95 empresas financiaram a ditadura

Ronaldo
Ronaldo

 

Em reunião do grupo de trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical” com pesquisadores sobre o envolvimento do empresariado brasileiro com o regime militar, neste sábado 15, a advogada Rosa Cardoso, membro da CNV, afirmou que o apoio dado por grupos do setor privado ao golpe deve se fazer conhecido.

“Devemos fazer uma responsabilização institucional em relação às empresas que apoiaram a ditadura. Assim, conseguimos mostrar que tratou-se de um golpe civil militar e não apenas militar, uma vez que foi construído por toda uma classe empresarial”, disse Rosa sobre o apoio também de grupos multinacionais que se viam em situação de risco nos governos que antecederam o regime militar, como o de João Goulart.

A advogada de presos políticos na ditadura lembrou que, antes mesmo do golpe contra Jango, foram criados os Ipes (Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais) e o Ibad (Instituto Brasileiro de Ação Democrática), que apoiavam partidos e parlamentares de direita com dinheiro do empresariado e da própria CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos), ajudando a criar todo um aparato para o golpe. “Havia Ipes não apenas nas principais capitais, mas também em lugares mais afastados, como Manaus”, disse. “E não apenas os Ipes, mas também grupos que não tinham paciência para ser tão militante, como o de antigos membros da Revolução Constitucionalista (movimento paulista de 1932 contra Getúlio Vargas) e os banqueiros.” [Recentemente Olavo Setubal, dono do banco Itaú, foi lembrado em um escracho].

Na época, afirmou o pesquisador Jorge José de Melo, o empresariado paulista denominava 40% do PIB brasileiro.
“Colaborar com esse tipo de estrutura do regime era ter acesso livre aos recursos públicos”, explicou o jornalista que analisou a trajetória de Henning Albert Boilesen, presidente da Ultragaz e colaborador do regime, que acabou assassinado por um comando da ALN (Ação Libertadora Nacional) e do MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes) em 1971. “Alguns colaboraram ideologicamente, como Boilesen e Gastão Bueno Vidigal, do Banco Mercantil, mas outros colaboravam para ter acesso mais fácil aos recursos.”

Assim, o golpe de 1964 contou com a ajuda da elite burguesa preocupada em proteger o capital. Para executar o programa de propaganda, contou a jornalista Denise Assis, foi montado um esquema de doações, constituído por 125 pessoas físicas e 95 jurídicas – destas, cinco (Listas Telefônicas Brasileiras, Light, Cruzeiro do Sul, Refinaria e Exploração de Petróleo União e Icomi) arcavam com mais de 70% das contribuições. O dinheiro arrecadado seguia, então, para as agências de propaganda como: Promotion S.A, Denisson Propaganda, Gallas Propaganda, Norton Propaganda e Multi Propaganda.

Empreiteiras. Dentre os setores que contribuíram e se beneficiaram do regime militar, um de grande destaque foi o de construção civil. Segundo Pedro Henrique Pedreira Campos, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) que pesquisou como as empreiteiras apoiaram a ditadura, “empresários que atuam no setor de obras públicas e infraestrutura deram grande salto nessa época”. “Tornaram-se grandes grupos, inclusive com atuação internacional. Em troca, foram altamente favorecidos pelas políticas de Estado implantadas naqueles período. Houve, então, uma concentração no setor na área de construção pesada.”

Muitas vezes, mais do que a colaboração financeira com o regime, as empresas forneciam também apoio logístico à repressão. Além da perseguição a trabalhadores, com as chamadas “listas negras” daqueles que não deveriam ser mais contratados, houve quem cedesse acessórios – como tampões de proteção acústica da General Motors para funcionários do DOI-Codi em São Paulo – ou disponibilizasse instalações para serem transformadas em centros de tortura, como acusam a Petrobras de fazê-lo.

polícia banqueiro poder protesto

 

A LISTA DAS EMPRESAS GOLPISTAS

Mais de 80 empresas estão envolvidas em espionagem e delação de quase 300 funcionários, segundo levantamento feito pela Comissão Nacional da Verdade. O intuito era sufocar qualquer movimento sindicalista que estivesse sendo gestado entre os trabalhadores de grandes montadoras, como Volkswagen, Chrysler, Ford, General Motors, Toyota, Scania, Rolls-Royce, Mercedes Benz, e também de outros setores, como a Brastemp, a estatal Telesp, a Kodak, a Caterpillar, a Johnson & Johnson, a Petrobras, a Embraer e a Monark – todas elas concentradas no ABCD paulista e no Vale do Paraíba.

As empresas justificavam o controle e a colaboração com o regime pela suposta ameaça comunista dos movimentos sindicais. Desde citar os nomes de quem organizasse atos sindicalistas ou vendesse jornais na porta da fábrica, até qualificar algumas mortes como acidentes de trabalho quando de fato não o eram. A polícia, em muitos casos, chegava a receber das companhias milhares de folhas de registros dos empregados que estiveram presentes em greves ou manifestações, com todos os seus dados pessoais, o que poderia levar hoje a processos civis desses funcionários (dos que ainda estão vivos ou de seus familiares) contra as empresas. Não se sabe, porém, se esses dados serviam para evitar futuras contratações por outras empresas ou simplesmente para coleta. Segundo os especialistas, é bastante provável que tenham que ressarcir os afetados, já que não estão amparadas pela lei de Anistia (n.6.683, 1979), que perdoou aqueles que cometeram crimes durante o regime militar no Brasil (1964-1985).

“Os empresários podem ser acusados por crimes de lesa humanidade; 40% dos mortos e desaparecidos durante a ditadura são trabalhadores”, afirma Sebastião Neto, ex-preso político e um dos pesquisadores do grupo de trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical”, da Comissão Nacional da Verdade. Ainda não se sabe quais deles foram efetivamente detidos por causa da denúncia do empregador. Entre os que chegaram a ser torturados e mortos, também não se sabe ao certo se sofreram tudo isso pela investigação no local de trabalho ou por sua relação com organizações políticas.

O Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops) em São Paulo tinha uma lista com nome e endereços de centenas de trabalhadores de várias fábricas do ABC (Brastemp, Chrysler, Corona, Equipamentos Villares, Ford, Forjaria São Bernardo, Mercedes-Benz, Rolls-Royce, Scania, Volkswagen, entre outros). Também haveria um informante entre os que discutiam a greve da Scania em São Bernardo, em maio de 1978, tida como marco da retomada do movimento sindical, ainda no final da ditadura.

 Saad Murtadha
Saad Murtadha

A LISTA DA MORTE

Na semana passada, a agência Reuters divulgou informações sobre monitoramento da Volkswagen, durante a ditadura, em relação ao então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, e outros dirigentes. “Talvez a Volks tivesse mais expertise”, comentou Neto, que se preocupou em não enfatizar a ação de uma empresa. “O que nós mostramos é um mecanismo contínuo de repressão, o controle no dia a dia dos trabalhadores”, explica. Segundo ele, havia “naturalidade” na relação entre empresas e polícia política.

Os exemplos são vários. “Em Criciúma, você tem um episódio que o empresário conferia a lista dos presos”, diz Neto, citando ainda o caso de uma mineradora (Morro Velho), em Nova Lima (MG) com um grupo de 51 operários “que ficaram impedidos de viver na cidade” – haveria um acordo para não empregá-los em nenhum lugar. Isso ocorreu ainda em período anterior à ditadura. Ainda em Minas, outro caso de destaque é o chamado “massacre de Ipatinga”, na Usiminas, com 13 mortos reconhecidos.

Depois do golpe de 1964, há a suspeita, no grupo de trabalho, de que as estatais foram uma espécie de “laboratório” da repressão. Apenas na Petrobras foram mais de 500 demissões nos seis meses seguintes à queda de João Goulart.

Rosa Cardoso destaca ainda a importância de se conhecer casos de empresas que cresceram durante a ditadura, citando as construtoras Odebrecht e Camargo Corrêa. “Mas também a Globo, empresa de comunicação. A Varig, por exemplo, que tomou o lugar da Panair, numa falência absolutamente fraudulenta que lhe foi imposta.”

Neto lembra que alguns problemas são atuais. “Hoje, o movimento sindical é muito criminalizado nas greves”, afirma, citando a existência de recursos jurídicos como o interdito proibitório. Ou o que ele chama de “uma espécie de naturalidade de a empresa ligar para a polícia para resolver uma contenda trabalhista“.

 

banqueiros movimento greve manifestante indignados banqueiros

Latuff
Latuff

marina tortura

Candidata do Clube Militar
Candidata do Clube Militar

Pernambuco. Quantos a Celpe eletrocutou este ano?

A boite Kiss, em Santa Maria, torrou 242 pessoas. A Celpe – Companhia de Eletricidade de Pernambuco mata um em uma rua. Eletrocuta outro noutra. Vai matando mês sim, mês não.

Familiares e amigos de Davi Lima Santiago Filho - que lamentavelmente foi eletrocutado ao encostar em uma fiação solta na Avenida Visconde de Jequitinhonha, no Recife - realizaram um protesto hoje em frente à Celpe. Cerca de 50 pessoas participam do ato e colocaram, nos jardim da empresa, 32 cruzes brancas, representando o advogado e também outras 31 pessoas que morreram em 2012. Legenda de Aldira Alves Porto. Foto de Jayme Asfora Filho
Familiares e amigos de Davi Lima Santiago Filho – que lamentavelmente foi eletrocutado ao encostar em uma fiação solta na Avenida Visconde de Jequitinhonha, no Recife – realizaram um protesto hoje em frente à Celpe. Cerca de 50 pessoas participam do ato e colocaram, nos jardim da empresa, 32 cruzes brancas, representando o advogado e também outras 31 pessoas que morreram em 2012. Legenda de Aldira Alves Porto. Foto de Jayme Asfora Filho

Não pagou a conta, a Celpe corta o fornecimento de luz. Depois que foi doada para a pirataria estrangeira – Grupo Neoenergia – as cidades de Pernambuco ficaram mais escuras e perigosas.

Pagar indenizações aos familiares dos mortos vai depender da justiça lenta, quase parando.

O Recife parece o Rio de Janeiro, campo minado da Light. Até as madames que levam seus cachorrinhos para passear estão com medo da famosa mijadinha no poste. Falo pela cachorrada, que a vida dos humanos não vale nada no Recife das mortes matadas, das mortes por causa desconhecida, das mortes morridas de pestes terceiro-mundistas como a dengue, das mortes por balas perdidas.

Paraíba
Paraíba
Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul

Ninguém culpabiliza as autoridades responsáveis pelos estragos da chuva “sem medida”

RJ improvável
RJ improvável

O Brasil não tem neve. Nem maremoto. Reclama da chuva, e mantém o constante racionamento de água. Culpa os mananciais secos, o aquecimento global, e apela para que o povo restrinja o consumo. Enquanto aumenta o faturamento das “fábricas de água”.

As populações mais pobres são sempre as principais vítimas. Com chuva ou sem chuva. Porque não se faz nada que preste para o povo. Só para construir os estádios de Nero – da Copa do Mundo – estão desalojando 170 mil pessoas.

A justiça que nunca foi democrática, ou social, faz que não sabe de nada, quando os despejos são assinados por um juiz ou um desembargador .

Lá na Argentina é assim:

Improvável SP
Improvável SP

Bruera a la Justicia

El organismo de derechos humanos de La Plata, el Colectivo de Investigación y Acción Jurídica, denunció al intendente platense Pablo Bruera por “estrago culposo”. En la presentación, el Colectivo afirma que las muertes en la tormenta del 2 y 3 de abril “fueron consecuencia directa de la insuficiencia del sistema de evacuación de excedentes pluviales y la falta de obras de infraestructura y equipamiento urbano para la localidad”. La acusación se basa en el estudio del Departamento de Hidráulica de la universidad local, realizado en 2007, y en las recomendaciones de la Corte Suprema bonaerense de 2011. Según parece, nadie les prestó la menor atención a estos documentos, con lo que “el estrago que hoy se lamenta es el resultado del accionar negligente de las autoridades municipales y provinciales”.

Pero la acusación es más sutil que la simple falta de obras. Como saben los lectores de m2, La Plata tuvo una verdadera batalla judicial y política por el suicida Código de Ordenamiento Urbano que Bruera impuso en la ciudad. El tema llegó a la Corte Suprema de la provincia, que lo autorizó, pero le advirtió a la municipalidad que semejante uso del suelo corría por cuenta y riesgo propio. “Es el Ejecutivo municipal quien tiene responsabilidad en la aprobación de obras particulares, por tanto en el crecimiento y aumento de la densidad del espacio urbano platense. Así como en la provisión del equipamiento y la infraestructura necesarios. Ahora bien, no se puede obviar que, para el manejo de obras de gran envergadura, es la autoridad provincial la encargada de visar y aprobar dichas iniciativas.” Es por esto que la acusación penal se extiende a algunos sectores del gobierno provincial, como las direcciones de Ordenamiento Urbano Territorial y la de Saneamiento y Obras Hidráulicas. De paso, esto puede significar que el echado secretario de Obras Públicas bonaerense y ahora renunciado ex cabeza de la Comisión Nacional de Museos, de Monumentos y de Lugares Históricos Juan Martín Repetto tal vez tenga que pasar por los tribunales provinciales.

El Colectivo hasta se ocupó de repudiar la excusa de la tormenta inesperada, escribiendo que “las lluvias producidas en 2002, 2005, 2008 y 2010 hacen que las sucedidas en abril no puedan considerarse como un hecho aislado e imprevisible, sino que demuestran la falta de planificación y la ausencia de la acción coordinada del Estado”.

El Colectivo se especializa en cuestiones de hábitat y derecho, de acceso a la tierra y vivienda, y tiene una considerable experiencia de difusión, educación y trabajo judicial en esos temas. (Página 12)

Jornalões brasileiros caçam terrorista de Boston

Todo final de filme estadunidense, o bandido foge para a capital do rock, ex-Capital do Samba, o Rio de Janeiro do rei Eike Batista.

Assim sendo, o terrorista de Boston – um já foi morto -, para os jornalões, pode estar escondido em alguma concessionária que “fabrica” água; em alguma empresa que explora nosso petróleo; ou nos campos minados da Light, que os bueiros não param de explodir.

BRA_ZH bomba terror

A Polícia de Boston comunicou, na madrugada desta sexta-feira, a morte de um dos suspeitos pelas explosões que mataram três pessoas e deixaram mais de cem feridas na maratona da cidade. Ele teria morrido no hospital após ser atingido por tiros da própria polícia.

suspeitosmaratona

economico. obama terror

Globo

BRA_DDC caçada nacional

Faça parte da campanha e aproveite para denunciar outros sanguinários: quem deu a ordem para a Chacina de Carandiru, o mandante e executores da Chacina de Unaí e outras chacinas mais.

O Portal UOL lista outras dez grandes chacinas que “marcaram o Brasil“.

No Portal Terra, a Chacina da Candelária e mais dez.

São Paulo já registrou dezenas de mortes em chacinas no estado, mas tratamento da imprensa à gravidade dos fatos espanta pela frieza.  Segurança pública do estado mais rico ruiu e noticiário não reflete o medo nas ruas. Vide blog Palavras Diversas
São Paulo já registrou dezenas de mortes em chacinas no estado, mas tratamento da imprensa à gravidade dos fatos espanta pela frieza. Segurança pública do estado mais rico ruiu e noticiário não reflete o medo nas ruas. Vide blog Palavras Diversas

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BRA_JOBR violência crime brasília

BRA^BA_COR crime

Explicações mentirosas para o aumento do preço de energia

Os constantes apagões sempre têm uma explicação religiosa: “Satanás, como um raio, caiu do céu”. E nada se faz para exorcizar  o demônio. O Rio de Janeiro é uma cidade minada. Virou um inferno.
Depois que os serviços essenciais foram privatizados, as Anas cuidaram de regular os preços para o alto. Acima de qualquer orçamento da nova e velha classe média baixa.
Os piratas não investem.
BRA_OE luz privatização

Light

Dilma precisa deixar de ser a “dama de ferro” à Margareth Thatcher, que a Light é dos ingleses. Tem que dar uma de índio.

Evo Morales nacionaliza cuatro filiales de la empresa energética española Iberdrola
El presidente boliviano, Evo Morales, decretó este sábado la expropiación de las acciones de la española Iberdrola en dos distribuidoras de energía eléctrica en las regiones de La Paz y Oruro, una empresa de servicios y una gestora de inversiones.
“Nos hemos visto obligados a tomar esta medida para que las tarifas de servicio eléctrico sean equitativas en el departamento de La Paz y Oruro y la calidad de servicio eléctrico sea uniforme en el área rural y urbana”, afirmó Morales.Las firmas expropiadas son dos de las principales distribuidoras de electricidad en La Paz, Electropaz, y en Oruro, Elfeo, además de la empresa de servicios Edeser y la gestora de inversiones Compañía Administradora de Empresas.El mandatario ya expropió en mayo pasado las acciones de Red Eléctrica Española (REE) en la Transportadora de Electricidad (TDE).Iberdrola, a través de su filial Iberbolivia, posee el 89,5% de las acciones en la Empresa de Electricidad de La Paz (Electropaz) y el 92,8% en la Empresa de Luz y Fuerza de Oruro (Elfeo).Según el decreto leído por Morales este sábado en una comparecencia no anunciada, la estatal Empresa Nacional de Electricidad (ENDE) asumirá el control de las cuatro empresas nacionalizadas en representación del Estado boliviano.

La compensación a Iberdrola

Al igual que en anteriores expropiaciones, se dispuso también que la compensación a Iberdrola provendrá de una tasación realizada por una empresa independiente en el plazo de 180 días hábiles.

“En resguardo del interés público, el gerente general de ENDE contará con el apoyo de la fuerza pública para garantizar la continuidad de la distribución eléctrica” en La Paz y Oruro, agrega el decreto.

Morales justificó que hay una brecha grande entre las tarifas urbanas y rurales en estos departamentos, por lo que se decidió la “nacionalización” de las distribuidoras eléctricas.

“Esta medida garantizará el derecho igualitario de los ciudadanos que viven en el área rural, precautelando su economía con tarifas equitativas y un servicio de calidad uniforme. Lamentablemente nos han dejado unas diferencias enormes entre el área urbana y rural”, aseveró el mandatario.

Citó el caso de La Paz, donde la tarifa eléctrica urbana en promedio es de 0,63 bolivianos (0,09 dólares) por kilovatios/hora, mientras que en el área rural es de 1,59 bolivianos (0,23 dólares).

Otras expropiaciones

Morales ya expropió en 2010 las acciones de cuatro empresas generadoras de electricidad, incluidas dos filiales de la francesa GDF Suez y la británica Rurelec.

Además de las eléctricas, el mandatario ha nacionalizado una quincena de empresas de hidrocarburos, cementos y minas, entre otras, desde que llegó a la presidencia en 2006.

Con la expropiación de estas cuatro filiales se pone fin a la presencia de Iberdrola en Bolivia.

Desculpa para enganar os bestas
Desculpa para enganar os bestas

Rio e São Paulo, cidades minadas. Quem explode mais?

Seis homens acusados de participar em explosões de pelo menos sete caixas eletrônicos no interior de São Paulo foram presos pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (11). Entre os detidos estão dois guardas municipais e um servidor público estadual, que trabalham em Holambra (133 km da capital).As investigações revelaram a participação de agentes públicos de segurança nos ataques.

No Rio de Janeiro, uma moto ficou completamente destruída após ser atingida pela explosão de um bueiro na tarde de hoje em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Ninguém ficou ferido. O motociclista estava parado em cima da tampa do bueiro aguardando o semáforo quando ocorreu a explosão.

Em Salvador, a polícia atira no povo para matar. Eta país desgovernado, desembestado.

BRA^BA_COR salvador

Roubam nas contas de luz, telefone, gás… Os piratas levam vantagem em tudo

Tudo que vemos hoje no setor elétrico é uma deterioração por falta de gestão, planejamento e de organização. Nos últimos 9 anos foi verificada uma degradação contínua da qualidade dos serviços, associada a preços crescentes da energia elétrica, pagos principalmente pelo consumidor cativo (pequeno e médio consumidor industrial e residencial e serviços públicos).

 

Terrorismo no Rio de Janeiro

Os bueiros bombas da Light

Depois do fatiamento da Petrobras, no governo de Fernando Henrique, dos leilões dos poços de petróleo e gás, e empresas de energia elétrica, a Light voltou a dominar o Rio de Janeiro.

E faz terrorismo. Para aumentar preços. Não investe um tostão furado em nenhum dos serviços que monopoliza.