Dilma não tira o sofá da sala

No Brasil sempre foi assim: os escândalos fechavam órgãos públicos. Que reapareciam com nomes novos. Caso da Sudene. Do SNI. Dos institutos do sal, do açúcar e outros mil. Ou eram leiloados. Essa a desculpa de Fernando Henrique para as privatizações, que pariram as agências reguladoras, as Anas, as prostitutas respeitosas.

Com a Operação Porto Seguro, pediram para Dilma fechar o escritório da presidência em São Paulo. A velha piada do marido que pegou a mulher transando com o vizinho no sofá da sala, e tomou uma decisão drástica: Vendeu o sofá para resolver o problema.

Dilma não é FHC nem Lula. Demitiu todos, rapidamente, os bandidos pegos.

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Que a PF aprofunde as investigações. E a justiça coloque na cadeia os corruptos e os corruptores.

A Operação Porto Seguro investiga um esquema de favorecimento de interesses privados em processos públicos. A Agência Nacional de Águas (ANA), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Advocacia-Geral da União (AGU), a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério da Educação (MEC) estão entre os órgãos envolvidos na operação.

Os interesses privados de empresários. O ex-senador Gilberto  Miranda é apenas um deles. Falta muita gente. É só procurar na lista dos homens mais ricos do Brasil. E buscar os favorecidos pelos leilões quermesses de Fernando Henrique e pelas rodadas de Lula.

Privatización de los activos del estado

 

Debtocracy, un documental visto por dos millones de personas y transmitido desde Japón hasta América Latina, analizan la privatización de los activos del estado.
Viajan por el mundo recogiendo información sobre la privatización en países desarrollados y buscando las claves al día siguiente después del programa de privatización masiva en Grecia.

Veja o vídeo. Você vai entender o que chamo de privatização unilateral, com as quermesses de Fernando Henrique, as rodadas de Lula e a grande feira anunciada por Dilma.

A Grécia depois das Olimpíadas é o Brasil amanhã depois da Copa do Mundo.

 

A coisa tá preta em Portugal

A salvação de Portugal e demais países em crise na Europa é investir nas concessões de Dilma. Isto é, no que sobrou das quermesses de Fernando Henrique e das rodadas de Lula. Que o Brasil completa quase vinte anos de queima. De desnacionalização das empresas. De privatização das estatais.

No Brasil, apesar da ocupação militar das favelas, tudo está na santa paz. O povo feliz aprova seus governantes. Domingo passado reelegeu a maioria dos prefeitos honestos, todos com ficha limpa.

Diferente de Portugal, de Norte a Sul do País, centenas de milhares de manifestantes saíram à rua no âmbito do protesto “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”. Em Lisboa e Aveiro viveram-se os momentos de maior tensão.

Tucanos reconhecem que privatizações de FHC tiram votos

O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acusou neste sábado a presidente Dilma Rousseff de utilizar a máquina pública para atacar os adversários.

Sem citar FHC, Dilma afirmou que o “antigo e questionável modelo de privatizações das ferrovias torrou o patrimônio público para pagar dívida e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência”.

“A presidente Dilma se valeu da prerrogativa de convocar uma cadeia nacional de rádio e TV para atacar a política de privatizações adotada pelo governo tucano do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, como se seu governo não tivesse aderido à mesma tese para garantir a retomada do crescimento da economia brasileira e obras indispensáveis para a infraestrutura do país”, diz a nota de Sérgio Guerra.

O único trecho do discurso conservador de Dilma, que irritou os tucanos:

“Minhas amigas e meus amigos,

A redução do custo da energia elétrica não é a única importante decisão que estamos tomando para baixar o custo de produção e, por consequência, aumentar o emprego e diminuir o preço dos produtos brasileiros.

Também acabamos de assinar um conjunto de medidas que vai provocar, no médio e no longo prazo, uma verdadeira revolução no setor de transportes no nosso país.

Criamos a Empresa de Planejamento e Logística que, em parceria com a iniciativa privada, vai promover uma completa reformulação no setor de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Além de restabelecer a capacidade de planejamento do sistema de transporte, o novo modelo vai promover a integração e acelerar a construção e modernização de ferrovias, rodovias, portos e aeroportos.

Para que vocês tenham uma ideia, vamos investir 133 bilhões de reais em rodovias e ferrovias. Isso significa ampliação e melhorias em 10 mil quilômetros de ferrovias e quase 8 mil quilômetros de rodovias.

Este plano significa, também, um novo tipo de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, que trará benefícios para todos os setores da economia e para todo o povo brasileiro.

Ao contrário do antigo e questionável modelo de privatização de ferrovias, que torrou patrimônio público para pagar dívida, e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência, o nosso sistema de concessão vai reforçar o poder regulador do Estado para garantir qualidade, acabar com os monopólios, e assegurar o mais baixo custo de frete possível”.

Fernando Henrique vendeu as privatizações como salvação da economia brasileira, e leiloou mais de 70 por cento das estatais brasileiras. Lula usou o eufemismo rodadas. Dilma, concessões. O entreguismo é o mesmo. Tal política, a troika está impondo aos países em crise do Mercado Comum Europeu: os endividados Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda. Isto é, tudo que Fernando Henrique fez: ajuda aos bancos, privatizações, cortes no orçamento dos servicos essenciais, cassação dos direitos do trabalhador e dependência. Na Europa, o povo revoltado está nas ruas. Talvez o protesto brasileiro se manifeste nas urnas. Principalmente este ano. E em 2014.

Com a privataria tucana, quais os produtos e serviços brasileiros?

Fernando Henrique leiloou, a preço de banana, mais de 70 por cento de nossas estatais, e Lula da Silva o resto. Se sobrou alguma coisa Dilma entrega.

FHC deu para os piratas: bancos, mineradoras, latifúndios de cana, de soja, de álcool, de milho, serviços essenciais como energia, telefonia, gás, água, hospitais, universidades. Desnacionalizou nossas empresas e indústrias como a Vale do Rio Doce, a maior mineradora do mundo, e a Petrobras, a quarta empresa pretolífera.

FHC fez cinco quermesses do pré-sal, e Lula cinco rodadas. As ferrovias sucatearam. Ferrovia hoje liga um porto a uma mineradora. Ferrovias e portos doados, e Dilma quer arrendar os aeroportos.

O principal meio de tranporte  é o rodoviário. E as rodovias cheias de porteiras de pedágios. Um negócio que rende mais do que o tráfico.

O Brasil virou uma colônia internacional. Os espanhóis, suas principais empresas possuem filiais no Brasil, estão realizando a seguinte campanha:

Satélites artificiais descobrem petróleo. E os poderes psíquicos?

O Brasil não acredita em espionagem. Nem liga para os serviços de espionagem dos satélites articiais. Noutros países, satélites espias são derrubados.

Para se encontrar regiões que provavelmente tenham petróleo, dispomos hoje de satélites artificiais e fotos tiradas de aviões.

Nas regiões onde se formou o petróleo houve dobramento do subsolo ocasionando a formação de cavidades. As fotos dos satélites e dos aviões demonstram essas cavidades. Assim sendo, os técnicos vão ao local e através de aparelhos sofisticados verificam a probabilidade  de haver ou não petróleo na determinada região.

Em caso positivo monta-se a plataforma marítima ou terrestre de petróleo.

Foi assim que vários países entraram nos nossos leilões de petróleo e gás. Fernando Henrique realizou cinco leilões. Lula, seis, com os nomes de rodadas. E o “petróleo é nosso”, lema de uma campanha que movimentou o Brasil, terminou em quermesses.
Agora tem um caso de poderes psíquicos. Veja só:

Desde o mês de novembro do ano passado a família do senhor Sebastião Batista Dias está cavando um poço nos arredores de sua residência, localizada no Sítio Calisto, zona Rural do município de Água Branca. No poço, que tem 4,70 m de profundidade começaram a aparecer pedras manchadas por uma borra preta, o que os moradores acreditam ser petróleo.

“Ninguém consegue ficar muito tempo lá embaixo, porque o cheiro é muito forte” disse a filha de seu Sebastião. O fato curioso da historia é que a família começou a cavar o poço à pedidos de Dona Nelcina, uma paulistana que nunca veio a Paraíba e que nem conhecia os agricultores. Segundo Dona Cecí Maria da Silva (48), esposa de seu Sebastião, a Dona Nelcina tem poderes psíquicos e teria indicado com precisão o local da escavação.

“Ela nunca veio aqui e sabia exatamente onde estava o pé de algodão e onde deveríamos cavar” disse Dona Cecí. Uma amostra da borra encontrada nas pedras foi enviada para São Paulo para ser analisada. Segundo a família foi constatado que se tratava realmente do petróleo.

Não é a primeira descoberta 
Escreve Rogério Cassimiro:
Na busca por água no semi-árido nordestino, trabalhadores rurais do sertão paraibano descobriram em suas terras uma riqueza que não imaginavam existir. Cavando poços na terra seca, em vez de água encontraram petróleo, a poucos metros de profundidade.O primeiro poço, com 46 metros, surgiu há 24 anos, na zona rural de Sousa, a 430 km de João Pessoa. Nos anos seguintes, pelo menos outros três, perfurados em áreas vizinhas, também apresentaram indícios do óleo. Até agora, entretanto, as possíveis jazidas permanecem inexploradas.

É o petróleo, “de boa qualidade”, segundo o diretor-presidente da CDRM (Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais) da Paraíba, José Aderaldo de Medeiros Ferreira, 67.De acordo com ele, há indícios de que o óleo possa estar presente não apenas no sítio de Oliveira e de seus vizinhos, mas também em uma extensa área de 1.400 km2, conhecida como bacia sedimentar do Rio do Peixe.

Essa área, disse Ferreira, seria uma extensão da bacia do Apodi, região produtora de petróleo com 15 mil km2, localizada no Estado vizinho do Rio Grande do Norte.

Com base nessa suposição, o diretor da CDRM acredita que as possíveis jazidas paraibanas possam produzir até 20 mil barris por dia. “Evidentemente, não seria uma produção de impacto nacional, mas, para a região, representaria a estabilização”, afirmou.

De acordo com ele, os seis municípios localizados na bacia do Rio do Peixe e os agricultores receberiam royalties pela exploração do petróleo em suas terras.

Até agora, porém, ninguém sabe nem sequer onde estariam as jazidas. O único estudo realizado na área, disse Ferreira, foi feito pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), a pedido do governo estadual. O objetivo era detectar sinais de gás e óleo no solo.

Na pesquisa, afirmou, a potencial região produtora foi mapeada e dividida. De locais determinados, foram retiradas 1.800 amostras de terra a uma profundidade média de 70 cm. As amostras foram enviadas para análise no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos, que “confirmaram os indícios”.

De acordo com a matéria assinada por Kelly Lima, a Paraíba é um dos estados que estão sendo estudados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) como possível local para futuras perfurações de poços

Privataria tucana. A morte anunciada de Amaury Ribeiro Jr

FHC comandou a privataria tucana
FHC comandou a privataria tucana

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, promoveu um debate sobre o livro “A Privataria Tucana” que contou com a participação do autor do livro, Amaury Ribeiro Jr., do jornalista Paulo Henrique Amorim e do Deputado Federal Protógenes Queiroz. Veja vídeo 

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) afirmou que levar ao Congresso Nacional as denúncias contidas no livro “A Privataria Tucana” foi importante para evitar riscos ao autor do livro, Amaury Ribeiro Júnior. Durante lançamento da obra no início desta quinta-feira (21), na região central de São Paulo, o autor do pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Federal insinuou que o jornalista correria risco de sofrer um atentado se não ocorresse uma resposta da sociedade.

“Não poderíamos demorar muito para não perder o ‘timing’ e perder o Amaury”, lembrou. “Você viraria estatística, sofreria um ‘assalto’, diriam que reagiu e perderíamos um jornalista”, insinuou.

O livro traz documentos e informações contra o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil na década de 1990 Ricardo Sérgio, apontado como “artesão” dos consórcios de privatização em troca de propinas. Outro citado é o ex-governador paulista José Serra (PSDB), que tem familiares apontados como agentes de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos na venda de estatais.

Para o delegado, ainda que Amaury Ribeiro Júnior detenha muita informação, mas outras pessoas investigaram casos relativos à privatização. “São informações complementares que muitas pessoas sabem. Já começamos a preparar uma rede para exercitar na CPI da Privataria.

“(O pedido de CPI) é um pedido dos trabalhadores, estudantes, é a resposta. O fantasma da privatização ronda o país”, declarou o deputado. Embora a velha mídia tente taxar as denúncias como “requentadas” e já investigadas em outros momentos, como a CPI do Banestado (de 2004), o Protógenes afirma que os desvios das privatizações não passaram por escrutínio.

Privataria: roubo e colonização

Os leilões das privatizações foram quermesses, doações, ladroagens mil, entreguismo, bandidagem, crime organizado, traição da Pátria, tráfico de moedas, recolonização do Brasil.

Só um exemplo: a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões. Os ladrões venderam por 2 bilhões e 200 milhões.

Para se entender quanto o Brasil perdeu nos leilões fajutos das mineradoras, da Petrobras, da telefonia, da energia, dos bancos estaduais, das empresas estatais

Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos.

El presidente Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos, ya que sin esa medida el Estadio hubiera recibido el 2011 sólo 952 millones de dólares.

La alocución fue realizada al celebrarse los 75 años de creación de Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) en la que destacó la determinación de recuperar los hidrocarburos para el país, que representó un apoyo significativo para el Tesoro general del Estado (THE).

Morales señaló que Bolivia cuenta con muchos recursos naturales y que estaba convencido que si los distintos gobiernos hubieran aprovechado, Bolivia hubiera prestado plata o cooperado con otros países.

A privataria tucana, por Clayton
A privataria tucana, por Clayton