Quem foi o ministro do Planejamento dos Estados Unidos do Brasil?

Não vai pra frente a CPI da Privataria. Primeiro sinal é a candidatura de Serra a prefeito.

Serra disse que o livro A Privataria Tucana é lixo. Acertou. Narra parte do lixo das privatizações dos telefones, da energia, da Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e de outras estatais. Só a Vale vale mais de três trilhões, e foi entregue por dois bilhões e duzentos milhões. Isso rendeu muito dinheiro para os ladrões que leiloaram o Brasil, e que abriram contas em paraísos fiscais. Toda a família de Serra é citada no livro, junto com outros sócios das quermesses fajutas, que ele planejou como ministro de Fernando Henrique. Busque os arquivos deste blogue e fique sabendo histórias cabeludas dessa sujeira que empobreceu o Brasil e enricou os tucanos. Tudo ficha suja.

Os piratas e corsários invadiram nossa Pátria. Tanto que, num ato falho, Serra chamou nosso querido País de “Estados Unidos do Brasil”. Confira 

Amaury diz que “a roubalheira foi muito maior” do que aparece no livro

Autor de “A Privataria Tucana” diz que está investigando “mil coisas” no momento.

“Se instalar a CPI, a casa vai cair. O que eu mostrei aqui foi pequeninho. A roubalheira foi muito maior”

Entre as informações novas que tem apurado, Amaury revelou que muitas são contadas por integrantes do PSDB. “Tucanos têm falado comigo”. O jornalista disse que uma das coisas que lhe confidenciaram foi que um grande jornal de São Paulo queria entrar na farra das privatizações sem gastar um tostão. “Um jornal de São Paulo queria entrar nas privatizações sem pagar nada. Queria cobrar pelo lobby que estava fazendo”.

Henrique Meirelles também utilizava os serviços de um doleiro

Amaury, que fez reportagens sobre a CPI do Banestado, afirma que, de fato, o acordão ocorreu quando se descobriu que ninguém menos que o então presidente do Banco Central – autoridade máxima nas questões financeiras no país – Henrique Meirelles também utilizava os serviços de um doleiro investigado pela comissão de inquérito. “Todo mundo sabe que houve acordão. Eu falei isso e ninguém nunca contestou. Descobriram que o presidente do Banco Central estava operando com um doleiro. Isto faltou colocar no livro. Foi uma matéria que foi de colegas da Isto É e ganhou Prêmio Esso de Economia”.

O jornalista acredita que novo acordão poderá ocorrer, mas com o objetivo de que a CPI nem seja instalada. “Se instalar, a casa vai cair. O que eu mostrei aqui foi pequeninho, foi o que eu consegui pegar. A roubalheira foi muito maior”, disse. Revelou também que já entregou documentos para a PF e que se a CPI não sair entrará com uma ação no Ministério Público.

Amaury afirmou que o julgamento do Mensalão pode ser um exemplo de algo que desmotive a base governista em atacar seus adversários. O jornalista disse que vai haver movimentos populares em todo o país pressionando pela criação da CPI quando o Congresso sair do recesso. Ele avaliou que a repercussão do livro é muito grande, porque as privatizações afetaram diretamente a vida de muitas pessoas, o que ele tem percebido em suas andanças pelo país para lançar o livro. “Achei que o livro não faria este sucesso, porque trata de economia. Andando pelo país percebo que as privatizações afetaram a vida das pessoas. Acabaram com a vida de algumas pessoas”.

Amaury: “Quando vi que as acusações para desqualificar o livro eram fraquinhas demais, a sensação foi de nocaute”

Ele também avaliou que o livro mudou o quadro político nacional. “Até a publicação, os tucanos eram heróis que viviam caçando ministros. Percebi que serviu também para unificar esquerdas, que perceberam que o inimigo era outro”. O jornalista revelou que ficou nervoso com a reação que poderia sofrer com o livro, mas que a resposta dos denunciados no livro foi pífia. “Eu fiquei nervoso, mas quando vi que as acusações para desqualificar o livro eram fraquinhas demais, a sensação foi de nocaute”.

Jornalista diz que não recebeu nenhum processo após o livro

“Nenhuma. Nenhuma. Nenhuma”. Assim Amaury Ribeiro Júnior garantiu que não recebeu qualquer notificação de processo contra si em decorrência do lançamento de A Privataria Tucana. Ele disse que foi processado pelo presidente do PT, Rui Falcão, antes de lançar o livro, por um depoimento que deu na Polícia Federal, acusando o dirigente de ter sido a fonte de Veja para o “caso do dossiê”. “O Rui Falcão me meteu um processo, gastei R$ 10 mil com advogados. A ação é tão fajuta que ele vai ter que pagar tudo. Eu fui prestar depoimento na Polícia Federal e contei a história da briga interna que aconteceu. Ele mandou também um criminal, que o juiz mandou trancar, de tão ruim que era a inicial”, disse.

O jornalista também fez troça dos demais envolvidos no livro, os acusados de terem se beneficiado com propinas durante as privatizações do Governo FHC. Parte importante dos documentos que obteve para escrever o trabalho jornalístico foi com autorização judicial por exceção da verdade, depois de ser processado pelo ex-presidente do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio. Assim, Amaury parece confiante de que não será processado novamente. “Agora o pessoal está com medo deste negócio de exceção da verdade”.

Transcrevi trechos de reportagem de Felipe Prestes

Privataria tucana. A morte anunciada de Amaury Ribeiro Jr

FHC comandou a privataria tucana
FHC comandou a privataria tucana

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, promoveu um debate sobre o livro “A Privataria Tucana” que contou com a participação do autor do livro, Amaury Ribeiro Jr., do jornalista Paulo Henrique Amorim e do Deputado Federal Protógenes Queiroz. Veja vídeo 

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) afirmou que levar ao Congresso Nacional as denúncias contidas no livro “A Privataria Tucana” foi importante para evitar riscos ao autor do livro, Amaury Ribeiro Júnior. Durante lançamento da obra no início desta quinta-feira (21), na região central de São Paulo, o autor do pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Federal insinuou que o jornalista correria risco de sofrer um atentado se não ocorresse uma resposta da sociedade.

“Não poderíamos demorar muito para não perder o ‘timing’ e perder o Amaury”, lembrou. “Você viraria estatística, sofreria um ‘assalto’, diriam que reagiu e perderíamos um jornalista”, insinuou.

O livro traz documentos e informações contra o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil na década de 1990 Ricardo Sérgio, apontado como “artesão” dos consórcios de privatização em troca de propinas. Outro citado é o ex-governador paulista José Serra (PSDB), que tem familiares apontados como agentes de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos na venda de estatais.

Para o delegado, ainda que Amaury Ribeiro Júnior detenha muita informação, mas outras pessoas investigaram casos relativos à privatização. “São informações complementares que muitas pessoas sabem. Já começamos a preparar uma rede para exercitar na CPI da Privataria.

“(O pedido de CPI) é um pedido dos trabalhadores, estudantes, é a resposta. O fantasma da privatização ronda o país”, declarou o deputado. Embora a velha mídia tente taxar as denúncias como “requentadas” e já investigadas em outros momentos, como a CPI do Banestado (de 2004), o Protógenes afirma que os desvios das privatizações não passaram por escrutínio.

Privataria: roubo e colonização

Os leilões das privatizações foram quermesses, doações, ladroagens mil, entreguismo, bandidagem, crime organizado, traição da Pátria, tráfico de moedas, recolonização do Brasil.

Só um exemplo: a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões. Os ladrões venderam por 2 bilhões e 200 milhões.

Para se entender quanto o Brasil perdeu nos leilões fajutos das mineradoras, da Petrobras, da telefonia, da energia, dos bancos estaduais, das empresas estatais

Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos.

El presidente Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos, ya que sin esa medida el Estadio hubiera recibido el 2011 sólo 952 millones de dólares.

La alocución fue realizada al celebrarse los 75 años de creación de Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) en la que destacó la determinación de recuperar los hidrocarburos para el país, que representó un apoyo significativo para el Tesoro general del Estado (THE).

Morales señaló que Bolivia cuenta con muchos recursos naturales y que estaba convencido que si los distintos gobiernos hubieran aprovechado, Bolivia hubiera prestado plata o cooperado con otros países.

A privataria tucana, por Clayton
A privataria tucana, por Clayton