No Brasil das Anas, Dilma não manda

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Quem governa o Brasil são as agências reguladoras dos altos preços, para o enriquecimento das empresas estrangeiras e o gozo da pirataria internacional.

Não existe mais indústria nacional, e privatizaram as estatais, e para garantir o lucro dos colonizadores, por imposição do FMI, Fernando Henrique criou as Anas, prostitutas respeitosas.

Deitadas em berço esplêndido, e de pernas abertas

 ANA esconde o preço da água engarrafada
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 Anatel
 Ancine
 Aneel
 ANP
 ANS
 Antaq
 ANTT
 Anvisa
 DNPM

As Anas são dadas a todos os prazeres. Adoram o bafio quente do dragão no cangote

jornal_estado_minas. o sopro quente do dragão

Dilma, porque tirou os impostos das empresas, promete que vão baixar os preços dos medicamentos, dos alimentos, da água, da gasolina, do gás, da luz, dos serviços essenciais.

Mas as Anas adoram ver a coisa subir…

Depois, depois, Dilma não é Cristina Kirchner. Lá, na Argentina, registra a imprensa hoje

Argentina congela preço da gasolina. No Brasil sobe. Ana abriu as pernas...

A imprensa cabocla chama Dilma de dama de ferro, como se fosse elogio ser comparada à Margaret Thatcher, a “bruxa” das privatizações, a “ladra do leite”, cuja morte os britânicos festejam.

RÁPIDO, A POLÍCIA!

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por Carlos Chagas 

Quantas empresas distribuidoras de energia deveriam ser fiscalizadas por conta de aumentos nas contas de luz praticados pouco antes que a presidente Dilma anunciasse a redução das tarifas? Muitas, nos estados onde atuam sob a benevolência dos governos locais e da Agência Nacional de Energia. Deram o golpe, informadas de que a presidente da República não demoraria a anunciar a iniciativa. Seria o caso da mobilização da Polícia Federal para investigar o abuso. Se o governo reduziu a conta em 18%, quem tinha aumentado em 6% ou mais, nos dois meses anteriores, evitou parte do prejuízo.

 

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Explicações mentirosas para o aumento do preço de energia

Os constantes apagões sempre têm uma explicação religiosa: “Satanás, como um raio, caiu do céu”. E nada se faz para exorcizar  o demônio. O Rio de Janeiro é uma cidade minada. Virou um inferno.
Depois que os serviços essenciais foram privatizados, as Anas cuidaram de regular os preços para o alto. Acima de qualquer orçamento da nova e velha classe média baixa.
Os piratas não investem.
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Light

Dilma precisa deixar de ser a “dama de ferro” à Margareth Thatcher, que a Light é dos ingleses. Tem que dar uma de índio.

Evo Morales nacionaliza cuatro filiales de la empresa energética española Iberdrola
El presidente boliviano, Evo Morales, decretó este sábado la expropiación de las acciones de la española Iberdrola en dos distribuidoras de energía eléctrica en las regiones de La Paz y Oruro, una empresa de servicios y una gestora de inversiones.
“Nos hemos visto obligados a tomar esta medida para que las tarifas de servicio eléctrico sean equitativas en el departamento de La Paz y Oruro y la calidad de servicio eléctrico sea uniforme en el área rural y urbana”, afirmó Morales.Las firmas expropiadas son dos de las principales distribuidoras de electricidad en La Paz, Electropaz, y en Oruro, Elfeo, además de la empresa de servicios Edeser y la gestora de inversiones Compañía Administradora de Empresas.El mandatario ya expropió en mayo pasado las acciones de Red Eléctrica Española (REE) en la Transportadora de Electricidad (TDE).Iberdrola, a través de su filial Iberbolivia, posee el 89,5% de las acciones en la Empresa de Electricidad de La Paz (Electropaz) y el 92,8% en la Empresa de Luz y Fuerza de Oruro (Elfeo).Según el decreto leído por Morales este sábado en una comparecencia no anunciada, la estatal Empresa Nacional de Electricidad (ENDE) asumirá el control de las cuatro empresas nacionalizadas en representación del Estado boliviano.

La compensación a Iberdrola

Al igual que en anteriores expropiaciones, se dispuso también que la compensación a Iberdrola provendrá de una tasación realizada por una empresa independiente en el plazo de 180 días hábiles.

“En resguardo del interés público, el gerente general de ENDE contará con el apoyo de la fuerza pública para garantizar la continuidad de la distribución eléctrica” en La Paz y Oruro, agrega el decreto.

Morales justificó que hay una brecha grande entre las tarifas urbanas y rurales en estos departamentos, por lo que se decidió la “nacionalización” de las distribuidoras eléctricas.

“Esta medida garantizará el derecho igualitario de los ciudadanos que viven en el área rural, precautelando su economía con tarifas equitativas y un servicio de calidad uniforme. Lamentablemente nos han dejado unas diferencias enormes entre el área urbana y rural”, aseveró el mandatario.

Citó el caso de La Paz, donde la tarifa eléctrica urbana en promedio es de 0,63 bolivianos (0,09 dólares) por kilovatios/hora, mientras que en el área rural es de 1,59 bolivianos (0,23 dólares).

Otras expropiaciones

Morales ya expropió en 2010 las acciones de cuatro empresas generadoras de electricidad, incluidas dos filiales de la francesa GDF Suez y la británica Rurelec.

Además de las eléctricas, el mandatario ha nacionalizado una quincena de empresas de hidrocarburos, cementos y minas, entre otras, desde que llegó a la presidencia en 2006.

Con la expropiación de estas cuatro filiales se pone fin a la presencia de Iberdrola en Bolivia.

Desculpa para enganar os bestas
Desculpa para enganar os bestas

Dilma passou a madruga toda iluminada. E o povo na escuridão

Os ricos e os poderosos não sofrem com os apagões das privatizações. Nos palácios, nos palacetes de ilhas e condomínios fechados e apartamentos em edifícios de luxo existem geradores. A falta de luz é coisa de classe média e de pobre.

Descarada mentira afirmar que a energia elétrica é barata. Pode acontecer de ficar menos cara no próximo ano

O Brasil é o décimo maior consumidor de energia. Reportagem de Daniela Fernandes informa que, desde 2011, o consumo de eletricidade aumentou 38%, acima da média mundial, que foi de 30% no período.  Apesar de significativo, o crescimento do consumo de eletricidade no Brasil ficou bem abaixo das taxas registradas pela China e pela Índia entre 2001 e 2009 (último dado disponível). Nesses dois países, o aumento foi, respectivamente, de 153% e de 64%, de acordo com a AIE. Os Estados Unidos, a China, a União Europeia e a Índia representam mais de 60% do consumo mundial de eletricidade.
Nos próximos três anos, vencem as concessões de 15 usinas, que produzem o equivalente a 20% da energia gerada no País. Nesta semana, o governo vai oferecer às empresas a possibilidade de estender a concessão por mais 25 anos para as empresas que aceitarem dar, em contrapartida, uma redução da tarifa de geração a partir de agora. A extensão será oferecida também a empresas cuja concessão só vence em dez ou 15 anos. Concessões com menos prazo para vencer terão de oferecer o maior desconto.
Com uma matriz energética sustentada em 81,7% pela eletricidade gerada por hidrelétricas, uma das fontes de energia mais baratas e renováveis que existem, e com muitos empreendimentos antigos, já amortizados, o Brasil tem um dos menores custos de geração do mundo. No entanto, o preço pago pelos consumidores tanto residenciais quanto comerciais e industriais está entre os mais salgados. Dados da Agência Internacional de Energia (AIE) mostram que o MW/h custava em média US$ 180 no Brasil, em 2010, o triplo do valor cobrado na Coréia do Sul e duas vezes e meia a tarifa dos Estados Unidos.
Vários fatores construibuem para os altos preços. Um deles a ganância das distribuidoras e a corrupção (chamam de erro) na ANEEL. Escreve Alexis Sales de Paula e Souza:

A metodologia adotada pela ANEEL nos reajustes anuais era incompatível com os princípios da Lei n.º 8.987, de 1995, e da Lei n.º 9.427, de 1996. A ilegalidade da metodologia foi identificada pelo TCU e reconhecida pela própria Agência que providenciou a correção do erro.

É, portanto, indiscutível o fato de que a falha metodológica do Contrato de Concessão remunerou ilegalmente as concessionárias do serviço de distribuição de energia elétrica em detrimento do interesse público, e que gerou impactos de alta materialidade e prejuízos para o consumidor de energia elétrica, aí incluída a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

Reconhecida a ilegalidade, a ilicitude e a excessividade da cobrança, o direito de restituição é consequência lógica e jurídica decorrente. O Contrato de Concessão não pode ser invocado como obstáculo a restituição do que os consumidores pagaram indevidamente.

A devolução do valor pago indevidamente não fere o princípio da segurança jurídica, mas tão-somente busca evitar a ocorrência de desequilíbrios contratuais, com o enriquecimento sem causa das Distribuidoras. Leia mais

Em outubro de 2008, restou comprovado em estudo técnico relatado no Parecer do Tribunal de Contas da União – TC 021.975/2007-0, que as Concessionárias de Energia Elétrica, desde o ano de 2002, estavam efetuando cobranças superiores às que deveriam ser realizadas.

Segundo auditoria realizada pelo TCU, restou apurado que o reajuste tarifário presente nos contratos de concessão de distribuição de energia elétrica rendeu às concessionárias, ilegalmente, algo em torno de um bilhão de reais por ano, no período de 2002 a 2009.

Essa irregularidade permitiu às Concessionárias de energia elétrica um ganho indevido de, aproximadamente, um bilhão de reais ao ano.

ANEEL sobe conta de luz em 12,7% e Dilma diz que vai reduzir 16,2 %

Acontece em Goiás um novo aumento. O segundo neste ano de 2012. Dois dias antes do anunciado discurso da presidente Dilma Rousseff. De que a conta de luz ficará menos cara.
Que a ANEEL, reguladora dos altos preços, seja contida. Essas agência reguladoras – as Anas – chamo de prostitutas respeitosas. Sempre de pernas abertas para os corsários e piratas.
Os aumentos constantes, que beneficiam os novos proprietários das estatais privatizadas, as Anas chamam de reajustes. Reajustes sempre para cima. Nas alturas.  Nas contas de luz, de telefone, de gás, dos serviços essenciais.
Reajuste tarifário da Celg (GO) é aprovado pela ANEEL
04/09/2012
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o reajuste tarifário da Celg Distribuição S/A (Celg-D). Os consumidores residenciais atendidos pela empresa terão 12,17% de reajuste.As novas tarifas entrarão em vigor a partir do dia 12 de setembro de 2012, para 2,4 milhões de unidades consumidoras localizadas em 237 municípios de Goiás.

Confira abaixo os índices a serem aplicados às contas dos consumidores:

Empresa Classe de consumo
Baixa tensão
(abaixo de 2,3 kV)
Exemplo: Residências
Alta tensão
(de 2,3 a 230 kV)
Exemplo: Indústrias
Celg 12,17% 15%
O efeito médio a ser percebido pelos consumidores da concessionária será de 13,04%.
Ao calcular os índices de reajuste, a Agência considera a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período de referência. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M e o Fator X*, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais. Os índices aprovados são o máximo que as empresas podem praticar.Mais informações sobre os processos de reajustes tarifários podem ser consultadas no endereço eletrônico da ANEEL (www.aneel.gov.br), perfil espaço do consumidor, na cartilha “perguntas e respostas sobre tarifas de distribuidoras de energia elétrica”. (DB/PG)

*Fator X é um índice fixado pela ANEEL na época da revisão tarifária. Sua função é repassar ao consumidor os ganhos de produtividade estimados da concessionária decorrentes do crescimento do mercado e do aumento do consumo dos clientes existentes. Assim, o mecanismo contribui para a modicidade tarifária.
Resolução Normativa ANEEL n. 234, de 31 de outubro de 2006 (Diário Oficial, de 8 nov. 2006, seção 1, p. 111).

Amizades encardidas da CPI do Cachoeira: Perillo, Cabral e Gilmar Mendes

Os três mosqueteiros da Delta: governadores Agnelo Queiroz (Brasília), Marconi Perillo (Goiás) e Sérgio Cabral (Rio de Janeiro)

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), mandava recados para o chefe da organização criminosa chefiada pelo bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, por intermédio do senador Demóstenes Torres (ex-DEM). Os negócios da quadrilha não se resumiam ao império dos jogos de azar no Centro-Oeste do país, mas chegavam até o Supremo Tribunal Federal.

O abraço de Demóstenes ao bicheiro deixou evidente, na realidade, uma face mais deformada no relacionamento entre os integrantes dos poderes Legislativo e Judiciário. A influência exercida por Demóstenes junto a altas patentes do Superior Tribunal Federal era usada na tentativa de influenciar decisões das cortes mais altas do país. Há pouco mais de um ano, após a prisão pela PF de 19 policiais militares no Mato Grosso do Sul durante a operação Sexto Mandamento, (“Não matarás”), todos envolvidos com um grupo de extermínio acusado de matar inclusive crianças, adolescentes e mulheres sem envolvimento com práticas criminosas, a ação de Cachoeira e Demóstenes para influir no processo judicial foi captada nas escutas telefônicas.

Em 3 de março de 2011, logo após a prisão dos PMs, o assunto mobilizou Cachoeira e Demóstenes. Este foi portador de um pedido de Cachoeira ao governador Marconi Perillo, para que o chefe do Executivo goiano transferisse os policiais para um presídio em Goiânia. As gravações ilustram como o senador orientou o bicheiro no procedimento para ajudar os PMs acusados de assassinato.

“Eu tava com o Ronald hoje (…) o Estado interceder através do Ronald para puxar esse pessoal pra cá pra cumprir aqui”, diz Cachoeira.
“Ronald” era o Ronald Bicca, procurador-geral de Justiça de Goiás à época, e estava escalado para a tentativa de liberar os suspeitos. Ele seria auxiliado por ninguém menos do que o próprio senador, que já havia ocupado o cargo de procurador-geral do Ministério Público (MP) de Goiás e de secretário da Segurança do Estado.

– Eu já falei com a turma para dar o parecer favorável. Fica tranquilo – diz Demóstenes a Cachoeira, que pergunta quanto tempo levaria para que a situação fosse resolvida.

Demóstenes o tranquiliza e diz que será quando “assumir o moço”.
Passados oito desde o diálogo, Benedito Torres, irmão de Demóstenes, assumiu a Procuradoria-Geral do MP de Goiás. Em junho daquele ano, a Justiça autorizou a transferência dos 15 presos para o Centro de Custódia da Polícia Militar, em Goiânia e hoje, pouco mais de um ano depois da prisão, apenas um dos acusados continua preso. Os outros exercem atividades administrativas na PM.

Amizades encardidas

Enquanto o senador Demóstenes ainda ocupava o papel de defensor da moral e dos bons costumes no Congresso, ele e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, faziam questão de aparecer juntos em ocasiões sociais, ao longo de uma década de amizade acima de qualquer suspeita. Ambos figuravam nas páginas políticas dos meios de comunicação enquanto discutiam temas de interesse nacional, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visava reforçar o papel da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre outras.

“Até o dia em que vieram a público os fatos em torno do senador Demóstenes, autoridades públicas se relacionavam com naturalidade com o referido senador. Até então o senador era credor da respeitabilidade de que desfrutava”, desconversava na semana passada, em nota, o ministro Gilmar Mendes. Mas os ventos mudaram de direção. Nos quatro minutos de diálogo, gravados no dia 16 de agosto do ano passado, Cachoeira e Demóstenes falavam sobre a queda de Wagner Rossi (PMDB) do Ministério da Agricultura e sobre o ex-ministro José Dirceu (PT), até que o nome do ministro Gilmar Mendes foi à tona, em um processo a que responde a Companhia Energética de Goiás (Celg). Cachoeira comemorava a decisão do ministro favorável à companhia.

– Conseguimos puxar aqui para o Supremo uma ação da Celg aí. Viu? O Gilmar mandou buscar, deu repercussão geral pro trem aí – lembra Demóstenes.

Na véspera, Gilmar Mendes dissera no processo que o STF era o órgão competente para julgar uma disputa em que a Celg reclama indenização de R$ 1,2 bilhão da União, da Eletrobras e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O processo tramitava na Justiça Federal de Goiás, mas advogados da Celg recorreram ao Supremo por entender que a Corte era o foro adequado. Gilmar aceitou os argumentos da Celg.
“Há patente conflito federativo”, afirmou Gilmar em sua decisão, baseado em uma “jurisprudência do Supremo”. Ele também negou aos jornalistas que o procuraram ter tratado do assunto com Demóstenes.

Delta, Cabral e Perillo

As ligações entre os governadores Marconi Perillo e Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, com o bicheiro e sua “organização criminosa”, segundo descrição do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ganham um ponto de apoio com a ascensão meteórica da Delta Construtora. O processo, encaminhado à CPMI do Cachoeira, em curso no Parlamento, deixa mais clara a ligação entre Perillo e a organização criminosa. Os grampeados falam em detalhes sobre a situação de diversos contratos da Delta. (Jornal Correio do Brasil). Transcrevi trechos. Leia mais

Delta e o TJ-RJ

Como se sabe, tudo que foi revelado é apenas parte do processo da Operação Monte Carlo, nos trechos selecionados que envolvem o senador Demóstenes Torres, que visam transformar em bode expiatório.

 

Nada foi divulgado sobre a relação da Delta com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Até agora, repito, foi revelada parte dos documentos da Operação Monte Carlo. E esta parte já envolve pistoleiros, políticos, empresários, magistrados, governantes e o “professor” Cachoeira e sua desconhecida quadrilha, desde que se desconhece seu verdadeiro papel: se de mando, de poderoso chefão, quando tudo indica que seja apenas um chefete, um lugar-tenente.

A documentação mais importante é da Operação Las Vegas, a operação mãe, arquivada no Superior Tribunal Federal.

O Senado precisa investigar este suspeito engavetamento.

A Operação Las Vegas envolve ministros dos supremos tribunais federais e desembargadores dos tribunais estaduais. Daí o medo de futuros vazamentos…