Atração turística: a estátua de um bode de ouro como ícone de Brasília

Tem Brasília, misteriosamente, sem nenhuma indústria, o segundo maior PIB do Brasil, superando o Estado do Rio Janeiro. O primeiro continua sendo São Paulo.

Falta-lhe um ícone que represente esta opulência. Nova Iorque, em Wall Street, tem o Boi de bronze.

Escultura de Arturo Di Modica, que pesa mais de três toneladas, em frente ao New York Stock Excange (Bolsa de Valores de Nova York).

O Google, a principal fonte de informações do atual mundo cibernético, historia que “Charging Bull” se tornou símbolo de otimismo em Wall Street, e hoje encontra-se localizado no começo da praça conhecida como Bowling Green.

A verdadeira história é que Modica gastou 360 mil dólares para fazer a estátua de bronze, e levá-la até Wall Street, logo após a quebra da bolsa em 1987.

A idéia de Modica foi criar o boi como arte de guerrilha. Na noite de 15 de dezembro de 1989, Di Modica dirigiu até o sul de Manhattan, e instalou o imenso touro sob uma árvore de Natal, em frente à Bolsa de Valores.

O boi foi retirado pela polícia, e abandonado em um terreno, até que se decidiu deixá-lo no Bowling Green Park, no fim da Broadway Avenue.

Atualmente, o boi de bronze é símbolo de agressividade financeira, otimismo e prosperidade. A escultura é uma grande atração turística, e uma das imagens mais icônicas de Wall Street.

Para Brasília o ideal seria um bode de ouro.

A estátua poderia ser erguida na Praça dos Três Poderes ou na sede do BRB.

A inveja dos bilionários de Brasília poderia, talvez, considerar uma homenagem ao empresário Antônio José de Almeida Carneiro, conhecido como Bode, acusado de um rombo de 133,9 milhões no Banco de Brasília (BRB).

Denunciou a revista Época: uma operação de compra pelo BRB de títulos do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS). A transação, no valor de R$ 97,7 milhões, colocou em risco o patrimônio do banco, segundo uma auditoria interna do BRB. O negócio foi fechado no dia 25 de novembro de 2009, dois dias antes da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, responsável pela crise política que derrubou do cargo e levou para a prisão o então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

Os títulos lastreados em FCVS foram criados pelo governo federal no fim da década de 1960 para captar recursos destinados a quitar dívidas residuais de mutuários incluídos no Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Desde então o mercado negocia esses papéis com preços abaixo do valor de face, com deságio. Os fiscais do Banco Central descobriram que a compra de títulos pelo BRB foi feita sem nenhuma pesquisa de mercado que avaliasse o impacto da compra de títulos nas finanças da instituição. Não foi verificado se o preços dos papéis eram vantajosos, se haveria facilidade de revenda nem se o banco optou pelo melhor investimento entre outros disponíveis no mercado. Um ofício enviado ao presidente do BRB, Nilban de Melo Júnior, pelo Departamento de Supervisão de Bancos do BC em 19 de outubro pede explicações sobre o negócio.

Em resposta ao BC, no dia 5 de novembro, diretores do BRB afirmaram não ter existido “relatório técnico produzido que indicasse qualquer tipo de pesquisa ou consulta ao mercado financeiro”. Os papéis comprados pelo BRB pertenciam ao empresário Antônio José de Almeida Carneiro, conhecido como Bode. Bode é um dos donos e presidente do Conselho de Administração da João Fortes Engenharia, empresa com atuação no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, de Salvador e de Brasília. Na operação com o BRB, os papéis de Bode foram vendidos com um deságio de quase 16% do preço de face, que era de R$ 116,1 milhões. O BRB depositou os R$ 97,7 milhões em 4 de dezembro do ano passado numa conta-corrente indicada pelo empresário. ÉPOCA procurou Carneiro para ter detalhes da operação com o BRB, mas ele não atendeu aos pedidos de entrevista.

R$ 97,7milhões foi o valor pago pelo BRB por títulos do FCVS que pertenciam ao investidor Antônio José Carneiro, o Bode

A justificativa do BRB para a compra de títulos lastreados pelo FCVS era que precisava desbloquear recursos retidos no Banco Central. Captados a partir dos depósitos em poupança, esses valores deveriam ser emprestados a clientes interessados em comprar imóveis. Como o BRB não atendia a essas exigências da autoridade monetária, o dinheiro permanecia indisponível. O bloqueio no BC implicava prejuízos superiores a R$ 12 milhões por ano, segundo o BRB. No ofício de 19 de outubro enviado à presidência do BRB, a fiscalização do BC demonstra desconfiança em relação à escolha dos títulos em detrimento de papéis de “menores riscos e incertezas, além de maior liquidez”. Em outras palavras, papéis de maior garantia e mais fáceis de serem revendidos.

As observações do Banco Central fazem sentido. Gestora dos títulos do FCVS, a Caixa Econômica Federal leva, às vezes, mais de três anos para validar os créditos. De acordo com relatório do BRB, entre os problemas enfrentados pela Caixa está o de verificar toda a cadeia de antigos proprietários dos títulos e, assim, se certificar de que foram emitidos efetivamente.

Cinco meses depois de concluída a transação com Bode, o BRB ainda não contava com documentos básicos para validar os títulos adquiridos. Faltavam comprovantes de recolhimento das contribuições ao FCVS e atestados de inexistência de débitos do vendedor junto ao Sistema Financeiro da Habitação. A auditoria do BRB sugere negligência de um setor do banco por não produzir relatório técnico que alertasse sobre os riscos. A compra dos títulos foi denunciada ao Tribunal de Contas do Distrito Federal, responsável pela fiscalização da contabilidade do governo local. Nas explicações enviadas ao BC, os diretores do BRB afirmaram que a negociação foi intermediada pelo Banco Fator. O Tribunal de Contas afirma não ter identificado qualquer documento que vincule o Fator ao negócio. Procurado por ÉPOCA, o Banco Fator afirmou que não intermediou a transação financeira.

Segundo a direção do BRB, foi aberta uma sindicância interna para apurar a regularidade da compra dos títulos lastreados por FCVS. O banco disse que não se manifestará antes do final da investigação. Os relatórios da fiscalização, afirmou o banco, serão encaminhados a órgãos de controle, como Banco Central e Ministério Público Federal. O objetivo das investigações é descobrir se a operação foi apenas um negócio que descumpriu normas bancárias e se houve desvio de dinheiro público. Se for constatada gestão fraudulenta, o caso ficará então mais parecido com o rombo do PanAmericano.

A estátua do bode

Não tem bode nesse negócio da estátua. Digo gente.

Os antigos consideravam o bode o símbolo do poder criador que fecundou a matéria e que a organizou. Na Sérvia, o o atributo gerador.

De onde a idéia de fertilidade que lhe foi associada: o bode das colheitas encarnava o espírito do trigo nos ritos de fertilidade, ou festa do bode da Líbia.

Também para os gregos, o príncipio da fertilidade. Que seja para Brasília, o símbolo da abundância, da fartura, da riqueza, do progresso, do enriquecimento.

Acampamentos. Globo cobre movimentos juvenis

 SWU, acampamento dos indignados brasileiros
SWU, acampamento dos indignados brasileiros
Acampamento de indignados em Wall Street
Acampamento de indignados em Wall Street

Carolina Iskadarian, jornalista da Globo, narra a aventura “da estudante maranhense Mayara Pinheiro Fortes, de 24 anos, que participou dos três dias do SWU, em Paulínia, interior de São Paulo. O festival de música terminou na madrugada desta terça-feira (15) e o G1 acompanhou alguns momentos de Mayara no camping do evento”. Leia. Trata-se de assunto do mais relavante interesse da juventude brasileira.

Outras histórias… podem ser contadas. Por exemplo: “Nina Brum, consultora de vendas de Ribeirão Preto que veio com os amigos, foi uma das pessoas que reclamou da truculência e despreparo dos seguranças do local. ‘Um deles me disse que pena que não posso bater em mulher’. A questão do despreparo parece generalizada tanto com monitores, tanto com seguranças

Alegando falta de higiene, a polícia acabou com o acampamento de Nova Iorque. Veja fotos e vídeos

Los indignados de Wall Street “reflejan el parecer” de una parte importante de la población estadounidense

por Ariel Ferrari y Sergio Ferrari

A pesar de carecer de una estructura cohesiva y una lista formal de demandas, este brote espontáneo de sensibilización y protesta está generando decenas de experimentos similares más allá de Wall Street.

Subestimado en un primer momento por la derecha de Estados Unidos, el “hecho político” de los ocupantes neoyorquinos ha ido madurando para convertirse en un movimiento con suficiente potencial como para alterar parcialmente el discurso ideológico de la sociedad de estadounidense.

Sin imaginárselo cuando iniciaron la ocupación del Zuccotti Park el 17 de septiembre pasado, los indignados del corazón de Wall Street, han contribuido durante estos últimos meses a profundizar el desenmascaramiento de una histórica falacia estadounidense.

La misma había funcionado relativamente bien para ambos partidos -republicano y demócrata- hasta ahora. Asegura que el capitalismo está intrínsecamente “sano” (“todo OK” en el lenguaje cotidiano) y por lo tanto es capaz de integrar autoajustes en momentos de crisis a fin de asegurar su continuidad en nombre de la vigencia del sueño americano.

Una buena dosis de candidez política, que sus críticos denuncian como debilidad, ha facilitado a los ocupantes de Wall Street la tarea de desenmascarar dicha falacia. Y además denunciar agresivamente la complicidad de legisladores, oficiales y dirigentes de ambos partidos, quienes durante las últimas décadas han aceptado y promovido la enorme brecha entre el “1 por ciento” más rico y el restante “99 por ciento”.

Expresión-slogan acuñada por Premio Nobel de Economía de 2001 Joseph Stigliz, quien señaló que el 1 por ciento más rico del país controla el 40 por ciento de la riqueza nacional. Realidad facilitada por políticas desreguladoras e impositivas sumamente nocivas para los sectores sociales menos privilegiados.

Más y más gente se está identificando con su protesta creativa y pacífica así como sus señalamientos. Una encuesta del New York Times publicada el 26 de octubre parece confirmarlo: la mitad de los entrevistados cree que la preocupación matriz de los ocupantes de Wall Street “refleja en general el parecer de la mayoría de los estadounidenses” . Transcrevi trechos

La globalización de la disidencia, de la “Primavera Árabe” a la ocupación en Wall Street

La globalización de la disidencia, de la “Primavera Árabe” a la ocupación en Wall Street

 

Indignados acampados na Freedom Praza, Wahington

 

 

Soplan vientos de cambio en todo el mundo. Qué provocará ese cambio y cuando sucederá es algo imposible de predecir.El pasado 18 de enero, en Egipto, una valiente joven dio un paso peligroso. Asmaa Mahfouz, de 25 años, integraba el Movimiento 6 de abril junto a otros miles de jóvenes que participaban en debates en Internet acerca del futuro de su país. El movimiento se creó en 2008 para expresar la solidaridad de los jóvenes con los trabajadores de la ciudad industrial egipcia de Mahalla. Más adelante, en diciembre de 2010, el joven tunecino Mohamed Bouazizi se inmoló para protestar contra el sentimiento de desesperanza de su generación. Su muerte provocó el levantamiento en Túnez que derrocó al dictador que estuvo en el poder durante años, Zine el-Abidine Ben Ali.

Protestas similares se extendieron a Egipto, donde al menos cuatro hombres intentaron inmolarse. Uno de ellos, Ahmed Hashem el-Sayed, de Alejandría, falleció. Asmaa Mahfouz, indignada ante lo sucedido, publicó un video en Internet en el que miraba directamente a la cámara. Tenía la cabeza cubierta, pero mostraba su rostro. Se identificó con nombre y apellido y convocó a la gente a que se sumara a una congregación en la Plaza Tahrir el 25 de enero. En el video declaró: “Filmo este video para darles un simple mensaje: Vamos a marchar hacia la Plaza Tahrir el 25 de enero. Si aún nos queda honor y queremos vivir con dignidad en esta tierra, tenemos que marchar el 25 de enero. Iremos allí a exigir nuestros derechos humanos fundamentales. Ni siquiera hablamos de derechos políticos. Simplemente queremos que se respeten nuestros derechos humanos y nada más. Todo este gobierno es corrupto. El presidente es corrupto, las fuerzas de seguridad son corruptas. Estas personas que se inmolaron no tenían miedo de morir sino que temían a las fuerzas de seguridad. ¿No es increíble?” Leia mais 

Um jornalismo formativo. De propaganda intrusiva e enganosa

A TV Globo todo dia destaca a cotação da bolsa de valores. Não sei qual o interesse dessa informação. Que a maioria do povo brasileiro depende apenas do bolsa família, um programa do governo para os miseráveis. Uma esmola que engana a fome de mais de cem milhões de miseráveis. Desde que beneficia cerca de 30 milhões de mães de família, com marido desempregado e filhos até os 17 anos.

No rabo do noticiário oficial de Wall Street passa a preciosa proibida cotação do mercado negro do dólar, a verdadeira moeda que fecha os negócios da economia subterrânea:

  • tráfico de moedas, de drogas, de armas, de pessoas
  • contrabando de minérios, principalmente o nióbio, madeira, pedras preciosas, ouro, plantas medicinais, produtos dos latifúndios de soja, milho, cana de açúcar,  cacau, café, carne etc

Tudo depende do dólar cotado no mercado negro. Que o Brasil é um país invadido pelos corsários, piratas, especuladores, agiotas e prestamistas estrangeiros.

A TV Globo e demais redes de televisão e de emissoras de rádio, os jornalões, as revistas de papel cuchê não revelam, não propagam os salários mínimo e piso congelados. Escondem o sofrimento dos que recebem pensões e aposentadorias pela previdência dos pobres, um ministério que possui uma soberba e escorchante arrecadação compulsória, desviada, roubada e sonegada.

Os meios de comunicação de massa não mostram, não denunciam o aumento do custo de vida.

Não realizam estudos comparativos.

Tipo:

Visualize o gráfico aqui Compare com os preços impostos pelos supermercados estrangeiros que monopolizam a venda de alimentos no Brasil.

¡Ocupad las calles del mundo!

La Internacional de los Indignados manda. La antorcha pasó de la Plaza Tahrir en El Cairo (la Primavera Árabe), a la Puerta del Sol de Madrid (la Primavera Española), a Liberty Square en Nueva York (Occupy Wall Street) y desde este pasado sábado a World Street, 951 ciudades en 82 países.

Todas las edades, todas las clases sociales, pero en su mayoría valerosos jóvenes, hombres y mujeres, que denuncian la caída arrogante de grandes partes del mundo en un abismo geopolítico transgredido por una crisis social, financiera, monetaria, política y estratégica sin precedentes.

Nada es más natural que el “somos el 99%” se extienda al globo, porque el movimiento denuncia específicamente los estragos causados en todo el mundo por el mito de la globalización neoliberal, tal como la aplica ese dios iracundo: El Mercado. Y sin embargo el 1% –y sus socios de los medios corporativos– todavía no lo entienden (o lo remedan) y tratarán de aplastar toda acción para subsanar el redomado fracaso del neoliberalismo.

O império ataca os indignados

Rupert Murdoch utiliza seu império midiático para declarar guerra aos indignados de Wall Street. A campanha de contra-informação é realizada pelos seus empregados jornalistas que propagam meias-verdades, boatos, mentiras e, principalmente, quando orquestram o noticiário, isto é, exageram. A campanha de Murdoch é financiada pelos banqueiros.

Los medios de Murdoch acusan al movimiento de acoger a delincuentes, drogadictos y de ofrecer comida gratis para ocupar Wall Street. Según los periodistas de sus medios, el movimiento ha crecido gracias a que ofrecían alcohol y drogas, y firmar artículos que citan, literalmente pasajes como éste: ”He estado fumando y bebiendo aquí por ocho días”, dijo Dave, con el alcohol en su aliento y sus ojos inyectados en sangre, mientras yacía tumbado en una hoja de cartón hecha jirones. ”Tengo que conseguir algo de metadona”, señalaba otro artículo citando supuestamente a otro “indignado”.

“La gente dice que están aquí por la causa, pero la verdadera razón es la comida gratis”, dice el Post citando a otro. Ora, ora, quem se vende por um prato de comida é sinal de fome. E muita fome. É contra a fome que os indignados estão na rua. A fome do povo. Dos 99% pobres. Contra a ganância dos 1% ricos. Os que vivem no luxo e na luxúria.

As capas dos jornais de hoje de Nova Iorque:



Occupy Wall Street, ¿signos anunciadores de un “nuevo bloque social”?

El 17 de septiembre de 2011, en la onda de un llamamiento lanzado a finales de julio en la página Adbusters –una página que indica su voluntad “de cambiar la forma en que se difunde la información, sobre la que ejercen su poder las empresas y la forma en que las ideas se producen en nuestra sociedad”- los primeros “activistas” daban el pistoletazo de salida al movimiento Occupy Wall Street (OWS) en Nueva York.

La policía de Nueva York no les dejó plantar sus tiendas en medio del centro mundial de las finanzas. Lo hicieron en el Zucotti Park, situado bastante cerca del “Ground Zero”, en Lower Manhattan. La plaza ha sido rebautizada como “Liberty Square”, en referencia a Tahrir Square, en El Cairo.

Desde entonces, el movimiento se ha extendido a un gran número de ciudades a través de los Estados Unidos; más de 75 el 6 de octubre. Desde el comienzo de este mes, el apoyo de varias secciones de diferentes sindicatos y de diversas organizaciones de barrio (community groups) añadía una dimensión inusitada a este movimiento social.

Reagrupa a diversas fracciones de la sociedad: desde las personas cuya casa ha sido embargada (pues no podían pagar intereses hipotecarios usureros), pasando por los y las estudiantes endeudados hasta el cuello y que deben renunciar a la prosecución de sus estudios, hasta parados y múltiples marginados de una sociedad golpeada por la mayor crisis desde la Segunda Guerra Mundial. El movimiento tiende a ampliarse a sectores de asalariados del sector público e incluso del privado. Una tendencia que debe aún confirmarse.

Dos consignas traducen el perfil del movimiento. La primera: “Somos el 99%”, implica que el 1% de la población manda y saca el mayor beneficio de este sistema. Esta relación entre el 99% y el 1% simboliza también la bipolarización fuertemente acentuada del reparto de la riqueza social producida en los Estados Unidos. La segunda: “Los bancos han sido reflotados. Nosotros hemos sido vendidos”. Dicho de otra forma, a su manera, es puesta en cuestión la política del gobierno y de los “dueños de Wall Street” –la fracción del capital financiero- que ejercen sobre las decisiones de la administración Obama una influencia determinante.

The New York Times del 8 de octubre de 2011 consagraba un artículo suplementario al OWS. Estaba centrado en el papel de las redes sociales en su organización, lo que permite borrar su contenido social. Sin embargo, Jennifer Preston se vió obligada a dar cuenta de los debates en curso a escala de los Estados Unidos: de una parte, la cuestión del empleo, “de la avaricia de las empresas y de los recortes presupuestarios”, de la otra, los problemas “más cercanos” a los que se enfrentan las poblaciones de diferentes ciudades.

Las brutales reacciones de la policía son también subrayadas. La policía de Nueva York no ha dudado en arrestar a 700 manifestantes, el 1 de octubre de 2011, cuando no bloqueaban, efectivamente, el puente de Brooklyn, contrariamente a lo que han afirmado los medios, a escala internacional.

OWS no cae del cielo Este movimiento y su dinámica no caen del cielo, en un país en el que más de 46 millones de personas viven por debajo de la línea de pobreza. Las últimas estadísticas sobre el empleo, la pobreza y una crisis de la que, de hecho, la economía capitalista estadounidense no ha salido jamás desde 2008 lo indican. Por
Charles-André Udry

Jornais EUA censurados


A imprensa brasileira sempre foi – e será – uma xerox da imprensa dos Estados Unidos. Acontece que censura o noticiário da ocupação de Wall Street.

Um movimento que busca mudar a política econômica de Tio Sam. Política que o Brasil segue cegamente.

Decenas de miles salieron a ocupar Wall Street

Estudiantes, trabajadores y manifestantes espontáneos marcharon por las calles para reclamar cambios en la política económica. La marcha paralizó buena parte del centro de Nueva York demandando empleo y mayor impuesto sobre el sector financiero.

El cartel más visto a lo largo de las treinta cuadras de Manhattan que recorrieron las distintas columnas decía simplemente “Somos el 99 por ciento”. El movimiento “Ocupar Wall Street” es tan genérico como incipiente, pero más allá de sus generalidades, ayer estaba marcado no tanto por demandas económicas aisladas como por la crítica casi sorprendida a la baja calidad democrática de un sistema de decisiones que parece volcado sobre el 1 por ciento que era objeto de insultos de los manifestantes. Los carteles impresos por las organizaciones convocantes, los improvisados, la mayoría de las consignas, parecían reafirmar la generalidad de la crítica como el punto fuerte del movimiento. “Estamos de pie por el cambio que votamos”, es uno de los más vistos, en manos de una masa considerable de votantes desencantados

Devolver al futuro

Por Michael Moore

Los ricos no se conformaron con todo lo que tenían, lo querían todo. Y en el camino para conseguirlo han hecho miserable la vida de millones. El número oficial de desempleo es de 14 millones, pero yo estoy seguro de que está sobre los 20. Y a eso hay que sumar a los que trabajan en condiciones precarias. Hay 45 millones viviendo en la pobreza. 50 millones no tienen seguro médico. Esas cifras son las semillas de esta revuelta. La gente está reclamando por su futuro. No su pasado, ni siquiera el presente: es el futuro lo que ha sido robado. Así de codiciosos son los de Wall Street.

De todos modos, éste no va a ser un movimiento violento por el simple hecho de que no es una pelea justa: nosotros somos millones y ellos (los ricos) son apenas unos cientos. Hay una armada de norteamericanos esperando desde hace mucho que alguien haga algo y ese algo empezó. Por eso estoy esperanzado. Esto tenía que surgir y surgió acá con unos cientos de personas que ya se volvieron miles, en un movimiento que sólo va a crecer.


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Os brasileiros vão pras ruas no próximo dia 12?
A imprensa boicota o noticiário.
A imprensa é propriedade dos ricos.
Defende os seus próprios interesses.
O povo que se dane.