Augusto Nardes, nome envolvido em denúncias de propina

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PP gaúcho: Sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra

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por Gilmar Crestani

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Em tudo o que acontecimento, bom ou ruim, a RBS busca sempre a presença de um gaúcho entre vítimas ou agraciados. Só não encontra seus ex-funcionários quando estes são pegos fazendo o que aprenderam com ela. A RBS não via nada de errado em Antônio Britto lhe entregar a CRT. A RBS também não sabia que sua funcionária, Ana Amélia Lemos era funcionária fantasma do Senado. Casada com um senador biônico, Ana Amélia tinha licença da RBS para diuturnamente atacar o PT e defender a RBS. Foi assim que a$$oCIOu à campanha do Aécio Neves e do Tiririca da Serra, José Ivo Sartori.

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O PP gaúcho tem esta tradição de se vincular à RBS e, desculpe à redundância, ao atraso político, econômico e cultural. Não é sem motivo que Mônica Leal virou Secretária da Cultura da paulista que inventou a “pantalha gaúcha” e o “bebê japonês”. Yeda Crusius, outra cria da RBS, legou ao Rio Grande a Operação Rodin em que aparecem os mesmos correligionários do PP e, vejam só, José Barrionuevo, da Central de Recados, do pastiche Zero Hora.

Como um mão lava a outra, com seus funcionários na linha de frente da política gaúcha, a RBS não precisa de advogados para se defender nas Operação Zelotes e na Operação Pavlova. Da mesma forma, nada desabonador sobre eles sai na RBS. Neste consórcio, quando uma mão suja lava a outra, as duas ficam sujas.

Como diz o hino riograndense, povo que não tem virtude acaba por ser escravo da RBS. E os escravos da RBS não só votaram nos seus funcionários Antonio Britto, Yeda Crusius, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, como também se vangloriam de ser ignorantes. Só uma manada amadrinha pela RBS poderia colocar no Piratini mais esta peça folclórica, que faz do verdadeiro Tiririca parecer um intelectual de conhecimento enciclopédico. Perto de Luis Carlos Prates, outra prata da casa, o outro Luís, o Heinze, também prata desta plagas, pela suas considerações culturais em relação aos índios, se assemelha à Maria Teresa de Calcutá. Heinze é parte de uma tradição gaúcha que canta em prosa em verso o orgulho de grosso, idiota e preconceituoso. Nem vou falar na famiglia Germano, e seus Farid do mesmo saco!

Graças a RBS, elementos como Augusto Nardes ganham projeção nacional. E nada a respeito deles é informado para a massa ignara que continua cantando nossas patranhas como se fossem façanhas.

Moral de Cuecas: Augusto Nardes, do TCU e do PP, é denunciado por recebebimento de propina

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Do Brasil 29

O ministro (“adorado” pela oposição) Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), autor de um relatório em que aponta irregularidades nas contas do governo federal em 2014 (as chamadas ‘pedaladas fiscais’) teve o nome envolvido em denúncias de propina em obras públicas em documentos apreendidos com executivos da Camargo Corrêa.

A denúncia foi feita pela revista Carta Capital. A reportagem cita um “termo de acordo” de 500 mil reais de Nardes com o ex-diretor do DNIT( Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antonio Pagot, e com o PP, o partido do ministro.

O caso do cartel das empreiteiras que prestam serviços à Petrobras, investigado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, envolveu recentemente o nome do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, tornando ainda mais fragilizada a credibilidade da instituição que investiga Dilma.

O empresário Ricardo Pessoa, em delação premiada, revelou à Justiça que pagava R$ 50 mil por mês ao advogado Tiago Cedraz, filho do ministro, para obter informações privilegiadas que dissessem respeito à sua empresa.

(com informações do Brasil247 e Carta Capital)

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Lê também aqui no Ficha Corrida

PP da Anamélia, do Germano e do Heinze mostram o que é hipocrisia

A “carta de agradecimento” (?) da Ana Amélia a empreiteira OAS

Lê no Contexto Livre

A reputação ilibada de de Augusto Nardes, presidente do TCU

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Operação Rodin desviou 44 milhões do Detran do Rio Grande do Sul. Processo de Yeda Crusius corre em segredo de justiça

Yeda Crusius fala da Operação Rodin que já condenou 29 pessoas. Penas variam entre 2 e 38 anos de prisão e multa

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por Marcelo Martins
A ex-governadora Yeda Crusius (PSDB) prestou depoimento, por meio de videoconferência na segunda-feira, à Justiça Federal de Santa Maria. A tucana, no depoimento, que durou 50 minutos, afirmou que não tinha conhecimento de qualquer fraude envolvendo o Detran gaúcho. Yeda, que estava em Porto Alegre, usou óculos escuros e justificou o acessório em função de uma operação que fez na retina. Ela foi arrolada como testemunha do réu José Antônio Fernandes, dono da Pensant Consultores, considerado o mentor do esquema que teria desviado R$ 90 milhões do órgão (em valores atuais).

Leia todas as notícias sobre o Caso Rodin

A política, que tem formação em Economia, reiterou que foi na gestão dela que se criou o “novo Detran”. Ela explicou que se trabalhou para viabilizar um departamento com maior autonomia. A ex-governadora enfatizou que soube da troca de fundações para elaborar os exames teóricos e práticos para a carteira de motorista, mas teve apenas uma relação institucional com os representantes da fundação. Ela também negou ter tratado de assuntos referentes ao Detran com José Antonio Fernandes ou com o ex-reitor Paulo Sarkis.

Ex-governadora Yeda Crusius é mantida ré em ação da Operação Rodin

A ex-governadora disse que, ao fim da sua administração, o preço da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seguia sendo em conta.

— O preço da carteira, hoje, é muito alto. Quando saí, não deixei assim — afirmou Yeda.

Sobre as nomeações

Yeda foi questionada pelo Ministério Público Federal (MPF) se foi responsável pela nomeação de Flávio Vaz Neto, que foi diretor-presidente do Detran na época em que foi deflagrada a Operação Rodin. Ele foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão. Yeda disse ter nomeado Vaz Neto para a função e justificou:

— Ninguém era nomeado sem ficha. Era o que hoje se fala em ficha limpa. Ele tinha referências e importantes serviços prestados. Aceitei as indicações e as assumo.

Ainda que sem fazer referências a nomes, a tucana fez críticas às recentes gestões do Piratini. Ela disse que, ao deixar o governo, em 2010, havia dinheiro em caixa. Yeda destacou o superávit financeiro de sua gestão.

Outros depoimentos referentes às duas ações de improbidade administrativa, uma da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e outra do MPF, serão retomados em julho.

O vaivém da tucana na ação de improbidade

Yeda Crusius segue como ré na ação de improbidade administrativa da operação Rodin. A decisão foi de abril deste ano e é do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Em outubro do ano passado, o TRF da 4ª Região havia anulado a inclusão da ex-governadora. Como o TRF havia dado prazo para que a Justiça Federal reexaminasse o caso, o juiz Loraci Flores de Lima decidiu, em dezembro do ano passado, pela inclusão de Yeda.

O recurso foi movido pela defesa de Yeda, contra a decisão de primeira instância que a incluiu como ré no processo de improbidade administrativa. A ex-governadora será julgada na esfera cível pelo suposto envolvimento no esquema. O processo corre em segredo de Justiça.

Panelaço nos bairros ricos de São Paulo é para espantar o mosquito da dengue…

300 de Esparta

por Gilmar Crestani

Amorim
Amorim

Heróis não foram os 300 de Esparta comandados pelo Rei Leônidas que enfrentaram o poderoso exército persa no desfiladeiro das Termópilas. Até porque eles só tinham um escudo numa mão e a espada noutra para enfrentar uma epidemia de imortais. Iguais aos paulistas com dengue, lutaram sem água.

Choque de gestão é isso que acontece na gestão da saúde pública em São Paulo, o resto é coisa do PT. 300 casos por 100 mil pessoas só os espartanos e o PSDB conseguem. E viva o partido com os melhores quadros… Se a má gestão tivesse sido coisa isolada, do Alckmin, e estaria desculpado. Mas tem sido rotina por onde passa o PSDB. Foi assim na Paraíba do Cássio Cunha Lima, nas Minas Gerais do Aécio Neves, no RS da Yeda Crusius e agora também no Paraná do Beto Richa.

Não fossem os Fernando Gouveia espalhados pelos grupos mafiomidiáticos e o PSDB já teria sido varrido para o lixo de onde nunca deveria ter saído. Além do Poder Judiciário, segundo Jorge Pozzobom do PSDB gaúcho…

FHC, que é chamado para comentar até pum do Lula, não dá um pio sobre a dengue em São Paulo nem sobre o fascismo policial instalado no Paraná!

Ao invés de enfrentarem a dengue, a Jovem Pan, famosa por seu puxasaquismo do PSDB, associou-se à Globo e demais veículos do Instituto Millenium para venderem a ideia de caos no Brasil durante a Copa. Tínhamos seleção, mas a administração da Copa estava em cheque, manchetava a Folha de São Paulo. É, não tivemos dengue, tivemos administração mas não tivemos seleção. E agora vê-se que a dengue está impondo uma derrota alemã no planejamento administrativo da mídia pelo PSDB. Se a AMBEV, a Multilaser e o Banco Itaú tivessem investido em saúde pública ao invés de amestrar uma manada para xingarem Dilma na abertura da Copa, talvez os paulistas poderiam estar comemorando algo melhor que uma epidemia de dengue.

Fica ainda mais incompreensível o que está acontecendo na medida que São Paulo vive, sim, racionamento de água. Imagine se tivesse em abundância. Estados onde não houve racionamento d’água e onde o PSDB foi apeado do poder, a dengue regrediu. Esta epidemia é o exemplo pronto e acabado do compadrio dos sucessivos governos paulistas e os grupos Abril, Folha, Estadão e Globo. Se estes fatos estivessem acontecendo num governo petista, haveria reportagens especiais, e até a cunhada do Vaccari seria presa acusada de transportar mosquitos transmissores. Não há minutos infindáveis no Jornal Nacional, entrevistas nas páginas amarelas da Veja.

Por isso que se diz que o panelaço nos bairros ricos de São Paulo é para espantar o mosquito da dengue…

Tivemos mensalão, petrolão e agora temos o mosquitão. Só que este não aparece porque nossa imprensa é dengosa. Quando envolve PSDB, só faz cafuné…

Epidemia de dengue afeta 1 a cada 4 cidades

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Mapeamento federal inclui a capital paulista, pela primeira vez, entre os municípios com alta transmissão da doença

No Estado de São Paulo, 82% das cidades estão em situação epidêmica, com mais de 300 casos por 100 mil pessoas

NATÁLIA CANCIANDE BRASÍLIA

Uma em cada quatro cidades do país já apresenta epidemia de dengue, segundo levantamento do Ministério da Saúde a pedido da Folha.

O Estado com a situação mais crítica é São Paulo, onde 82% dos municípios estão nessa condição. Entre eles, a capital paulista, que, pela primeira vez, aparece em situação epidêmica da doença no mapa do governo federal.

O parâmetro adotado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para caracterizar a epidemia é quando a incidência de dengue supera 300 casos por 100 mil habitantes.

De 5.570 cidades brasileiras, 1.397 estão nessa condição, sendo 530 em São Paulo.

O levantamento mostra um avanço acelerado do vírus pelo país. No anterior, com informações do começo de março, 511 municípios estavam em epidemia. Um mês depois, esse número quase triplicou.

Além da capital paulista, outras seis capitais já aparecem no grupo epidêmico: Florianópolis, Goiânia, Palmas, Rio Branco, Recife e Natal.

VULNERÁVEL

Na avaliação de Giovanini Coelho, coordenador do Programa Nacional de Controle de Dengue, a combinação entre condições climáticas favoráveis e modo de vida urbana, com problema no abastecimento de água (que leva a população a armazenar o produto) e na coleta de lixo, tornam o Brasil vulnerável à dengue.

Outro problema, diz, é a falta de instrumentos de controle mais eficazes, como vacina e medicamentos específicos.

“As ferramentas hoje disponíveis são de eficácia limitada. Só temos o combate ao vetor. Isso torna a situação desafiadora. Se é difícil fazer o controle onde há boa estrutura, imagina num cenário em que não tem rede de água ou coleta regular de lixo.”

Os números do Ministério da Saúde consideram todas as notificações da doença, com base em fatores clínicos/epidemiológicos, e não só em confirmações depois de contraprova em cada município.

O critério segue recomendação dos planos de contingência quando há alta expressiva de casos de dengue.

Os dados apontam que, nas cidades em epidemia, a incidência média é de 1.480 casos por 100 mil habitantes –quase cinco vezes a referência básica da OMS. No Brasil, a média é de 367 casos por 100 mil, conforme dados do ministério atualizados até 18 de abril. Na capital paulista, atingiu 346.

O mapeamento aponta que 26 Estados têm ao menos uma cidade em epidemia. Só o Distrito Federal fica de fora.

O topo do ranking de incidência de dengue é ocupado por cidades de pequeno e médio porte. A principal é São João do Cauiá, no Paraná, que tem 6.044 habitantes –lá, é como se uma em cada cinco pessoas tivesse sido contaminada pelo Aedes aegypti.

Coordenador de epidemiologia da cidade, Magno Zonta diz que a situação começa a ser controlada após atingir o auge em fevereiro. Agentes têm aplicado multas em quem mantém água parada e alunos fazem “miniarrastões” no entorno das escolas na caça de focos do mosquito.

Uma oposição atônita, especialista em destruir e vender barato

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Gilmar Crestani: De repente parece que a Folha de São Paulo, da D. Judith Brito, se dá conta de que o PSDB é isso mesmo, “uma tragédia gerencial”. Cássio Cunha Lima quebrou a Paraíba e foi preso. Yeda Crusius tentou, mas caiu do cavalo antes de quebrar o RS e ir presa também. São Paulo é essa tragédia em forma de violência e descalabro administrativo.  Até agora o PSDB mostrou competente e rápido como camelôs para vender empresas que o Estado demorou anos para construir. Eles deveriam montar empresas demolidoras. São especialista em destruir ou vender barato.

Se os “melhores quadros” são assim, imagine os demais! 

Fernando Rodrigues: Na segunda-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu o anúncio imediato da candidatura ao Planalto de Aécio Neves.

No mesmo dia, o senador do PSDB reagiu costeando o alambrado. Disse que ainda não era a hora.

Em resumo, uma falta de coordenação absoluta. Se o PSDB fosse uma empresa, o episódio seria uma tragédia gerencial. O presidente do conselho de administração e homem mais respeitado do grupo (FHC) anuncia um novo projeto a ser lançado na hora do almoço. A imprensa é convocada. Na hora H, o responsável direto pelo empreendimento (Aécio) declara que não está no mo-mento de fazer uma afirmação peremptória a respeito.