Resultado das privatizações: empresas estrangeiras cortam o fornecimento de luz de milhões de brasileiros

Ninguém escapa: Quem deve dois meses, tem a luz cortada, e o nome sujo nos serviços de espionagem de proteção ao crédito. 

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Manos Symeonakis
Manos Symeonakis

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Publica o Estadão: Aumento na tarifa da energia triplica calote na conta de luz

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O uso do termo calote não confere. Caloteiro é aquele que contrai dívida sem intenção de pagá-la. Não é o caso de quem tem a luz cortada. A grande maioria dos brasileiros recebe salário ou aposentadoria ou pensão de matar de fome. A meleca de 788 reais. Uma ninharia que nunca passa dos 300 dólares. Tão vergonhoso que governo e oposição escondem a cotação. Que piora no mercado negro.

O tarifaço aplicado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nas contas de luz ao longo do primeiro semestre do ano já triplicou o crescimento da inadimplência no setor. Com aumentos nas tarifas superiores a 50% em algumas regiões do País, a expansão dos `calotes` nas faturas saltou de uma variação média de cerca de 6% no começo do ano para 17,35% em junho, na comparação com os mesmos meses de 2014. A preocupação das distribuidoras de energia é que esse problema resulte no crescimento de outro: os `furtos` de energia, popularmente conhecidos como “gatos” na rede elétrica.

De acordo com dados do SPC, um dos serviços de espionagem financeira, a falta de pagamento de contas de luz já respondia por 6,47% das dívidas dos brasileiros no mês passado. Essa é a maior participação do setor no total de ‘calotes’ desde quando a entidade passou a acompanhar os dados, em janeiro de 2010. Na época, os atrasos nas faturas de eletricidade representavam apenas 2,53% da inadimplência no País.

“Além do aumento nas tarifas, o cobertor está cada vez mais curto devido ao aperto na renda (leia salário indigno, mínimo do mínimo) e à alta dos juros. Com isso, os consumidores estão atrasando até faturas essenciais, que acarretam o corte de serviço, como é o caso das contas de luz. Nesse cenário, é ainda mais importante que as famílias reavaliem seus orçamentos e economizem eletricidade, evitem o desperdício”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Isso é crueldade do capitalismo selvagem. Sacanagem dos piratas e de suas prostitutas, as Anas, no caso, a Aneel. As Anas são agências que regulam os preços dos serviços essenciais – luz, água, gás, telefone -, notadamente das estatais que foram privatizadas. Doadas a preço de banana. Ninguém deve ser privado do fornecimento de luz e água. E gás, para ferver a água podre que se vende no Brasil para consumo.

E pior do que o crescimento dos débitos em aberto no setor, as dívidas mais longas estão cada vez mais frequentes. O levantamento do SPC Brasil mostra que 71,98% dos atrasos nas faturas se referem a contas de luz vencidas há mais de 90 dias, prazo após o qual as companhias de eletricidade cortam o fornecimento. E como se trata de um item básico nas residências, sempre que um movimento desses é detectado, ocorre um aumento nas chamadas “perdas não técnicas” de energia, ou seja, nos gatos nas redes.

— Esse é o pior dos mundos. Com a dívida acima de 90 dias, além do corte de energia o consumidor passa a ficar com o CPF negativado. E ele pode até conseguir fazer um gato na rede de luz, mas não consegue fazer um gato para comprar qualquer mercadoria a prazo”, alerta Marcela. “O importante é tentar renegociar a dívida”. Essa história de “negociar” na escuridão é piada, humor negro.

Os dados mais recentes da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mostram que a porcentagem desses gatos nas redes das elétricas vinha caindo lentamente ou mantendo-se constante entre 2010 e 2014 para praticamente todas as distribuidoras.

Cada região do País tem um porcentual diferente de furtos apurados pelas empresas, e a Região Norte apresenta os piores resultados. Mas como o tarifaço deste ano foi maior para os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as companhias temem uma deterioração dos indicadores de perdas nessas regiões, que hoje são as mais eficientes em conter os furtos.

Para a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), as companhias precisam aumentar a fiscalização para que falta de pagamento não resulte em ainda mais prejuízo com o furto de eletricidade. “Não existe um patamar melhor ou pior de inadimplência. Sempre é ruim. E quando aumenta isso significa mais trabalho e mais custo para as empresas para evitar um transtorno ainda maior”, avalia o presidente da entidade, Nelson Leite. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, transcritas pelo portal R7.

Vladimir Kazanevsky
Vladimir Kazanevsky

Uma torre de telefonia custa mais de um bilhão. E Vale do Rio Doce foi vendida por 2 bi

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Que negoção para o Brasil. Fernando Henrique vendeu a Vale do Rio Mais do Que Doce por duas torres de telefonia. Por um pouco mais de 2 bilhões entregou a Vale, que vale mais de 3 trilhões para a pirataria internacional. Coisa para nenhum tucano botar defeito.

A Oi anunciou ontem sua quinta operação de venda de torres de telefonia. Dessa vez tratava-se de um lote de 1.641 equipamentos de telefonia móvel comprados pela SBA Torres Brasil por R$ 1,172 bilhão.

A operadora já soma quase R$ 7 bilhões em bens vendidos desde o fim de 2012, quando iniciou a estratégia de se desfazer de ativos não-estratégicos para reduzir sua dívida – R$ 30,29 bilhões no trimestre encerrado em março. Desde então, a Oi já vendeu 4.856 torres de telefonia móvel, 6.339 fixas, para a SBA e para a BR Towers, um imóvel e a empresa de cabos submarinos Globenet.

A operadora não revela quantas torres próprias ainda possui, mas em fevereiro a informação era de que planejava vender as cerca de 2 mil torres que ainda lhe restavam. Passaria, assim, a atuar só com o uso de equipamentos alugados.

Era bom saber por quanto FHC vendeu, nos leilões quermesses, martelados por Daniel Dantas, ladrão todo, a telefonia brasileira.

Infraestrutura já não é considerada ativo estratégico para as operadoras
Infraestrutura já não é considerada ativo estratégico para as operadoras

 

O último erro da mídia

Por Miguel do Rosário, no blog Cafezinho:

privataria FHC

Quatro famílias, quatro cavaleiros do apocalipse. Civita, Frias, Mesquita e Marinho. Todos crias da ditadura, de maneira que a luta contra eles configura a derradeira batalha contra o regime militar, do qual eles são herdeiros. É como se os filhos de Pinochet dominassem a mídia chilena.

Ontem e hoje os grandes jornais e telejornais dedicaram-se a atacar Lula. Artilharia de todos os lados. Os colunistas, por sua vez, como sempre de mãos dadas, repetem em uníssono que Lula pode e deve ser investigado.

E com que fundamentos? Com base em declarações de um bandido, de um testa-de-ferro de Daniel Dantas, cujo nome, aliás, jamais aparece nas matérias que tratam de Marcos Valério. É este o banqueiro, provavelmente, a que Lula se refere quando falou, em Paris, sobre a proteção da imprensa a determinadas figuras do mercado financeiro.

FHC-A-Privataria-Tucana

[Transcrevi trechos. Depois do julgamento do Mensalão, que começou  com o impune Mensalinho no País da Geral, está na hora do Brasil desengavetar os processos, as listas, as operações policiais e CPIs da Privataria Tucana, os crimes das agências reguladoras na era FHC, os leilões quermesses de Daniel Dantas, o tráfico de moedas, de minérios & outros crimes]

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Privataria tucana. A morte anunciada de Amaury Ribeiro Jr

FHC comandou a privataria tucana
FHC comandou a privataria tucana

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, promoveu um debate sobre o livro “A Privataria Tucana” que contou com a participação do autor do livro, Amaury Ribeiro Jr., do jornalista Paulo Henrique Amorim e do Deputado Federal Protógenes Queiroz. Veja vídeo 

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) afirmou que levar ao Congresso Nacional as denúncias contidas no livro “A Privataria Tucana” foi importante para evitar riscos ao autor do livro, Amaury Ribeiro Júnior. Durante lançamento da obra no início desta quinta-feira (21), na região central de São Paulo, o autor do pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Federal insinuou que o jornalista correria risco de sofrer um atentado se não ocorresse uma resposta da sociedade.

“Não poderíamos demorar muito para não perder o ‘timing’ e perder o Amaury”, lembrou. “Você viraria estatística, sofreria um ‘assalto’, diriam que reagiu e perderíamos um jornalista”, insinuou.

O livro traz documentos e informações contra o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil na década de 1990 Ricardo Sérgio, apontado como “artesão” dos consórcios de privatização em troca de propinas. Outro citado é o ex-governador paulista José Serra (PSDB), que tem familiares apontados como agentes de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos na venda de estatais.

Para o delegado, ainda que Amaury Ribeiro Júnior detenha muita informação, mas outras pessoas investigaram casos relativos à privatização. “São informações complementares que muitas pessoas sabem. Já começamos a preparar uma rede para exercitar na CPI da Privataria.

“(O pedido de CPI) é um pedido dos trabalhadores, estudantes, é a resposta. O fantasma da privatização ronda o país”, declarou o deputado. Embora a velha mídia tente taxar as denúncias como “requentadas” e já investigadas em outros momentos, como a CPI do Banestado (de 2004), o Protógenes afirma que os desvios das privatizações não passaram por escrutínio.

Privataria: roubo e colonização

Os leilões das privatizações foram quermesses, doações, ladroagens mil, entreguismo, bandidagem, crime organizado, traição da Pátria, tráfico de moedas, recolonização do Brasil.

Só um exemplo: a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões. Os ladrões venderam por 2 bilhões e 200 milhões.

Para se entender quanto o Brasil perdeu nos leilões fajutos das mineradoras, da Petrobras, da telefonia, da energia, dos bancos estaduais, das empresas estatais

Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos.

El presidente Evo Morales, destacó que el Decreto de Nacionalización de los Hidrocarburos, permite que Bolivia se beneficie con 2.255 millones de dólares de ingresos, ya que sin esa medida el Estadio hubiera recibido el 2011 sólo 952 millones de dólares.

La alocución fue realizada al celebrarse los 75 años de creación de Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) en la que destacó la determinación de recuperar los hidrocarburos para el país, que representó un apoyo significativo para el Tesoro general del Estado (THE).

Morales señaló que Bolivia cuenta con muchos recursos naturales y que estaba convencido que si los distintos gobiernos hubieran aprovechado, Bolivia hubiera prestado plata o cooperado con otros países.

A privataria tucana, por Clayton
A privataria tucana, por Clayton

Un libro denuncia las privatizaciones y molesta a los medios de Brasil

por Marco Aurélio Weissheimer

El libro A privataria tucana, del periodista Amaury Ribeiro Junior, trajo de vuelta al debate político brasileño el proceso de privatizaciones liderado por el gobierno del ex presidente Fernando Henrique Cardoso. Producto de 12 años de trabajo, el libro denuncia la existencia de un esquema de corrupción y lavado de dinero que habría sido armado alrededor de importantes líderes del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), entre ellos el ex ministro de Planeamiento y de Salud, ex gobernador de Sao Paulo y ex candidato a presidente de la República José Serra, que en el gobierno de Fernando Henrique Cardoso, comandó, como ministro de Planeamiento, el proceso de privatizaciones, especialmente en el sector de las telecomunicaciones.

El libro se transformó en un fenómeno en las redes sociales y una piedra en el zapato de la prensa brasileña.

Publicado por Geração Editorial, el libro de 343 páginas relata lo que llama “verdadera piratería practicada con dinero público en beneficio de fortunas privadas, por medio de las llamadas offshores, empresas de fachada del Caribe, región tradicional e históricamente dominada por la piratería”. La publicación tiene un elemento explosivo adicional, relacionado con las disputas internas en el PSDB. El autor dice que el punto de partida de la investigación ocurrió cuando trabajaba en el diario Estado de Minas y recibió la misión de hacer un reportaje investigativo sobre una red de espionaje que habría sido estimulada por José Serra para producir un dossier en contra del ex gobernador de Minas Gerais Aécio Neves, que estaría manteniendo algunos romances discretos en Río de Janeiro. Ese dossier tendría la finalidad de desacreditar a Aécio Neves en la disputa interna con Serra, por la indicación del candidato del PSDB a las elecciones presidenciales de 2010.

Esa pauta inicial, relata Ribeiro Junior, terminó conduciéndolo a una investigación mucho más amplia, implicando a Ricardo Sérgio de Oliveira, ex tesorero de las campañas de José Serra, y Fernando Henrique Cardoso, el propio Serra y tres de sus parientes: Verónica Serra, su hija, el yerno Alexandre Bourgeois y el primo Gregorio Marín Preciado. El resultado de esa investigación es un relato sobre la trayectoria que habría sido recorrida por el dinero ilícito, de las offshores y las empresas de fachadas en Brasil, y la consecuente internación de ese dinero que habría ido a parar en las fortunas personales de los implicados.

La investigación del periodista terminó alcanzando también al Partido de los Trabajadores (PT). En el último capítulo, Amaury Ribeiro Junior relata un episodio de espionaje interno de la campaña presidencial de 2010, que habría sido montado por el actual presidente del partido, Rui Falcão, para derribar al grupo ligado a Fernando Pimentel, actual ministro del Desarrollo, Industria y Comercio Exterior. Además de eso, indica que el PT, en el primer año del gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva habría retrocedido en las investigaciones de la Comisión Parlamentaria de Investigación (CPI) del Banco del Estado de Sao Paulo (Banestado), que investigaba la existencia de esquemas de lavado de dinero, involucrando a importantes figuras de la vida política brasileña.

Pero el tema central del libro es realmente el proceso de privatizaciones, que ya fue objeto de varias denuncias en los últimos años, pero nunca con la mucha documentación presentada por Amaury Ribeiro Junior. Una gran parte de esos documentos tiene como origen la CPI del Banestado, que suministró informaciones sobre la existencia de un proceso de lavado de dinero que habría sido obtenido ilegalmente de las privatizaciones. Ese es el punto de partida del texto, que se extiende hasta las elecciones presidenciales del año pasado.

 Transcrevi trechos. Leia mais entenda a censura da imprensa safada, corrupta e vendida

Pirataria tucana. Livro Deixa tucanato desesperado

E 2011 está chegando ao fim com uma bomba política nas livrarias. A Privataria tucana, muito bem escrita e documentada pelo  jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Ele provocou um fato político que deixou o PSDB em polvorosa. Ficou evidente que a patota de FHC/Serra não esperava. O trabalho apresenta documentos que comprovam falcatruas ocorridas no governo de Fernando Henrique Cardoso e com Serra na cabeça. Leia mais 

O UOL, como toda empresa privada independente e séria, retirou o livro da lista dos mais vendidos. Como a mentira tem perna curta, faltou o UOL combinar com a revista Veja, que manteve o livro em 6º lugar dentre os mais vendidos de não-ficção. Leia aqui matéria do Jornal do Brasil a respeito. Hoje, ao que parece, voltou ao normal: A Folha “errou”. E consertou: livro de Amaury volta ao topo.

Se não servir para descobrirmos a lavanderia que o PSDB montou com as privatizações, servirá para desvelar um pouco mais o caráter do que é feito aquilo que PHA convencionou chamar por PIG. Aqui e ali, da Ombudsman da Folha, aos comentários desconstrutivos,  pela imprensa chapa preta, o livro vai se tornando o maior best-seller da história do brasileira. 

Para os que ainda não puderam comprar, por não terem encontrado nas livrarias, informo que o livro A privataria tucana já está na internet disponível para download.

O fato de os colonistas do Grupo RBS e da Rede Globo saírem do armário para condenarem o que alegam não terem lido, e não gostado, já é motivo suficiente para desconfiarmos de que se trata de livro da maior importância para entendermos o caráter do coronelismo eletrônico. Logo eles, que acusam os blogs de sujos ou de chapa branca, devem estar levando uma grana preta para esconder a maior lavanderia que este país já teve.

Nesta manhã o livro estava disponível para download nos seguintes links:

1) http://www.fileserve.com/file/tv3ZY5c

2) http://www.filesonic.com/file/4264342485/A%20Privataria%20Tucana.pdf

3) http://uploaded.to/file/hojetd7z

Se não estiverem mais disponíveis nestes endereços, é simples, basta procurar AQUI!