Capriles começou campanha, apostando na morte de Chávez

ve_ultimasnoticias. 1

 

Um espetáculo gratuito que estava programado para esta segunda-feira em Caracas convocado pelos chavistas para celebrar o ano novo foi suspenso após o anúncio oficial de que o estado de saúde do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, “continua sendo delicado” com a aparição de novas complicações.

“Suspensa festa de fim de ano na Praça Bolívar, todos em oração enviando força a nosso Comandante para superar este momento difícil”, escreveu a chefe de governo do Distrito Capital, Jacqueline Farías, em sua conta no Twitter (@JacquelinePSUV).

O estado de saúde do líder, que se mantém hospitalizado em Havana após uma intervenção cirúrgica que lhe foi praticada em 11 de dezembro, “continua sendo delicado”, de acordo com a informação oferecida ontem pelo vice-presidente, Nicolás Maduro.

O vice-presidente divulgou ontem um boletim médico de Cuba informando que o líder havia sofrido “novas complicações” que vieram poucos dias depois da intervenção cirúrgica a que se submeteu para atenuar a reaparição do câncer.

Maduro, cujo cargo está sendo assumido em sua ausência pelo ministro da Energia Elétrica, Héctor Navarro, disse que permanecerá “nas próximas horas em Havana” junto a Chávez e sua família “muito atentos ao processo de evolução de sua situação atual”.

Após confirmar no dia 8 a reaparição do câncer que foi diagnosticado em meados de 2011, Chávez se foi dois dias depois a Havana, onde foi submetido a uma “complexa” operação cirúrgica.

Chávez dever assumir o terceiro mandato para o período de 2013-2019 em 10 de janeiro após sua terceira reeleição consecutiva, embora seu estado de saúde tenha aberto um debate sobre o mecanismo constitucional que deve ser aplicado caso não consiga assumir suas responsabilidades como presidente.

Propaganda indireta com o nome de Capriles que deve enfrentar Maduro numa possílvel nova eleição presidencial
Propaganda indireta com o nome de Capriles que deve enfrentar Maduro numa possílvel nova eleição presidencial

“É certo, tudo indica que 2013 será um ano duro e de grandes mudanças. A Venezuela aprendeu muito em muito pouco tempo. Hoje, conhecemos o valor da união, do acordo, da necessidade de consertar pontos comuns e trabalhar para cumprí-los”, escreveu Capriles, hoje, em sua página de internet.

Jornalista não investiga jornalista

por José Cleves

Deveria fazer parte do Código de Ética do jornalista a obrigação de investigar o desvio de conduta de algum colega metido em corrupção para compreender melhor os fatos e prevenir a categoria deste mal que assola o país. Até porque não temos um controle interno da classe, fato esse que coloca bons e maus profissionais no mesmo balaio.

Quem prega a moralidade no país – e tem a obrigação de fazer isso –, teria que zelar pelo bom nome da classe. É o mínimo que se pode exigir dos jornalistas que, ao contrário dos médicos, engenheiros, advogados e tantas outras categorias, são desprovidos de um conselho disciplinar. Não temos, às vezes, nem o cuidado de denunciar a prática do baixo jornalismo – e, muito menos, de criticá-lo individualmente, com raras exceções. Uma delas é este espaço do Observatório da Imprensa, o qual tenho a honra de eventualmente ocupar.

Nenhuma de nossas instituições de classe (sindicatos, federação, associações) se manifesta quando um jornalista é preso ou acusado de extorsão, por exemplo. Normalmente, essas entidades soltam notas quando o jornalista aparece como vítima de algum crime de imprensa. O autocontrole permite a apuração dentro dos critérios profissionais e o resultado desse procedimento administrativo pode apontar culpa ou inocência do investigado. Portanto, a sua finalidade não é meramente punitiva, mas acima de tudo esclarecedora e benéfica para a classe e a sociedade.

Políticos e empresários

Essa reflexão serve para ilustrar a prisão do jornalista e blogueiro pernambucano Ricardo Antunes, acusado de prática de extorsão contra um marqueteiro em Recife, através de seu blog Leitura Crítica. O único registro que se tem do fato é o policial, sem qualquer posicionamento da categoria. A imprensa convencional limitou-se ao registro sucinto do fato, o qual foi ignorado pela classe, que não se manifestou de forma corporativa, seja através de notas de repúdio ou de esclarecimento à sociedade. Se fosse um advogado, que divide com os jornalistas a missão de defender os direitos civis da categoria e do cidadão, a OAB já estaria investigando o caso, da mesma forma ocorreria com o Conselho Regional de Medicina (CRM), que independe de denúncias formais para investigar o profissional acusado de má conduta.

Não vou entrar no mérito da acusação por desconhecer a versão de Antunes. Como se sabe, vítima e acusado em capa de inquérito são posições sujeitas a inversões em processos criminais e até mesmo em sentenças, de modo que a ordem desses fatores varia conforme o fato, e não o seu relato abstrato.

Antunes é apenas um entre os muitos jornalistas acusados de extorsão neste país, com a diferença de que ele foi preso. Não são apenas os pequenos que agem assim. Os grandes veículos de comunicação extorquem políticos e empresários – não é de hoje. Assis Chateaubriand (1892-1968) criou o seu império fazendo isso. A maioria dos jornais do interior age dessa forma. Tropeço todo dia em jornalista desonesto, que usa os adjetivos conforme a grana que coloca no bolso.

Esperteza profissional

Sobre Ricardo Antunes, posso falar um pouco mais. Ele foi meu repórter na década de 1980, no antigo jornalÚltima Hora de Brasília, onde eu era editor de polícia. Foi o seu primeiro emprego. Ele tinha uma boa capacidade cognitiva, mas era burocrático. Tão desinteressado que o apelidei de Meia Lauda, pela improdutividade quase total. Encerrava qualquer assunto em 10 ou 15 linhas, não pela concisão do texto, mas por total falta de interesse. Dei conselhos, tentei endireitá-lo, mas não teve jeito.

Até que pedi a sua demissão ao editor-geral Walmir Botelho (hoje editor de O Liberal, do Pará). A contragosto, porque ele me era simpático. Aparentava ter um ótimo caráter. Botelho levou o meu pedido na brincadeira, como uma velha raposa disposta a proteger os seus filhotes. Em parte, tinha razão. O jornal pagava mal e eu deveria ter mais paciência com o incorrigível Meia Lauda, mas ele me aporrinhou tanto que foi embora do jornal.

Surpreendi-me, no entanto, quando o meu amigo Gervásio Gonçalves Filho, dono da Rádio Regional de Brasília, informou-me de sua prisão com o fôlego de quem estava dando uma notícia a quem não levava fé no rapaz desde o início de sua carreira. Corrijo: não acreditava no repórter naquele momento, mas de sua esperteza nunca tive dúvida – e esperteza profissional é um elemento dúbio de várias interpretações.

Crítica não pode ser moeda de negociação

Conto essa história e invoco a nossa triste falta de controle interno da profissão para chamar a atenção dos futuros jornalistas, que se formam sem qualquer aptidão para tal, às vezes com a falsa ideia de que poderão obter sucesso e dinheiro sem esforço, o que é uma mentira. Jornalismo é puro conflito, jogo bruto, pesado demais para quem não quer aporrinhação na vida.

Não temos o direito de explorar a vida alheia, como se a honra das pessoas dependesse de uma negociação jornalística. Toda critica, denúncia e acusação devem ser feitas com base no interesse público, sem qualquer retorno financeiro extra para o autor da matéria, a não ser o fato de credenciá-lo ainda mais a exercer o jornalismo critico com a autoridade de quem não está atuando em causa própria.

Costumo dizer que o carma do repórter é fazer inimizade e enriquecer o patrão. Quanto mais sério e justo é o jornalista, mais credibilidade ganha a empresa onde trabalha, gerando dividendos para o proprietário que – salvo algumas exceções – infelizmente usa esse crédito como uma moeda de negociação para ganhar dinheiro e poder junto aos seus parceiros políticos e comerciais. Funciona assim em qualquer canto do mundo, independentemente do tamanho do veículo.

Primeiro, arrumar a casa

Portanto, já passou da hora de criarmos um Conselho Federal de Jornalismo para o controle interno da profissão, sob pena de sermos obrigados a admitir que, da mesma forma que polícia não prende polícia (e político faz vistas grossas para seu páreo corrupto), jornalista também não investiga jornalista e ponto final. Se alguém quiser denunciar algum jornalista corrupto, tem que ligar para a polícia, como ocorreu no caso de Ricardo Antunes, pois a categoria simplesmente não tem um órgão de correição.

Se quisermos moralizar este país, tão criticado por nós, temos primeiro que arrumar a nossa casa, fiscalizar a nossa atividade, punir os maus elementos, sufocar os picaretas e, se necessário, cassar os seus registros profissionais. Tem que ser assim.

 (Transcrito do Observatório da Imprensa)

Pibinho baixo: brasileiro faz sexo caseiro

jornal_estado_minas. pibinho

Lá pela década de oitenta, aconselhava o professor e jornalista Edgard Grund: “Casar é bom. É de graça!…”. Os costumes mudaram. Agora todo mundo é noiva e noivo para fazer sexo gratuito. E caseiro.

Talvez seja coisa do pibinho baixo.

Até o jeito de dançar é diferente. Era no agarradinho, sem sair do lugar.
Os bailes, merecidamente, chamados de bate-coxa, rela-bucho, roçadinho.

Não tem mais dança de casal. Isso fica para os argentinos que bailam o tango. O Argentina pode perder para o Brasil no futebol, no carnaval… que passou a ser dança de eu sozinho na multidão.

Coisa do pibinho baixo: as brasileiras estão vendendo a virgindade no exterior. Ou tiram férias em Buenos Aires. Quando se escuta miados nas madrugadas o argentino sabe: mais uma brasileira que viu um pibão.

ar_diario_popular. sexo Buenos Aires

Se o Brasil privatizar o rei da Espanha vai retaliar ameaça jornal do Recife

JC01.indd

Hoje nenhum jornal da Espanha deu matéria de capa para as privatizações do índio Evo Morales. A Espanha vai reagir como? O noticiário da imprensa brasileira visa amedrontar Dilma.

O Jornal do Comércio defende a eterna entrega da Celpe, uma empresa que era dos pernambucanos, aos piratas. Até 1966, no governo Paulo Guerra, todas as principais cidades e distritos do Estado estavam eletrificadas. A energia era barata, e as ruas e avenidas e praças iluminadas.

Hoje temos uma energia cara, a escuridão em todas as cidades, os postes de luz bundas de vaga-lumes e apagões.

Lá na Bolívia o nacionalismo, o patriotismo e o civismo são cultuados.

Jornal boliviano
Jornal boliviano

Águas subterrâneas constituem uma fonte muito importante de água potável na Europa. No Brasil é para exportar

A água de beber da Alemanha – dois terços – vem do subsolo. No Brasil estão faturando as principais empresas estrangeiras de engarrafamento de água. São os famosos royalties que o monopólio Globo reclamou, caso o Congresso insista na briga pelos royalties do petróleo.

No ímpeto da campanha, foi a maior burrada da Globo. Como explicar que, no Rio de Janeiro, que tem o segundo maior aquífero do mundo, o povo das favelas fique sem água doce.

Falta água na maioria das cidades, quando o Brasil tem os dois maiores aquíferos do planeta: o Alter Chão e o Guarani.

Por debajo de la superficie terrestre se encuentran las aguas subterráneas, invisibles pero indispensables para suplir las necesidades hídricas. Constituyen una fuente muy importante de agua potable en Europa y desempeñan una función trascendental en varios ecosistemas acuáticos y terrestres. En Alemania son el origen de dos tercios del agua que se bebe. Pero las aguas subterráneas no son un elemento inerte, sino que albergan no menos de dos mil especies de organismos y microorganismos que ayudan a purificarla y a mejorar la calidad del agua que se acaba consumiendo. Pese a su importancia, tanto para los humanos como para el conjunto del ecosistema, lo cierto es que su protección sigue sin estar recogida en la legislación.

Manacial de água subterrânea na França
Manacial de água subterrânea na França

Na Europa não tem regulamentação. As potências internacionais não demonstram interesse. Nos Estados Unidos é uma questão de segurança nacional. No Brasil entregaram a ANA, a Agência Nacional de Água,  a dois ladrões. Por quê?

por Carlos Newton

Paulo Vieira, ex-diretor da ANA (Agência Nacional de Águas). preso na Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, e principal acusado de uma série de atos de corrupção em conluio com a então chefe de Gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa Noronha, está disposto a se beneficiar da deleção premiada, por meio de acordo com o Ministério Público Federal.

Paulo Vieira: abrindo o bico. Até agora não apareceram as empresas que ele e quadrilha beneficiaram. Apenas o caso de um ilha encantada
Paulo Vieira: abrindo o bico. Até agora não apareceram as empresas que ele e quadrilha beneficiaram. Apenas o caso de um ilha encantada


Reportagem de José Ernesto Credencio, da Folha, revela que Vieira já começou a entregar antigos compangeiros. Ele enviou no último dia 20 um ofício à ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com acusações contra o atual presidente da agência. No documento, Vieira acusa o chefe da Ana, Vicente Andreu Guillo, de uma série de infrações administrativas, como o uso irregular de jatos da FAB.

No ofício, de três páginas, Vieira cita primeiro as críticas que recebeu de Guillo em sessão do Senado, no dia 6 deste mês. Guillo disse que o ex-diretor é pessoa “complexa e ambiciosa” que usou o cargo “para delinquir”.

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Vieira já havia acusado a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de beneficiar um grupo empresarial suspeito de participar do esquema. A ministra nega.

###
OUTRAS DENÚNCIAS

Segundo o repórter da Folha, no ofício à Casa Civil o ex-diretor da ANA atribui a Guillo infrações como o uso irregular de jatos da FAB para viajar a Campinas (SP), o pagamento de salários mais altos que o permitido a um assessor e o repasse de dinheiro para órgãos privados sem licitação.

Também afirma que Guillo não se desligou da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), uma empresa privada, antes de assumir a presidência da ANA. Segundo a CPFL, Guillo, que entrou na ANA em janeiro de 2010, ficou até setembro daquele ano “cedido sem vencimentos”.  Em outro item do ofício, Vieira afirma que o presidente da ANA continua no conselho de uma empresa da Petrobras, a Termobahia, o que seria irregular. Mas a empresa alega que deixou o posto em 28 de maio de 2010.

Em entrevista, Guillo afirmou que Vieira o considera “seu inimigo” porque foi barrado em suas planos na ANA. “Aqui na agência ele não conseguiu os mesmos procedimentos irregulares que em outros órgãos.”

###
PELA IMPRENSA

O presidente da ANA Vicente Guillo afirmou que vai primeiro se defender na Controladoria-Geral da União e no ministério. “Depois, vou rebater essas acusações pessoais não a ele, mas pela imprensa.”

Paulo Vieira chegou ao cargo de diretor da ANA por indicação de Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo, também indiciada pelo Ministério Público sob acusação de participar do esquema.

A assessoria da ministra Gleisi não comentou as acusações contra Guillo. Informou somente que o ofício foi enviado à CGU e ao Ministério do Meio Ambiente, ao qual a ANA é ligada.

Brasil campeão de bilionários na América Latina

indignados impostos

Tem mais gente. Muito mais. Entre os que não aparecem, vários foram presos pelas Operações da Polícia Federal.

O México, outro país desconforme, ficou no segundo lugar. Pedro Echeverría V. escreve:

Bastaría con que los gobiernos determinaran un fuerte impuesto directo a las ganancias y propiedades de esos personajes para que el 50 por ciento de la población no tenga que pagar ningún centavo de impuestos indirectos o el IVA en alimentación y medicinas.

México: 11 billonarios y unos cuantos millonarios aplastan a 85 millones de pobres y miserables
by Pedro Echeverría V.

1. México, informa hoy la CEPAL (Comisión Económica para América Latina y el Caribe) después de una investigación, es el segundo país de América Latina con mayor número de billonarios, es decir, poseedores de más de un millón de millones de dólares; pero también subraya que México, a nivel mundial, es uno de los que menos recursos obtiene por los impuestos que cobra sobre la propiedad o el patrimonio. Sólo es superado por Brasil con 30 billonarios. México tiene unos 115 millones de habitantes, pero una minoría concentra el alto porcentaje del ingreso nacional y controla una enorme proporción de los recursos productivos. Los impuestos que pagan estos magnates en México son muy bajos o nulos y han estado estancados los últimos 20 años. Hay casos (Brasil, Colombia, Ecuador y Guatemala) en los que ha aumentado sostenidamente los impuestos, mientras que en México representa 0.18 por ciento del producto interno bruto (PIB) desde comienzos de los años 90, precisa la CEPAL.

2. No proporciona la CEPAL los nombres de los pobres multimillonarios, pero ya López Obrador en 2010 había enlistado en su libro sobre “La Mafia que se adueñó…” a esos personajes que controlan la economía (Slim, Salinas Pliego, Larrea, Bailleres, Arango, Azcárraga, Roberto Hernández, Guzmán, Harp, González Barrera, Zambrano, Servitje y otros) La realidad es que muy poco interesan estos nombres pues basta saber el papel que han jugado esos súper empresarios -que manipulan a todos los gobiernos- en profundizar mediante la explotación el hambre del pueblo mexicano. Pero la CEPAL no ha dejado de denunciar el papel de los gobiernos de no cobrarle los impuestos que deben pagar por sus grandes negocios y las multimillonarias ganancias que obtienen. Y hay varios casos como el de Azcárraga –propietario de Televisa- que mediante “teletones” para pedir dinero en toda la República a cambio de construir algunos hospitales, hace que los mismos pobres y miserables le paguen sus impuestos.

3. Las propiedades y ganancias de los multimillonarios mexicanos son gigantescas. Bastaría con que los gobiernos determinaran un fuerte impuesto directo a las ganancias y propiedades de esos personajes para que el 50 por ciento de la población no tenga que pagar ningún centavo de impuestos indirectos o el IVA en alimentación y medicinas. Tendríamos entonces hospitales, médicos, medicinas gratuitas; así como los niños y jóvenes que asistirían a la escuela gratuita bien alimentados, así como cubriendo todas sus necesidades. Ya no se hablaría del pago del alumbrado público, de aumentos a prediales, agua o transporte; bastaría con un solo impuesto progresivo a los grandes propietarios, a los poderosos políticos y a nadie más que no tenga un ingreso de 10 salarios mínimos actuales. Pero no debe olvidarse que en el capitalismo tienen el poder los dueños del capital y son ellos quienes determinan lo que están dispuestos a pagar y como hacer más amplio el número de los que paguen.

4. En México se pagan muchos tipos de impuestos: unos cinco impuestos federales (Sobre la Renta (ISR), al Valor Agregado (IVA), Producción y Servicios(IEPS), Depósitos en Efectivo( IDE) y Tasa Única (IETU); además unos 10 impuestos estatales y otros ocho municipales, todo con el fin de tener controlada a la ciudadanía, a los trabajadores y comerciantes más jodidos que buscan un pequeño ingreso; sin embargo -es bien sabido- que los principales magnates, los dueños del dinero, pagan despachos de contadores que están bien entrenados para llevar dobles contabilidades con el fin de desaparecer sus ganancias millonarias y –en contubernio con los gobernantes- no pagan los impuestos que les corresponde. ¿Qué hacer entonces? Parece que no puede tenerse una solución adecuada en este sistema social cuyas leyes benefician siempre a los más poderosos; sólo queda presionar para hacer pequeñas reformas.

5. A los trabajadores mexicanos –laborando uno o dos turnos- no les alcanza para vivir con cierto desahogo; nunca han tenido ni 300 mil pesos ahorrados; pero los millonarios, estos personajes que encabezan las listas de Forbes, realizando negocios de diferente tipo, tienen más de un millón de millones de dólares. ¿De dónde entonces deben salir los impuestos para que los mexicanos logren condiciones adecuadas para vivir? ¿Qué los millonarios sacarían sus capitales del país si se les obliga a pagar impuestos? Había que ver si realmente huirían de México si es el país que los ha hecho multimillonarios. Lo que sucede es que son los mismos gobiernos, el mismo Estado los que negocian con ellos con el fin de lograr sus apoyos. ¿O es que con los impuestos a los sectores mayoritarios del pueblo se busca provocarlos a fin de medir sus reacciones y saber cuánto más puede aguantar? Espero que estos retos sirvan para que la población despierte y se organice. (30/XII/12)

Consultar: http://pedroecheverriav.wordpress.com

inndignados impostos custo de vida

Duzentos mil queimados na feira de liquidação Shopping Day das Garotas Estúpidas

Informou Ricardo Antunes:

 “Uma das empresas do grupo do publicitário [Antônio Lavareda]  foi beneficiada com uma verba de R$ 200 mil reais pela Prefeitura do Recife. A contratação foi publicada no Diário Oficial da prefeitura e feita pelo regime de dispensa de licitação ou seja sem qualquer concorrência. O objeto é um evento de moda infantil.
‘É um patrocínio para uma ação de moda para inclusão dos artistas pernambucanos’, disse o presidente da Fundação de Cultura, André Brasileiro. Ao ser indagado o motivo da contratação  da empresa para o evento Shopping Day, que trata de moda infantil”.

Precisa ficar esclarecido.

blogueira-shame

  • Jacqueline Lafloufa
  • Jacqueline Lafloufa

‘Blogueira que teria recebido 200 mil’ nao quer mais que falem do Shopping Day do Recife

Lead Assessoria, empresa que realizou no Recife a última edição do Shopping Day do blog Garotas Estúpidas, enviou uma notificação extrajudicial à blogueira Priscila Rezende, conhecida também como Blogueira Shame, solicitando a exclusão de “textos do Blog, notícias e imagens do evento” que estejam “relacionados equivocadamente à ‘Desvio de Verba Pública”, “Contrato Irregular e/ou qualquer expressão semelhante ou de conotação dúbia”. A notificação segue, requerendo inclusive que a blogueira “se abstenha de repassar a mesma notícia através de outras formas e meios de comunicação, mesmo que de titularidade de terceiros” – não pode compartilhar.

Mais uma vez as blogueiras de moda estão envolvidas em um buzz negativo! Depois do problema com os posts pagos nao identificados da Sephora, agora no Recife um evento realizado pelo Garotas Estúpidas recebeu R$ 200 mil da prefeitura do município para promover o ‘Shopping Day‘, sob o argumento de que se tratava de uma iniciativa de “fomento à moda local e apoio aos estilistas pernambucanos”. Acontece que, segundo relatos, o evento é fechado, cobra ingresso e, na verdade, não promove apoio nenhum – seria apenas um grande dia de compras, como uma liquidação de grandes marcas. Parte da comunidade blogueira está pedindo explicações ao blog, pois a impressão que fica é que o evento funcionaria como uma forma de desviar dinheiro público (!) o que é crime previsto na Constituição. A discussão pode ser acompanhada no grupo Entusiastas, a dica é do Hilário Junior.

O Shopping Day é uma superliquidação de vestimentas. E lá se foi o dinheiro da Prefeira do Recife… queimado na folclórica feira vip. Antônio Lavareda devia processar o jornal do prefeito João da Costa:

diario-oficial-garotas-estupidas