Cem retratos. Cem artistas. Cláudia imortal. Imortal. Não há polícia que mate Cláudia. Não há polícia que mate a arte.

100 vezes Cláudia

Todos os cem retratos, tendo como modelo o retrato da carteira de identidade da “mulher arrastada” pela polícia de Sérgio Cabral, são obras de arte, da mais pura arte, porque traçados com sangue e lágrimas. O sangue de uma inocente. As lágrimas da perda, da dor, da indignação, do protesto, da luta, da revolta, da solidariedade, da fraternidade, da igualdade, da liberdade, da verdadeira justiça.

Os cem retratos, um feito impressionante pela originalidade, criatividade, instantaneidade e seletividade de Juliana de Faria e Luíse Bello, que escrevem e editam o blogue Olga.

A mulher arrastada pela Polícia Militar tinha nome – Cláudia Silva Ferreira. Cláudia também tinha família. E sonhos, coragem, dores e medos como qualquer ser humano”.

Cláudia representa a mãe negra, favelada, trabalhadora, com um marido fiel e oito filhos, sendo quatro adotados.

Uma vida matada pela sanha sanguinária da polícia do governador Sérgio Cabral, e os assassinos já estão soltos por uma justiça militar corporativista e desnecessária.

Júri popular para os soldados bandidos.

Cláudia vista pelos artistas brasileiros (espero publicar todos os cem retratos)

100) GUI SOARES

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1) ANNA MANCINI

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23) ALESSANDRA MOURA

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22) CLÁUDIO RODRIGUES

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28) VANESSA PREZOTO

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27) MURILO ROMEIRO

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26) PEDRO MAGALHÃES

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Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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