Resultado da privatização e terceirização da Celpe

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Quando os piratas compraram a Celpe – a Companhia de Eletricidade de Pernambuco – a preço de banana podre, para economizar e faturar sempre mais, demitiram todos os funcionários técnicos, e terceirizaram todos os serviços.

Por falta de manutenção na velha fiação das linhas de fornecimento de energia, quantos já morreram vitimados por choques elétricos?

O Diário de Pernambuco, com sua “santa e burra inocência”, pergunta de “quem é a culpa”?

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É isso aí: A Celpe rouba e mata. E a justiça de merda não faz nada. A polícia corrupta não investiga porra nenhuma.

Quem morreu se lascou e nem sabe! Que ta tudo dominado.

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O manual do governo Fernando Henrique que vendeu as estatais

privatização ensino saúde

manual

Empresas espanholas trazidas por FHC só trouxeram corrupção

 

por Gilmar Crestani

Alguém ainda há de lembrar que o processo de privatizações começou com a entrega da CRT por Antonio Britto aos seus ex-patrões da RBS que formaram consórcio com a Telefônica de Espanha. A tentativa de apropriação do Estado pela RBS não começava aí, mas foi com a entrega da CRT que ficou escancarado que a RBS estava determinada a se infiltrar no Estado. Se a Telefônica passou a perna nos donos da RBS também é verdade que não desistiram de terem a chave dos cofres do Estado nas mãos de seus funcionários. O cavalo do comissário perdeu para Olívio Dutra, saiu pela porta dos fundos escondido no manto do capacho Pedro Simon, e foi se desintoxicar do mal das alterosas que também acomete Aécio Neves, na Espanha. Por mera coincidência, terra que entrara cisplatina via RBS mas que também arrematara por algumas bananas o Meridional.

A Zara, da Inditex, e outras espanholas já estiveram também envolvidos em trabalho escravo. Agora é a vez da rede de supermercados se envolverem em sonegação. Aliás, esta deve ter sido a razão pela qual o PSDB resolvera trazer de fora tantas empresas corruptas e corruptoras. São de mesma natureza. Nem em dez mandatos o PT conseguirá se livrar da herança maldita espalhada nos vários níveis do Estado de esqueletos espalhados pelo PSDB. Por falar nisso, quando sairá Gilmar Mendes, exemplo maior da herança maldita deixada por FHC.

Está aí uma boa pauta para colonista do El País, Juan Árias, puxa-saco da direita tupiniquim. Ele que ficou famoso nas altas rodas por reclamar que os brasileiros não reagem contra a corrupção, poderia começar explicando se a Espanha tem outros produtos, além da corrupção e do trabalho escravo para exportar. Nem precisa comentar a diferença entre o nível de desemprego (27%) na Espanha em relação ao Brasil (4,6%) por que aí já seria esperar demais de um ventríloquo, de uma pena de aluguel.

Rede espanhola Dia tem disputas milionárias com o fisco de três países

* O Brasil exige da rede de supermercados mais de 90 milhões por questões fiscais

* A França exigiu pagamentos por arredondar o IVA e a Espanha, pelo imposto de sociedades

 

Unidade do supermercado Dia em Madri. / JUAN MEDINA (REUTER
Unidade do supermercado Dia em Madri. / JUAN MEDINA (REUTER

por Cristina Delgado Madri

 

A rede de supermercados Dia está envolvida em várias disputas fiscais em diferentes países. A mais cara delas é no Brasil. O grupo reconhece em seu relatório anual, entregue à Comissão Nacional do Mercado de valores, que recebeu duas notificações das autoridades fiscais brasileiras.

A primeira, na qual exigem 13,34 milhões de euros (mais de 40 milhões de reais), é por “discrepância do imposto referente às receitas com descontos recebidos de fornecedores”. A segunda, de 77,65 milhões de euros (cerca de 253 milhões de reais), “em relação ao reflexo dos movimentos de mercadorias e sua repercussão em inventários”. A empresa qualifica como “remota” a possibilidade de perder o litígio e não disponibilizou os recursos.

O Dia já teve de pagar no Brasil “2,2 milhões de euros por processos trabalhistas e 1,7 milhões relativos a outros riscos operacionais”. Além disso, a empresa reservou dinheiro para outras disputas: 4,46 milhões para o Dia França, “pelo custo financeiro associado a litígios pelo arredondamento do IVA (imposto sobre valor agregado) nos decimais do euro dos exercícios 2006, 2007 e 2008”.

A rede reconhece, além disso, que pagou, na Espanha, 3,86 milhões de euros pelo Imposto de Sociedades de 2008 e 2,85 milhões depois de uma inspeção do mesmo tributo de 2008, 2009 e 2010.

Por outro lado, a empresa também suspendeu os fundos que tinha guardado para outros possíveis pagamentos que considera que já não serão necessários. Por exemplo, 3,54 milhões de euros “correspondentes à anulação parcial do fundo criado no exercício 2013 para enfrentar riscos derivados da venda do Dia à Turquia”. Também 2,17 milhões que tinha reservado “para enfrentar inspeções dos exercícios 2008, 2009, 2010 e 2011. Além disso, o exercício inclui a anulação de outros recursos criados para cobrir outros riscos fiscais no valor de 1,26 milhão e depois da saída dos resultados do Dia França “foram cancelados os riscos fiscais, legais e sociais” no montante de 9,23 milhões de euros.

 

 

O preço voraz da privatização da Companhia de Eletricidade de Pernambuco – Celpe, dada de presente para a Espanha

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Neste novo aumento que beneficiará os ladrões de Pernambuco e da Espanha, não está incluído o imposto embutido da iluminação pública, que a Celpe cobra em nome da Prefeitura do Recife.

É isso aí: a Celpe é cobradora de impostos da Prefeitura, por uma iluminação de postes com lâmpadas bundas de vagalume, que o Recife é mais uma cidade que, de dia falta água, e de noite, falta luz, principalmente nos bairros mais pobres.

Fernando Henrique privatizou as companhias de fornecimento de energia, com o argumento pífio e comprovador de sua incapacidade administrativa de que havia corrupção nas estatais.

Bem que prefiro ser roubado pelos ladrões daqui, que os piratas estrangeiros levam o dinheiro para bem longe, da escuridão da Brasil, para as iluminadas cidades do Primeiro Mundo.

Poste de luz recifense
Poste de luz recifense

A baixa iluminação constitui um indicativo de pobreza. Compare as regiões Sul e Norte.

Clique no mapa mundi para ampliar
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América do Sul noite

luz nordeste

Mapa político do continente

Polícia de Pezão executa despejo de 15 mil pessoas na favela que ora pertence a OI-Portugal ou a Vivo-Espanha. 15 mil famílias no olho da rua sem teto e sem nada

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) condenaram a prisão do repórter Bruno Amorim, do jornal O Globo, ocorrida durante cobertura de despejo de 15 mil pessoas do terreno da Oi-Portugal Telecom, na zona norte do Rio, e pediram apuração do caso pelas autoridades.

O jornalista registrava imagens da ação da Polícia Militar (PM) no terreno que ficou conhecido como Favela da Telerj quando foi imobilizado com uma chave de braço e teve os óculos arrancados por um policial sem identificação. Levado a uma delegacia, teve o celular apreendido por mais de uma hora.

A polícia do Rio de Janeiro já havia ameaçado jornalistas no começo da ação de despejo ordenada pela justiça, no fim da madrugada de hoje (11). O repórter Leonardo Barros, também de O Globo, foi ameaçado com voz de prisão caso não “corresse” dali. De acordo com a Abraji, ao prender Bruno Amorim e ameaçar com prisão outros repórteres, a PM do Rio presta um desserviço ao direito à informação.

As entidades também condenaram a reação dos manifestantes que resistiam à desocupação e atacaram veículos da TV Globo, do SBT e da Record. Para a Abraji, ao depredar automóveis dos meios de comunicação, “os manifestantes se unem à polícia no ataque ao direito à informação de toda a sociedade”.

O terreno doado pelo Estado à Telerj, pertence ao povo, e por ele foi ocupado. A Telerj não existe mais. Virou nome fantasia de uma empresa ora espanhola, ora uma casa portuguesa com certeza.

 

Telerj, nome roubado de uma estatal brasileira que não existe mais. Que agora trabalha para fazer dinheiro
Telerj, nome roubado de uma estatal brasileira que não existe mais. Que agora trabalha para fazer dinheiro

 

 

 

España. La crisis se acabó, y no nos hemos enterado

rajov Espanha nazismo terrorismo indignados

 

eldiario.es

 

 

Gobierno, banqueros y grandes medios de comunicación acaban de decretar que vivimos un momento fantástico.

Estamos asistiendo a una estrategia publicitaria coordinada para convencernos de que ya no estamos en crisis. Lo que confirma que, si seguimos escuchando a gobernantes, leyendo periódicos mayoritarios y viendo televisión, nos convencerán de que ya no tenemos problemas económicos, mientras escarbamos en los contenedores de la basura buscando qué comer.

Primero fue el banquero Emilio Botín quien dijo que “es un momento fantástico para España. Llega dinero de todas partes” (Cinco Días, 17-10-2013).Dos días después, el ministro de Economía, Cristóbal Montoro, afirma que 2014 (o sea, en poco más de dos meses) será el año “del crecimiento y la creación de empleo” y que “estamos en las puertas mismas del crecimiento y de la creación de empleo” (Efe, 19-10-2013). El presidente Mariano Rajoy no podía ser menos, y el mismo día afirmaba desde Panamá, en la Cumbre Iberoamericana, que España “está saliendo ya de la crisis con una economía saneada y reforzada” (ElDiario.es, 19-10-2013). La coordinación con El País es total, pues este diario titula: “Los mercados atisban la recuperación”, y afirma a continuación que “la economía española despide la recesión más prolongada de su historia reciente” (El País, 19-10-2013). Al día siguiente, ABC se apunta al toque triunfal y sale a toda plana en portada con “Brotes verdes. Esta vez, Sí” (ABC, 20-10-2013).

Por si todo esto a las familias no les sonara ya a música celestial, puesto que no le ven relación alguna con su economía, aparece la agencia estatal Efe y afirma que “la riqueza de la familias sube un 19% y recupera el nivel previo a la crisis” (Efe, 21-10-2013).

Y si alguien no está de acuerdo, lo que hace es impedir la recuperación. Ahí está de nuevo el ministro de Economía diciendo el día 22 que “quienes cuestionan la recuperación están poniendo en realidad palos en la rueda de la propia recuperación” (ElConfidencial, 22-10-2013).

La verdad es que para algunos sí es verdad que no existe crisis. El precio de las acciones de las 35 empresas más poderosas de la Bolsa española ha subido un 30% en los últimos cuatro meses (Público, 15-10-2013). Y si hablamos de bancos, los siete grandes españoles que cotizan en Bolsa (Santander, BBVA, Caixabank, Bankia, Popular, Sabadell y Bankinter) superaban un 34% su cotización de principios de año (Público, 23-10-2013).

En conclusión, Gobierno, banqueros y grandes medios de comunicación acaban de decretar que vivimos un momento fantástico porque a los bancos y a las grandes empresas les va muy bien, el resto ya no tenemos problemas económicos y no tiene sentido quejarnos porque en nuestras casas somos igual de ricos que antes de la crisis, cuando vivíamos por encima de nuestras posibilidades.

Eso sí, si uno atiende a la realidad fuera de estas voces y mira a los ciudadanos, encuentra datos sospechosos. La quinta parte de los niños españoles se encuentra en la pobreza, según un informe de abril elaborado por Unicef. Igualmente, la Organización Nacional de Trasplantes (ONT) ha denunciado que en el portal de compraventa milanuncios.com aparecían desde hace meses anuncios de españoles que, por necesidades de dinero, estaban poniendo en venta un riñón o un trozo de su hígado (El Mundo, 19-10-2013). Y si de ofertas de trabajo se trata, la que vimos fue de reponedor en una tienda de alimentación durante media hora los lunes, miércoles y viernes, por un salario de 4,87 euros brutos la hora. Es decir, el trabajador va a la empresa, trabaja media hora, regresa a casa, y a disfrutar de los 2,43 euros brutos que ha ganado.

Y es que hay gente que parece que no escucha lo que le dice el Gobierno ni lee la prensa, y se empeña en seguir estando en crisis.

bancos espanha banqueiros

Brasil. Repsol gana 631 millones en los tres primeros meses del año

Repsol obtuvo un beneficio de 631 millones de euros en los tres primeros meses del año, un 1,6% más que en el mismo periodo de 2012, cuando aún contaba con su participación en YPF, ajustada la caída de la valoración de inventarios. Según comunicó este jueves la petrolera española a la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), calculando los inventarios a coste medio, en lugar de a coste de reposición, el beneficio se sitúa en 634 millones, un 19,9 % menos.

La empresa cuantifica en 246 millones de euros este “efecto inventario”, resultado de los cambios en las valoraciones de las reservas de petróleo y gas de un trimestre a otro por la variación de precios de los hidrocarburos. Repsol destaca que ambos valores comparan con el primer trimestre de 2012, el último en el que incluyó su participación en YPF, expropiada en abril del año pasado.

La petrolera añade que los resultados (con un crecimiento del resultado de explotación ajustado del 19,3% hasta los 1.287 millones) se apoyan en la “fortaleza de todos los negocios”.

Por áreas, en upstream (la exploración y la producción), el resultado de explotación aumentó un 0,15%, hasta los 655 millones, con un incremento del 11,4 % en la producción. La empresa vincula esta subida de la producción a la puesta en marcha de cinco de los diez proyectos clave de la compañía para el periodo 2012-2016, como el megacampo Sapinhoá, en Brasil, o la mayor actividad en Trinidad y Tobago. También destaca el comienzo de la producción comercial de gas en el campo Syskonsyninskoye (SK) en Rusia.

En downstream (los negocios de refino, marketing, trading, química y GLP) se elevó la facturación, ajustada ese efecto inventario, hasta los 173 millones de euros. En este área, la petrolera subraya la culminación de las refinerías de Cartagena y Bilbao que han elevado capacidad de producción y márgenes y han compensado en parte la caída de ventas en estaciones de servicio. También aumentó, un 96,8%, el negocio de GNL( Gas Natural Licuado) con 311 millones de resultado de explotación de los que 129 millones correspondieron a los activos de Norteamérica.

Repsol alcanzó en febrero un acuerdo con Shell para la venta de activos de GNL por 6.653 millones de dólares. La petrolera también cerró en marzo la venta de su autocartera (un 5%) a la sociedad de inversión de Singapur Temasek, por un total de 1.036 millones de euros.

A 31 de marzo, la deuda financiera neta de la compañía se redujo en un 13%, desde los niveles de cierre del año, hasta los 3.867 millones de euros. (Público, Espanha)

Rei Juan Carlos: “Por que não te calas?”

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por Roberto Fendt/ Diário do Comércio, São Paulo:

O vice-presidente Nicolas Maduro assume temporariamente a chefia do Executivo. O ministro das relações exteriores, Elias Jaua, anunciou eleições no prazo de 30 dias. O mais provável é que não ocorram surpresas, com a vitória de Maduro, o herdeiro do agora canonizado líder do bolivarianismo.
A oposição chavista, dividida e desorganizada como sempre foi durante o período de Chávez no poder, tem pouca chance de eleger o sucessor. E as diferenças que ocorrem entre os chavistas dificilmente impedirão Maduro de concorrer e eleger-se. A curto prazo, portanto, salvo eventos imprevisíveis, o quadro está traçado. A médio prazo a situação é mais difícil. Maduro enfrentará o desafio de manter unido o chavismo e de conviver com a oposição. Em vida, Hugo Chávez conseguiu polarizar a sociedade venezuelana, não havendo indiferentes à sua atuação política: na Venezuela, era-se pró-Chávez ou contra Chávez.
Com relação às políticas, a posição de Chávez foi também sempre extrema. Na economia, apostou tudo no petróleo – 85% da receita de divisas do país vêm deste produto. Todos os seus outros projetos, como a produção de cimento e de alumínio, fracassaram. Até para comer o povo venezuelano depende das importações de alimentos, tendo como importante fornecedor a Colômbia, sua “inimiga” e vizinha.
Quis a deusa romana Fortuna, que regia a sorte, que os últimos anos fossem de alta consistente do preço do petróleo no mercado internacional.
E foi com os recursos do petróleo que Chávez levou adiante uma política interna populista com assistencialista, que fez ele o herói nacional e assegurou sua popularidade. Foi também o dinheiro do petróleo que permitiu sua projeção internacional em países economicamente tão díspares como Argentina e Cuba, ou tão semelhantes como Honduras e Equador.
(…)

Faz pouco mais de  cinco anos, o rei Juan Carlos de Espanha interrompeu Chávez em uma de suas perorações com a frase que percorreu o mundo: “Por que não te calas?”
A morte calou Chávez. Resta saber se calará também o chavismo bolivariano, essa irrupção de populismo nacionalista que, de tempos em tempos, como uma Fênix, brota
de novo das cinzas de nossa sofrida latino-américa.
***
[Pois é, o petróleo nas mãos de Hugo Chávez fazia a multiplicação dos pães para os venezuelanos e outros milagres. No Brasil, quanto mais se descobre poços de petróleo e gás, mais privatizações de nossas riquezas, mais desnacionalizações de nossas empresas e indústrias, mais desemprego, mais miseráveis, menos moradias, menos segurança, menos educação, menos saúde, menos tudo. O rei Juan Carlos nunca precisou calar nenhum presidente do Brasil… ]

Privatización y liberalización es igual a corrupción e ineficacia

privatização ensino saúde

Nueva Tribuna

Y es que se privatiza muy bien cuando detrás de la privatización están los presupuestos del Estado si la cosa no es demasiado rentable, o sí es rentable, la decisión de un gobierno cuyos miembros saben serán recompensados después con todos los manjares que dios creó para los privilegiados en esta tierra maravillosa. De modo que, visto el éxito personal de las privatizaciones de las empresas de titularidad pública, deciden atacar con toda la tropa y acometer la entrega al lucro privado –con los presupuestos del Estado detrás- de la Sanidad, la Educación y la Vejez. ¿Por qué? ¿Es malo nuestro Servicio Nacional de Salud? Excelente hasta hace unos días, uno de los mejores del planeta. ¿Funciona mal la Educación Pública? Tiene a los mejores profesionales y cuando se le dan medios es infinitamente mejor, más libre, más justa y menos segregadora que la concertada que vive del presupuesto, es confesional y excluyente. ¿Y el sistema de pensiones, está mal gestionado por los funcionarios públicos? En absoluto, a día de hoy todavía tiene 60.000 millones ahorrados, aunque en cualquier momento pueden volar sin previo aviso por decisión de sus enemigos depredadores. ¿Entonces? Bien sencillo, por qué va usted, o yo, a tener derecho a ser asistido, educado o pensionado igual que un hijo de Rajoy o de Botín, por qué hay que mantener una esperanza de vida media que está entre las más altas del mundo, por qué vamos a privar a la oligarquía de la enorme alegría pecuniaria de recibir ese magnífico botín? Lo gestionarán mejor. Sí exactamente igual que Endesa, Telefónica, Repsol y demás, ya lo ve usted día a día.

Los procesos de privatización iniciados en España cuando por primera vez las empresas de titularidad estatal comenzaban a ser verdaderas empresas públicas eficaces al servicio de la ciudadanía, están en el origen de todas las corrupciones que hoy nos asolan porque cuanto se vende algo que es de todos sin que exista motivo alguno para ello, ya que da beneficios sociales y económicos, se hace porque sectores privados quieren apropiarse de la cosa para lucrarse de forma desmesurada y segura, y es en ese momento cuando el dinero fluye en cantidades inmensas hacia los centros de poder, llámense municipios, comunidades o Estado. La liberalización o desregulación es el marco “legal” abonado para que esas prácticas mafiosas puedan ocurrir y multiplicarse de modo exponencial. Es por ello que privatizaciones, externalizaciones, concesiones y demás chanchullos putrefactos y antisociales deberían estar prohibidos por la Constitución. Tendríamos entonces unos servicios públicos excelentes, perfectamente asumibles y los corruptos se verían abocados a buscar otra cloaca.

 monopólio piratas privatização preços indignados

E viva os sabujos do privatismo

por Gilmar Crestani

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Este dinheiro deveria estar sendo investido aqui. Não nos esqueçamos, a RBS em parceria com Antonio Britto são os introdutores deste Cavalo de Tróia. Pior do que isso só um bando de anencefálicos que, embora saibam, adoram ser expropriados. O complexo de vira-latas é o grande responsável por esta situação, hoje controlada pelos colunistas vira-bosta dos grupos mafiomidiáticos. Tem ódio à Lula, mas não tem a FHC e à mídia que promoveu este desmanche e remessa ao exterior. E não é só Telefônica,não. Tem Santander, Zara e seu trabalho escravo, Iberdrola, Repsol e tantas outras empresas espanholas expropriadoras dos bens nacionais. Não foi mero acaso que Antonio Britto quando foi saído do Piratini pela porta dos fundos tenha escolhido a Espanha para se desintoxicar. Nem que a amante de FHC, Miriam Dutra, tenha sido escondida pela Globo na Espanha. Com Miriam Dutra dizendo ter tido filho de FHC, a Globo tirou de FHC tudo o que quis. E a chantagem foi tanta que até os filhos legítimos, com Ruth Cardoso, desconfiaram da história e pediram exames de DNA e provaram que não era filho do pai, era só filho da mãe.

 

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Telefónica recibe 450 millones de Brasil

Corresponde al dividendo a cuenta por los resultados de 2012

El consejo de administración de Telefónica Brasil, filial de la multinacional española, ha aprobado el reparto de un dividendo a cuenta que implicará un desembolso total de 1.650 millones de reales brasileños (unos 612 millones de euros). De esta manera, Telefónica percibirá en torno a 450 millones de euros de estos dividendos, dada su participación del 73,9% en la citada compañía.

El pago del dividendo, que corresponde a los beneficios del periodo comprendido entre enero y septiembre de 2012, se repartirá a partir del próximo 18 de febrero.

Telefónica fusionó sus divisiones de telefonía móvil y fija tras la la compra del 30% de Vivo que controlaba su socio luso Portugal Telecom a través de Brasilcel por un precio de 7.500 millones de euros en verano de 2010.