Manifestantes são feridos com balas de borracha em confronto contra leilão, no Rio

A POLÍCIA DE DILMA EM AÇÃO

BOMBAS RIO

[Agência Brasil]. Pelo menos seis pessoas ficaram feridas com balas de borracha em confronto entre manifestantes e homens da Força Nacional de Segurança, na Barra da Tijuca. Os manifestantes protestam contra a primeira rodada de licitação do pré-sal, marcada para hoje (21), às 15h no Windsor Barra Hotel.

A confusão começou depois que manifestantes derrubaram a grade que separava o protesto dos homens da Força Nacional. Os policiais reagiram com balas de borracha,spray de pimenta e bombas de efeito moral. Dois feridos estão sendo atendidos em uma ambulância do Corpo de Bombeiros que está no local.

Os manifestantes continuam posicionados em frente às grades, que foram recolocadas, agitando bandeiras de partidos políticos, movimentos sociais e sindicatos

Satélites artificiais descobrem petróleo. E os poderes psíquicos?

O Brasil não acredita em espionagem. Nem liga para os serviços de espionagem dos satélites articiais. Noutros países, satélites espias são derrubados.

Para se encontrar regiões que provavelmente tenham petróleo, dispomos hoje de satélites artificiais e fotos tiradas de aviões.

Nas regiões onde se formou o petróleo houve dobramento do subsolo ocasionando a formação de cavidades. As fotos dos satélites e dos aviões demonstram essas cavidades. Assim sendo, os técnicos vão ao local e através de aparelhos sofisticados verificam a probabilidade  de haver ou não petróleo na determinada região.

Em caso positivo monta-se a plataforma marítima ou terrestre de petróleo.

Foi assim que vários países entraram nos nossos leilões de petróleo e gás. Fernando Henrique realizou cinco leilões. Lula, seis, com os nomes de rodadas. E o “petróleo é nosso”, lema de uma campanha que movimentou o Brasil, terminou em quermesses.
Agora tem um caso de poderes psíquicos. Veja só:

Desde o mês de novembro do ano passado a família do senhor Sebastião Batista Dias está cavando um poço nos arredores de sua residência, localizada no Sítio Calisto, zona Rural do município de Água Branca. No poço, que tem 4,70 m de profundidade começaram a aparecer pedras manchadas por uma borra preta, o que os moradores acreditam ser petróleo.

“Ninguém consegue ficar muito tempo lá embaixo, porque o cheiro é muito forte” disse a filha de seu Sebastião. O fato curioso da historia é que a família começou a cavar o poço à pedidos de Dona Nelcina, uma paulistana que nunca veio a Paraíba e que nem conhecia os agricultores. Segundo Dona Cecí Maria da Silva (48), esposa de seu Sebastião, a Dona Nelcina tem poderes psíquicos e teria indicado com precisão o local da escavação.

“Ela nunca veio aqui e sabia exatamente onde estava o pé de algodão e onde deveríamos cavar” disse Dona Cecí. Uma amostra da borra encontrada nas pedras foi enviada para São Paulo para ser analisada. Segundo a família foi constatado que se tratava realmente do petróleo.

Não é a primeira descoberta 
Escreve Rogério Cassimiro:
Na busca por água no semi-árido nordestino, trabalhadores rurais do sertão paraibano descobriram em suas terras uma riqueza que não imaginavam existir. Cavando poços na terra seca, em vez de água encontraram petróleo, a poucos metros de profundidade.O primeiro poço, com 46 metros, surgiu há 24 anos, na zona rural de Sousa, a 430 km de João Pessoa. Nos anos seguintes, pelo menos outros três, perfurados em áreas vizinhas, também apresentaram indícios do óleo. Até agora, entretanto, as possíveis jazidas permanecem inexploradas.

É o petróleo, “de boa qualidade”, segundo o diretor-presidente da CDRM (Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais) da Paraíba, José Aderaldo de Medeiros Ferreira, 67.De acordo com ele, há indícios de que o óleo possa estar presente não apenas no sítio de Oliveira e de seus vizinhos, mas também em uma extensa área de 1.400 km2, conhecida como bacia sedimentar do Rio do Peixe.

Essa área, disse Ferreira, seria uma extensão da bacia do Apodi, região produtora de petróleo com 15 mil km2, localizada no Estado vizinho do Rio Grande do Norte.

Com base nessa suposição, o diretor da CDRM acredita que as possíveis jazidas paraibanas possam produzir até 20 mil barris por dia. “Evidentemente, não seria uma produção de impacto nacional, mas, para a região, representaria a estabilização”, afirmou.

De acordo com ele, os seis municípios localizados na bacia do Rio do Peixe e os agricultores receberiam royalties pela exploração do petróleo em suas terras.

Até agora, porém, ninguém sabe nem sequer onde estariam as jazidas. O único estudo realizado na área, disse Ferreira, foi feito pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), a pedido do governo estadual. O objetivo era detectar sinais de gás e óleo no solo.

Na pesquisa, afirmou, a potencial região produtora foi mapeada e dividida. De locais determinados, foram retiradas 1.800 amostras de terra a uma profundidade média de 70 cm. As amostras foram enviadas para análise no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos, que “confirmaram os indícios”.

De acordo com a matéria assinada por Kelly Lima, a Paraíba é um dos estados que estão sendo estudados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) como possível local para futuras perfurações de poços