisaj (o Pesaj), llamada también Pascua judía, que recuerda el Exodo de Egipto hacia la libertad, que implicó 40 años de caminata en el desierto.

A ver… en Egipto había esclavitud, plagas, muchos dioses, comida para quien pudiera pagarla, pirámides para construirle al faraón… ¡había alegría! ¿por qué irse? ¡Inexplicable! En fin, lector, parece que los pueblos antiguos hacían esas cosas… hay que entenderlo, eran otros tiempos.

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Como evolui a crise no Basil

A crise política brasileira já foi muito comparada à série de ficção “House of Cards”, que narra os segredos e as intrigas nos bastidores da Casa Branca, mas evoca cada vez mais o cenário apocalíptico dos zumbis de “The Walking Dead”. Ao menos, é assim que o jornal britânico Financial Times explicou a trama tupiniquim para seus leitores.

Em meio às manobras políticas, midiáticas e jurídicas surreais a que os brasileiros têm assistido nos últimos meses, o enredo da série protagonizada por Francis Underwood (Kevin Spacy) – um vice-presidente dos EUA que assume a presidência após arquitetar secretamente o impeachment do chefe na nação, valendo-se dos meios mais inconfessáveis para se perpetuar no poder – parece, de fato, “entediante”, como colocou o popular vlogueiro norte-americano Hank Green

Até a produção da série, produzida pela Netflix, brincou com a comparação, publicando um gif no Twitter em que Underwood se diverte “assistindo ao noticiário brasileiro” no dia em que o juiz Sérgio Moro vazou ilegalmente o áudio de conversas particulares entre Dilma e o ex-presidente Lula.

https://mobile.twitter.com/HouseofCards/status/710244596844986368/photo/1

“os políticos mortos-vivos [‘Walking Dead’] de Brasília ameaçam transformar um país que já teve uma das mais vibrantes histórias de crescimento global na economia zumbi do mundo emergente”.

E enquanto analistas advertem para a marcha da insensatez que tomou conta da nação, cresce o temor de que a metáfora apocalíptica seja levada às suas últimas consequências com a explosão de confrontos registrados nas ruas e nos espaços públicos do país. Esperemos os próximos capítulos. Leia mais e veja vídeos

O retorno dos golpes na América Latina

  • O efeito dominó dos golpes de Honduras e Paraguai

  • Dilma desconhece que na propaganda política devemos usar as mesmas armas dos adversários 

 

 

As ditaduras do Século XX retornaram à América Latina por Honduras, com o impeachment e prisão do presidente Manuel Zelaya em 2009. O golpe foi motivado pelo medo de que ele introduzisse um “socialismo populista” aos moldes de Hugo Chávez no país. A mesma acusação existe contra Dilma Rousseff. Jango foi deposto em 1964, acusado de pretender instalar uma república sindicalista, tendo como modelo o peronismo da Argentina.

Manuel Zelaya foi eleito presidente de Honduras em 2005 pelo Partido Liberal, um dos mais tradicionais do país, para um mandato não-renovável de quatro anos. Nascido em uma família rica, Zelaya faz parte da elite empresarial de Honduras. Inicialmente apoiava os tratados de livre comércio com os Estados Unidos, mas a partir de 2007, com a guinada à esquerda da América Central, começou a adotar posições alinhadas com o “Socialismo do Século XXI” inaugurado pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, tanto nos campos econômico e social como na política externa ligada à Alternativa Bolivariana para as Américas, o que – segundo analistas de esquerda teria desagradado a “elite” de seu país, que sempre manteve laços fortes com os Estados Unidos. De acordo com o jornal estadunidense The New York Times, muito do apoio a Zelaya vinha de sindicatos, enquanto que a maioria nas classes média e alta – assim como vários analistas – temiam que ele pretendesse entrar no Mercosul. Ou um governo tipo petista de programas sociais, como bolsa-família. Dilma foi além de Lula, no avanço independente de entrar no BRICS.

Outro motivo: Zelaya tinha a intenção de fazer uma consulta pública, para que os eleitores opinassem sobre a realização de um referendo para a convocação de uma Assembléia Constituinte. O mesmo acontece no Brasil, o Congresso e a Justiça Suprema são contra a realização de referendos e plebiscitos.

O golpe de Honduras foi também uma reação por impor às emissoras de rádio e televisão a obrigatoriedade de transmitir programas do governo. No Brasil existia o programa de rádio de maior audiência “A Voz do Brasil”, que Dilma em um ato suicida, sucumbiu à pressão da Globo. Em 12 de junho de 2014, entrou em vigor uma medida provisória, que autoriza a flexibilização do horário da Voz do Brasil entre 19 e 22 horas.

Outra pressão sofrida por Dilma foi remunerar o guia eleitoral, lei Etelvino Lins de 1965, que deixou de ser gratuito, e exibido em horário nobre nas programações de rádio e televisão. E o pior, a redução do tempo de campanha, o que impossibilita os eleitores de conhecer os candidatos. Razão de termos uma maioria de corruptos nos governos estaduais e casas legislativas.

Este ano, a propaganda em rádio e TV tem início no dia 26 de agosto, ou seja, dez dias depois do que foi nas últimas campanhas. A propaganda eleitoral, que antes tinha dois programas por dia, com duração de meia hora, de segunda a sábado, agora terá dois programas de apenas 10 minutos.

As informações oficiais, jornalísticas e propagandistas do Governo são defensivas e péssimas. Para completar, na véspera da votação do impeachment, Dilma foi impedida, pela justiça parcial e partidária, de falar à Nação, de apresentar sua defesa, quando todo governante tem que prestar contas ao povo, e as rádios e televisões são concessões, e o atual monopólio dos meios de comunicação foi criado pela ditadura militar, e consolidado como moeda de troca pelo voto que aprovou a emenda da reeleição de Fernando Henrique.

O golpe de Honduras, de 2009, foi repetido no Paraguai em 2012, e vai acontecer no Brasil este ano; e do Brasil, pelo chamado efeito dominó, destruir as democracias independentes da Venezuela, Bolívia, Equador e demais países livres da América Latina.  Clique nos links abaixo deste post

 

 

 

 

 

 

ALOYSIO DEFENDE CUNHA E DIZ QUE TEMER PEDIU AJUDA AOS EUA

PRETENSIOSO DESEJO DE ACABAR COM O BRICS E MERCOSUL

 

Entrevista do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) à BBC é uma das mais vergonhosas manifestações políticas da história do Brasil; nela, ele garantiu que Eduardo Cunha, o campeão das propinas, será presidente da Câmara até o fim do seu mandato; disse ainda que o vice-presidente Michel Temer reforçou o pedido aos EUA para que o golpe brasileiro não seja chamado de golpe; parlamentar tucano também desqualificou a Organização dos Estados Americanos (OEA), cujo secretário-geral Luis Almagro denunciou o golpe, e disse que o Brasil tem que se afastar dos vizinhos sul-americanos; golpe brasileiro já se transformou em mico internacional e Aloysio passou vexame nos Estados Unidos.

Temer mandou o Cabo Anselmo Aloysio Nunes beijar os pés dos piratas do império. Isso é coisa de traidor. Traidor do Governo do Brasil, sim. Traidor da Pátria Amada, sim. Fica explicado porque nas marchas golpistas pediram a intervenção de exército estrangeiro. Porque Moro autorizou o FBI atuar na Lava Jato.

 

O GOLPE DO BRASIL, HONDURAS E PARAGUAI PARA O EQUADOR, BOLÍVIA E VENEZUELA

247 – O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) diz que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) lhe telefonou na véspera da viagem para os Estados Unidos preocupado com a difusão do discurso de que “há um golpe em curso no país” e pedindo ajuda para desmontar a tese.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Aloysio afirma em entrevista à BBC Brasil que defenderá a legitimidade do impeachment em suas reuniões com as autoridades norte-americanas.

“Conversei pouco antes de vir com Temer, quando ele manifestou preocupação com esse tipo de orquestração promovida pelo governo brasileiro, que é profundamente lesiva aos interesses permanentes do país. Uma das coisas que nos distinguem de muitos desses Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros que concorrem conosco por investimentos internacionais é ser um país onde as instituições democráticas funcionam normalmente, os direitos são respeitados, a imprensa é livre, há segurança jurídica”, disse o tucano.

Na entrevista, o senador critica o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. “Creio que o diálogo com esse senhor não resultará luz nenhuma. Ele se transformou num propagandista desta tese que o PT vem sustentando, de que há em curso um golpe no Brasil”, afirma.

O tucano diz não ver problemas que o impeachment na Câmara tenha sido conduzido por Eduardo Cunha. “Ele tem essa função. É o presidente da Câmara e será presidente da Câmara até fim do ano. O que está sendo julgado no impeachment não é o presidente da Câmara, é a presidente Dilma Rousseff. Ela cometeu delitos que são próprios da Presidência da República”, ressaltou.

Ele ainda defende que o Brasil mude suas relações com outros países da América do Sul. “O PT, durante muito tempo, fez política externa baseado numa convicção de que os EUA eram uma potência decadente, um país imperialista, e era preciso então que o Brasil se alinhasse a um novo bloco. Isso levou a um desvirtuamento do Mercosul, que de bloco econômico visando a facilitar trocas comerciais e investimentos se transformou em plataforma política. E levou a um alinhamento com países como Venezuela, Equador, Bolívia, com prejuízos de interesses brasileiros. Nós queremos mudar isso. Os EUA têm de ser um grande parceiro nosso”, afirmou.

Na campanha presidencial Dilma previu a conspiração do Tio Sam

Reveja o debate com o golpista Aécio Neves, e porquê os Estados Unidos apóiam a derrubada de Dilma.

Idem o histórico da espionagem da CIA e os motivos de Moro chamar o FBI para atuar na Lava Jato

Alunos da Escola das Américas citados no Tortura Nunca Mais. Formação de ditadores assassinos

Escola das Américas formou vários ditadores e torturadores e espiões das ditaduras na América do Sul.

Escola das Américas foi inicialmente criada em Fort Amador, no Panamá, como parte da iniciativa da conhecida Doutrina de Segurança Nacional. Sua denominação inicial foi “Centro de Adestramento Latinoamericano – Divisão da Terra” (“Centro de Adiestramiento Latinoamericano – División de la Tierra” em espanhol). Sua missão principal era a de fomentar cooperação ou servir como instrumento para preparar as nações latino-americanas a cooperar com os Estados Unidos e manter assim um equilíbrio político contendo a influência crescente de organizações populares ou movimentos sociais de esquerda.

Instalações onde funcionou a Escola de das Américas no Panamá.

Em 1950 a escola mudou o seu nome para United States Army Caribbean School ( Escola Caribenha do Exército dos Estados Unidos, em português) e foi transferida para Fort Gulick, também no Panamá; neste mesmo ano o espanhol foi adotado como língua oficial da academia. Em julho de 1963 o centro reorganizou-se com o nome oficial de United States Army School of the Americas (USARSA), ou mais popularmente como Escola das Américas.

Durante as seguintes décadas cooperou com vários governos e regimes totalitários e violentos. Vários dos seus cursos ou adestramentos incluíam técnicas de contra insurgência, operações de comando, treinamento em golpes de Estado, guerra psicológica, intervenção militar, técnicas de interrogação. Manuais militares de instrução destas iniciativas, primeiramente confidenciais, foram liberados e publicados pelo pentágono Americano em 1996. Entre outras considerações, os manuais davam detalhes sobre violações de direitos humanos permitidos, como por exemplo o uso de tortura, execuções sumárias, desaparecimento de pessoas, etc definindo seus objetivos como sendo o de conter e controlar indivíduos participantes em organizações sindicais e de esquerda.

O Brasil enviava regularmente militares para treinamento na Escola das Americas . Entre os graduados mais reconhecidos encontram-se importantes instigadores de crimes de guerra ou contra a humanidade, alguns deles também relacionados estreitamente aos esquadrões da morte e ao crime organizado bem com com ligações com a CIA estado-unidense:

  • Brigadeiro João Paulo Burnier, militar da Força Aérea Brasileira.
  • General Manuel Noriega, responsável pela ditadura militar no Panamá, e antigo colaborador da CIA, esteve preso por vários anos nos Estados Unidos por sua relação com o narcotráfico, atualmente segue preso, porém foi transferido para o Panamá;
  • General Hugo Banzer, responsável pelo sanguinário golpe na Bolívia em 1971 e sua subsequente ditadura militar que se prolongou até 1978. Hugo Banzer foi incluído em 1988 no Hall da Fama da Escola;
  • Roberto D’Aubuisson, graduado en 1972 e depois parte do serviço de inteligência de El Salvador, acusado como líder de esquadrões da morte, entre outros crimes e delitos.
  • General Héctor Gramajo, ex-ministro de Guatemala, autor de políticas militares genocidas nos anos oitenta.
  • Roberto Eduardo Viola, promotor do golpe de estado na Argentina em 1976.
  • Leopoldo Fortunato Galtieri, precursor da Guerra das Malvinas (1982), líder da Junta Militar da Argentina que supervisionou desde 1981, os dois anos finais da “guerra suja”, onde se torturaram mais de 100.000 pessoas, e posteriormente mais de trinta mil foram assassinadas e desaparecidas.
  • General Guillermo Rodríguez, responsável pelo golpe de estado de 1972 a 1976 no Equador.
  • Vladimiro Montesinos, advogado, militar, colaborador inicial da CIA, responsável pelo Serviço de Inteligência do Peru durante o polêmico governo de Alberto Fujimori. Acusado de repressão política, incitador do golpe de estado e de arrecadar enorme fortuna graças a sua estreita ligação com o narcotráfico.

Notorious Graduates From Brazil


Bismarck Baracuhy Amancio Ramalho, 1967, Military Intelligence, Phase II
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Mauro Baptista Lobo, 1967, Counterintelligence
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Carlos Alberto Bravo da Camara, 1967, Military Intelligence Phase I;
1967, Counterintelligence Off.
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

SGT Sergio Mazza de Azevedo, 1968, Combat Intelligence; 1968, Advanced
Auto Repair
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Joao Flavio de Freitas Costa, 1967, Counterintelligence
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

CPT Luiz de Souza Aguiar, 1959, Military Police Officer
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Ubirajara Escorcio, 1968, Combat Intelligence
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Jose Gomes da Silva, 1969, Military Police
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

1LT Jose Lamas Portugal,1990, Instructor
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

GEN Helio Lima Ibiapina,1966, Military Intelligence, Phase I
Torture, 1969: Accused by Gregorio Bezerra of false imprisonment and
torture. (Tortura Nunca Mais)

Altevir Lopes, 1960, Military Police Officer
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

CPT Paulo Magalhaes, 1959, Military Police Officer
Torture, 1969: Accused in a military court by students Sergio Ubiratan
Manes and Paulo Roberto Manes of torturing them. (Tortura Nunca Mais)

Francisco Renato Mello, 1967, Military Intelligence, Phase I
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

CDR. Clemente Jos? Monteiro Filho, 1965, Military Intelligence
Torture, 1969: Accused in military court by the following persons of
torture by various methods, including electric shock: Humberto Trigeiros
Lima, ina de Souza Medeiros, Marta Maria Kagsburnn, Marta Mota Lima
Alavarez, Sebastiao Medeiros Filho and Luis Carlos de Souza Santos.
(Tortura Nunca Mais)

Joao Paulo Moreira Burnier, 1967, Military Intelligence, Phase 1
Torture and Execution, 1971: Accused in military court by political
prisoner Alex Polari de Alverga of torturing and killing Stuart Edgard
Angel Jones. (Tortura Nunca Mais)

Clodoaldo Paes Cabral, 1970, Inteligencia Militar para Alistados
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Paulo Scholoenback Rubens, 1970, Inteligencia Militar para Oficiales
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Walfrido Silva, 1964, Jungle Operations
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

CPT. Lucio Valle Barroso, 1970, Military Intelligence for Officers
Torture, 1971: Accused in military court by political prisoner Alex
Polari de Alverga of torture by electric shock, suffocation, and
injection of pentothal. (Tortura Nunca Mais)

Thaumaturgo Sotero Voz, 1962, CIO
Torture, 1972: Accused in court by ex-political prisoner Danilo Carneiro
of personally torturing him. (Tortura Nunca Mais)

Moyses Thompson do Nascimento, 1972, Instructor
Repressive Forces: According to the Brazilian human rights group
Tortura Nunca Mais, he is linked to the repressive forces that existed
in Brazil in the 1960’s and 70’s. (Tortura Nunca Mais)

Aécio, rei do nióbio, um minério raro e mais caro que o diamante, o ouro, o petróleo

O Brasil possui 98% das jazidas de nióbio do mundo. O Canadá enriqueceu pela posse de apenas 2 por cento. É  uma riqueza escondida. A proposital confusão começa pelo nome, que o nióbio é também chamado de tântalo e de colúmbio.

Tenho denunciado o preço aviltado do nióbio, e o tráfico desse minério raro, importante para novos inventos, notadamente na nova era espacial e guerra nas estrelas.

O nióbio faz do Brasil o país mais rico do mundo, e Aécio Neves é o rei do nióbio.
Eneas Carneiro (1938-2007), na campanha presidencial, afirmou que só a riqueza produzida pelo nióbio no Brasil correspondia ao PIB, que na época era R$ 2,6 trilhões em 2007.

Em 2010, vazou um documento pela Wikileaks que, incluía as minas e jazidas de nióbio no Brasil como recursos e infraestrutura estratégicos e imprescindíveis aos Estados Unidos da América.

 

Aécio tem parte no roubo do nióbio brasileiro

 

Uma das principais riquezas do país é vendida a quase metade do valor do mercado, para sonegação de impostos.

Via PCO

O Brasil é o maior produtor do mundo de Nióbio, um metal raro e caro, explorado principalmente em Araxá, cidade do interior de Minas Gerais. Esta riqueza, no entanto, não é revertida para o país ou para o estado, que possui a concessão pública da exploração, devido a esquemas de subfaturamento e corrupção envolvendo a exploração do metal.

O nióbio é fundamental para a produção de ligas de alta resistência usados, sobretudo, na engenharia aeroespacial. A extração deste produto em Araxá pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) representa 75% de toda a produção mundial. O único outro país que possui uma produção de nióbio considerável é o Canadá, que mesmo com produção muito menor consegue manter através dos impostos e royalties deste minério grande parte da arrecadação pública.

Oficialmente, a empresa estadual Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) é a dona das jazidas de nióbio e arrendou para a CBMM por meio de uma empresa mista entre as duas, a Comipa. A Codemig recebe 25% do lucro líquido de toda a operação da CBMM.

Este arrendamento foi feito há mais de 30 anos e nunca houve uma licitação para a exploração do nióbio em Araxá. A última renovação do contrato foi feita em 2003, logo após a posse de Aécio Neves (PSDB) no governo do estado.

A Codemig é presidida por Oswaldo Borges da Costa Filho, indicado por Aécio Neves em 2003. Borges era próximo à família de Aécio e com o cargo que ganhou possuiria poder sobre os investimentos e obras de todas as empresas estaduais de Minas Gerais.

A CBMM supostamente venderia a tonelada de liga de ferro e nióbio por US$26 mil, mas de acordo com o governo dos EUA, o valor no mercado seria de US$41 mil por tonelada. Por causa do valor subfaturado, desconfia-se que a empresa responsável, que possui subsidiárias fora do país, revenderia a este valor para suas sedes e revenderia com o valor real, de acordo com o preço praticado no mercado.

O Grupo Moreira Salles possui 70% da CBMM e os outros 30% são divididos igualmente para um consórcio japonês-sul-coreano e um consórcio chinês. Com 15% das ações, estes consórcios possuem poder de veto dentro da empresa.

Há denúncias de que o dinheiro do contrabando de nióbio estaria envolvido inclusive com o financiamento público da imprensa burguesa em Minas Gerais, prática conhecida do governo de Aécio Neves.

Este verdadeiro roubo de uma das maiores riquezas naturais que o Brasil possui é feito com a cumplicidade da Procuradoria Geral de Justiça. O Ministério Público nunca conseguiu dar continuidade às investigações e denúncias feitas sobre esta exploração. E as investigações feitas por diversos órgãos, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sempre terminaram omitindo a corrupção por trás destes esquemas.

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