A Contax rouba até a altivez, o civismo, a coragem do jovem brasileiro

 

trabalho degradante humilhante salário

O Ministério do Trabalho passou dois anos investigando a Contax. Dois anos. Uma eternidade. Bastavam dois dias para descobrir os casos de tortura física e de tortura psicológica na monstruosa empresa laranja da Oi, Vivo, Santander, Itaú, NET, Citibank e Bradesco.

Dois anos investigando os abusos trabalhistas contra mais de 185 mil pessoas que hoje prestam serviço de teleatendimento. Sem contar os milhares e milhares de jovens, de 18 a 25 anos, que já passaram pela Somar, uma empresa criminosa, que mais parece um motel pela sua alta rotatividade.

O que me impressiona é a submissão do jovem trabalhador brasileiro. Que não se revolta contra a servidão. Uma passividade, uma covardia, um medo de perder o emprego que bem sinaliza que vivemos em uma ditadura econômica.

Os jovens temem entrar na lista negra das multinacionais, das grandes empresas estrangeiras.

Também os jovens não contam com o apoio de nenhum partido político, de nenhum sindicato, de nenhuma grande mídia, apenas alguns blogueiros defenderam as vítimas da Contax, sendo exemplar a corajosa reportagem de Leonardo Sakamoto.

Todo dinheiro investido na investigação foi pelo ralo; e inútil a trabalheira dos funcionários do Ministério do Trabalho em sete estados; e quixotesca a intervenção nos currais da Contax.

Porque a justiça, sempre mui amiga do poder econômico, autorizou a permanência da superexploração da Oi, Vivo, Santander, Itaú, NET, Citibank e Bradesco nos doze estados que a Contax funciona.

Os salários da fome e do medo transformam o jovem brasileiro em um cidadão zumbi, sem altivez, sem coragem, sem hombridade. Um jovem que perdeu o brio, o orgulho, o civismo, pelo corpo usado, pela alma escrava.

E sem revolta, o cidadão vira-lata aceita o atual salário mínimo ou piso, abaixo de uma diária de um ministro de um Supremo Tribunal, de uma diária de um ministro de Dilma, para não citar os valores dos diferentes auxílios de moradia, de educação etc, que tem um juiz, que tem um deputado, ou mesmo um vereador do menor município do imenso Brasil.

 

 

assédio

 

 

Venezuela paga o mais alto salário mínimo das Américas

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O presidente Nicolás Maduro anunciou um novo aumento do salário mínimo nacional em 30%. Uma decisão que chateou a imprensa direitista que faz a propaganda do golpe na Venezuela.

No início do ano, o Governo de Caracas já tinha ajustado o salário mínimo em 10%.

O decreto que consagra a alteração do valor do salário mínimo foi publicado na Gazeta Oficial esta quarta-feira, para entrar em vigor logo no 1.º de Maio. A medida eleva a chamada remuneração básica na Venezuela para 4251,40 bolívares por mês, que dependendo da taxa de câmbio utilizada pela imprensa oposicionista fica, no mínimo, em 675 dólares (ou 642,22 euros).

Os países europeus, em crise, pagam menos.

El presidente Nicolás Maduro anunció un aumento de 30% del salario mínimo a trabajadores y pensionados con motivo del 1º de mayo, Día del Trabajador.

El ingreso mínimo legal promedio hasta este 30 de abril es de Bs. 3.270, más Bs. 1.351 de ticket de alimentación, lo que suma Bs. 4.621, según declaró Maduro.

En este sentido, el salario mínimo de un trabajador quedará en Bs. 4.251,78. Adicionando el beneficio diario por concepto de alimentación, la ganancia legal será de Bs. 5.602, añadió el mandatario.

“Llevaríamos en este sistema de defensa del salario único un 43% de aumento, a partir de que se esté aplicando el 30%”, precisó en cadena de radio y TV.

De igual modo, el Ejecutivo destacó que evaluará “otra vez”, en el último trimestre del año, un nuevo incremento. “Sin trabajadores no hubiese patria, no hubiese país”, agregó durante la instalación de la Conferencia de Paz con la clase obrera venezolana en el Palacio de Miraflores.

Además de incremento salarial, el Gobierno se mantendrá desplegado para defender los ingresos de los venezolanos ante “los procesos especulativos y estamos encima de ellos (…) y ya se ha ordenado regularizar” los precios de los productos, por ejemplo el café, que se produce en el territorio nacional.

“No dejemos que nos afecte algo que producimos en el país”, dijo Maduro, quien aseveró que “en Venezuela hemos creado con la justicia y la igualdad social un mercado poderoso que es la gran oportunidad para el desarrollo de las fuerzas productivas venezolanas”.

Maduro afirmó que tiene plena confianza en el sector empresarial.

“Yo se que quieren producir y que les duele el país. Les sigo haciendo el llamado a producir, a unirnos, y confío que con la bendición de Dios, el buen trabajo y las políticas correctas que estamos aplicando, que a final de año estemos estrangulando y venciendo la perversa inflación inducida y estemos transitando un buen equilibrio”, dijo.

Celso Schröder e o salário do jornalista

Celso Schröder e o salário do jornalista. Ilustração Júcalo
Celso Schröder e o salário do jornalista. Ilustração Júcalo

Celso Shoröder continuará na presidência da Federação Nacional de Jornalistas. A nova posse acontecerá de 22 a 25 de agosto próximo.

O presidente reeleito da FENAJ, nos dias 16 e 17 últimos, agradeceu “o apoio de milhares de jornalistas que se mobilizaram [em Pernambuco sob o cutelo da CUT]  para garantir esta eleição direta, que nos orgulha por ser a FENAJ a única, tanto entre as federações de trabalhadores brasileiros, como nas organizações de jornalistas em nível mundial, a radicalizar a democracia e submeter-se à decisão direta da base”.

[Não sei que diabo é isso “radicalizar a democracia”?]

Na mensagem, Schröder também dirigiu-se à sociedade brasileira “para que, nestes momentos importantes e desafiadores à nossa jovem e custosa democracia, defenda a atividade jornalística como um patrimônio que não só custou vidas e liberdade de diversos jornalistas, mas também o sacrifício de centenas de brasileiros”.

[No blog da FENAJ, não existe nenhuma referência sobre jornalistas ameaçados de morte, ou exilados ou sob assédio judicial. Prefere o despiste de anunciar a desgraça doutros países, para esconder a vida de cão do jornalista brasileiro. Clique nos links.

Nenhuma proposta para o pisoteado salário piso. Será que pedirá o salário mínimo do operário argentino – 600 dólares – como salário piso do jornalista brasileiro?

Nem isso.

De que cuida a FENAJ?

Em nome da transparência, que os jornalistas tanto cobram dos políticos, devia primeiro colocar no blog uma prestação de contas do dinheiro que entra (origem) e gasta (o famoso onde? como? porquê?)

Seria uma boa novidade.

Vida de jornalista brasileiro. Ilustração Abdallah
Vida de jornalista brasileiro. Ilustração Abdallah

Salário mínimo da Argentina: o dobro do Brasil

 Giacomo Cardelli
Giacomo Cardelli

O Brasil paga um dos piores salário mínimo do mundo, e reclama do povo que vai para as ruas. Quero ver que candidato a presidente prometerá um salário igual ao da Argentina, que paga 600 dólares; e o Brasil acha 300 muito, muito dinheiro, dinheiro demasiado, quando roubar um bilhão não é nada, não é nada.

O trabalhador brasileiro tem crédito apenas no Banco de Horas, e o Eike Batista, cada vez mais pobre, pega 13 bilhões de reais no Banco Nacional do Desenvolvimento.

O fenômeno Eike Batista, pra lá de curioso: Ganhou ferrovias, portos, terras e mais terras; concessões de minérios, de petróleo, de gás; & empréstimos a perder de vista; e quanto mais ganha, mais pobre fica.

605 dólares en agosto

Con la reciente actualización dispuesta en el salario mínimo vital y móvil, el piso legal de remuneraciones de Argentina se ubicará entre cincuenta y ciento por ciento por encima de otros países de la región.

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Por Tomás Lukin

El salario mínimo en Argentina es uno de los más elevados de América latina. A partir de agosto, cuando se implemente la primera de las dos partes del reciente aumento de 25,2 por ciento, el piso legal llegará hasta los 605 dólares. El salario mínimo vital y móvil (SMVM) será entonces entre 49 y 100 por ciento más elevado que los valores registrados en Uruguay, Venezuela, Chile y Brasil. La medición en dólares no alcanza para analizar el poder adquisitivo del salario mínimo en cada país, pero ofrece una primera línea de comparación donde se destaca el comportamiento reciente de la institución en Argentina.

Una estimación reciente realizada por Roxana Maurizio, economista de la UNGS, evidencia que entre 2003 y 2011 el salario mínimo real en Argentina registró un aumento del orden del 200 por ciento. Aun cuando esa dinámica se debilitó por la aceleración de la inflación desde 2007, el mínimo mantuvo un comportamiento positivo al “ganarles” a los aumentos de precios un 6 por ciento. La tendencia se mantuvo los últimos dos años, cuando el SMVM aumentó por encima de las mediciones de precios alternativas al Indec y también superó al promedio de mejoras acordadas en paritarias. La evolución del piso legal en Argentina solamente es comparable con el comportamiento exhibido en Brasil y Uruguay que, en el mismo período, aumentaron el valor real del piso legal alrededor del 180 por ciento.

La actualización del salario mínimo tiene un impacto directo limitado, ya que beneficia a un pequeño universo de trabajadores registrados con ingresos salariales alrededor del piso legal. El Ministerio de Trabajo calculó que los aumentos llegan directamente a 113 mil trabajadores, alrededor del 2 por ciento de todos los asalariados registrados. Esa situación contrasta con otros países, como Brasil o México, donde más del 50 por ciento de la fuerza laboral cobra el salario mínimo. El ritmo de aumentos reales en el mínimo brasileño que permiten amortiguar el pobre desempeño económico del país contrasta con el estancamiento del piso en México, donde los bajos salarios y la flexibilización laboral son una característica saliente de su mercado de trabajo.

El limitado alcance directo de la medida en Argentina no resta relevancia a las instituciones laborales –no solo el SMVM sino fundamentalmente las negociaciones paritarias–. El Ministerio de Trabajo enfatiza su rol como instrumentos para mejorar los ingresos de los trabajadores más vulnerables y reducir la desigualdad salarial que prevalece en el país. Actualmente, el porcentaje de trabajadores no registrados que perciben un salario inferior al mínimo se ubica en torno del 40 por ciento.

En sintonía con los estudios publicados por la cartera laboral sobre el impacto de las mejoras en mercado de trabajo sobre la reducción de la desigualdad, los resultados de la investigación realizada por Maurizio –el trabajo es una actualización de otro efectuado con el economista Saúl Keifman– evidencian la relevancia de las instituciones laborales en la reducción de la desigualdad. “Los incrementos del salario mínimo durante la última década contribuyeron a comprimir la parte inferior de la distribución y, así, a reducir la desigualdad salarial. En Argentina y Brasil, la recuperación fue más intensa y los impactos igualadores de mayor magnitud”, sostiene Maurizio. A pesar de las mejoras recientes, la región continúa exhibiendo elevados niveles de precariedad laboral, bajos salarios promedios y una alta desigualdad de los ingresos laborales.

luxo salário mega teto super

11 bilhões do BNDES

 

O trabalhador consegue transformar trocados em tudo que é preciso para sobreviver: pagar o aluguel de uma moradia em alguma favela ou cortiço, transporte, luz, gás, comprar alimentos, água de beber, medicamentos, vestimenta etc.

Wellton Máximo, repórter da Agência Brasil, escreveu que o valor emprestado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) às empresas do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, soma R$ 10,4 bilhões.

Empresas e grana (muita grama mesmo!) não podem desaparecer no ar. Uma baita estória, sem pé nem cabeça, essa de Eike.

Bancos contra pueblos: los entresijos de una partida amañada

por Eric Toussaint

Los salarios de los trabajadores del grupo de países más fuertes (Alemania, Francia, Países Bajos, Finlandia, Suecia, Austria, Dinamarca) son el doble o el triple de los salarios de los trabajadores de Grecia, Portugal o Eslovenia, son 10 veces más elevados que los salarios de los trabajadores de Bulgaria, de 7 a 9 veces más que los salarios rumanos, lituanios o letones. En América del Sur, aún cuando las diferencias son grandes entre las economías más fuertes (Brasil, Argentina, Venezuela) y las más débiles (Paraguay, Bolivia, Ecuador…), la diferencia entre el salario mínimo legal es del orden de 1 a 4, por tanto una disparidad netamente más débil que en el seno de la Unión Europea. Esto muestra hasta qué punto es fuerte la competencia entre los trabajadores de Europa.

Las grandes empresas de los países europeos más fuertes en el plano económico se aprovechan a fondo de las disparidades salariales en el seno de la UE. Las empresas alemanas han optado por aumentar fuertemente su producción realizada en los países de la UE en los que los salarios son más bajos. Los bienes intermedios son luego repatriados a Alemania sin pagar impuestos de importación/exportación, para ser allí ensamblados y luego reexportados principalmente hacia los demás países de Europa. Esto permite disminuir los costes de producción, poner en competencia a los trabajadores alemanes con los de los demás países y aumentar la rentabilidad de esas empresas. Además, esos bienes ensamblados en Alemania y vendidos en los mercados externos aparecen por supuesto en las exportaciones alemanas, una parte importante de las cuales es en realidad el resultado del ensamblaje de productos importados. Las empresas de los demás países fuertes de la UE hacen ciertamente lo mismo, pero la economía alemana es la que se beneficia proporcionalmente más de los bajos salarios y de la precarización del trabajo en el seno de la zona euro (incluso en el interior de las fronteras de Alemania  y de la UE.

(…) Los líderes europeos, al servicio del gran capital, consiguen marginalizar cada vez un poco más al poder legislativo, dejando de lado lo que hayan elegido los votantes. Por otro lado, dónde queda la democracia, si los votantes que deseen rechazar categóricamente la austeridad no han de tener más posibilidad de hacerlo que con su voto, o si el significado político del mismo queda anulado en caso de no ir en el sentido deseado por los gobernantes, como sucedió en 2005 en Francia y en Países Bajos después del no al Tratado para una Constitución Europea, como sucedió en Irlanda y Portugal después de las elecciones de 2011, y como sucedió en Francia y Países Bajos, una vez más, después de las elecciones de 2012. Todo se ha dispuesto para que el margen de maniobra de los gobiernos nacionales y de los poderes públicos quede limitado por un marco contractual europeo cada vez más restrictivo. Se trata de una deriva muy peligrosa, a menos, naturalmente, que los gobiernos, apoyados por su población, decidan desobedecer.

Vuelta al inicio de la crisis en 2007

La suma gigantesca de deudas privadas comenzó a derrumbarse con el estallido de la burbuja especulativa en el sector inmobiliario de Estados Unidos (seguido de situaciones parecidas en Irlanda, el Reino Unido, España,…). La burbuja inmobiliaria estalló en los Estados Unidos cuando los precios de las viviendas construidas en cantidades exageradas empezaron a caer al no encontrarse compradores para estas viviendas.

Las explicaciones simplistas o directamente falsas de la crisis que estalló en los Estados Unidos en 2007, con un enorme efecto de contagio hacia Europa occidental principalmente, han prevalecido en las interpretaciones dadas por los medios de comunicación dominantes. Regularmente en 2007 y durante buena parte de 2008, se explicó a la opinión pública que la crisis se inició en los Estados Unidos porque los pobres se habían endeudado demasiado para adquirir casas que después no podrían pagar. El comportamiento irracional de los pobres fue señalado con el dedo como el origen de la crisis. A partir de fines de septiembre del 2008, después de la quiebra de Lehman Brothers, el discurso dominante cambió y comenzó a señalar a las ovejas negras que, en el seno del mundo de las finanzas, habían pervertido el funcionamiento virtuoso del capitalismo. Pero, ni mucho menos las mentiras o las manipulaciones dejaron de circular. Se pasó de los pobres, responsables de la crisis, a las manzanas podridas presentes en la clase capitalista: Bernard Madoff, que había montado una estafa de 50.000 millones de dólares o Richard Fuld, el jefe de Lehman Brother.

Los inicios de la crisis se remontan al 2006, en el que el precio de las viviendas se derrumbó en los Estados Unidos debido al exceso en la construcción, que fue provocado a su vez por la burbuja especulativa que al inflar el precio de los inmuebles había conducido al sector inmobiliario a aumentar exageradamente su actividad en comparación con la demanda solvente. Fue esta caída del precio de los bienes inmuebles la que condujo al aumento del número de familias incapaces de pagar sus mensualidades de créditos hipotecarios subprimes. De hecho en los Estados Unidos las familias tienen la posibilidad y la costumbre de, cuando los precios de los bienes inmuebles están a la alza, refinanciar su préstamo hipotecario al cabo de 2 o 3 años a fin de obtener condiciones más favorables (esto sucedió aun cuando en el sector de los préstamos subprimes la tasa de los 2 o 3 primeros años era baja y fija, alrededor del 3%, antes de subir vertiginosamente y de volverse variable al 3° o 4° año). Visto que los precios de los bienes inmuebles comenzaron a bajar desde 2006, las familias que habían recurrido a los préstamos subprimes ya no estuvieron en medida de refinanciar favorablemente su crédito hipotecario, los impagos comenzaron a multiplicarse desde inicios de 2007, lo que provocó la quiebra de 84 sociedades de crédito hipotecario en los Estados Unidos entre enero y agosto de 2007.

Como ocurre a menudo, la crisis se explicó de manera simplista con el estallido de una burbuja especulativa, pero la causa real hay que buscarla a la vez en el sector de la producción y en la especulación. Por supuesto, el hecho de que una burbuja especulativa haya sido creada y terminara por estallar no hace sino que multiplicar los efectos de la crisis que se inició en la producción. Todo el sistema de los préstamossubprimes y los productos estructurados creados desde mediados de los años 90 se vino abajo, lo que tuvo terribles repercusiones sobre la producción en diferentes sectores de la economía real. Acto seguido, las políticas de austeridad amplificaron el fenómeno desembocando en el periodo recesivo-depresivo prolongado en el cual la economía de los países más industrializados se encuentra estancada.

+ PRIVATIZAÇÕES + EMPRESAS DESNACIONALIZADAS

 

Os empregados estrangeiros das empresas e indústrias estrangeiras recebem nas filiais brasileiras o salário da matriz. Pago em moeda estrangeira. Os brasileiros ocupam chefias no segundo escalão. A maioria trabalha como peões com salário pago em real, moeda desvalorizada. Todos os empregos são temporários. Mão de obra barata é exploração: aumenta o lucro dos piratas e corsários.

 

 

Venezuela: salario mínimo se convierte en el más alto en Latinoamérica.

 

Hugo Chávez anunció un incremento de 32,5% del salario mínimo para los trabajadores de la administración pública y privada.

“Los Bs 2 mil 47 equivalen a 476 dólares, lo que coloca a Venezuela en el primer lugar en salario mínimo en América Latina. Si a esto le sumamos Bs 957 mensuales del ticket de alimentación, eso dará Bs 3 mil 4 de ingreso mínimo. Llevado a dólares alcanza   698,6 mensuales”, detalló el primer mandatario en cadena nacional al destacar el esfuerzo  del Ejecutivo  en la  redistribución de la riqueza nacional.

De manera que la jornada diurna para los venezolanos equivale a un mínimo de 68,25 bolívares diarios. Los aprendices y adolescentes devengarán por su parte, 1.522,43 bolívares, lo que representa para ellos un aumento del 10%.

El anuncio sobre este incremento lo hizo el Ejecutivo nacional el pasado ocho de abril de 2012. En esa oportunidad subrayó que 345.877 empleados y obreros públicos, al igual que 2.052.295 jubilados resultarían beneficiados.

El Gobierno nacional ha destacado en reiteradas oportunidades que el salario mínimo de nuestro país al sumarse con el bono de alimentación, se convierte en el más alto en Latinoamérica.