O PETRÓLEO É NOSSO

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA TANCREDO NEVES, AVÔ DE AÉCIO NEVES

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA MIGUEL ARRAES, AVÔ DE EDUARDO CAMPOS

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA LULA DA SILVA, LÍDER OPERÁRIO

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA FERNANDO HENRIQUE, PROFESSOR EXILADO

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA DILMA ROUSSEFF, ESTUDANTE PRESA E TORTURADA

* O PETRÓLEO É NOSSO GRITAVA JOSÉ SERRA, LÍDER ESTUDANTIL

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O PETRÓLEO ERA NOSSO

Dilma não tira o sofá da sala

No Brasil sempre foi assim: os escândalos fechavam órgãos públicos. Que reapareciam com nomes novos. Caso da Sudene. Do SNI. Dos institutos do sal, do açúcar e outros mil. Ou eram leiloados. Essa a desculpa de Fernando Henrique para as privatizações, que pariram as agências reguladoras, as Anas, as prostitutas respeitosas.

Com a Operação Porto Seguro, pediram para Dilma fechar o escritório da presidência em São Paulo. A velha piada do marido que pegou a mulher transando com o vizinho no sofá da sala, e tomou uma decisão drástica: Vendeu o sofá para resolver o problema.

Dilma não é FHC nem Lula. Demitiu todos, rapidamente, os bandidos pegos.

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Que a PF aprofunde as investigações. E a justiça coloque na cadeia os corruptos e os corruptores.

A Operação Porto Seguro investiga um esquema de favorecimento de interesses privados em processos públicos. A Agência Nacional de Águas (ANA), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Advocacia-Geral da União (AGU), a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério da Educação (MEC) estão entre os órgãos envolvidos na operação.

Os interesses privados de empresários. O ex-senador Gilberto  Miranda é apenas um deles. Falta muita gente. É só procurar na lista dos homens mais ricos do Brasil. E buscar os favorecidos pelos leilões quermesses de Fernando Henrique e pelas rodadas de Lula.

O escândalo Scajola na Itália e o futuro da área de defesa no Brasil

Mauro Santayana

O La Stampa, italiano, compara a uma “Caixa de Pandora” a investigação em curso naquele país, iniciada semana passada, sobre o “canal direto” que existiria entre o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Berlusconi, Claudio Scajola – acusado de propósito de corrupção em uma malograda venda de fragatas italianas ao Brasil – e o então ministro da Defesa do governo Lula em 2010, Nelson Jobim.

ÚLTIMO TANGO

Em caso de conflito futuro do Brasil com algum país da OTAN ou com os Estados Unidos, bastará usar a tática do “último tango no front”, aplicada exemplarmente à Argentina em seu conflito com a Inglaterra nas ilhas Malvinas. Suspende-se a fabricação de armamento e a reposição de peças e munição para as armas e para os aviões e navios vendidos anteriormente, já que a lealdade dessas empresas sempre estará com seus donos, os governos de seus respectivos países.

Devemos seguir o exemplo europeu, que ancorou sua estratégia de defesa em empresas estatais como a DNCS francesa (que nos vendeu os submarinos Scorpéne), a BAE britânica (que nos vendeu três fragatas recentemente) e a franco-alemã-espanhola EADS (que controla a Helibrás, e que nos prometeu passar a tecnologia de construção de helicópteros a partir de 2020). O Brasil precisa – quem sabe usando a AMAZUL como base – constituir estrutura pública própria para a pesquisa, o desenho e a construção de material bélico.

DESNACIONALIZAÇÃO

Com essa empresa, nacional e estatal, teríamos escala para aproveitar a tecnologia desenvolvida pelas nossas próprias indústrias de armamento, que estão sendo adquiridas a ritmo avassalador por multinacionais estrangeiras. E poderíamos estabelecer, finalmente, parceria estratégica com os BRICS para o desenvolvimento de toda uma nova geração de armamentos.

O governo russo estaria disposto a reabrir seu mercado para as carnes brasileiras em troca da exportação ou da produção conjunta de armamentos. Para voltar a participar do Programa FX, de aquisição de caças para a Força Aérea, os russos aceitariam compartilhar a tecnologia dos aviões Sukhoi 35, venderiam a Brasília seus mísseis anti-aéreos Tor, e renovariam o convite para que o Brasil participe do acordo do PAK-FA T-50, como sócio pleno do caça-bombardeio de quinta geração que estão desenvolvendo junto com a Índia, para entrar em operação por volta de 2018. Leia mais

Eike tem 72,5% do patrimônio nos Estados Unidos

O homem mais rico do Brasil mantém a maior parte das empresas no exterior. Principal motivação seria pagar menos impostos. Especialistas dizem que alguns brasileiros preferem investir lá fora, para gozar de privilégios reservados a investidores estrangeiros.

Virou rico nas rodadas de Lula. Vai ficar mais rico com a feira de Dilma. E tudo pelo bem do Brasil!

A coisa tá preta em Portugal

A salvação de Portugal e demais países em crise na Europa é investir nas concessões de Dilma. Isto é, no que sobrou das quermesses de Fernando Henrique e das rodadas de Lula. Que o Brasil completa quase vinte anos de queima. De desnacionalização das empresas. De privatização das estatais.

No Brasil, apesar da ocupação militar das favelas, tudo está na santa paz. O povo feliz aprova seus governantes. Domingo passado reelegeu a maioria dos prefeitos honestos, todos com ficha limpa.

Diferente de Portugal, de Norte a Sul do País, centenas de milhares de manifestantes saíram à rua no âmbito do protesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”. Em Lisboa e Aveiro viveram-se os momentos de maior tensão.

Privatização e concessão: sutilezas de uma falsa polêmica

por Paulo Kliass

 

 

Aqueles que hoje executam um verdadeiro exercício de contorcionismo retórico para justificar o injustificável, há poucos anos atrás criticavam a proposta de FHC de autorizar a exploração de poços de petróleo pelas petroleiras privadas por meio do sistema de concessão. E criticavam a medida corretamente, pois tratava-se de uma forma travestida de privatização da atividade de exploração do combustível – sob a roupagem da concessão abria-se o espaço para o setor privado entrar no ramo tão rentável quanto estratégico. O mesmo ocorre na área da saúde, um serviço público essencial, quando os governos oferecem a concessão da exploração de um hospital ou outro tipo de equipamento para os grupos privados, sob a forma da chamada organização social (OS). E a analogia vale também para a área do ensino superior: não é necessário que o governo venda o patrimônio das universidades federais para que se verifique um processo paulatino de privatização do sistema. Basta que continue a estimular o setor dounibusiness por meio de programas como o PROUNI para os grupos privados e a estrangular as universidades públicas por meio de medidas como o REUNI e o achatamento salarial de professores e funcionários.

Agora, a bola da vez são as rodovias e as ferrovias. Em seguida virão portos, hidrovias e os aeroportos, que já estão na fila de espera. Parece evidente que conceder a exploração de um aeroporto ao capital privado por 25 anos é uma forma de privatização. Permitir o usufruto econômico de uma ferrovia pública por um grupo privado por 30 anos é também um jeito sutil de privatizar. Conceder a exploração econômica de uma rodovia pública a um conglomerado privado não deixa de ser uma modalidade de privatização. E o mais grave é que a maior parte desses projetos ainda nem existem. Os investimentos serão financiados de forma bastante generosa, com recursos subsidiados pelo BNDES e pelo Tesouro Nacional. A política tarifária será dimensionada de forma a dar a maior rentabilidade ao empreendedor privado. E a empresa constituída pelo governo federal (Empresa de Planejamento e Logística – EPL) não terá poder algum de regulação sobre esse tipo de atividade, pois nem mesmo é de sua competência legal. Ela deverá ser apenas a referência de gerenciamento e acompanhamento dos projetos, podendo estabelecer também alguma ordem de prioridade.

O anúncio do plano escancarou o que todos sabiam: os recursos públicos da União existem. Sistematicamente negados para as áreas sociais, agora foram garantidos na ordem de R$133 bilhões. Mas mesmo assim o governo optou pelo modelo da concessão ao capital privado para estruturar e operar a rede da logística de transportes. E assim conseguiu realizar uma verdadeira mágica: sem ter vendido uma única empresa do setor, conseguiu privatizá-lo quase que completamente. A partir do PNL, o sistema federal das principais rodovias e ferrovias será todo operado por empresas privadas, com contratos de concessão cuja duração deverá variar entre 20 e 30 anos. As próximas gerações poderão fazer um balanço e avaliar melhor as sutilezas da diferença entre concessão e privatização. Transcrevi trechos

Dilma vende ferrovias e estradas por 80 bilhões e vai gastar cem na Copa do Mundo

O deputado federal Romário de Souza Faria alertou que o Brasil vai gastar cem bilhões na Copa do Mundo.

Denuncia Romário:

“Não tenha dúvidas que a ignorância é parceira da corrupção. Os gastos previstos para o Pan do Rio eram de, no máximo, R$ 400 milhões. Foram gastos R$ 3,5 bilhões. Vou dar um testemunho que nunca dei. Comprei alguns apartamentos na Vila Panamericana do Rio como investimento. A melhor coisa que fiz foi vender esses apartamentos rapidamente. Sabe por quê? A Vila do Pan foi construída em cima de um pântano. Está afundando. O Velódromo caríssimo está abandonado. Assim como o Complexo Aquático Maria Lenk… É um escândalo! Uma vergonha! Todos fingem não enxergar. Alguém ganhou muito dinheiro com o Pan-americano do Rio”.

“O Pan do Rio custou quatro vezes mais do que este do México. Não deixou legado algum e ninguém abre a boca para reclamar”.

Romário compara os gastos excessivos do Pan-americano com a Copa do Mundo de 2014 e diz que o Mundial será uma verdadeira “festa para os corruptos”. “Vou te dar um dado assustador. A presidente Dilma havia afirmado quando assumiu que a Copa custaria R$ 42 bilhões. Já está em R$ 72 bilhões. E ninguém sabe onde os gastos vão parar. Ninguém. Com exceção de São Paulo, Rio, Minas, Rio Grande do Sul e olhe lá…Pernambuco… Todas as outras sete arenas não terão o uso constante. E não havia nem a necessidade de serem construídas. Eu vi onze das doze… Estive em onze sedes da Copa e posso afirmar sem medo. Tem muita coisa errada. E de propósito para beneficiar poucas pessoas. Por que o Brasil teve de fazer 12 sedes e não oito como sempre acontecia nos outros países? Basta pensar. Quem se beneficia com tantas arenas construídas que servirão apenas para três jogos da Copa? É revoltante. Não há a mínima coerência na organização da Copa no Brasil”, diz inconformado.

O dinheiro público na construção do estádio do Corinthians (Itaquerão), que receberá a abertura da Copa do Mundo, é outro assunto que faz Romário pedir a indignação da população. O deputado não se conforma com o investimento público em obras particulares. “Não vou concordar nunca. Os incentivos públicos para um estádio particular são imorais. Seja de que clube for. De que cidade for. Não há meio de uma população consciente aceitar. Não deveria haver conversa de politico que convencesse a todos a aceitar. Por isso repito que falta compreensão à população do que está acontecendo no Brasil para a Copa”, alerta. Leia mais

 Romário na Câmara dos Deputados
Romário na Câmara dos Deputados

Veja vídeo de outra denúncia de Romário sobre despejos das populações que residem nos locais onde estão sendo construídos os doze Coliseus. São milhares de casas desapropriadas na marra, para o favorecimento da especulação imobiliária. A “Copa será somente para elite”.

O mensalão: um imenso ededrom

Lula e Fernando Henrique
Lula e Fernando Henrique

O Mensalão, em julgamento, é fichinha. Falo do dinheiro roubado das burras do erário ou recebido como propina. Que banqueiro e empresário não são doidos, não rasgam dinheiro.

Pacto fechado
Pacto fechado

Ninguém sabe quanto o Brasil perdeu, mas garanto que não chega a um por cento da Vale do Rio Mais do que Doce, que Fernando Henrique entregou para os piratas. Nem os cincos leilões quermesses que realizou na Petrobrás, cujo nome mudou para Petrobras. Lula fez seis. Chamou as doacões dele de rodadas. Inclusive adoçaram mais ainda o entreguismo com o Pré-Sal. Para o Brasil voltar a importar gasolina.

A zoadeira que a imprensa faz com o Mensalão esconde a CPI do Cachoeira, engaveta a CPI da privataria tucana, e a continuação da queima de nossas riquezas por Dilma Rousseff.

Começaram juntos a mesma campanha
Começaram juntos a mesma campanha
De amor roxo ao Brasil
De amor roxo ao Brasil

Escreve Carlos Chagas:

LUA DE MEL PORNOGRÁFICA

As oposições deitam e rolam neste início de agosto, não apenas pelos efeitos macabros que o julgamento do mensalão poderá gerar no PT, mas, também, porque do palácio do Planalto surgem sinais de que a presidente Dilma prepara um pacote de monumentais privatizações. Seriam transferidas para a iniciativa privada rodovias e ferrovias ainda controladas pelo poder público. Sem esquecer aeroportos, portos e demais valores de nossa infraestrutura.

A ser verdadeira a informação, estaria o país assistindo à rendição completa do segundo governo do PT ao neoliberalismo explícito, coisa que já sucedeu no primeiro governo, do Lula. Já começa a circular no ninho dos tucanos um slogan não propriamente revolucionário, mas oportuno: “chega de intermediários, Fernando Henrique para presidente!”

Duvidas inexistem de que o PSDB encontra-se em lua-de-mel com o futuro…

O continuísmo de Dilma
O continuísmo de Dilma

O PETRÓLEO ERA DOS BRASILEIROS. DEIXOU DE SER COM O ENTREGUISMO DE FERNANDO HENRIQUE

1953 – O Petróleo é nosso!

por Lucyanne Mano

Rio de Janeiro, 03 de outubro de 1953. Acervo CPDoc JB
“O Congresso acaba
de consubstanciar em lei o plano governamental
para a exploração do nosso petróleo.
A Petrobras assegurará não só
o desenvolvimento da indústria petrolífera nacional,
como contribuirá decisivamente
para limitar a evasão de nossas divisas.
Constituida com capital, técnica
e trabalho exclusivamente brasileiros,
a Petrobras resulta de uma firme política nacionalista
no terreno econômico,
já consagrada por outros arrojados empreendimentos
cuja visibilidade sempre confiei”.

Getúlio Vargas

Durante uma cerimônia realizada no Palácio do Catete, o Presidente Getúlio Vargas sancionou a Lei nº 2.004, implantando o plano governamental para a exploração do petróleo brasileiro.

Jornal do Brasil: Sexta-feira, 04 de outubro de 1953 - página 6

Entre suas disposições, a lei estabeleceu a autorização da constituição da Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, como empresa estatal de petróleo, e garantiu o monopólio total da sua extração e parcial do seu refino.

“É portanto, com satisfação e orgulho patriótico que hoje sancionei o texto da lei aprovada pelo Poder Legislativo e que constitui novo marco da nossa independência econômica”.
Getúlio Vargas

Para conhecer a Lei nº 2004 na íntegra, acesse aqui!

Homens trabalhando na extração de petróleo. Acervo CPDoc JB
A conquista
A Lei nº 2.004 foi uma vitória dos nacionalistas que, em virtude da condição comercial estratégica do petróleo, travaram uma acirrada disputa pelo controle de sua exploração contra frentes que defendiam os interesses privatistas e, em conseqüência, a abertura do mercado brasileiro ao capital estrangeiro.Era o fim de uma batalha parlamentar de 23 meses. Começava uma nova era para o desenvolvimento econômico do país.

Nota do editor deste blogue:
O petróleo era nosso. Era. Nem os ditadores militares – Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel, Figueiredo – ousaram tanto. Fernando Henrique fatiou a Petrobras para os corsários.
A Lei nacionalista nº 2.004 foi revogada pela Lei privatista e submissa nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, assinada por Fernando Henrique, o  Carlos Menen brasileiro.
A quarta maior empresa petrolífera do mundo, a Petrobras deixou de ser estatal. Virou uma empresa de Soros e outros especuladores.
FHC realizou cinco leilões dos nossos poços de petróleo e gás. Lula da Silva continuou com a entrega. Promoveu seis rodadas.
Desde 1980, o governo não inaugura nenhuma refinaria no Brasil.  A de Pernambuco, com dinheiro inicial de Hugo Chávez, continua enterrada. Típica caveira de burro.
O Brasil exporta petróleo e importa gasolina e gás. Os preços para o povo sobem, para aumentar os lucros das empresas estrangeiras.
O Brasil construiu refinarias no Japão, Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Equador, Irão e outros países, inclusive na África. Mas os novos donos da Petrobras e do pré-sal proibiram a construção de refinarias no Brasil.