Dinheiro parado para reestruturação da BR-101 no entorno do Recife já rendeu R$ 23,13 milhões, denuncia Priscila Krause

Foto: Cecilia Sá Pereira
Foto: Cecilia Sá Pereira

A deputada estadual Priscila Krause (DEM) denunciou, na sessão plenária desta quarta-feira (28), que a verba transferida em dezembro de 2012 pelo governo federal para reestruturação da BR-101 entre Abreu e Lima e Jaboatão dos Guararapes já rendeu R$ 23,13 milhões (Poupança Ouro do Banco do Brasil).

Ela apresentou cópia do extrato da poupança da Secretaria das Cidades onde está depositado o dinheiro. O documento foi remetido pelo governo estadual após pedido de informação enviado pela parlamentar. Só no mês de setembro, o dinheiro rendeu R$ 977 mil.

Com o extrato em mãos, Priscila ressaltou a necessidade de o governo apressar o passo para lançar a licitação dos serviços de reestruturação da BR-101. Decorrente de um convênio entre Pernambuco e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a verba precisa ser utilizada até o dia quatro de dezembro de 2016. No início do ano, previa-se que o edital de licitação para a obra fosse lançado no fim do primeiro semestre. Agora, o prazo oficial é dezembro próximo.

O convênio em questão, iniciado em 27 de dezembro de 2012, já teve seu prazo de execução adiado uma vez. O limite anterior era dezembro de 2014. “É preciso apressar o passo para garantir que a verba beneficie a BR-101 sem que precisemos devolver qualquer verba para Brasília, já que o dinheiro está depositado desde 2012 e a CGU estabelece regras e prazos. Diante da crise, conseguir R$ 150 milhões do governo federal para qualquer ação estadual é praticamente inviável”, refletiu.

Ainda sobre a situação da BR-101 (do quilômetro 51,6 ao 82,6, a rodovia federal está sob a responsabilidade do governo estadual), Priscila afirmou que tem acompanhado a realização dos serviços emergenciais iniciados em junho. “Os serviços que estão sendo feitos são muito importantes, são necessários para o curto prazo, mas o problema é crônico. Quanto mais demora tivermos para reestruturação da pista, com a troca das placas de concreto, mais serviços emergenciais serão necessários”, concluiu.

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Jornal golpista de João Carlos Paes Mendonça continua campanha terrorista contra Dilma

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“A expressão “tempestade perfeita” veio da economia, mas também serve à política. A presidente enfraqueceu seu capital político quando perdeu apoio da sociedade, do Congresso e do próprio PT. Chama atenção a rapidez com que os índices de popularidade despencaram.

Especialistas apontam quatro prognósticos para o País sair da “tempestade perfeita”: uma nova eleição (a partir da cassação dos mandatos da presidente do do vice), o impeachment, a renúncia ou o fim da disputa política. “O cenário mais provável é esse último”, acredita Ricardo Ismael, defendendo que a tempestade não deteriore a economia. É bom lembrar que quanto mais frágil a economia, pior fica a vida das pessoas.

Transcrevi trechos. Leia mais aqui. O JC é parte integrante do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, um conglomerado de veículos de comunicação, de propriedade de João Carlos Paes Mendonça, que conta ainda com a TV Jornal (afiliada do SBT), Rádio Jornal AM 780 e FM 90,3, e o Portal NE10 (todos situados no Recife),além dos veículos localizados no interior do Estado como a TV Jornal Caruaru e a rede Rádio Jornal (presente em Caruaru, Garanhuns, Limoeiro, Pesqueira, Petrolina).

renuncia morte dilma

Lazer sempre para os ricos no Recife

Recife não tem áreas de lazer para o povo.

Governar o Recife é construir os caminhos do shopping, estreitando calçadas e comendo as beiradas das praças. É erguer espigões, roubando o verde dos manguezais.

Recife não tem um passeio público.

recife manguezais

Os grileiros, os coronéis do asfalto e a especulação imobiliária acizentam o Recife, com uma arquitetura feia, pesadona, que arranha o céu, e a beleza de uma cidade chamada de Veneza Brasileira.

Quem vai usufruir desse projeto bonito?

Informa a prefeitura do Recife: “As ruínas de um antigo cais, localizado na Avenida Martins de Barros (Santo Antônio), vai se transformar em uma nova área de lazer e contemplação do Rio Capibaribe. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Recife deu início, nesta segunda-feira (06), as obras para a implantação do equipamento público chamado Estação Eco-turística Cais do Imperador. O espaço, que também foi utilizado como uma subestação de ônibus elétricos, é considerado histórico e receberá esse nome por ter sido construído em 1859, para o desembarque do Imperador Dom Pedro II e sua família, em visita à cidade.

Orçado em R$ 632 mil, o projeto prevê a recuperação total do espaço e a construção de novos elementos. O Cais do Imperador será formado por uma área aberta para contemplação, um ponto comercial, um posto de informação turística e um econúcleo. No ambiente externo, será realizado um tratamento paisagístico, com grama e árvores nativas, somando 142m2 de área verde. Também haverá um local para pequenas exposições e apresentações culturais. Tudo contará com uma iluminação especial que usará lâmpadas do tipo Led – mais eficientes e econômicas”.

Tudo bonitinho. É mais um espaço público cedido para os grandes negociantes da noite. Informa o Diário de Pernambuco: “O antigo píer será reformado e transformado em um espaço de convivência, com praça, anfiteatro, centros de informação e um ponto gastronômico com telhado verde.

A previsão de duração da obra, iniciada na sexta-feira, é de seis meses. Em um primeiro momento, o cais será um espaço de convivência com 598 m2, sendo 135 m2 para o anfiteatro (palco de apresentações rodeado por uma escadaria que servirá como arquibancada), 62 m2 de praça e 98 m2 do ponto gastronômico. ‘O empresário responsável pelo estabelecimento também terá que arcar os custos de iluminação e manutenção do cais’, pontuou o arquiteto responsável pelo projeto, Romero Pereira.

Posteriormente, o equipamento deve receber um píer para que barcos atraquem no local. O público poderá desembarcar também por via fluvial. Não há previsão para essa etapa ser realizada. Hoje, é possível chegar ao local principalmente usando transporte coletivo. Uma parada de ônibus fica a poucos metros do cais. ‘Essa área estava em desuso, sendo usada como estacionamento. Esperamos que, ao transformá-la num ponto histórico, ela possa trazer um novo olhar para os bairros de São José e Santo Antônio’, destacou o arquiteto.

O investimento vem de recursos de compensação ambiental pagos pelo Colégio Boa Viagem após uma reforma realizada em Área de Preservação Permanente (APP). Desde 2013, empresas que contróem nessas áreas podem fazer a compensação em dinheiro, através de um cálculo feito pela prefeitura levando em consideração o número de árvores desmatadas.

Foto Inaldo Lins
Foto Inaldo Lins

O imóvel em tons de verde que existe atualmente no local será demolido até a sexta-feira. Após a demolição, a prefeitura vai realizar uma seleção pública para escolher a empresa responsável pela gestão do café ou bar e manutenção do espaço. Os dois banheiros localizados nas extremidades do cais serão transformados em dois centros de informações: um ecológico e outro de informações turísticas. Apenas esses pontos serão mantidos pelo poder público”.

É mais um espaço de lazer para quem tem dinheiro.

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Prefeito do Recife inimigo público

Roberta Soares: Pedestres correspondem a 31% das vítimas indenizadas em acidentes de trânsito
Roberta Soares: Pedestres correspondem a 31% das vítimas indenizadas em acidentes de trânsito

Recife maltrata os pedestres. As novas pontes e viadutos não possuem passagens, nem caminhos para o povo.

O prefeito não constrói praças. Parques nem pensar.
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Recife não tem passeio público.
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Tem apenas uma biblioteca para um milhão e 500 mil recifenses.
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Do mapa, prefeito e vereadores estão riscando tudo que é público. Não existe nenhum projeto de cemitério público. O último foi o Parque das Flores, municipalizado por Antonio Farias, um excelente prefeito.
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Não existe nenhum mercado público na Zona Sul do Recife. O dono do shopping, financiador de campanhas eleitorais, proibiu para todo sempre. Uma desautorização válida para toda a Região Metropolitana.
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Não se faz mais nada que preste para o povo.

Governar o Recife é construir os caminhos do shopping
Governar o Recife é construir os caminhos do shopping

Hoje o Diário de Pernambuco arrisca afirmar que “pedreste é associado a uma condição social de pobreza”.  Leia

O dinheiro dos impostos é de um só

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A Prefeitura do Recife recebe os impostos, mas esquece de realizar os serviços que cobrou. Constata o Jornal de todos os comércios hoje:

No Córrego do Deodato, lixo em frente à escola municipal tem fogão, estante, ventilador e restos de comida Foto: Guga Matos
No Córrego do Deodato, lixo em frente à escola municipal tem fogão, estante, ventilador e restos de comida
Foto: Guga Matos

Geladeira, fogão, estante, cama, aparelhos de som e DVD, ventilador, caixa d’água. Mais restos de comida e de embalagens, sacolas, metralha. Tudo isso em frente à Escola Municipal Alda Romeu, no Córrego do Deodato, bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife, onde dezenas de crianças circulam diariamente. O montante de lixo impressiona e incomoda. Também obstrui canais, entope canaletas, polui rios, provoca alagamentos e contribui para deslizamentos de barreiras, como ocorreu anteontem na Bomba do Hemetério. Um problema que atinge a Região Metropolitana do Recife e que fica mais evidente neste período de chuvas.

Com uma população de cerca de 1,6 milhão de habitantes, a capital pernambucana tem 530 pontos críticos de lixo, segundo a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb). Moradores das áreas de morro e comunidades de baixa renda são os que mais sujam as vias públicas. “Fizemos um mapeamento e identificamos em maio 530 pontos críticos de descarte irregular de lixo, número que cresceu em junho. As pessoas precisam entender que ao jogarem lixo na rua estão prejudicando a si mesmas e a cidade, pois os entulhos entopem galerias e canaletas”, ressalta a diretora de Limpeza Urbana da Emlurb, Maria Carolina Azevedo.

Quando a Prefeitura vai começar a retirar o lixo dos rios, canais, galerias, canaletas e encostas?

Governar o Recife é construir os caminhos do shopping, que não se faz nada que preste para o povo

Manda-chuvas das prefeituras matam os pobres soterrados na lama e nos escombros dos casebres

Os despejos judiciais criam novas favelas nas regiões metropolitanas

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RECIFE
RECIFE

caos e morte

tragedia morro drama asfalto

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Não se faz nada que preste para o povo que se amontoa em áreas de risco

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O movimento Ocupe Estelita e a “sociedade dos muros”

A sociedade busca romper a cortina de silêncio sobre o modelo político em que ganham as empresas e o cidadão paga a fatura

Meime do Movimento Ocupe Estelita. Página Facebook
Meime do Movimento Ocupe Estelita. Página Facebook

por Maria Eduarda Mota Rocha/ El País/ Espanha

“Prédio, só prédio sobre palafita, o Recife inteiro é um grande Cais José Estelita”. Este é um dos gritos de guerra dos manifestantes do Movimento Ocupe Estelita (MOE) que, desde maio de 2014, ganhou as ruas da cidade para reivindicar uma destinação pública para o terreno às margens do Rio Capibaribe. Naquele momento, com a tentativa de demolição dos antigos armazéns de açúcar, em plena madrugada, iniciava-se uma ocupação que só foi interrompida pela violenta expulsão dos manifestantes pela Polícia Militar, sob o comando do governo do PSB.

A ocupação durou cerca de um mês, mas seu significado na memória política da cidade é profundo. Antes dela, a máfia público-privada que governa Pernambuco e Recife não encontrava uma oposição de fato. Planava em céu de brigadeiro, respaldada em uma visão tacanha de “desenvolvimento” combinada a uma antiga tradição coronelesca. Contra ambas, a ocupação do terreno do Cais José Estelita lembrava que algo como uma sociedade civil ainda poderia subsistir por aqui. Não nos enganemos: desde, pelo menos, a década de 1970, a cidade abriga uma forte tradição de movimentos sociais urbanos, de luta pela moradia e pelo reconhecimento de direitos em face ao Estado. Mas a herança mais perversa do último ciclo político no Brasil parece ter sido justamente uma certa blindagem dos poderes públicos em relação às pressões populares, diante da fusão entre esses poderes e os interesses mais privatistas, o que Raquel Rolnik chamou ironicamente de “democracia direta do capital”. O conjunto assim formado vence eleições mediante investimento pesado em propaganda política e cooptação de lideranças reduzidas a cabos eleitorais. Neste esquema, o dinheiro não encontra muita resistência para ser convertido em votos, o que parecia tornar dispensável o apoio dos movimentos sociais. Nas últimas eleições presidenciais, por exemplo, muitos deles só entraram no jogo de última hora, quando a polarização entre o PT e o PSDB clamou por algum “voto de minerva”.

No Recife, o cenário era o mesmo até a eclosão do MOE em maio de 2014. Diferentemente de outros movimentos sociais, o Ocupe Estelita mobiliza uma gama muito variada de competências, inclusive as da comunicação, sob as suas várias formas. Em âmbito global, os movimentos de tipo Ocupe, como os de Nova York, Madri ou Turquia, apontam todos para uma crise aguda da “democracia representativa”. Eles tentam arrombar a porta de instituições que foram se blindando à participação popular, ao longo do tempo, como os poderes judiciário, legislativo e executivo. Muito da força e do significado do Ocupe Estelita e de outros movimentos similares que tem eclodido pelo Brasil afora vem de sua capacidade de romper a cortina de silêncio construída em torno desse modelo político em que ganham os eleitos e os grandes empresários da construção civil, das empresas de ônibus e da coleta de lixo às custas de todos os demais cidadãos chamados a pagar a fatura sob a forma de cidades cada vez mais degradadas.

O fascínio pelos signos de modernidade que tanto marcou a cultura brasileira e que fez de viadutos e hidrelétricas verdadeiros atestados de ingresso no mundo ocidental explica por que governantes e empreiteiros acreditam que seus prédios com muito vidro e aço escovado podem nos demover de um desejo por uma outra cidade, leia-se, por uma outra forma de viver. A ideologia do progresso que está por trás desta crença já havia se desgastado na crise dos anos de 1980, quando a modernização conservadora do período da Ditadura começou a mostrar seus frutos para valer, dentre eles, a crise urbana que agora sentimos ainda mais fortemente. A reedição daquela ideologia no contexto do forte crescimento econômico dos últimos anos conteve a insatisfação, por um tempo. Mas, no reflexo dos vidros espelhados dos prédios “modernos” que se multiplicam pelo Brasil, o que vemos é uma cidade dividida entre o medo e o ódio, na qual todos os que não podem andar de helicóptero tem que desperdiçar todo dia um tempo precioso de suas vidas.

A “cidade dos muros” em que vivemos é expressão direta de um modelo de sociedade sustentada pelo arranjo político já descrito. As tantas lutas que cabem no Cais José Estelita convergem para a reivindicação do direito de ocupar a cidade de modo permanente, transformando seus espaços vazios em lugares plenos de significado, justamente porque compartilhados. Em uma sociedade tão pouco civilizada como a nossa, esse é um exercício fundamental para a construção simultânea da igualdade e do direito às diferenças. O desafio que se coloca para essas novas formas de mobilização social é a articulação com os outros descontentes, a partir da compreensão de que a luta pelo direito à cidade pode colocar todos no mesmo lado, o dos que buscam se fazer ouvir contra a força esmagadora do capital econômico e de seus serviçais. O grau em que tal articulação se fará terá um peso importante na definição dos contornos do novo ciclo político que parece se iniciar no Brasil. Do lado do sistema partidário, quem primeiro responder à crise do modelo político brasileiro deverá largar na frente.


Maria Eduarda Mota Rocha é pesquisadora e professora da Universidade Federal de Pernambuco.

A BATALHA EM IMAGENS
Parte dos armazéns que foram demolidos pelo consórcio em 21 de maio de 2014
Parte dos armazéns que foram demolidos pelo consórcio em 21 de maio de 2014. Foto Marcelo Soares
Parte dos armazéns que foram demolidos pelo consórcio em 21 de maio de 2014. Foto Chico Ludemir
Parte dos armazéns que foram demolidos pelo consórcio em 21 de maio de 2014. Foto Chico Ludemir
No dia 1º de junho, um evento cultural reuniu cerca de 10.000 pessoas no cais. Foto Marcelo Soares
No dia 1º de junho, um evento cultural reuniu cerca de 10.000 pessoas no cais. Foto Marcelo Soares
Apresentação de Karina Buhr no Som da Rural no Ocupe Estelita, no dia 1º de junho. Foto Marcelo Soares
Apresentação de Karina Buhr no Som da Rural no Ocupe Estelita, no dia 1º de junho. Foto Marcelo Soares
Policiais disparam spray pimenta contra ativistas sentados no chão durante a reintegração de posse do terreno, no dia 17 de junho. Foto Eric Gomes
Policiais disparam spray pimenta contra ativistas sentados no chão durante a reintegração de posse do terreno, no dia 17 de junho. Foto Eric Gomes
Após a reintegração de posse, os ativistas montaram um novo acampamento em frente ao terreno do Cais José Estelita, debaixo da alça de acesso ao viaduto Capitão Temudo. Foto Eric Gomes
Após a reintegração de posse, os ativistas montaram um novo acampamento em frente ao terreno do Cais José Estelita, debaixo da alça de acesso ao viaduto Capitão Temudo. Foto Eric Gomes
Vanessa Azevedo e Gabriela Pereira, estudantes de 25 anos, ensinam às crianças das comunidades vizinhas como fabricar 'filtros dos sonos'. A comunidade resolveu organizar atividades e aulas para tentar que os meninos deixem de cheirar cola. Foto Eric Gomes
Vanessa Azevedo e Gabriela Pereira, estudantes de 25 anos, ensinam às crianças das comunidades vizinhas como fabricar ‘filtros dos sonos’. A comunidade resolveu organizar atividades e aulas para tentar que os meninos deixem de cheirar cola. Foto Eric Gomes
As comunidades de Vila Sur I e Vila Sur II se levantam a poucos metros do novo empreendimento e já reúnem 1.200 famílias, segundo a prefeitura. Foto Eric Gomes
As comunidades de Vila Sur I e Vila Sur II se levantam a poucos metros do novo empreendimento e já reúnem 1.200 famílias, segundo a prefeitura.
Foto Eric Gomes
Vista panorâmica da região onde se pretende levantar o projeto Novo Recife. À direita, as torres Gêmeas, os primeiros arranha-céus a serem construidos no bairro histórico de São José. Foto Eric Gomes
Vista panorâmica da região onde se pretende levantar o projeto Novo Recife. À direita, as torres Gêmeas, os primeiros arranha-céus a serem construidos no bairro histórico de São José. Foto Eric Gomes