O que é melhor para o povo: redução da conta de luz ou o lucro da Petrobras?

BRA_OPOVO Ceará luzRedução da conta de luz deixou rombo de R$ 4,5 bi para Petrobras

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A redução da conta de luz promovida pelo governo Dilma prejudicou as contas da Petrobras quase tanto quanto a corrupção. A estatal foi obrigada a reconhecer no seu balanço que pode não receber R$ 4,5 bilhões devidos pelo setor elétrico.

A perda –equivalente a 70% dos R$ 6,2 bilhões desviados segundo a Operação Lava Jato é uma das responsáveis pelo prejuízo da empresa no ano passado, o primeiro desde 1991.

A Petrobras fornece óleo e gás para que as usinas termelétricas da Eletrobras abasteçam o Norte do país. Depois das mudanças feitas por Dilma no setor elétrico, a Eletrobras ficou sem dinheiro para pagar a Petrobras.

Esta a denúncia publicada ontem, espalhada pela imprensa, que transcreveu reportagem assinada por Raquel Landim e Samantha Lima na Folha de S. Paulo. Confira

Assim sendo, quando a ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, aumenta a conta de luz ganha os acionistas das companhias de eletricidade. Idem os acionistas da Petrobras. Todos piratas estrangeiros.

Que as companhias de eletricidade foram privatizadas pelo governo entreguista de Fernando Henrique, que vendeu a maioria das ações e fatiou a Petrobras.

Por que o povo tem que sustentar esses malandros especuladores?

Hoje a imprensa, que ontem atacou a redução, reclama:

BRA_OPOVO Ceará luz

Acontece que a ANEEL, como todas as Anas, não controla preços, e sempre, e sempre abre as pernas para os piratas

Gilson
Gilson

e essas empresas estrangeiras invadiram o Brasil para saquear

Os piratas luz energia

95 empresas financiaram a ditadura

Ronaldo
Ronaldo

 

Em reunião do grupo de trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical” com pesquisadores sobre o envolvimento do empresariado brasileiro com o regime militar, neste sábado 15, a advogada Rosa Cardoso, membro da CNV, afirmou que o apoio dado por grupos do setor privado ao golpe deve se fazer conhecido.

“Devemos fazer uma responsabilização institucional em relação às empresas que apoiaram a ditadura. Assim, conseguimos mostrar que tratou-se de um golpe civil militar e não apenas militar, uma vez que foi construído por toda uma classe empresarial”, disse Rosa sobre o apoio também de grupos multinacionais que se viam em situação de risco nos governos que antecederam o regime militar, como o de João Goulart.

A advogada de presos políticos na ditadura lembrou que, antes mesmo do golpe contra Jango, foram criados os Ipes (Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais) e o Ibad (Instituto Brasileiro de Ação Democrática), que apoiavam partidos e parlamentares de direita com dinheiro do empresariado e da própria CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos), ajudando a criar todo um aparato para o golpe. “Havia Ipes não apenas nas principais capitais, mas também em lugares mais afastados, como Manaus”, disse. “E não apenas os Ipes, mas também grupos que não tinham paciência para ser tão militante, como o de antigos membros da Revolução Constitucionalista (movimento paulista de 1932 contra Getúlio Vargas) e os banqueiros.” [Recentemente Olavo Setubal, dono do banco Itaú, foi lembrado em um escracho].

Na época, afirmou o pesquisador Jorge José de Melo, o empresariado paulista denominava 40% do PIB brasileiro.
“Colaborar com esse tipo de estrutura do regime era ter acesso livre aos recursos públicos”, explicou o jornalista que analisou a trajetória de Henning Albert Boilesen, presidente da Ultragaz e colaborador do regime, que acabou assassinado por um comando da ALN (Ação Libertadora Nacional) e do MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes) em 1971. “Alguns colaboraram ideologicamente, como Boilesen e Gastão Bueno Vidigal, do Banco Mercantil, mas outros colaboravam para ter acesso mais fácil aos recursos.”

Assim, o golpe de 1964 contou com a ajuda da elite burguesa preocupada em proteger o capital. Para executar o programa de propaganda, contou a jornalista Denise Assis, foi montado um esquema de doações, constituído por 125 pessoas físicas e 95 jurídicas – destas, cinco (Listas Telefônicas Brasileiras, Light, Cruzeiro do Sul, Refinaria e Exploração de Petróleo União e Icomi) arcavam com mais de 70% das contribuições. O dinheiro arrecadado seguia, então, para as agências de propaganda como: Promotion S.A, Denisson Propaganda, Gallas Propaganda, Norton Propaganda e Multi Propaganda.

Empreiteiras. Dentre os setores que contribuíram e se beneficiaram do regime militar, um de grande destaque foi o de construção civil. Segundo Pedro Henrique Pedreira Campos, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) que pesquisou como as empreiteiras apoiaram a ditadura, “empresários que atuam no setor de obras públicas e infraestrutura deram grande salto nessa época”. “Tornaram-se grandes grupos, inclusive com atuação internacional. Em troca, foram altamente favorecidos pelas políticas de Estado implantadas naqueles período. Houve, então, uma concentração no setor na área de construção pesada.”

Muitas vezes, mais do que a colaboração financeira com o regime, as empresas forneciam também apoio logístico à repressão. Além da perseguição a trabalhadores, com as chamadas “listas negras” daqueles que não deveriam ser mais contratados, houve quem cedesse acessórios – como tampões de proteção acústica da General Motors para funcionários do DOI-Codi em São Paulo – ou disponibilizasse instalações para serem transformadas em centros de tortura, como acusam a Petrobras de fazê-lo.

polícia banqueiro poder protesto

 

A LISTA DAS EMPRESAS GOLPISTAS

Mais de 80 empresas estão envolvidas em espionagem e delação de quase 300 funcionários, segundo levantamento feito pela Comissão Nacional da Verdade. O intuito era sufocar qualquer movimento sindicalista que estivesse sendo gestado entre os trabalhadores de grandes montadoras, como Volkswagen, Chrysler, Ford, General Motors, Toyota, Scania, Rolls-Royce, Mercedes Benz, e também de outros setores, como a Brastemp, a estatal Telesp, a Kodak, a Caterpillar, a Johnson & Johnson, a Petrobras, a Embraer e a Monark – todas elas concentradas no ABCD paulista e no Vale do Paraíba.

As empresas justificavam o controle e a colaboração com o regime pela suposta ameaça comunista dos movimentos sindicais. Desde citar os nomes de quem organizasse atos sindicalistas ou vendesse jornais na porta da fábrica, até qualificar algumas mortes como acidentes de trabalho quando de fato não o eram. A polícia, em muitos casos, chegava a receber das companhias milhares de folhas de registros dos empregados que estiveram presentes em greves ou manifestações, com todos os seus dados pessoais, o que poderia levar hoje a processos civis desses funcionários (dos que ainda estão vivos ou de seus familiares) contra as empresas. Não se sabe, porém, se esses dados serviam para evitar futuras contratações por outras empresas ou simplesmente para coleta. Segundo os especialistas, é bastante provável que tenham que ressarcir os afetados, já que não estão amparadas pela lei de Anistia (n.6.683, 1979), que perdoou aqueles que cometeram crimes durante o regime militar no Brasil (1964-1985).

“Os empresários podem ser acusados por crimes de lesa humanidade; 40% dos mortos e desaparecidos durante a ditadura são trabalhadores”, afirma Sebastião Neto, ex-preso político e um dos pesquisadores do grupo de trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical”, da Comissão Nacional da Verdade. Ainda não se sabe quais deles foram efetivamente detidos por causa da denúncia do empregador. Entre os que chegaram a ser torturados e mortos, também não se sabe ao certo se sofreram tudo isso pela investigação no local de trabalho ou por sua relação com organizações políticas.

O Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops) em São Paulo tinha uma lista com nome e endereços de centenas de trabalhadores de várias fábricas do ABC (Brastemp, Chrysler, Corona, Equipamentos Villares, Ford, Forjaria São Bernardo, Mercedes-Benz, Rolls-Royce, Scania, Volkswagen, entre outros). Também haveria um informante entre os que discutiam a greve da Scania em São Bernardo, em maio de 1978, tida como marco da retomada do movimento sindical, ainda no final da ditadura.

 Saad Murtadha
Saad Murtadha

A LISTA DA MORTE

Na semana passada, a agência Reuters divulgou informações sobre monitoramento da Volkswagen, durante a ditadura, em relação ao então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, e outros dirigentes. “Talvez a Volks tivesse mais expertise”, comentou Neto, que se preocupou em não enfatizar a ação de uma empresa. “O que nós mostramos é um mecanismo contínuo de repressão, o controle no dia a dia dos trabalhadores”, explica. Segundo ele, havia “naturalidade” na relação entre empresas e polícia política.

Os exemplos são vários. “Em Criciúma, você tem um episódio que o empresário conferia a lista dos presos”, diz Neto, citando ainda o caso de uma mineradora (Morro Velho), em Nova Lima (MG) com um grupo de 51 operários “que ficaram impedidos de viver na cidade” – haveria um acordo para não empregá-los em nenhum lugar. Isso ocorreu ainda em período anterior à ditadura. Ainda em Minas, outro caso de destaque é o chamado “massacre de Ipatinga”, na Usiminas, com 13 mortos reconhecidos.

Depois do golpe de 1964, há a suspeita, no grupo de trabalho, de que as estatais foram uma espécie de “laboratório” da repressão. Apenas na Petrobras foram mais de 500 demissões nos seis meses seguintes à queda de João Goulart.

Rosa Cardoso destaca ainda a importância de se conhecer casos de empresas que cresceram durante a ditadura, citando as construtoras Odebrecht e Camargo Corrêa. “Mas também a Globo, empresa de comunicação. A Varig, por exemplo, que tomou o lugar da Panair, numa falência absolutamente fraudulenta que lhe foi imposta.”

Neto lembra que alguns problemas são atuais. “Hoje, o movimento sindical é muito criminalizado nas greves”, afirma, citando a existência de recursos jurídicos como o interdito proibitório. Ou o que ele chama de “uma espécie de naturalidade de a empresa ligar para a polícia para resolver uma contenda trabalhista“.

 

banqueiros movimento greve manifestante indignados banqueiros

Latuff
Latuff

marina tortura

Candidata do Clube Militar
Candidata do Clube Militar

Violência mineira: Vingança e censura prenderam o jornalista Carone

Juíza fala em “intimidação” e “formação de quadrilha”, mas não apresenta provas. Site atingido fez denúncias constantes contra governo mineiro e Aécio Neves. Denúncias que se transformaram em notícias na imprensa.

Por Altamiro Borges, em seu blog:

Numa operação no mínimo suspeita, a polícia de Minas Gerais prendeu o jornalista Marco Aurélio Flores Carone, diretor de redação do sítio Novo Jornal. Ele foi detido em Belo Horizonte por solicitação da juíza Maria Isabel Fleck, da 1ª Vara Criminal. Em novembro passado, o Ministério Público do Estado o denunciou por formação de quadrilha, falsificação de documentos, falsidade ideológica, denunciação caluniosa e fraude processual. Todas as acusações tiveram como base os contatos estabelecidos pelo jornalista com o lobista Nilton Monteiro, que tornou pública a explosiva “Lista de Furnas” sobre o esquema de desvio de dinheiro da estatal nos governos tucanos de Minas Gerais.

De forma arbitrária, a juíza argumentou que ambos fazem parte de uma quadrilha com o objetivo de “difamar, caluniar e intimidar” adversários políticos e autorizou a prisão preventiva do jornalista para impedir novas edições do site. Ela também afirmou, sem provas, que o Novo Jornal é financiado com dinheiro de origem ilegal. O jornalista nega todas as acusações. “Eu sou um preso político. Estou sendo preso por questões políticas. Quem me conhece sabe do meu trabalho, tenho 30 anos de profissão. Estou tranquilo e vou provar que isso não corresponde à verdade. Fiquei conhecendo o promotor hoje aqui, ele chegou me agredindo verbalmente. Meu passado me defende”, afirmou ao Portal R7.

De imediato, o bloco parlamentar “Minas Sem Censura”, que reúne deputados estaduais do PT, PMDB e PCdoB, acusou os aliados do senador Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, de orquestrar a prisão como forma de censura. “Se você estabelece a prisão para evitar a publicação de material jornalístico, está oficializada a censura prévia”, reagiu o deputado Rogério Correia (PT), vice-líder do bloco.

Como relembra a Rede Brasil Atual, “a Lista de Furnas é um documento que revela as quantias pagas a políticos do PSDB, PFL (hoje DEM) e PTB em esquema de desvio de verbas intermediado pelo publicitário Marcos Valério em 2000, com o objetivo de abastecer o caixa dois de campanha desses partidos nas eleições de 2002. O caso ficou conhecido como ‘mensalão tucano’ por envolver os mesmos personagens denunciados contra o PT em 2005. O PSDB nega a existência do esquema, que pode ter movimentado mais de R$ 40 milhões, e a autenticidade da Lista de Furnas, embora a Polícia Federal tenha comprovado, em perícia, que a lista tem a caligrafia de Dimas Toledo, então presidente da estatal de energia”.

“Em entrevista realizada em agosto do ano passado e divulgada pelo Youtube, o ex-advogado de Nilton Monteiro afirmou que o caso de Furnas envolveria até o assassinato da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, em agosto de 2000. Segundo ele, além de trabalhar como garota de programa para os envolvidos no esquema, ela era ainda responsável por transportar o dinheiro desviado da estatal em malas. O assassinato, registrado como suicídio até a revelação de sinais de asfixiamento da modelo, seria queima de arquivo, uma vez que a modelo queria abandonar a quadrilha”, conclui a reportagem da Rede Brasil Atual.

Transcrevi trechos. Azeredo renunciou o mandato de deputado federal, para ser julgado pelo STF. Há um pedido de prisão para ele, que pretende ser julgado pelo Tj-MG. Certo ele.

Sobre Aécio volta o noticiário de suas transações governamentais:

Esquema de Aécio Neves com a light paga dívida de US$ 269 milhões da Rede Globo

Conforme noticiado pelo Novo Jornal, o governador Aécio Neves na montagem de um esquema capaz de alavancar sua candidatura à Presidência da República vem utilizando, sem qualquer fiscalização, o patrimônio público de Minas Gerais. Isto porque tem contado com a omissão de parte da Assembléia Legislativa e da alta direção do Ministério Público mineiro.

Após utilizar-se das ações da Copasa, conforme matéria publicada pelo Novo Jornal em 19 de dezembro de 2006, intitulada “Aécio vende Copasa e investe no Rio” (clique no link para ler), transferindo para a empresa Capital Group International Inc., pertencente ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo R$ 800 milhões em ações da Copasa agora através da Cemig monta a empresa RME – Rio Minas Energia Participações S/A, sem qualquer autorização legislativa para compra da concessionária de energia carioca Light, transferindo para os fundos credores da Rede Globo, GMAM Investment Founds Trust I, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust, um crédito em ações de US$ 269 milhões, através do pagamento feito a maior que a quantidade de ações adquiridas na Bovespa pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, na operação de compra.

Este detalhe só é percebido se verificado o constante na folha 4 – II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, que analisou e aprovou a transação. Lá consta que a RME-Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%, inclusive é esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra assim como é informado no próprio site da Light.

Esta diferença aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da bolsa) e só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago.

Trata-se, mais uma vez, da utilização da desonesta operação do “pagar a maior”, algo vulgarmente utilizado pelas empresas particulares para esconder ou desviar lucros, onde compra-se nota fria. Leia mais . Essa notícia também foi compartilhada por Geraldo Elísio, outro jornalista que teve a casa invadida pela polícia tucana, da página do Po Serra, com a ilustração abaixo:

aecio tu

Pernambuco. Quantos a Celpe eletrocutou este ano?

A boite Kiss, em Santa Maria, torrou 242 pessoas. A Celpe – Companhia de Eletricidade de Pernambuco mata um em uma rua. Eletrocuta outro noutra. Vai matando mês sim, mês não.

Familiares e amigos de Davi Lima Santiago Filho - que lamentavelmente foi eletrocutado ao encostar em uma fiação solta na Avenida Visconde de Jequitinhonha, no Recife - realizaram um protesto hoje em frente à Celpe. Cerca de 50 pessoas participam do ato e colocaram, nos jardim da empresa, 32 cruzes brancas, representando o advogado e também outras 31 pessoas que morreram em 2012. Legenda de Aldira Alves Porto. Foto de Jayme Asfora Filho
Familiares e amigos de Davi Lima Santiago Filho – que lamentavelmente foi eletrocutado ao encostar em uma fiação solta na Avenida Visconde de Jequitinhonha, no Recife – realizaram um protesto hoje em frente à Celpe. Cerca de 50 pessoas participam do ato e colocaram, nos jardim da empresa, 32 cruzes brancas, representando o advogado e também outras 31 pessoas que morreram em 2012. Legenda de Aldira Alves Porto. Foto de Jayme Asfora Filho

Não pagou a conta, a Celpe corta o fornecimento de luz. Depois que foi doada para a pirataria estrangeira – Grupo Neoenergia – as cidades de Pernambuco ficaram mais escuras e perigosas.

Pagar indenizações aos familiares dos mortos vai depender da justiça lenta, quase parando.

O Recife parece o Rio de Janeiro, campo minado da Light. Até as madames que levam seus cachorrinhos para passear estão com medo da famosa mijadinha no poste. Falo pela cachorrada, que a vida dos humanos não vale nada no Recife das mortes matadas, das mortes por causa desconhecida, das mortes morridas de pestes terceiro-mundistas como a dengue, das mortes por balas perdidas.

Paraíba
Paraíba
Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul

Ninguém culpabiliza as autoridades responsáveis pelos estragos da chuva “sem medida”

RJ improvável
RJ improvável

O Brasil não tem neve. Nem maremoto. Reclama da chuva, e mantém o constante racionamento de água. Culpa os mananciais secos, o aquecimento global, e apela para que o povo restrinja o consumo. Enquanto aumenta o faturamento das “fábricas de água”.

As populações mais pobres são sempre as principais vítimas. Com chuva ou sem chuva. Porque não se faz nada que preste para o povo. Só para construir os estádios de Nero – da Copa do Mundo – estão desalojando 170 mil pessoas.

A justiça que nunca foi democrática, ou social, faz que não sabe de nada, quando os despejos são assinados por um juiz ou um desembargador .

Lá na Argentina é assim:

Improvável SP
Improvável SP

Bruera a la Justicia

El organismo de derechos humanos de La Plata, el Colectivo de Investigación y Acción Jurídica, denunció al intendente platense Pablo Bruera por “estrago culposo”. En la presentación, el Colectivo afirma que las muertes en la tormenta del 2 y 3 de abril “fueron consecuencia directa de la insuficiencia del sistema de evacuación de excedentes pluviales y la falta de obras de infraestructura y equipamiento urbano para la localidad”. La acusación se basa en el estudio del Departamento de Hidráulica de la universidad local, realizado en 2007, y en las recomendaciones de la Corte Suprema bonaerense de 2011. Según parece, nadie les prestó la menor atención a estos documentos, con lo que “el estrago que hoy se lamenta es el resultado del accionar negligente de las autoridades municipales y provinciales”.

Pero la acusación es más sutil que la simple falta de obras. Como saben los lectores de m2, La Plata tuvo una verdadera batalla judicial y política por el suicida Código de Ordenamiento Urbano que Bruera impuso en la ciudad. El tema llegó a la Corte Suprema de la provincia, que lo autorizó, pero le advirtió a la municipalidad que semejante uso del suelo corría por cuenta y riesgo propio. “Es el Ejecutivo municipal quien tiene responsabilidad en la aprobación de obras particulares, por tanto en el crecimiento y aumento de la densidad del espacio urbano platense. Así como en la provisión del equipamiento y la infraestructura necesarios. Ahora bien, no se puede obviar que, para el manejo de obras de gran envergadura, es la autoridad provincial la encargada de visar y aprobar dichas iniciativas.” Es por esto que la acusación penal se extiende a algunos sectores del gobierno provincial, como las direcciones de Ordenamiento Urbano Territorial y la de Saneamiento y Obras Hidráulicas. De paso, esto puede significar que el echado secretario de Obras Públicas bonaerense y ahora renunciado ex cabeza de la Comisión Nacional de Museos, de Monumentos y de Lugares Históricos Juan Martín Repetto tal vez tenga que pasar por los tribunales provinciales.

El Colectivo hasta se ocupó de repudiar la excusa de la tormenta inesperada, escribiendo que “las lluvias producidas en 2002, 2005, 2008 y 2010 hacen que las sucedidas en abril no puedan considerarse como un hecho aislado e imprevisible, sino que demuestran la falta de planificación y la ausencia de la acción coordinada del Estado”.

El Colectivo se especializa en cuestiones de hábitat y derecho, de acceso a la tierra y vivienda, y tiene una considerable experiencia de difusión, educación y trabajo judicial en esos temas. (Página 12)

Jornalões brasileiros caçam terrorista de Boston

Todo final de filme estadunidense, o bandido foge para a capital do rock, ex-Capital do Samba, o Rio de Janeiro do rei Eike Batista.

Assim sendo, o terrorista de Boston – um já foi morto -, para os jornalões, pode estar escondido em alguma concessionária que “fabrica” água; em alguma empresa que explora nosso petróleo; ou nos campos minados da Light, que os bueiros não param de explodir.

BRA_ZH bomba terror

A Polícia de Boston comunicou, na madrugada desta sexta-feira, a morte de um dos suspeitos pelas explosões que mataram três pessoas e deixaram mais de cem feridas na maratona da cidade. Ele teria morrido no hospital após ser atingido por tiros da própria polícia.

suspeitosmaratona

economico. obama terror

Globo

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Faça parte da campanha e aproveite para denunciar outros sanguinários: quem deu a ordem para a Chacina de Carandiru, o mandante e executores da Chacina de Unaí e outras chacinas mais.

O Portal UOL lista outras dez grandes chacinas que “marcaram o Brasil“.

No Portal Terra, a Chacina da Candelária e mais dez.

São Paulo já registrou dezenas de mortes em chacinas no estado, mas tratamento da imprensa à gravidade dos fatos espanta pela frieza.  Segurança pública do estado mais rico ruiu e noticiário não reflete o medo nas ruas. Vide blog Palavras Diversas
São Paulo já registrou dezenas de mortes em chacinas no estado, mas tratamento da imprensa à gravidade dos fatos espanta pela frieza. Segurança pública do estado mais rico ruiu e noticiário não reflete o medo nas ruas. Vide blog Palavras Diversas

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