MADRI. Miles de personas se unen a Podemos para advertir a Rajoy de que “empieza su cuenta atrás”

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GRITOS DE “TIC-TAC” O “RAJOY: CUENTA LAS HORAS”

Exhibición de fuerza de Podemos en Madrid. El recorrido previsto de un kilómetro para la marcha por el cambio se ha quedado pequeño. Los manifestantes que han acudido a la llamada de Pablo Iglesias han inundado las calles desde la puerta de Alcalá hasta Sol. Miles de personas han participado en la “Marcha del Cambio” en la que se han oído gritos de “presidente, presidente” en referencia a Pablo Iglesias.

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MADRI. Marcha do Podemos clama: “É a hora da mudança”

A marcha da mudança convocada pelo partido Podemos encheu a Puerta del Sol em Madrid, neste sábado. No discurso de encerramento, Pablo Iglesias afirmou: “Hoje não estamos aqui para protestar, estamos aqui para dizer que o momento é agora”.

 

Cabeça da marcha dos cem mil
Cabeça da marcha dos cem mil

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A Marcha da Mudança terá juntado neste sábado em Madrid mais de cem mil pessoas, segundo os cálculos de publico.es.

Durante a manifestação as palavras de ordem mais gritadas foram “Sim podemos”, “É a hora da mudança” e “O povo unido jamais será vencido”.

No discurso de encerramento, Pablo Iglesias começou por lembrar o exemplo do Syriza, interrogando e afirmando: “Quem dizia que não é possível? Quem dizia que um governo não pode mudar as coisas? Na Grécia fez-se em seis dias do que outros governos fizeram em anos”.

O líder do Podemos denunciou a seguir que “as políticas de Rajoy não criam emprego” e que “os salários não permitem às pessoas sair da pobreza”.

Referindo que as políticas de austeridade dividiram a Espanha em duas, “os que ganharam e os que estão pior que antes: os de cima e os de baixo”, Iglesias afirmou: “À mudança, os de cima chamam experimentação e caos, os de baixo chamamos democracia”.

O líder do Podemos apelou depois à recuperação da soberania pelas pessoas, tirando-a ao FMI, à Comissão Europeia e aos mercados.

Fazem falta sonhadores. Fazem falta Quixotes. Estamos orgulhosos com esse sonhador a cavalo. Não permitamos que os golpistas nos roubem o sonho. O nosso país não é uma marca, a Espanha são as suas pessoas”, afirmou também Pablo Iglesias, defendendo que a sua conceção de pátria é aquela que “assegura que todas as crianças vão limpas e calçadas para uma escola pública”.

O líder do Podemos terminou o seu discurso declarando: “Este é o ano da mudança, podemos sonhar e podemos vencer!”

 

Recife tem passeata sexta 11 de abril pelos direitos urbanos

A concentração é às 12 horas na Praça do Diário de Pernambuco, no Centro

 

Thales Costa
Thales Costa

por João Vale

A recente decisão da Prefeitura do Recife de apoiar a demolição do edifício Caiçara (alô alô, Secretário João Braga!) e a construção das torres no Cais José Estelita + a cessão da fábrica Tacaruna para a empresa FIAT e o desprezo do Governo do Estado às demandas sociais das famílias removidas pelas obras da Copa do Mundo motivam esse ato de repúdio ao poder público municipal e estadual.

A paisagem, as frentes d’água, os equipamentos culturais, a história, a memória urbana são do povo e não podem ser destruídos ou privatizados. Clique

 

VISITA AO PREFEITO E AO NOVO GOVERNADOR

Batuques e barulhos são bem vindos!
Podem trazer tinta, cartaz e fita crepe!
A cidade vai parar! (: (: (:

Precisamos de voluntários para a equipe de mídia! Contatos em outros estados são bem vindos!

Venha a pé, venha de bicicleta!

 

Comenta Edinéa Alcântara:

A REGRA DE OURO DAS APROVAÇÕES DOS EMPREENDIMENTOS DE IMPACTO NO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO URBANO (CDU):

 

(a) é empreendimento do setor privado? APROVADO
(b) é para a preservação da memória urbana do Recife? REJEITADO
O processo para transformação do edifício Caiçara em Imóvel Especial de Preservação (IEP) foi o primeiro processo que não foi aprovado no CDU. Todos os demais processos, que se referem à construção de empreendimentos de impacto, sempre são aprovados. Na maioria das vezes com estudos de impacto ambiental muito duvidosos, do ponto de vista técnico, a exemplo do templo da Mário Melo, o próprio Projeto Novo Recife, as torres da Rua da Auroa, o Sport Club do Recife.
Par ao projeto do templo da Av. Mário Melo fizeram uma pesquisa do fluxo de veículos nas férias. O excelente relatório do CREA, que não era contra o empreendimento, mostrou isso, mas o templo foi aprovado. O que o representante do CREA queria era que o impacto de fato fosse previsto com base em índices e previsões realistas. Não subestimadas para minimizar o impacto que um templo com capacidade para mais de 25.000 pessoas traria no cruzamento da Av. Mário Melo com Cruz Cabugá. Mas “a maioria” dos conselheiros, representados novamente pelos órgãos da prefeitura e do setor privado, votaram contra o relatório.
O memorial de impacto do Projeto Novo Recife considera uma taxa de crescimento de veículos (na p. 66) de 2,5% ao ano, para 10 anos. Dados do IPEA (2011.p. 6) (http://www.cnt.org.br/…/PDFs…/comunicado_ipea220911.pdf), apontam que a taxa de crescimento da frota de automóveis nos últimos anos foi de 7% ao ano. Eles também nem mencionam os empreendimentos de impacto que foram e estão sendo construídos no Pina que impacta diretamente no fluxo de veículos no Cais Estelita.
NO CDU, não adianta nenhum desses relatórios. A regra é: os projetos defendidos pelo setor privado, não importa o impacto que causem são aprovados.
A preservação de uma edificação que conta a história de uma época é rejeitada.
O que você acha disso? Esse Conselho representa você? A mim não! Mas cabe a ele representar os interesses da sociedade.
Prefeito, o que aconteceu 6a feira é inaceitável! Nós, agora, estamos esperando que a justiça atenda o clamor da sociedade para preservação da nossa memória urbana.
http://www.cnt.org.br/…/PDFs…/comunicado_ipea220911.pdf
CNT.ORG.BR

 

 

(In)justiça seletiva

Monteiro

 

Sem motivo aparente, o fotógrafo Vinicius Monteiro foi levado para dentro de uma base móvel da Polícia Militar juntamente com outro fotógrafo e dois videomakers que estavam sendo espancados por alguns daqueles que marchavam com Deus pela família.Tudo tão contrário que ao invés de deterem quem estava batendo, detiveram quem apanhou e, no embalo, levou Vinicius junto.

Na foto, ele aparece tentando argumentar com os policiais, já que não tinha nada a ver com aquela situação. Como já é sabido, na hora de proteger os “cidadãos de bem” que pediam intervenção militar, não há diálogo. Como a polícia irá bater de frente com quem pede para que a “ordem” seja estabelecida? Qualquer idéia contrária a essa é rapidamente reprimida. Porque é um absurdo não querer que os militares voltem a dar ordens neste país, não é? Porque é um absurdo não querer que o sangue volte a escorrer pelos porões obscuros enquanto a “ameaça comunista” é brutalmente afastada. Vale lembrar que “ameaça comunista” é tudo aquilo que vai contra o que “restauradores da ordem” tomam como certo. Ou seja, qualquer pensamento crítico é prontamente hostilizado. Aparentemente quem reivindica uma coisa dessas só pode ter sofrido lavagem cerebral.

Tudo foi tão maluco nessa marcha que provavelmente esqueceram de chamar Deus para participar dela.

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FOTO: Paulo Ermantino – Fotógrafos Ativistas
TEXTO: Monique Alves – Fotógrafos Ativistas

AUDIODESCRIÇÃO: (Ativista tenta dialogar com policiais militares que o detiveram sem dar explicações durante a Marcha com Deus pela Família)

Passeata do retorno foi uma piada. As leis da ditadura contra o povo continuam em vigor

Deputado Jair Bolsonaro liderou a passeata no Rio
Deputado Jair Bolsonaro liderou a passeata no Rio

 

Começa com o fim da estabilidade no emprego e a repressão aos protestos populares (protesto é coisa de traficantes, de arruaceiros, de baderneiros, de vândalos, de terroristas). Também são consideradas ilegais as greves. Faz greve quem fiscaliza, prende e condena.Passeatas para fazer cumprir as promessas eleitorais estão proibidas. Quando as marchas pela Família, Propriedade e um deus nada cristão continuam. E fazer a apologia do golpe é permitido, para eleger a bancada da bala.

cartaz manifesto

Quase três décadas após o fim da ditadura (1964-1985), o Brasil continua regido por uma série de leis, práticas e códigos criados pelos militares

por João Fellet/ BBC

São daquela época, por exemplo, as atuais estruturas tributária, administrativa e financeira do país. E mesmo após a Constituição de 1988 definir como pilares do Estado brasileiro a democracia e o respeito aos direitos humanos, seguem em vigor normas e práticas que, segundo especialistas, contrariam esses valores.

Gilberto Bercovici, professor de direito econômico e economia política da Universidade de São Paulo (USP), diz que, em busca de refundar o país e valendo-se de medidas autoritárias, os militares redefiniram as regras de várias das principais áreas da administração pública.
As ações, segundo ele, anularam os esforços da Presidência de João Goulart (1961-1964) para ampliar a participação popular na gestão do país.
“Até hoje isso (maior participação popular) não foi recuperado. Parece que temos na nossa democracia certos limites que não podem ser ultrapassados”, diz.

Práticas policiais

Ainda que a Polícia Militar (PM) tenha sido criada antes do Golpe de 1964, organizações que militam pelos direitos humanos dizem que, durante a ditadura, foram incentivadas práticas que violam esses valores e que seguem em vigor.
O advogado Eduardo Baker, da ONG Justiça Global, cita entre esses mecanismos o crime de desacato, “usado pela polícia como forma de intimidação em sua atividade cotidiana”. “A existência dele permite que um policial leve qualquer um para a delegacia, colocando o policial acima do cidadão.”
Outra prática criticada é o registro de mortes provocadas pela polícia como “autos de resistência”. Segundo a Justiça Global, o mecanismo visa proteger policiais infratores e impedir a investigação de execuções sumárias.
A Secretaria Nacional de Segurança Pública não se pronunciou sobre as críticas. Tramita no Congresso um projeto de lei que prevê a investigação de mortes e lesões corporais cometidas por policiais durante o trabalho, mas não há prazo para a sua votação.

Código Penal Militar

Aprovado em 1970, o Código Penal Militar dá margem para que civis sejam investigados por cortes militares. Organizações dizem que essa possibilidade, inexistente em vários países democráticos, contraria a Constituição de 1988. Elas defendem a extinção do código.
Críticas à manutenção da legislação ganharam força em 2008, quando o economista Roberto de Oliveira Monte se tornou réu na Justiça Militar acusado de “incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar” e “ofender a dignidade ou abalar o crédito das Forças Armadas”.
A acusação se embasou em palestra feita por Monte em 2005, quando ele criticou as humilhações sofridas por militares por seus superiores e defendeu que os praças pudessem se sindicalizar. Já a Procuradoria de Justiça Militar diz que Monte fez “apologia à insubordinação” e empregou termos ofensivos ao Exército. (Transcrevi trechos)

Passeata do retorno. Esse cara parece aquele pastor que deu um chute na santa. O Papa Francisco jamais aprovaria tal abuso: o crime da apologia da ditadura. Não existe ditadura em nome de Deus. O Papa Francisco foi contra a ditadura na Argentina.
Passeata do retorno. Esse cara parece aquele pastor que deu um chute na santa. O Papa Francisco jamais aprovaria tal abuso: o crime da apologia da ditadura. Não existe ditadura em nome de Deus. O Papa Francisco foi contra a ditadura na Argentina.

Minha homenagem à Marcha da Insensatez, com Língua de Trapo

Definiu Gilmar Crestani para postar o vídeo

 

TRP pede passagem, pra mostrar sua bateria
E seu passado de coragem, defendendo a Monarquia
Salve Pinus Zorreira Zorrileira, precursor da linha-dura
Grande baluarte da ditadura
Legislador da Inquisição, implacável justiceiro
Homem de grande erudição, lia Mein Kampf no banheiro
No tribunal de Nuremberg, defendeu o Mussolini
Sob os auspícios do Lindenberg
E hoje ele se preocupa com a infiltração comunista
No clero progressista (e o Lefebvre)
Lefebvre, fiel companheiro incomparável amigo,
Irrepreensível mentor
Exerce completo fascínio e vai incutindo em Plinus
O gênio conservador
Digno de um poema do Ezra Pound, quer que o
Brasil se transforme num imenso Play Ground
No carnaval a escola comemora nascimento de Nossa Senhora
E a defesa da tradição, cantando esse refrão:
Anauê, Anauê, Anauá, TRP acabou de chegar
E hoje sou fascista na avenida, minha escola é a mais querida
Dos reaça nacional
Plim, plim, plim, plim, plim, plim, plim, plim, plim,
Era assim que a vovó seu Plinus chamava

O nazismo à Plínio Salgado. Manifestante exibe bandeira do Integralismo durante Marcha da Família com deus (que deus?) pela Liberdade.
O nazismo à Plínio Salgado. Manifestante exibe bandeira do Integralismo durante Marcha da Família com deus (que deus?) pela Liberdade.

 

A Marcha da Família em São Paulo foi o encontro das senhoras de Santana com os skinheads

por Mauro Donato

Marcha em São Paulo
Marcha em São Paulo

Enfim, não é uma lenda urbana. Eles existem. E não são 500, como emissoras de TV disseram. O final da Marcha da Família com Deus na Praça da Sé tinha cerca de mil integrantes ou mais. O que, se não é muito, também não é pouco.

Trata-se de um pessoal que tem uma visão no mínimo exótica sobre como se toca uma nação. Fiquei a me perguntar se com suas empresas alguns deles agiriam da seguinte maneira: “Bom, os negócios não vão bem. Chamem o pessoal da segurança e vamos colocar a administração nas mãos deles.” É essa a brilhante ideia?

Pois foi unânime o pedido de intervenção militar já. E demais pautas típicas. Contra a corrupção, fora PT, fora Dilma, Lula na cadeia, cadeira elétrica aos mensaleiros.

Que quem é contra deve ir para Cuba ou Venezuela. É o “ame-o ou deixe-o” reeditado.

Senhoras, senhores, representantes da maçonaria, da igreja católica, skinheads e integralistas. Caras pintadas e roupas verde-amarelas. Discursos inflamados a respeito da existência de um grande complô comunista em andamento. Faixas em apoio à manutenção da militarização das polícias. Hino nacional na concentração e durante todo o trajeto.

Mas nem tudo é paz para a família e seus deuses.

Desde o início, na Praça da República, abordagens altamente intimidadoras contra quem estivesse de camiseta vermelha ou preta terminavam em conflito. A polícia precisou agir várias vezes e retirar o “estranho no ninho” que, cercado, ouvia os gritos de “Fala agora que a polícia não protege, comuna filho da puta.”

Manifestante espanca quem veste preto, na Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Se vestisse vermelho estaria morto (T.A.)
Manifestante espanca quem veste preto, na Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Se vestisse vermelho estaria morto (T.A.)

Conflitos que durante o trajeto ganharam contornos ainda mais sinistros. A família tem tolerância zero. Em frente à faculdade de direito no Largo São Francisco, uma dupla de amigos encenou um apoio à causa gay. Foram agredidos a pontapés e tiveram seus cartazes rasgados. A agressão só não terminou em algo pior devido à proteção da imprensa.

Mas na Sé outras brigas, feridos e pelo menos uma detenção evidenciaram o enorme desrespeito pelas diferenças. “Ou pensa igual a mim ou lhe quebro a cara.” No Anhangabaú, um grupo de fãs do Metallica a caminho do show foi confundido com black blocs (roqueiros vestem-se de preto, filhos de família não). Foi preciso muita gritaria para que não fossem linchados.

Não ocorreu o aguardado confronto entre as duas manifestações (uma antifascista havia saído da mesma Sé, mas rumou em outro sentido). Sorte. A “segurança” da Marcha da Família estava com sangue nos olhos. Os mastros das bandeiras eram de ferro.

A todo instante os carecas criavam uma tensão no ar com boatos sobre o iminente confronto com black blocs que estariam a caminho. Por fim, simularam estar indo embora mas foram acompanhados de perto por 4 ou 5 jornalistas. Dentro do vagão, um contínuo cochichar entre eles deixou passageiros temerosos. Em determinado momento, tomaram conta de todas as portas e saíram apenas durante o sinal sonoro, permanecendo ainda em frente na plataforma para que não mais os acompanhássemos. Estava nítido que não estavam indo embora, a caça aos black blocs iria prosseguir sem a presença da imprensa.

Em 1964, quinhentas mil pessoas fizeram exatamente o mesmo trajeto da praça da República até a Sé e, poucos dias depois, deu no que deu.

Desta vez foi modesto, porém ocorreu em várias cidades do país e tem um agravante para os dias atuais: eles também saíram do Facebook.

 

Registra o Diário de Pernambuco: Na Praça do Derby, em frente ao quartel da PM, até às 15h, apenas seis pessoas se manifestaram.
Registra o Diário de Pernambuco: Na Praça do Derby, em frente ao quartel da PM, até às 15h, apenas seis pessoas se manifestaram.
Marcha em São Paulo
Marcha em São Paulo

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22M ESPAÑA: la Historia es nuestra

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por Jerónimo Andreu

A convocação da marcha incluía três lemas principais (“Não ao pagamento da dívida”, “Sem novos cortes”, “Fora Governos da troika”). Mas pouco se soube dessas reivindicações. Perdeu força frente à diversidade de reivindicações dos cartazes. “Se não luta, eles podem com você”, protestava Mamen Ruiz, de 32 anos e com dois filhos, e que se uniu à Plataforma dos Atingidos pela Hipoteca (PAH) de sua cidade, Múrcia (sudeste da Espanha), quando viu de perto o despejo. Virgínia, de 47 anos e servidora pública de Justiça manifestava-se “pelas taxas, pela lei do aborto e para dizer a Gallardón (ministro da Justiça) que deixe o cargo”. No redemoinho de vozes decepcionadas fundiram-se trabalhadores demitidos, empregados do setor de mineração, pequenos partidos de esquerda, membros das ondas anticortes…

O substrato do protesto foram as colunas de pedestres que seguiram o traçado das seis estradas nacionais que confluem na capital. Mas a verdadeira matéria-prima da concentração foram os madrilenhos e os que chegaram em trens, carros e ônibus de todo o país. Na estação de Atocha, todas as colunas se uniram em um braço que avançou até a central praça de Colón, onde foi lido um manifesto.(Transcrevi trechos. Veja vídeos)

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El rotundo éxito de las Marchas de la Dignidad no es sólo cuantitativo. Hubo miles y miles de personas, muchas más que en ninguna otra manifestación de este carácter. Y eso es muy importante. Implica que lejos de la propaganda el movimiento anti saqueo no ha hecho más que crecer desde aquel 15 de mayo de 2011. Daba una cierta sensación en la manifestación de estar repleta de activistas (lo cual no es siempre una buena señal: hace falta que estén todos los activistas y mucha gente que no lo es pero que apoya el movimiento). Como las sensaciones son sólo sensaciones, no se deben sacar muchas consecuencias de ellas, pero si fuera así querría decir que hay un núcleo de activistas mucho más numeroso del que nunca habríamos soñado.

Más allá de lo cuantitativo hay datos cualitativos que dan a las marchas una relevancia altísima. En primer lugar el nivel de organización y coordinación. Desde hace varios meses, en cientos de pueblos de todo el país vienen preparándose las marchas, su logística, su difusión, su contenido… Todo ello con una alta eficacia como ha sido evidente a la vista del resultado. Desde distintos puntos del país iban saliendo marchas que eran recibidas, acogidas y apoyadas en pueblos y ciudades, muchas veces con nulo apoyo (o todos los obstáculos posibles) de los poderes locales. En cada uno de esos pueblos se preparaban comidas, lugares de pernocta, desayunos. Y también encuentros con los vecinos, actos para difundir la dignidad constituyente que recorría el país. Mientras, se iban preparando cientos de autobuses para que quienes sólo pudieran acudir el 22 estuvieran en Madrid.

Otro dato, que ya no es novedoso, es el grado de unidad y entendimiento entre distintos que no renuncian a seguir siéndolo pero que saben que hay que luchar unidos contra el saqueo, contra el poder. Por supuesto ha habido fricciones, diversidad de objetivos, meteduras de pata hasta el mismo día de ayer… Nada que no ocurra en cualquier colectivo y más cuanto más numeroso sea. Pero siempre ha terminado primando el esfuerzo en avanzar en la unidad popular. Tal esfuerzo no es novedoso en la calle (aunque sí ha habido un avance en la forma de entender el respeto: la no ocultación de identidades) y evidencia que tenemos claro que quienes luchamos contra el saqueo y por la democracia y los derechos humanos formamos parte de un amplísimo y plural “nosotros”.

Un tercer dato es que todo esto ha sido posible al margen de los grandes medios de comunicación. Hasta que el 19 de marzo el PP dio la voz alarma (¡35 manifestaciones en Madrid el sábado! ¿Es que nadie piensa en los comerciantes de Centro?) ningún gran medio de los de siempre había hecho caso a lo que se estaba organizando y llevaba semanas en marcha por todo el país. Posiblemente muchos de los madrileños que participaran en las marchas el sábado se enteraron por la información que sí hubo desde entonces y muy especialmente desde que los sorprendentes bípedos que gobiernan la Comunidad de Madrid empezaron a llamarnos nazis, revolucionarios comunistas y todo lo que se les ocurriera salvo etarras (¿por qué no nos llamaron etarras?). Pero los miles de personas que vinieron de todo el país y sospecho que una gran mayoría de quienes fueron viviendo en Madrid conocieron la convocatoria por medios ajenos a las grandes empresas de comunicación: nuevos medios de comunicación independientes, redes sociales, propaganda, boca a boca… resulta evidente que por diversas circunstancias ni el ninguneo ni la criminalización compartidos por el Gobierno y los grandes medios de comunicación tienen éxito desde hace bastante tiempo.

Todo ello hace muy relevante el éxito de ayer. Es una demostración de que somos mucho más de lo que nos llegamos a creer, que por una vez el optimismo no es sólo de la voluntad. Durante la crisis no han faltado quienes han echado el freno a la respuesta apelando a que la correlación de fuerzas nos es desfavorable. Todo lo que rodeó a las marchas de ayer (incluso el grotesco conteo policial de heridos en los incidentes, según el cual hubo muchos más policías heridos que manifestantes) evidencia que el potencial del movimiento popular anti saqueo es muy superior al que imaginábamos, que no podemos hablar de debilidad de la oposición salvo como pesimismo de la voluntad. Desde ayer, echar el freno, no ser radicalmente audaces en las propuestas de cambio, no empujar hacia nuevos cimientos políticos, económicos e institucionales debe ser considerado alta traición. También habrá que considerar traidor a quien se empeñe en buscar qué nos diferencia para dificultar universalizar esta unidad popular en todos los frentes ¿Cómo explicaremos a nuestros hijos que con tanta gente junta en la calle no conseguimos cambiar unidos el país? No podremos.

*Hugo Martínez Abarca es autor del blog Quien Mucho Abarca

Quem fere mais: Maduro na Venezuela ou o rei Juan Carlos da Espanha

A direita da Venezuela é franquista e golpista. Apóia o rei Juan Carlos.

Sábado, 12m, teve marcha em Espanha e na Venezuela e no Brasil. Quem prendeu mais?

No Brasil, o povo não apareceu para defender o retorno da ditadura. Foi um belo não aos nazi-fascistas que pedem a deposição de Dilma Rousseff, presidente eleita pelo povo.

Ditadura nunca mais. Basta de golpismo na América do Sul.

IMPRENSA HOJE

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12m, Madrid
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Un centenar de heridos y 24 detenidos tras la marcha

por F. J. BARROSO, El País Espanha

La Marcha de la Dignidad fue pacífica hasta bien entrada la noche. Solo entonces elementos radicales y policías antidisturbios entraron en acción. Pasadas las nueve de la noche, ya había una veintena de detenidos, después de varias cargas policiales y el recibimiento a pedradas de los agentes. Casi en la medianoche la cifra se cerró en 24 detenidos, de los que tres eran menores.
La Delegación del Gobierno informó de que a los detenidos se les acusa de resistencia y atentado a la autoridad, vandalismo y destrozos en el mobiliario urbano.
Emergencias de Madrid ha informado también de que hay 101 heridos de carácter leve o muy leve, de los que 67 son policías (46 nacionales y 9 municipales) y, el resto, 34 ciudadanos que participaban en la marcha. Además, 15 personas han sido trasladadas a hospitales para una valoración médica.

O Diário de Pernambuco mostra a marcha de 22m de 1964, pelo golpe que durou 21 anos de ditadura militar no Brasil
BRASIL. O Diário de Pernambuco mostra a marcha de 22m de 1964, pelo golpe que durou 21 anos de ditadura militar no Brasil
A marcha solitária dos golpistas, ontem, no centro de São Paulo, Brasil
A marcha solitária dos golpistas, ontem, no centro de São Paulo, Brasil