Estuprador. Prefeito de Santa Inês, José Ribamar Costa Alves (PSB), passou o Carnaval na cadeia

Maranhão 247 – Não será dessa vez que o prefeito José Ribamar Costa Alves, de Santa Inês, no Maranhão, será solto. O pedido de Habeas Corpus impetrado pela sua defesa no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi negado. José Ribamar está preso no complexo de Pedrinhas desde o dia 29 de janeiro.

Ele foi detido em flagrante pelo estupro de uma estudante de 18 anos. O prefeito nega a acusação e tem declarado que a relação sexual foi permitida pela garota.

Além dos problemas com a justiça e que a polícia, José Ribamar corre o risco de perder o mandato. É que a Associação Comercial de Santa Inês deu entrada em um documento na Câmara Municipal para que o prefeito seja afastado definitivamente.

Argumento toma como base o fato de o chefe do Executivo ter se afastado sem licença prévia do Legislativo. Além disso, a Associação afirma que o prefeito tem agido de forma incorreta e incompatível com a dignidade e o decoro necessários para o cargo que ocupa.

Pastor de Minas Gerais organizava surubas evangélicas

O Rasputin brasileiro 

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Para muitos, esta notícia é um boato. Assim registra Edgard Matsuk

Pastor Gibran Henrique
Pastor Gibran Henrique

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por Fábio Flores

No município mineiro de João Monlevade um pastor de 36 anos foi preso após denúncias de que estaria promovendo encontros sexuais coletivos entre os fiéis da ‘Igreja do Reavivamento Divino’.

Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade, o pastor Gibran Henrique induzia os fiéis a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral.

Giovana Duarte Sarmento, estudante de 27 anos disse em depoimento que o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os “encontros de aprofundamento”.

Nestes encontros ele afirmava que para entrar em conexão direta com Deus precisariam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon.

Depois de dezenas de cálices de vinho, o pastor Gibran promovia a chamada ‘comunhão com os irmãos’, que segundo depoimento de Letícia Duila Cabral, radalista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo onde todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos.

O depoimento mais chocante foi o da enfermeira Melissa Farias, que aos 32 anos viveu momentos de horror que jamais deseja lembrar. Segundo ela o pastor Gibran dizia que quem quer ser amado precisa amar, que era preciso amar ao próximo como a ti mesmo. Só que o ‘amor’ neste caso seria um eufemismo de sexo. E ela confessou ter sido submetida a sessões de ‘sexo pervertido’ com dois irmãos simultaneamente.

O pastor Gibran se defende argumentando que o Brasil em sua Constituição Federal garante liberdade de culto as religiões, e que a ‘Igreja do Reavivamento Divino’ acredita na libertação da alma por meio de orgasmos. E que mesmo se for preso converterá na prisão muitas almas para o seu senhor.

O município de João Monlevade era uma espécie de Meca da ‘Igreja do Reavivamento Divino’. Com a prisão de seu maior líder a Igreja deve encerrar suas atividades em nosso país. O pastor Gibran pede orações e ajudas financeiras para custear as despesas decorrentes de sua defesa jurídica.

Libertem o Pastor Gibran

Sempre que irrompe um escândalo sexual envolvendo figuras de certa (e discutível) relevância para a sociedade – políticos, religiosos, artistas de tv e cinema, atletas -, o populacho, a choldra ignóbil, a plebe ignara, excluída dos altos escalões da fortuna e do poder, reage da única maneira que pode, vira raposa que desdenha as uvas inalcançáveis que tanto desejam. E uma vez que não pode ter as uvas, que por despeitado daltonismo diz estarem verdes, passa a querer a jugular e o sangue dos bem-aventurados que se deleitam do sumo das rosados e adocicados cachos.

Sempre que alguém ganha na megassena acumulada do sexo, a ralé não perdoa. Em ato contínuo e recorrente de um arraigado civismo, hasteia-se a bandeira da pretensa moralidade ao som do hino de uma sempre mal-intencionada religiosidade.

E aí começa a malhação do Judas: os libertinos são vilipendiados, demonizados, julgados, condenados e expostos à humilhação e ao escárnio da opinião pública, tudo em nome da família, de deus, das tradições; os fesceninos são lembrados e chamados à responsabilidade, à obrigação, na verdade, de darem bons exemplos, uma vez que são pessoas públicas e influentes.

Revolta justa e genuína, a do povão? Indignação procedente e verdadeira, a da plebe rude? Porra nenhuma! Hipocrisia da braba, isso sim! E principalmente inveja, a capital Inveja!

Quereriam também, os malhadores do Judas, ter participado e usufruído dos gozosos eventos. Inveja de quem não foi convidado para a festa, para o surubão.

Um exemplo disso foi um acontecido, no ano de 2000 ou 2001, aqui em minha cidade natal. Um laptop foi furtado do interior de um veículo e, em seus arquivos e memória, encontrada uma série de fotos de uma suruba. Casais das mais altas rodas da sociedade local, figurinhas carimbadas das fúteis colunas sociais, tudo gente fina, com destaque para os filhos de um grande empresário da educação local e de um famoso parlamentar.

Todos lá, no maior dolce far niente, acompanhados de suas respectivas esposas, uma mais gostosa que a outra, peladões, tomando vinhos de boas safras, em comovente comunhão fraternal, em que o que é de um também é do outro, inclusive o um do outro, todos embolados, enroscados, engatados, juntos e misturados. Uma devassidão só! Uma pouca vergonha sem tamanho! Uma delícia!!!

As fotos correram pela web e os bacantes provaram do repúdio dos puritanos da província. Alguns casais, os mais notórios, tiveram (ou preferiram) até que partir em autoexílio, dar um tempo em pátrias outras, ir fazer suruba onde ninguém os conheciam, esperar a poeira baixar.

Defensores dos bons costumes, os algozes dos depravados? O cacete! Invejosos maledicentes. Queriam também estar na orgia, entre peitos, pintos e bundas.

Outro exemplo, esse de âmbito internacional, foi o do ex-fenômeno Ronaldo, pego no ato com três travestis em um motel, três mulheres-elefante. E o gordo também passou por sua via crucis; à época, Ronaldo era embaixador da Unicef do Fundo das Nações Unidas para a Infância: foi destituído do cargo. Um ídolo das crianças dar tal mau exemplo, ora, onde já se viu?

De novo, ninguém está preocupado com bons ou maus exemplos. De novo, a carrancuda inveja. Inveja do cara estar com travecões? Sei lá, até pode ser, afinal, o que é do gosto, regalo da vida. E a questão nem são os travecões, a questão é que Ronaldo tem lá seus desejos e é muito bem resolvido com eles, tem coragem de realizá-los. A inveja não vem do cara estar com uma puta, um travesti, com mais um ou dez na mesma cama, vem do cara ser bem resolvido sexualmente e ter acesso aos objetos de seu tesão. O encruado, o enrustido, não perdoa isso.

E foi essa mesma Inveja, travestida de puritanismo, esse mesmo pecado capital, camuflado de virtude, que vitimou um homem de deus do munícipio mineiro de João Monlevade. O pastor Gibran Henrique, 36 anos, da Igreja do Reavivamento Divino, foi caguetado pela “irmã” G. D. S., 26 anos, que o acusou de promover encontros sexuais coletivos entre os fiéis de sua igreja, os famosos surubões de Cristo!

Inveja, pura inveja das fiéis recalcadas que não eram convidadas a tais “retiros espirituais”, inveja do poder purificador do cajado do pastor.

Segundo a moça, o pastor selecionava os rapazes e as moças de melhor aparência para o que ele chamava de “encontros de aprofundamento”. O que não deixa de ser, e bota aprofundamento nisso, todo mundo afundando em todo mundo. O objetivo dos encontros era libertar a alma através do orgasmo.

Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade, o pastor Gibran Henrique induzia os fiéis a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral e, os que ainda os tinham, de seus cabaços e pregas.

E só prenderam o pastor? E os outros foliões? Vítimas inocentes da lábia do pastor? À puta que o pariu. Pelo que foi noticiado, o pastor não pegou ninguém a força, não forçou ninguém a nada, e essa balela de que, usando de sua figura de autoridade e a deturpação de trechos bíblicos, induziu as pessoas a participar de um bacanal também não cola. É desculpa de madalena arrependida.

Por exemplo, se o cara for um macho de respeito, dos convictos, se tiver firmeza nas pregas, ninguém é capaz de convencê-lo a dar o rabicó, pode citar trechos bíblicos à vontade, pode descer o próprio deus à Terra que ele não solta o bufante. Agora, se o cara já tiver aquela comichão na argola e só não der a ré no quibe por medo ou por achar que é pecado, aí fica fácil, aí é sopinha no mel pro pastor, aí o pastor tá até fazendo um favor pro cara, dá a justificativa que ele tanto precisava pra enfiar o brioco no espeto, se está na bíblia, se deus quer…

O mesmo vale para as crentes do cu quente com seus calores na bacurinha devidamente abafados sob os seus cabelões que lhes descem até a bunda e suas saias que lhes chegam aos tornozelos. Não tá no gibi o que deve ter de crentinha doidinha para sentar numa boa jeba, se refestelar numa boa piroca, ou em duas, em três. De novo, o pastor lhes dá a justificativa bíblica para satisfazerem seus desejos, liberta-as, na verdade.

Nos “encontros de aprofundamento”, segundo relatos dos fiéis infiéis, dos alcaguetes, o pastor pregava que, para entrar em conexão direta com Deus, eles precisavam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon. Depois de dezenas de cálices de vinho, o pastor Gibran promovia a chamada ‘comunhão com os irmãos’, que, segundo depoimento de L.D.C., radalista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo no qual todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos. Integralmente, até o talo, até as bolas.

O pastor disse que foi preso injustamente porque a Constituição garante a liberdade de religião. Ele pediu, além de orações, doações para pagar o advogado. Mais do que injustamente! O pastor Gibran é um libertador da alma humana rumo ao esplendor dos Céus. Prender um libertador? Bota injustiça nisso.

Pastor Gibran, és um verdadeiro homem de deus. Mostraste-me a Luz, pastor Gibran. Quero me tornar um de seus missionários, um dos disseminadores (ou inseminador seria mais adequado?) de sua Palavra

[Transcrito do sítio A Marreta do Azarão]

O famoso Rasputin

Grigoriy Yefimovich Rasputin, um monge considerado profeta, de grande prestígio na corte do última czar da Rússia, também promovia orgias sexuais.

In Wikipédia: Seu comportamento considerado dissoluto, licencioso e devasso (com supostas orgias e envolvimento com mulheres da alta sociedade) justificará denúncias feitas por políticos, dentre os quais se destacam Piotr Stolypin e Vladimir Kokovtsov. O czar Nicolau II afasta-se então de Rasputin, mas a czarina Alexandra mantém a sua confiança absoluta no decadente monge.

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Rasputim era acusado de indecente e incontrolável, uma vez que se dizia capaz de livrar as mulheres de seus pecados e dormindo com elas as ajudava a encontrar a graça divina. Recebeu seu apelido, que significa “debochado”, pela vida imoral que levava. O que não faltou em sua vida foram acusações e desavenças por causa de seu comportamento. Não demorou muito, sua presença no palácio acabou por gerar críticas e rumores contra a família real. Em 1914 sofreu seu primeiro atentado, foi esfaqueado e milagrosamente sobreviveu.

Grigori Rasputim fez a previsão de que a Rússia cairia em desgraça durante a primeira Guerra Mundial, o que levou Nicolau II a abandonar a corte para comandar o exército, em 1915. Ele e a czarina governavam a Rússia e foram responsáveis, em grande parte, pelo fracasso do imperador em contornar a onda de descontentamentos que antecederam à Revolução Russa.

Em 30 de dezembro de 1916, um grupo de nobres organizou uma cilada, e Rasputin acabaria envenenado por cianureto durante a refeição. Outras versões contam que o monge ingeriu cianureto em quantidade para matar cinco homens, mas não morreu, sendo fuzilado e ainda vivo foi jogado no rio, que estava parcialmente congelado.

Quem reclama que o Brasil tem cerca de 90 mil crianças de 10 a 14 anos casadas, esquece mais de 500 mil prostitutas infantis

prostituição alex falco chang

“Um dos temas mais constrangedores ao Brasil, não apenas à própria sociedade brasileira, como no âmbito internacional, é a existência da chamada prostituição infantil. A despeito de todos os esforços do Estado no enfrentamento deste problema, há a permanência de uma realidade hostil para muitas crianças – principalmente meninas – nas regiões mais pobres do país: segundo a UNICEF, em dados de 2010, cerca de 250 mil crianças estão prostituídas no Brasil”, escreve Paulo Silvino Ribeiro. Leia mais

“Pobreza e abusos estimulam casamentos infantis no Brasil. País tem cerca de 90 mil crianças de 10 a 14 anos casadas, segundo Censo 2010. Pesquisa traça perfil de uniões”, destaca reportagem da BBC Brasil.

É melhor casar. Um país que paga um salário mínimo da fome tem que ser um país de miseráveis. Um país de emprego terceirizado e precário é um país da desesperança. Que pode oferecer um pai que recebe um salário mínimo do mínimo? Quem tem emprego temporário, e todo emprego no Brasil não dura dois ou três anos, prefere que a filha case. O ruim é passar fome. Ou ser prostituta. E drogada. Toda prostituta infantil precisa da droga, primeiro como anestésico, para suportar de oito a dez penetrações diárias, que são continuados estupros.

Um dos primeiros atos do ditador Castelo Branco (abril de 1964) foi acabar com a estabilidade no emprego, direito que permanece como protecionismo exclusivo dos funcionários dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Poderes hierarquizados, formados por castas de marajás, Marias Candelária e gigolôs de mães solteiras que herdaram gordas pensões militares e togadas.

500 MIL PROSTITUTAS

De uma reportagem de Claudiane Lopes: “O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, uma rede de organizações não governamentais, estima que existam 500 mil crianças e adolescentes na indústria do sexo no Brasil.

Dos 5.561 municípios brasileiros, em 937 ocorre exploração sexual de crianças e adolescentes. O número representa quase 17% dos municípios de todo país. A Região Nordeste é a que mais cresce em número de visitantes estrangeiros (cerca de 62% são da União Europeia), segundo o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Cruzam o país ao menos 110 rotas internas e 131 rotas internacionais relacionadas ao tráfico de mulheres e adolescentes com menos de 18 anos para fins de exploração sexual”. Leia mais 

POBREZA E ABUSOS

Pela reportagem da BBC, “de acordo com o Censo 2010, pelo menos 88 mil meninos e meninas com idades de 10 a 14 anos estavam casados em todo o Brasil. Na faixa etária de 15 a 17 anos, são 567 mil.

Mas os pesquisadores descobriram que, no Brasil, o casamento de crianças e adolescentes é bem diferente dos arranjos ritualísticos existentes em países africanos e asiáticos, com jovens noivas prometidas pelas famílias em casamentos arranjados pelos parentes ou até mesmo forçados.
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O que acontece no Brasil, por outro lado, é um fenômeno marcado pela informalidade, pela pobreza e pela repressão da sexualidade e da vontade femininas.
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Normalmente os casamentos de jovens são informais (sem registro em cartório) e considerados consensuais, ou seja, de livre e espontânea vontade.
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Naturalização. Entre os motivos para os casamentos, a coordenadora do levantamento, Alice Taylor, pesquisadora do Instituto Promundo, destaca a falta de perspectiva das jovens e o desejo de deixar a casa dos pais como forma de encontrar uma vida melhor.
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Muitas fogem de abusos, escapam de ter de se prostituir e convivem de perto com a miséria e o uso de drogas. As entrevistas das jovens, transcritas no relatório final da pesquisa sob condição de anonimato, mostram um pouco do que elas enfrentam, como esta que diz ter saído de casa por causa do padrasto, que a maltratava.

Em São Luís, uma das meninas mais novas entrevistadas relata que se casou aos 13 com um homem de 36 anos. E mostra a falta de perspectiva como fator fundamental para a decisão, ao dizer o que poderia acontecer caso não estivesse casada: “Acho que eu estaria quase no mesmo caminho que a minha irmã, que a minha irmã tá quase no caminho da prostituição”.
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A coordenadora da pesquisa de campo em Belém, Maria Lúcia Chaves Lima, professora da UFPA, disse que as entrevistadas falaram de modo natural sobre suas uniões conjugais, mesmo sendo tão precoces. “É uma realidade naturalizada e pouco problematizada na nossa região”, afirma.
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Segundo Lima, a gravidez ainda é a grande motivadora do casamento na adolescência, e a união é vista como uma forma de controlar a sexualidade das meninas. “A lógica é: ‘melhor ser de só um do que de vários’. O casamento também aparece como forma de escapar de uma vida de limitações, seja econômica ou de liberdade”, diz.
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Legislação atrasada. O casamento infantil, reconhecido internacionalmente como uma violação aos direitos humanos, é definido pela Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (CRC) – que o Brasil assinou e ratificou em 1990 – como uma união envolvendo pelo menos um cônjuge abaixo dos 18 anos.
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No Brasil, acontece mais frequentemente a partir dos 12 anos, o que faz com que os pesquisadores definam o fenômeno como casamento na infância e na adolescência.
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Segundo a pesquisa, estimativa do Unicef com dados de 2011 aponta que o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em números absolutos de mulheres casadas antes dos 15 anos: seriam 877 mil mulheres com idades entre 20 e 24 anos que disseram ter se casado antes dos 15 anos.
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Mas essa estimativa exclui, por falta de dados, países como China, Bahrein, Irã, Israel, Kuait, Líbia, Omã, Catar, Arábia Saudita, Tunísia e os Emirados Árabes Unidos, entre outros.
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De qualquer modo, os pesquisadores alertam para a falta de discussão sobre o tema no Brasil e a necessidade de mudanças na legislação. No Brasil, a idade legal para o casamento é estabelecida como 18 anos para homens e mulheres, com várias exceções listadas no Código Civil.
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A primeira exceção — compartilhada por quase todos os países do mundo — permite o casamento com o consentimento de ambos os pais (ou com a autorização dos representantes legais) a partir dos 16 anos.
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Outra exceção é que a menor pode se casar antes dos 16 anos em caso de gravidez. E a última, prevista no Código Civil, é que o casamento antes dos 16 anos também é permitido a fim de evitar a “imposição de pena criminal” em casos de estupro.
Na prática, essa exceção permite que um estuprador evite a punição ao se casar com a vítima.

Sonhos que envelhecem cedo. De acordo com as entrevistas e a análise dos pesquisadores, o que acontece, na maioria das vezes, é que, em vez de serem controladas pelos pais, as garotas passam a ser controladas pelos maridos. Qualquer sonho de escola ou trabalho envelhece cedo, na rotina de criar os filhos e se adequar às exigências do cônjuge.
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O título da pesquisa, Ela vai no meu barco, vem de uma frase de um dos maridos entrevistados, de 19 anos, afirmando que a jovem mulher, de 14 anos, grávida à época do casamento, tinha de seguir sua orientação.
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“Ela vai no sonho que eu pretendo pra mim, né? Ela vai seguindo… Acho que é uma desvantagem de a pessoa não ser bem estruturada, né? Geralmente cada um leva as suas escolhas, né? Mas por ela ser mais nova e eu ser mais velho, tipo assim, ela vai no meu barco”, resume ele. Transcrevi trechos

Si pagas por sexo financias la trata de personas: consejos para reconocerla y denunciarla

Sofia Mamalinga
Sofia Mamalinga

 

“Aquel que paga por sexo, financia directa o indirectamente a los explotadores”, advierte la colombiana Marcela Loaiza, víctima de trata. Recordemos que en la mayoría de los países este fenómeno está relacionado con fines de explotación sexual. Al respecto, la fundación Scelles reveló que 90% de lo que parece ser simple prostitución alrededor del mundo, involucra trata de personas.

Indudablemente esta es una de las prácticas más dolorosas de nuestra época, y aunque la prostitución existe desde hace milenios, hoy se ha convertido en una jugosa herramienta de explotación humana.

En diversos países existe una percepción generalizada sobre autoridades cómplices en el negocio de la trata de personas, por lo que pareciera que la denuncia es un recurso absurdo. Sin embargo, casos recientes señalan lo contrario: las denuncias anónimas están fungiendo como catalizador para combatir la trata.

 

¿Cómo identificar probables centros o casos de trata?

Existen más de 300 burdeles operando solamente en Río. Más de 300 mil casos de tráfico de personas tendrán lugar en la Copa del Mundo

 

A sex worker waiting for customers in Vila Mimosa at Vila Mimosa prostitution zone in Rio de Janeiro, Brazil.
A sex worker waiting for customers in Vila Mimosa at Vila Mimosa prostitution zone in Rio de Janeiro, Brazil.

Los eventos deportivos como el Super Bowl, las Olimpiadas y los Mundiales de soccer aportan una considerable derrama económica en los lugares donde se llevan a cabo; sin embargo, dicha derrama no es tanta ni tan conveniente como podría suponerse. Amos Barshad, reportero de la Rolling Stone, realizó un interesante reportaje acerca de la prostitución en Río de Janeiro y otras ciudades brasileñas durante la presente Copa del Mundo en Brasil. Las caipirinhas y los bikinis, según su recuento, solamente son las pantallas de un problema mayor.

El problema, curiosamente, se da cuando las autoridades brasileñas pretenden esconder bajo la alfombra sus pequeños pecados locales. Y es que la prostitución en Brasil no solamente es legal (sexo consensuado a cambio de dinero) sino que se encuentra inmersa en una red de corrupción que, a pesar de todo, mantiene estable la situación de la mayoría de las trabajadoras y trabajadores sexuales. Por ejemplo, en 2012, durante la conferencia de las Naciones Unidas, muchos clubes nocturnos fueron cerrados, sólo para que las zonas “de tolerancia” volvieran a operar normalmente al finalizar la cumbre diplomática.

Centaurus
Centaurus

Según antropólogos como Thaddeus Blanchette y su esposa Ana Paula da Silva, existen más de 300 burdeles operando solamente en Río, de los cuales la mayoría de los clientes son gringos (cualquier no brasileño) y, en segundo lugar, brasileños. Las termas operan como bares de lujo (entre ellos destaca el Centaurus, de donde Justin Bieber fue captado al salir por paparazzis), aunque existen muchas más “fast fodas” (“cogidas rápidas”), una especie de distrito rojo tropical donde los paseantes pueden entrar a tener sexo veloz en cuartos minúsculos por unos cientos de reais, cuyo tipo de cambio es aproximadamente de 2 a 1 respecto del dólar norteamericano.

Pero ¿cómo influye un evento como la Copa del Mundo en el próspero negocio del turismo sexual?

Según algunas cifras del reporte de Barshad, más de 300 mil casos de tráfico de personas tendrán lugar en la Copa del Mundo.

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El reporte completo puede leerse aquí.

O namora gringo de Huck. Globo denunciada por crime de exploração sexual

Meme que circula na internet
Meme que circula na internet

 

Huck oferece gringo “sob medida”.  Que medição é essa?

Escreve Miguel do Rosário:

 

Os blogs O cafezinho e Megacidadania registraram denúncia no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, contra a Globo, por crime de exploração sexual.

Clique aqui para você também fazer uma denúncia.

O crime é particularmente grave porque a Globo quis tirar proveito financeiro, de forma espúria, de um evento internacional, em que o Estado brasileiro mobilizou uma imensa estrutura pública para atrair estrangeiros de todo planeta.

Está claro que a Globo cometeu um crime grave.

O governo faz campanhas caríssimas para combater o tráfico internacional de mulheres, uma das maiores barbaridades do nosso século, e a Globo inicia uma campanha obscura, sinistra, para que jovens do Rio mandem um email com fotos de seus corpos para conhecer “gringos”?

Uma coisa assim teria que ser muito transparente. E jamais poderia ser feita por uma empresa que aufere a maior parte de seus lucros de uma concessão pública.

E que tem o direito exclusivo de transmissão dos jogos da Copa do Mundo!

A campanha teria que ser feita para homem, mulher e homossexuais. Se se trata de “amor”, por que só mulheres com “gringos”? Por que não homens com “gringas”?

É muito estranho!

Texto da nossa denúncia:

Descrição:
Devassidão de Huck [TvGlobo] vulgariza o Brasil. Diante de campanha divulgada por Luciano Huck da Rede Globo em redes sociais (facebook e twitter), e no site da própria empresa e que tinha nítido caráter de incentivar, estimular, tirar proveito, induzir, atrair, facilitar, a lascívia da mulher, é momento de mostrar ao mundo que o Brasil recrimina o turismo sexual. Demais argumentos bem como comprovação da divulgação (cópia da mensagem nas redes sociais e site) é só acessar http://www.megacidadania.com.br/devassidao-de-huck-tvglobo-vulgariza-o-brasil-e-o-mp/

Solicitação:
QUE A LEI SEJA APLICADA O Ministério Público tem a obrigação constitucional de abrir imediatamente procedimento contra a Rede Globo. TIPIFICAÇÃO: Do Lenocínio e do Tráfico de Pessoa para Fim de Prostituição ou Outra Forma de Exploração Sexual

Abaixo, a foto do cadastro de nossa denúncia no Ministério Público.

cafezinho 1

 

A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, manifestou sua indignação no Twitter.

 

Ministra-condena-exploração-sexual-Huck

Eis as provas do crime

Luciano-Huck-campanha-escandalosa-TT-Face-e-Site

As brasileiras recorrem à segunda virgindade?

Acontecia no Brasil, antes das viagens de secundaristas e universitárias, para conhecer o Brasil, através dos projetos Mauá e Rondon – a adaptação do lema hippie  “faça o amor, não faça a guerra”, pela ditadura militar.

Até a década de setenta, pipocavam boatos e perseguições contra cirurgiões plásticos que realizavam reconstituições de hímen. O homem, inclusive podia pedir a anulação do casamento, com a comprovação de que a esposa não era virgem na primeira noite de núpcias.

Coisa parecida com os ambulatórios clandestinos de médicos que praticam abortos.

Os brasileiros ocupam o segundo lugar no mundo entre os que perdem a virgindade mais cedo. A idade média é de 17,4 anos, ficando atrás apenas da Áustria, com 17,3 anos. Os números fazem parte da pesquisa The Face of Global Sex 2007 – First sex: an opportunity of a lifetime (Primeira relação sexual: uma oportunidade para toda a vida), realizada por uma fabricante de preservativos com 26 mil entrevistados em 26 países.

Não acredito nessa pesquisa. Quanto mais pobre uma adolescente, mas fácil a perda da virgindade. Não causa nenhuma indignação o Brasil possuir 250 mil prostitutas infantis, conforme dados da Polícia Federal e Unesco; 500 mil, para as ONGs.

Adolescentes iniciam sua atividade sexual na faixa entre os 13 e os 17 anos de idade. Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O estudo foi feito de 2000 a 2004 e envolveu dois mil alunos de 1,3 mil escolas públicas e 700 particulares da cidade de São Paulo.Coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, o trabalho revela que 97% dos jovens de 15 a17 anos conhecem bem os riscos para a saúde provocados pela atividade sexual e os cuidados que devem ser tomados para evitá-los.

No entanto, outros dados, coletados pelo Ministério da Saúde, revelam que há sete anos, a maioria das internações de meninas de 14 a19 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) são para trabalho de parto. “Acredito que a situação não tenha mudado”, opina a médica.

As pesquisas não batem. Outro estudo realizado, em 2005, afirma que a média total no mundo para perda da virgindade é de 17,3 anos. Sendo 17,2 anos para as mulheres e 17,5 para os homens.

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Faltam dados atualizados, para o devido combate à prostituição infantil e doenças sexuais transmissíveis, inclusive Aids.

tunisiana

Publica, hoje, a Tribuna de Macau, colônia chinesa: Pressionadas por uma sociedade que se mantém conservadora por trás de uma fachada moderna, são cada vez mais as mulheres na Tunísia que se submetem à reconstrução do hímen para chegar à noite de núpcias na condição de virgens. Dessa forma, querem evitar ser rejeitadas por homens que afirmam, sem rodeios, que nunca se casariam com mulheres “já usadas”.

Segundo a agência AFP, a operação de reconstrução do hímen, uma pequena membrana situada na entrada da vagina, dura apenas meia hora.

“O número de mulheres que recorre à himenoplastia, a virgindade de forma duradoura, ou à himenorrafia, a virgindade por alguns dias, aumentou muito nos últimos anos”, disse um médico tunisino, que opera anualmente cerca de uma centena de mulheres, de 18 a 45 anos, que chegam ao consultório “com o rosto tapado por um véu ou lenço e com grandes óculos escuros)”. Entre as clientes também há argelinas e líbias.