“La alegría” no es sólo argentina

>>> Por Rudy
Sátira 12/ Página 12/ Argentina

¿Cómo le va, lector, cómo anda? ¿Festejando la “revolución de la alegría”? ¿Vio que es taaaan exitosa, que a los brasileños les gustó, y la quieren ahí también? ¡Y mire que ellos de alegría saben ¿eh!? ¡Pero les gustó tanto nuestra alegría, que no pueden esperar que Dilma Rousseff, la presidenta que ellos mismos eligieron hace poco más de un año, termine su mandato en paz, y luego, sí, elegir a un candidato que les alegre el mandado con globos amarillos y “O globos” (¡uy, qué coincidencia!)

No, ellos están tan apurados por tener una alegría como la nuestra, tan ansiosos de sentir lo mismo que nosotros, que están acelerando el trámite. Acusaron a su presidenta de corrupción. O de corrosión, o de corrección, o de ser mujer como Cristina, o de…

* No haber salido campeones del mundo durante su mandato (mundial 2014)
* Que Messi es argentino
* Haber tenido una política económica neoliberal
* No haber tenido una política económica neoliberal
* No tener los ojos celestes y los globos amarillos como Mauricio
* De llamarse Dilma, nombre que lleva a la confusión de muchos, que tienden a decir “Vilma” porque de chiquitos veían Los Picapiedras
* De que su apellido “Rousseff” les suena demasiado a Rousseau, como el de la Revolución Francesa, y acá la única revolución que vale es “la de la alegría”
* De que al tener dos “s” y dos “f” seguidas en su apellido está desperdiciando recursos, ya que ella puede darse el lujo de tener dos letras, y hay gente que no tiene ninguna
* Que protestó cuando se enteró de que los EE.UU. la estaban espiando, sin entender que en la División Internacional del Trabajo a los EE.UU. les tocó espiar a todos
* De no ser Lula
* De ser del mismo partido que Lula
* De que si no la echan a ella ahora, capaz que después viene Lula de nuevo
* De que su partido propicia una ‘política distributiva (en realidad lo que critican es que sea distributiva entre los pobres, si fuera entre los ricos, no pasa naranja)
* De no distinguir entre la gente normal y los pobres, como nuestra benemérita vicemauricia
* De ser amiga de CFK y no de MM
* De no haber nombrado al rabino Bergman como ministro de Medio Ambiente
* De no tener cuentas en Panamá, como corresponde a alguien de su categoría
*De nada

Con todas esas causas en su contra, es casi obvio que los días de Dilma en el gobierno están contados, y no son muchos. Porque los brasileños tienen el mismo derecho que nosotros a la alegría.

Tienen derecho a tener un gobierno que sea equitativo, y les dé mucho a los que ya tienen, y les quite a los que no tienen nada, porque si no tienen nada es porque no lo necesitan.

Tienen derecho a un gobierno que concentre los medios de comunicación, para que en todos los canales, diarios y radios digan lo mismo, de manera de evitarles la trabajosa decisión de elegir a quién escuchar, y puedan dedicar su tiempo a la alegría.

Tienen derecho a un gobierno que los despida, es muy triste irse de un lugar sin que nadie te diga “Chau, adiós, arrivederci, va embora, guei gesunterheit (viajá con salud, en idish), au revoir, das vidaña (hasta mañana, en ruso), good bye o lo que sea, pero que te despidan.

Tienen derecho a ganar mucho menos dinero que antes, así se libran de comprar medicamentos que solamente sirven cuando uno está enfermo, y comen menos, lo que contribuye a estar mejor físicamente.

Tienen derecho a no tener que hacerse cargo de los demás, pagando impuestos y respetando leyes sociales que los obliguen a desprenderse de lo que tanto esfuerzo les costó ganar, heredar, afanar, rapiñar o como sea, pero ahora es de ellos y basta.

Tienen derecho a consumir lo que les digan que hay que consumir esos mismos medios que ahora les dicen que Dilma es mala y corrupta, y que los Reyes Magos existen y son Las Multinacionales, los Holdouts y los Bancos.

Tienen derecho a tener derecha.

Una cosa rara, lector. En estos días en los que los brasileños festejan que la alegría está por comenzar, y los argentinos festejamos que “y ya lo ve, y ya lo ve, somos deudores otra vez” (siempre lo fuimos, pero ahora mucho más), se celebra también el Peisaj (o Pesaj), llamada también Pascua judía, que recuerda el Exodo de Egipto hacia la libertad, que implicó 40 años de caminata en el desierto.

A ver… en Egipto había esclavitud, plagas, muchos dioses, comida para quien pudiera pagarla, pirámides para construirle al faraón… ¡había alegría! ¿por qué irse? ¡Inexplicable! En fin, lector, parece que los pueblos antiguos hacían esas cosas… hay que entenderlo, eran otros tiempos.

DESIGUALDADE Patrimônio dos 15 mais ricos supera renda de 14 milhões do Bolsa Família

Os 15 brasileiros mais ricos são contra o pagamento da Bolsa Família, que beneficia, no mínimo, 50 milhões de pessoas, considerando uma moradia constituída por uma mãe e uma cria menor. Mais em uma cabana no campo, com telhado de palha, ou um casebre na favela, com telhado de zinco, reúne uma parentela de mais de quatro, seis pessoas, muitas vezes todos dormindo em um mesmo cômodo. As cidades do Rio de Janeiro possui mais de mil favelas, a de São Paulo, mais de duas mil. Dá para entender a importância do condenado Programa Minha Casa, Minha Vida.

Todos os 15, listados por Carta Capital, estão até o pescoço envolvidos na corrupção, e citados em um ou mais escândalos: BanEstado, Proer dos Bancos, Operação Zelotes, Operação Lava Jato, Panama Papers, HSBC, além de outras tenebrosas e engavetadas investigações de tráfico de dinheiro, sonegação, em um país que os ricos ficam cada vez mais ricos, inclusive porque não pagam impostos de fortuna e herança. Só o imposto sobre grandes fortunas renderia 100 bilhões por ano.

Todos os 15 consideram o salário mínimo muito alto, e são golpistas, e assim fica explicado o apoio da Fiesp ao impeachment de Dilma Rousseff, ao seminário de Gilmar Mendes em Portugal, tendo como convidados Michel Temer, Aécio Neves e José Serra.

Dificilmente, nestas listas de bilionários, aparecem os políticos como Aécio Neves, Rei do Nióbio. Garante uma reportagem da revista dos Marinho, Época, publicada em 2014:

A revista americana Forbes divulgou a lista dos cinco políticos mais ricos do Brasil. A publicação afirma que muitos governantes brasileiros construíram suas fortunas através de meios questionáveis, e que, como resultado, a população acabou desenvolvendo um sentimento de desconfiança. A revista também afirma que as manifestações revelaram a insatisfação dos brasileiros com os políticos, que são os mais bem pagos e menos produtivos do mundo. “É um círculo vicioso. Os brasileiros detestam os políticos, mas continuam elegendo as mesmas pessoas para os cargos”.

Apesar de afirmar que muitos governantes estão envolvidos com corrupção no Brasil, a publicação cita que a maioria dos governantes listados pela revista construiu as suas fortunas antes de entrar na vida política. A classificação é resultado de uma pesquisa feita pela própria Forbes baseada em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com uma fortuna avaliada em US$ 1,9 bilhão, Lirio Parisotto, suplente do senador Eduardo Braga e dono da Videolar, lidera a lista – é o político mais rico do Brasil. Segundo a publicação, é um dos maiores investidores no mercado de ações do país. Nascido na região sul, Parisotto mora atualmente em Manaus e teria entrado para a política com o objetivo de lutar contra a pirataria.

No segundo lugar da lista está Blairo Borges Maggi, citado como homem mais poderoso da agricultura do Brasil. Com um patrimônio estimado em US$ 960 milhões, Maggi já recebeu o prêmio “Motosserra de Ouro” do Greenpeace em 2005, quando ele era o governador do Mato Grosso. Hoje, ele é senador. Maggi também tem participação no Grupo André Maggi.

Marcelo Beltrão de Almeida é o terceiro lugar da lista com uma fortuna estimada de US$ 200 milhões. Depois da morte de seu pai, que fundou uma das maiores construtoras do país, a CR Almeida, o atual deputado federal herdou a empresa. Almeida também possui uma participação na EcoRodovias.

Em quarto lugar está Otaviano Olavo Pivetta, o prefeito de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso. O patrimônio dele está avaliado em US$ 100 milhões. Após ser reeleito em 2012, foi acusado de compra de votos durante a sua campanha, mas foi inocentado das acusações pelo TSE no ano passado. Pivetta é o maior acionista individual na Vanguarda Agro, um dos maiores produtores de grãos do Brasil.

O último da lista é Paulo Salim Maluf, deputado federal. Sua família é controladora da Eucatex, uma das maiores fornecedoras de materiais para a indústria de construção e de móveis do país. Maluf foi acusado de corrupção ao longo das quatro décadas de sua carreira política. Sua fortuna está avaliada em US$ 33 milhões.

 

No topo da lista da Forbes está o clã Marinho, dono das Organizações Globo, que aparece com uma fortuna acumulada de 64 bilhões de reais. Por Samantha Maia

O patrimônio das 15 famílias mais ricas do Brasil, segundo lista divulgada pela revista Forbes, é dez vezes maior que a renda de 14 milhões de grupos familiares atendidos pelo programa Bolsa Família. De acordo com a publicação americana, os 15 clãs mais abastados do Brasil concentram uma fortuna de 270 bilhões de reais, cerca de 5% do PIB do País. O Bolsa Família, por sua vez, atendeu 14 milhões de famílias em 2013 com um orçamento de 24 bilhões de reais, equivalentes a 0,5% do PIB.

Lidera a lista da Forbes a família Marinho, dona das Organizações Globo. Os irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho, José Roberto Marinho possuem uma fortuna de 64 bilhões de reais. Outra empresa de mídia que aparece na lista é o Grupo Abril, do clã Civita, com patrimônio de 7,3 bilhões de reais.

O setor bancário se destaca na origem das fortunas das famílias mais ricas do Brasil, representado pelos clãs Safra (Banco Safra), Moreira Salles (Itau/Unibanco), Villela (holding Itaúsa), Aguiar (Bradesco) e Setubal (Itaú).

Eram três os bilionários do Brasil em 1987, quando a Forbes produziu a primeira lista: Sebastião Camargo (Grupo Camargo Correa), Antônio Ermírio de Moraes (Grupo Votorantim) e Roberto Marinho (Organizações Globo). Hoje são 65, 25 deles parentes, o que leva a revista americana a constatar que para se tornar um bilionário no Brasil, o mais importante é ser um herdeiro.

Segue a lista das famílias mais ricas do Brasil:

1) Marinho, Organizações Globo, US$ 28,9 bilhões

2) Safra, Banco Safra, US$ 20,1 bilhões

3) Ermírio de Moraes, Grupo Votorantim, US$ 15,4 bilhões

4) Moreira Salles, Itaú/Unibanco, US$ 12,4 bilhões

5) Camargo, Grupo Camargo Corrêa, US$ 8 bilhões

6) Villela, holding Itaúsa, US$ 5 bilhões

7) Maggi, Soja, US$ 4,9 bilhões

8) Aguiar, Bradesco, US$ 4,5 bilhões

9) Batista, JBS, US$ 4,3 bilhões

10) Odebrecht, Organização Odebrecht US$ 3,9 bilhões

11) Civita, Grupo Abril, US$ 3,3 bilhões

12) Setubal, Itaú, US$ 3,3 bilhões

13) Igel, Grupo Ultra, US$ 3,2 bilhões

14) Marcondes Penido, CCR, US$ 2,8 bilhões

15) Feffer, Grupo Suzano, US$ 2,3 bilhões

 

 

 

A casta dos sem teto: juízes e desembargadores recebem ricos auxílios para residir em encantados palácios

deusa justiçaBolsa familia não tem auxílio moradia.
Quem ganha salário mínimo não tem auxílio moradia.
Favelado não tem auxílio moradia.
Sem teto não tem auxílio moradia.
Sem terra não tem auxílio moradia.

Por que juízes têm?
Por que procura dores e não acham têm todos os auxílios inimagináveis?
Por que os ministros dos tribunais possuem todas as regalias do Rei Sol?

Por que acreditam eles que devem viver no O limpo?
Por que eles tratam os demais brasileiros como sujos e condenados a viver nas imundas favelas?
Por que as elites do judiciário têm nojo do povo?

Todo mundo sabe porquê os rabos presos dos executivos pagam os mais altos salários para os que fiscalizam, investigam, prendem e condenam.
Ainda bem que Dilma não tem medo dessa gente.

Por que tanta desigualdade no Brasil? É assim mesmo. O povo de baixo, conformado e ordenado, nunca reclama contra os de cima, sempre auxiliados e beneficiados. É o que chamamos de ordem e progresso.

Dilma acaba com mamata de marajás do judiciário e MP. Marajás se revoltam

Uma decisão da presidente Dilma Rousseff vem causando insatisfação entre procuradores e juízes. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada pelo Congresso e sancionada por Dilma, restringiu os gastos com auxílio-moradia de políticos, autoridades e servidores.

Mas, procuradores e magistrados ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar as restrições, informa reportagem de Eduardo Militão, publicada no Correio Braziliense.

O benefício de R$ 4.377 por mês é utilizado, em alguns casos, para ultrapassar o teto constitucional de R$ 33 mil – manobra que os novos limites impostos pela LDO buscam coibir. A norma estabelece que, para receber a verba indenizatória, será preciso apresentar o recibo do gasto com aluguel ou hotel, requisito até então não exigido de magistrados e membros do Ministério Público.

A LDO também especifica que o auxílio-moradia não será fornecido caso a pessoa ou seu cônjuge tenha residência própria.

Quando a lei foi aprovada pelo Congresso, em 17 de dezembro, oito associações de juízes, promotores e procuradores ameaçaram ir ao Supremo se Dilma não vetasse a medida. “Não se hesitará em adotar as providências pertinentes no âmbito do Supremo Tribunal Federal, guardião maior da Constituição”, disseram em nota divulgada à época.

O presidente da Associação de Juízes Federais (Ajufe), Antônio César Bochenek, disse ao jornal que as entidades ainda estudam a elaboração de uma ação direta de inconstitucionalidade no STF. Já o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo Costa, informou que o assunto só deverá ser tratado a partir do dia 15.

Para o grupo, a LDO é inconstitucional porque é uma lei comum que tratou de assuntos já regulados por duas leis complementares que regem a magistratura e a procuradoria.

DEMISSÕES NO JORNAL

 

 

De Celso Marconi Lins

 

 

É por isso que eu não gosto de capitalista. Nesse regime onde existe gente que somente pensa em multiplicar seu dinheiro sem nenhuma consideração com o humano não pode haver alegria. Demitem como se fosse para o bem da empresa e vão simplesmente tomar um vinho. Uma pessoa como Marcos Toledo totalmente competente é demitido. E tantos outros. Alguns, confesso, que nem mais conhecia.

Me lembrei da minha demissão do JC em 1988 logo que João Carlos Paes Mendonça assumiu o jornal. Fui demitido como se fosse incompetente dito por Ivanildo Sampaio embora que ele um tempo desses me encontrasse no Rio Mar e falasse comigo como se nada tivesse acontecido.

Eu vivi até agora e já fazem quase 30 anos da minha demissão. Como esses 15 do JC que foram demitidos também viverão. Mas claro que tive muito prejuízo. Inclusive para minha aposentadoria. Meu advogado foi, me desculpe, incompetente. E era ligado ao Sindicato.

O JC assinou minha carteira profissional mas não me pagou. Me deve até hoje. E por isso o cálculo da minha aposentadoria foi apenas pelo que eu ganhava na Universidade Católica.

Só sobrevivo porque tinha um trabalho como funcionário público. Sempre trabalhei em três ou quatro cantos para poder sobreviver com os meus filhos. Que hoje graças aos seus esforços vivem bem. São todos doutores. Enfim temos que acabar com essa raça de capitalista pois quem age assim não merece perdão. Não sou violento. Sou tranqüilo. Mas não perdôo capitalista.

 

Nota do editor deste blogue:

Uma vida exemplar. Um nome memorável. Um nome que faz um jornal ser acreditado. Celso Marconi Lins formou várias gerações e continua com suas imprescindíveis lições além do jornalismo e do cinema… (T.A.)

 

 

 

 

 

 

Família Neves descende de deuses gregos. De Tântalo e Niobe

O nióbio é mais precioso do que o ouro. Qualquer novo invento do Terceiro Milênio precisa ter nióbio. Só para lembrar, não haveria conquista espacial sem nióbio. E mais, o Brasil possui 98 (noventa e oito) por cento das jazidas de nióbio. Os restantes 2 (dois) por cento estão no Canadá, e sem a qualidade e pureza do nióbio brasileiro. A safadeza é tanta que o Brasil nunca foi o maior exportador de nióbio do mundo. O trilionário tráfico de nióbio corre solto, e ninguém investiga.

Alice Ruiz exorta: “Começando a investigar já”. O juiz Carlos Alberto Saraiva denuncia:

Nióbio entregue

O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento coreano que representa os interesses da China. Este é o final de um ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais”.

Para facilitar o tráfico, o nióbio também é chamado de tântalo.

Escreve Saraiva:

Aécio e a Codemig

Desde 2002 o então governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG). Criou um governo paralelo, onde as principais decisões sobre obras e investimentos das estatais CEMIG, COPASA, DER/MG, DEOP e das autarquias de MG ficaram a cargo de “Oswaldinho”.

Palácio da Liberdade e os milionários

Para sede da CODEMIG, caminharam nos últimos 10 anos INVESTIDORES internacionais que tinham interesse no Estado. O Palácio da Liberdade transformou-se apenas em cartão postal e símbolo de marketing publicitário de milionárias campanhas veiculadas na mídia. Por trás deste cenário artificial operou um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério Público Estadual.

Disputa entre família Neves fortuna duvidosa

Foi necessária esta longa introdução, uma vez que à imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto para que se entenda o que agora, uma década depois, está ocorrendo.

Após a morte do banqueiro Gilberto Faria, casado em segunda núpcias com Inês Maria, mãe de Aécio, iniciou uma disputa entre a família Faria e a mãe de Aécio, sob a divisão do patrimônio deixado. Oswaldo Borges da Costa, casado com uma das herdeiras de Gilberto Faria, passou a comandar inclusive judicialmente esta disputa.

Diante deste quadro beligerante, as relações entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa acabaram, o que seria natural, pois Aécio fatalmente ficaria solidário com sua mãe. Mais entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa é público que existia muito mais, desta forma deu-se início a divisão do que avaliam ser uma fortuna incalculável.

Origem da fortuna…

No meio desta divisão estaria “a renda” conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda subfaturada e o valor real no exterior do Nióbio. Peça chave neste esquema, a CBMM pertencente ao Grupo Moreira Salles, que sem qualquer licitação ou custo renovou o contrato de arrendamento para exploração da mina de Nióbio de Araxá pertencente ao Governo de Minas Gerais por mais 30 anos.

INVESTIDORES não identificáveis?

Leia mais e conheça a pirataria

Tântalo (do grego “Tântalo”, pai de “Níobe” na mitologia grega)

Tântalo era filho de Zeus, e por ser ladrão – tinha que ser ladrão – foi castigado. Certa vez, ousando testar a omnisciência dos deuses, roubou os manjares divinos e serviu-lhes a carne do próprio filho Pélope num festim. Como castigo foi lançado ao Tártaro, onde, num vale abundante em vegetação e água, foi sentenciado a não poder saciar sua fome e sede, visto que, ao aproximar-se da água esta escoava e ao erguer-se para colher os frutos das árvores, os ramos moviam-se para longe de seu alcance sob a força do vento. A expressão suplício de Tântalo refere-se ao sofrimento daquele que deseja algo aparentemente próximo, porém, inalcançável, a exemplo do ditado popular “Tão perto e, ainda assim, tão longe”.

Aécio tem tudo. Mas, nem pelo voto, nem pelo golpe será presidente do Brasil.

 

Gilmar Mendes, um ministro comprometido com o semiparlamentarismo de Michel e Cunha primeiro-ministro

Michel dá palestra a convite de um ministro da suprema justiça e diz que governaria com o empresariado

 

Convidado especial de Gilmar Mendes para ministrar uma palestra, Michel Temer falou para uma platéia de empresários e deputados do baixo clero de Eduardo Cunha, e deu o tom de como seria o seu governo caso Dilma Rousseff sofra o golpe.

Nem é preciso lembrar que Gilmar foi nomeado ministro da justiça suprema pelo então presidente Fernando Henrique, que governou 6 anos e ll meses para o empresariado estrangeiro, a quem entregou as riquezas minerais do Brasil e a mais rica estatal, a Vale, por apenas 2 bilhões e 200 milhões. Para recuperar os danos provocados pela Vale, apenas no Rio Doce, são precisos, inicialmente, mais de 20 bilhões. Na época em que foi entregue aos piratas, a Vale valia mais de 3 trilhões de dólares.

Fernando Henrique é o presidente mais corrupto da História do Brasil. No seu desgoverno, o vice Marco Maciel assumiu a presidência do Brasil por 1 ano e 1 mês, tempo que FHC passou viajando, para receber títulos de doutor honoris causa, e luxuoso descanso em Paris, onde comprou um apartamento.

A ideologia pregada por Michel de governo sem povo, sem nacionalismo, sem patriotismo, apoiado pela banda podre do PMDB, pelos bilionários do PSDB, pelos que pregam o retorno da ditadura, os Bolsonaro e pastores eletrônicos é o semiparlamentarismo. Cunha pois tal idéia em prática ao exercer simultânea e ditatorialmente os cargos de presidente da Câmara dos Deputados e de primeiro-ministro.

Michel presidente, Cunha acumulará os cargos de presidente da Câmara e vice-presidente do Brasil. Um poder que Michel tenta minimizar, chamando de semiparlamentarismo. Semi tem como sinônimos “meio”, “metade”. Fica explícita a divisão do poder com Eduardo Cunha.

“Me atrevo a dizer que a ideia é um semiparlamentarismo. O Congresso passaria a atuar efetivamente junto ao governo e não teríamos os problemas que vivemos hoje –’ah, não tem verba, tirou verba não sei de onde’. Seria facilmente explicável ao povo a falta de recurso”, defendeu Michel Temer.

Por trás dessa aparente transparência, a entrega de todo poder ao PMDB. Partido que ficaria com os cargos de presidente e vice do Brasil, presidente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Michel denominou de “democracia da eficiência” a política liberal que defende, exposta no documento do PMDB, encomendado por Eduardo Cunha, e chamado “A Ponte para o Futuro”.

 

 

Riqueza presenteada pela pirataria internacional: Brasil ganhou 958 barragens de lama tóxica

As maiores mineradoras estão no Brasil. Levam as riquezas… e deixam cidades e mais cidades na maior pobreza.

Devastam o verde da terra mais garrida. Devastam nossos risonhos, lindos campos que têm mais flores. Nossos bosques que têm mais vida. Devastam o azul dos rios que são transformados em lama tóxica.

Pobre e desarmado Brasil, dependente e colonizado pelos piratas, que promovem o tráfico de diamantes, ouro, nióbio, água, minérios atômicos e tesouros mil.

Desamparado Brasil, traído pelos privatizadores, que criaram o mito de país cordial, e o complexo de vira-lata. Quintas-colunas que desejam a ordem e o progresso, para manter o país deitado eternamente em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo.

Fulguras, ó Brasil, florão da América, iluminando o Velho Mundo, que depende como um vampiro do sangue que corre nas nossas veias.

Ó Brasil, o slogan de tua Bandeira deveria ser o brado retumbante de Independência ou Morte!

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilharia no céu da pátria a todo instante.

 

FHC vendeu a Vale por 2 bilhões e 200 milhões. Resultado: o Brasil, de imediato, vai gastar 20 bilhões para salvar o Rio Doce

Brasil tem 958 barragens de lama tóxica. E quantas barragens de água doce para matar a sede do povo?

Os minérios extraídos não pagam ICMS, e vão enriquecer outros países, e o Brasil vai perdendo suas riquezas. Mais de 500 anos de colonialismo.

São 663 barragens de contenção de rejeitos de mineração e 295 barragens de resíduos industriais. Só em 2008, houve 77 rompimentos de barragens no país, embora a maioria dos casos tenha ganhado pouca repercussão.

As informações tinha que ser de um estrangeiro, o engenheiro português Ricardo Oliveira, um dos maiores especialistas do mundo no assunto, citando dados da Agência Nacional de Águas (ANA), referente ao número de barragens.

Professor titular da Universidade de Lisboa, Oliveira deu palestra no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro sobre a segurança de barragens e os reflexos sociais e ambientais.

O especialista mostrou dados sobre as principais barragens que colapsaram no Brasil desde 1954. Dentre esses casos, totalizando 19 acidentes, seis rompimentos aconteceram em Minas Gerais, de 1985 até hoje, envolvendo justamente barragens de rejeitos de mineração, como a de Mariana.