Os jornais que coincidem em respirar aliviados com as eleições gregas

Que relações tem o Brasil com a Grécia, para a grande imprensa abrir manchetes para as eleições de ontem no Olimpo? Quase nenhum negócio. Mais importantes são as eleições  no México, no próximo dia primeiro de julho.

O ministro Mantega falou que estamos a sofrer o efeito dominó. Exagerou. O certo seria falar do efeito borboleta.

Segundo a cultura popular, a teoria presentada, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Ou melhor dito, estamos sendo atingidos pelos raios de Zeus.

Os jornais dos países da crise do euro fizeram o mesmo: notadamente Espanha, Itália, Portugal. Apesar do efeito dominó, estão sendo criticados pelo espalhafato das manchetes.

La presión ejercida desde los medios de comunicación hacia el electorado griego los días previos a la cita electoral ha dado sus frutos. La troika, los bancos, fondos de inversión, agencias de calificación y el resto del establishment respiran aliviados. El Editorialde hoy de El País recurre al principio de unanimidad  para extender esa sensación incluso a los votantes de Syriza: “los griegos, la eurozona y el resto del mundo han respirado con alivio ante los resultados de las elecciones griegas”.

Los enemigos del euro vuelven a fracasar , Salvado el escollo griego o La prensa griega, también aliviada, son algunos de los titulares más destacados sobre las elecciones en Grecia en El País de hoy, pero es la portada de la edición impresa la que más llama la atención: “Grecia da un respiro a Europa“. Y no por porque se sustituyan los intereses de los bancos alemanes por “Europa” en un nuevo recurso al principio de unanimidad, sino porque el titular es exacto al de la portada de ABC y prácticamente el mismo que el de La Gaceta.

Que la prensa respire unánimamente aliviada a la par de la élite financiera es otra muestra del principio del fin de la pluralidad informativa, y debería preocuparnos. Por César Pérez Navarro. Leia mais

La prensa se lee a sí misma
Existe un cierto inmovilismo(reflejado también en la quietud del intérprete callejero) en la condición de los medios de comunicación (los grandes medios, se entiende) que los hace unidireccionales, inflexibles, acríticos, estructurales y condicionantes, y que estos pretendan, como se dice con la “clase política”, buscar su propio círculo de complacencias. Si aceptamos esta premisa, cabría entonces preguntarse si ha podido conllevar a la progresiva pérdida de referencia de los grandes medios y a unagotamiento por parte del pueblo a los discursos mediatizados.

Aunque todos los discursos institucionalizados de nuestro tiempo tienden a la homogeneización y al consenso, desde que comenzaron todas estas “nuevas” revueltas en España, está creciendo la evidencia de que los mass media son una herramienta activa o pasiva del poder, y de que su influye directamente en la brecha entre ricos y pobres y la cada vez más impensable movilidad entre clases sociales.

Si jugamos a agrupar todas esas las sentencias lapidarias que históricamente han venido explicando la relación directa entre buenos medios de comunicación y sociedad formada/crítica (ya saben: “El conocimiento es poder”, “El medio es el mensaje”, “El Cuarto Poder” y otros apotegmas de la Sociedad de las Tecnologías de la Información y la Comunicación…), probablemente se nos olvida casi siempre una igualmente fundamental: la autorreferencialidad del discurso periodístico. Por Rubén G. Herrera. Leia mais.

EFEITO DOMINÓ 
Espanha
Espanha
Itália
Itália
Portugal
Portugal

EFEITO BORBOLETA

Brasil
Brasil

A verdade o povo conhece

A presidente Dilma Rousseff instalou, nesta quarta-feira, a Comissão da Verdade, que passará os próximos dois anos apurando violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar.

“A comissão não abriga ressentimento, ódio nem perdão. Ela só é o contrário do esquecimento”, disse a presidente, que chorou durante o ato ao citar familiares de desaparecidos entre 1964 e 1985, período que durou a ditadura.

Tem jornal conservador, golpista, que parte para a intriga

A expressão “bicho-de-sete-cabeças” é recorrentemente utilizada pelos populares para representar uma atitude exagerada ou incompreensível de alguém que, diante de uma dificuldade, impõe limites à conclusão da tarefa como justificação para a sua inércia.

Apesar de não existir na realidade nenhum monstro com sete cabeças, conta a lenda que na Grécia, precisamente junto ao lago de Lerna, vivia um monstro com sete cabeças de serpentes, uma das quais imortal, e corpo de cão. Héracles, enviado para matar Hidra, cortou uma cabeça, mas de imediato surgiram duas. Decidiu, então, queimar as cabeças da Hidra e enterrar a que era imortal debaixo de um enorme rochedo. Para finalizar o trabalho, Héracles cobriu as suas flechas com sangue do monstro de modo a matá-lo quando lhe infligisse os ferimentos.

Esta definição está em qualquer dicionário. Foi esta a intenção de outra manchete

Que seja. Quem tem a corda no pescoço é quem sequestra, tortura e mata.

Outra verdade: quem escolhe os heróis de uma nação é o povo.

Efeito dominó: Independência da Argentina e Bolívia. O Brasil continua colônia da Espanha

Brasil continua como nos tempos dos reis Felipes. Para que o povo pague luz mais cara. Para que o povo pague telefone mais caro. E vão subir os preços da gasolina e do gás para ajudar a Espanha em crise.

Jornal da Bolívia hoje:

 

Jornais da Espanha hoje

 

Repsol, YPF: Meu mundo caiu na Argentina

O jornal entreguista Diário do Comércio de São Paulo, com medo do efeito dominó, publica hoje:

“A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, chocou o mundo anunciando a desapropriação de 51% das ações da YPF que estão em poder da Repsol, a maior empresa petrolífera da Espanha”.

E faz a ameaça terrorista:

“Vale a pena entender o que está em jogo quando se trata do poder de uma petroleira”.

A paz no mundo vem sendo quebrada pela guerra do petróleo. Pela imposição de um neocolonialismo como única solução para tirar a Velha Europa da crise. Uma guerra que faz o árabe chamar o petróleo de excremento do diabo. E que mantém no atraso a esfomeada África, o submisso México na América do Norte, a maioria dos pirateados países das Américas Central e do Sul.
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A Argentina vai bem, obrigado! Paga um salário mínimo que é o dobro dos humilhantes 610 reais de Dilma Rousseff, que amargura cerca de cem milhões de brasileiros na mais extrema miséria, com um rendimento mensal máximo que não passa dos 150 dólares. Esta doentia realidade não incomoda o Diário do Comércio, que esconde a crise da Espanha estampada nos seus principais jornais hoje:

Para a Repsol, YPF resta cantar:

Meu mundo caiu
E me fez ficar assim
Você conseguiu
E agora diz que tem pena de mim

Não sei se me explico bem
Eu nada pedi
Nem a você nem a ninguém
Não fui eu que caí

Sei que você me entendeu
Sei também que não vai se importar
Se meu mundo caiu
Eu que aprenda a levantar

Maysa. Veja vídeo. 

MEDO DO CONTÁGIO DO NACIONALISMO ARGENTINO

As mesmas empresas da Espanha que possuem filiais na Argentina estão no Brasil. Os jornais governistas da Espanha temem o efeito contágio. E eles estão certos. Defendem os negócios dos espanhóis. Mas o medo dos jornalões brasileiros é pura falta de nacionalismo, de patriotismo.

JORNAIS BRASILEIROS

JORNAIS ESPANHÓIS

JORNAIS ARGENTINOS

Os valores não batem. Aqui no Brasil compraram as estatais de telefonia, de energia, bancos, mineradores, poços de petróleo a preço de banana.

E com moeda podre e dinheiro emprestado pelo Brasil. Confira aqui

Eis o medo do contágio da imprensa entreguista do Brasil.

Lá na Argentina, todo o direito de defender o que é do povo argentino.

Lá na Espanha, todo direito de chorar o leite derramado:

Más de una docena de grandes empresas españolas operan en Argentina en sectores como la banca o las telecomunicaciones. La advertencia de la presidenta de Argentina, Cristina Fernández, sobre la necesidad de reinvertir sus beneficios en el país ha saltado las alarmas.

Durante el discurso en el que anunciaba la expropiación del 51% de YPF, la presidenta de Argentina, Cristina Fernández de Kirchner lanzó un aviso a empresas extranjeras con intereses en otros sectores como “bancos y telefónicas”, a las que podría pasar algo similar si no reinvierten en Argentina.

En la rueda de prensa posterior a su reunión de urgencia con Rajoy, los ministros de Exteriores y de Energía fueron cuestionados sobre la posibilidad de que otras empresas sean nacionalizadas en Argentina. Margallo aseveró que en días como el de hoy todo temor es fundado.

La presidenta argentina advertía que “las empresas que están aquí, aun cuando sus accionistas son de fuera, son empresas Argentinas”.

Concretamente, Kirschner hizo referencia a las operadoras de telefonía y bancos. “Las telefónicas, alguna de ellas es española y nos sometió a un apagón recientemente y espero que el ministerio actúe pronto en consecuencia”, unas palabras que aludían directamente a Movistar. “Y también bancos extranjeros. En fin, no tenemos problemas de rentabilidad, pero sí para que reinviertan en el país para seguir acompañando el crecimiento del país”, añadió la mandataria.

Más de una docena de grandes empresas españolas operan en Argentina en sectores como la banca, las telecomunicaciones, los hidrocarburos o las autopistas