Pedofilia. Papa Francisco: “A Igreja já deve ter vergonha”

jornal_noticias. papa Portugal

O Vaticano indicou ontem que tinha expulsado do sacerdócio cerca de 400 religiosos durante o pontificado de Bento XVI, após um aumento das denúncias por abusos sexuais contra crianças. “Em 2012, foram por volta de 100, enquanto em 2011 foram cerca de 300”, declarou o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi.

Para a Rede de Sobreviventes de Pessoas Abusadas por Padres (SNAP por sua sigla em inglês), “o papa tem que começar a expulsar do sacerdócio também os eclesiásticos que acobertam crimes sexuais, não só aqueles que os cometem. Enquanto isso não acontecer, as coisas não mudarão muito”, acrescentou em um comunicado.

Na quinta-feira (16), o Comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos das Crianças pediu à Igreja Católica que atue fortemente contra os abusos sexuais dos quais menores de idade são vítimas, em um enorme escândalo em relação ao qual o papa Francisco, que substituiu Bento XVI este ano, expressou sua “vergonha”.
Este verbo acobertar deve ser conjugado para outros crimes, envolvendo igrejas, empresas, indústrias, e os governos e a justiça de vários países. Neste mundo, vasto mundo, não se pode mais conviver com o tráfico de crianças, o trabalho infantil, a criança soldado, a criança prostituta. Nem com as crianças filhas da rua. Ou em acampamentos de refugiados da guerra, de retirantes da fome.

Papa Francisco: “La verdadera paz es un compromiso cotidiano”

Desde que fue elegido pontífice en marzo pasado, Bergoglio trató de cambiarles la cara a los organismos de la Santa Sede y de acercarlos a las necesidades de la gente. En pocos meses, destituyó a las autoridades del Banco Vaticano.

 

banners-frase-para-NAVIDAD-PORT

por Elena Llorente
Desde Roma

El 2013 será recordado, por la historia y por la Iglesia Católica, como el año de los dos papas, Benedicto XVI y Francisco, y el año en el que el primer papa venido “del fin del mundo” quiso revolucionar –y tal vez lo consiga– el gobierno de la Iglesia y su sede en Roma. Es que desde que fue elegido pontífice, el 13 de marzo pasado, Jorge Mario Bergoglio empezó a dar vuelta como un calcetín los organismos de la Santa Sede para tratar de cambiarles la cara y de acercarlos a las necesidades de la gente. Como el IOR, el Banco Vaticano, que ha sido motivo de varios escándalos financieros en los últimos años. En pocos meses destituyó a sus autoridades, hizo publicar por primera vez su balance y tiene a una comisión trabajando sobre el asunto.

Pero el 2013 también será recordado como el año en que un papa comenzó su pontificado levantando como bandera a los pobres. En su primera aparición ante la prensa internacional a los pocos días de su elección dijo una frase que a muchos dejó con la boca abierta: “Cómo me gustaría una iglesia pobre para los pobres”. Pocos papas, que se recuerde al menos, debutaron hablando de la necesidad de una Iglesia pobre. Es que cuando se entra al Vaticano sorprenden los cortinados majestuosos, las escaleras del palacio real, las paredes llenas de pesadas decoraciones y dorados, el lujo de esos palacios construidos a lo largo de varios siglos. Hay quienes aseguran que muchas de esas decoraciones se hicieron con el oro de América que los reyes de España regalaron a los pontífices de entonces. Seguramente Francisco sintió el peso de esa contradicción y quiso inmediatamente diferenciarse, primero eligiendo el nombre Francisco, en memoria del santo más pobre de la Iglesia, San Francisco de Asís. Y luego diciendo esa frase a los periodistas. Una frase que, por lo demás, en América latina al menos, está asociada a la Teología de la Liberación, a los conocidos en los años ’70 como curas tercermundistas, a la misa cantada con guitarras y celebrada en castellano y no en latín, al Concilio Vaticano II y todas sus reformas en síntesis, que intentaron acercar la Iglesia a la gente y a los pobres en particular. Por eso, tal vez, y también por su apertura hacia la Teología de la Liberación –en tiempos de Juan Pablo II abiertamente condenada por el Vaticano– algunos medios ultraconservadores de Estados Unidos acusaron a Francisco de “marxista”. “¿Yo marxista? No me siento ofendido. He conocido varios buenos entre ellos. Pero es una ideología equivocada”, dijo el Papa al diario italiano La Stampa en una larga entrevista.

“La verdadera paz no es un equilibrio de fuerzas opuestas. No es pura ‘fachada’, que esconde luchas y divisiones. La paz es un compromiso cotidiano, que se logra contando con el don de Dios”, dijo el Papa. El mensaje para la Jornada Mundial de la Paz, que se celebra el 10 de enero y que se dio a conocer hace algunos días, Francisco lo transformó en un verdadero análisis sobre la fraternidad y las implicaciones a nivel económico, político y social que su existencia o su ausencia pueden producir en cualquier sociedad del mundo. Y subrayó cómo la fraternidad es determinante para la paz.

Papa Francisco: “Os velhos necessitam cuidados e companhia. Os jovens trabalho e esperança”

velho idoso ancião aposentadoria

 

 

OLHAR PARA O FUTURO

Da conversa do Papa Francisco com Eugenio Scalfari publicada em Repubblica chamam imediatamente a atenção o tom de confronto aberto e amistoso, o desejo de se compreender reciprocamente e o facto, sempre mais evidente, de que o Pontífice não hesita em pôr-se em questão em primeira pessoa. «Posso abraçá-lo por telefone?» irrompe o fundador do diário romano. «Claro, também eu o abraço. Depois fá-lo-emos pessoalmente, adeus» responde com simplicidade o Papa Francisco. O encontro é uma consequência da carta que o Pontífice enviou a Scalfari e ajuda ainda mais a compreender o coração do Papa Francisco: «É preciso conhecer-se, ouvir-se» e – disse – «acontece-me que depois de um encontro me venha a vontade de ter outro porque surgem novas ideias e descobrem-se necessidades novas». Eis que é a atenção às pessoas e à sua unicidade a característica que dele imediatamente conquista e atrai.

Um enlace jocoso de palavras sobre a intenção recíproca de conversão permite que o Pontífice mencione a questão do proselitismo: não tem sentido, porque – como quis recordar aos catequistas com as palavras de Bento XVI – «a Igreja não cresce por proselitismo, cresce por atracção», um «fermento que serve para o bem comum. Trata-se ao contrário do testemunho, que cada cristão deve prestar, assim como deve transparecer da Igreja no seu conjunto: uma minoria, sem dúvida, mas também força de transformação.

«O ideal de uma Igreja missionária e pobre» anima como um fogo escondido as palavras do Papa Francisco, que sem hesitações responde às perguntas de Scalfari e olha para o caminho dos cristãos na história falando significativamente dos santos – Paulo, Agostinho, Francisco, Inácio – e repetindo que o objectivo é «ouvir as necessidades, os desejos, as desilusões, o desespero, a esperança. Devemos dar de novo esperança aos jovens, ajudar os idosos, abrir ao futuro, difundir o amor. Pobres entre os pobres. Devemos incluir os excluídos e pregar a paz».

Palavras que evocam não ocasionalmente o início do documento conciliar sobre a Igreja no mundo contemporâneo: «A alegria e a esperança (gaudium et spes), a tristeza e a angústia dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de quantos sofrem, são também a alegria e a esperança, a tristeza e a angústia dos discípulos de Cristo, e não há nada genuinamente humano que não tenha eco no seu coração». De facto, o Papa Francisco olha para o Vaticano II, «inspirado por João XXIII e por Paulo VI», porque por sua vez – frisa claramente – o concílio «decidiu olhar para o futuro com espírito moderno e abrir à cultura moderna».

Não são afirmações vazias as que foram feitas por aquele que na entrevista se define, além do título tradicional de bispo de Roma, «Papa da catolicidade». Com efeito, no diálogo fala com tons pessoalíssimos de si mesmo, revelando a iluminação humilde que teve logo após à eleição em conclave e que o induziu a aceitá-la. E é precisamente este pôr-se em questão que lhe permite falar das realidades mais profundas: a graça, a alma, Deus e o futuro, sobre o qual orienta o olhar. Porque «também a nossa espécie acabará, mas a luz de Deus não acabará».

 

PARA CONHECER JESUS

Para conhecer verdadeiramente Jesus é preciso falar com ele,  dialogar com ele enquanto o seguimos no seu caminho.

«Não se pode conhecer Jesus – foi a sua resposta – sem ter problemas». Paradoxalmente, acrescentou, «se quiseres ter um problema, vai pelo caminho que te leva a conhecer Jesus» e então surgirão muitos problemas. Em todo caso, não se pode conhecer Jesus «na primeira classe» ou «na tranquilidade», nem «na biblioteca». Só conhecemos  Jesus no caminho diário da vida.

Podemos conhecê-lo, afirmou o Santo Padre, «também no catecismo. É verdade! O catecismo – frisou – ensina-nos muitas coisas sobre Jesus e devemos estudá-lo, aprendê-lo. Assim aprendemos que o Filho de Deus veio para nos salvar e compreendemos o amor do Pai  na beleza da história da salvação». Entretanto, o conhecimento de Jesus através do catecismo «não é suficiente»: conhecê-lo com a mente é já um passo em frente, mas «é necessário conhecer Jesus no diálogo com ele. Falando com ele, na oração, de joelhos. Se não rezas, se não falas com Jesus – disse – não o conheces».

 

A CORTE DO VATICANO É A LEPRA DO PAPADO

El papa Francisco aseguró que el defecto de la Curia romana, el gobierno de la Iglesia, es que se ocupa sólo de los problemas de la Santa Sede olvidando el mundo que le rodea, en una entrevista publicada hoy en el diario La Repubblica.

La Curia “tiene un defecto: es Vaticano-Céntrica. Ve y se ocupa de los intereses del Vaticano y olvida el mundo que le rodea. No comparto esta visión y haré de todo para cambiarlo”, explicó el papa en la entrevista al fundador del rotativo, Eugenio Scalfari, que se publica hoy en concomitancia con la primera reunión que mantendrá el papa con el llamado G8 de la Iglesia, el Consejo de ocho cardenales nombrados por Francisco para analizar la posible reforma de la Curia romana.

Para el exarzobispo de Buenos Aires, en el pasado “los jefes de la Iglesia han sido a menudo narcisistas, adulados por sus cortesanos” y agregó que “la Corte es la lepra del papado”. “La Iglesia tiene que volver a ser una comunidad del pueblo de Dios y los presbíteros, los párrocos y los obispos deben estar al servicio del pueblo de Dios”, añadió el papa Jorge Bergoglio. Sobre su visión de la Iglesia, explicó que no se debe basar en el “proselitismo” sino “en escuchar las necesidades, las desilusiones, la desesperación y dar esperanza a los jóvenes y ayudar a los viejos, abrir al futuro y difundir el amor. Ser pobres entre los pobres”.

Bergoglio indicó en esta entrevista de tres páginas que en el Concilio Vaticano II se decidió “mirar al futuro con espíritu moderno y abrir a la cultura moderna, que significaba ecumenismo religioso y diálogo con los no creyentes”. Pero el pontífice reconoció que “hasta ahora se ha hecho poco” y anunció que él tiene “la humildad y la ambición” de llevar a acabo ese camino de la Iglesia hacia la modernidad. Respecto a los cambios que tiene previsto acometer, recordó como ha nombrado el Consejo de los ocho cardenales para que le aconsejen. “No son cortesanos sino personas sabias, animadas por mis mismos sentimientos. Esto es el inicio de una Iglesia con una organización no sólo vertical sino también horizontal”, destacó.

Durante la conversación con Scalfari, Francisco bromeó al asegurar que cuando tiene delante un “clerical” también él se vuelve “anticlerical de golpe” y es que, explicó, “el clericalismo nada tiene que ver con el cristianismo y que San Pablo fue el primero que habló con los paganos, los creyentes de otras religiones”. Por otra parte, aseveró que la Iglesia “no se ocupará de política”, pues “las instituciones políticas son laicas por definición y actúan en esferas diferentes”. “La Iglesia no irá más allá de su deber de expresar y difundir sus valores, al menos mientras yo esté aquí”, confirmó.

En la entrevista también se tocan asuntos de actualidad y Bergoglio consideró que “los grandes males que afligen el mundo son el desempleo de los jóvenes y la soledad en la que ha dejado a los viejos”. “Los viejos necesitan cuidados y compañía. Los jóvenes trabajo y esperanza”, indicó.

pensamento político jovem calouro indignados

El papa también criticó el “liberalismo salvaje” que hace que “los fuertes se hagan más fuertes, los débiles más débiles y los excluidos más excluidos”, y añadió que “se necesitan reglas de comportamiento y si fuera necesario también la intervención del Estado para corregir las desigualdades más intolerables”.

En la entrevista, el papa habla de los santos de su experiencia religiosa y, aunque matizó que no se puede hacer una clasificación de preferidos “como si fueran futbolistas argentinos”, los “más cercanos a su alma” son San Francisco y San Agustín. Sobre la “vocación mística” de algunos santos, Bergoglio explicó que no cree que tenga esta vocación, aunque desveló como tras ser elegido papa y mientras esperaba antes de asomarse al balcón de la basílica de San Pedro cerró los ojos y dejó de sentir “el ansia y la emotividad”

“Una gran luz me invadió, duró sólo un momento aunque me pareció muchísimo tiempo. Luego la luz se disipó, yo me levante de golpe y me dirigí a la mesa donde estaban los cardenales para firmar el acto de aceptación. Y firme”, relató. El papa termina la entrevista con Scalfari prometiendo un nuevo diálogo con el periodista, que se define ateo y a quien ya dirigió una carta sobre los no creyentes, en el que se afrontarán asuntos como el papel de la mujer en la Iglesia.

El papa Francisco contempla entre sus reformas nombrar cardenal a una mujer

por Juan Arias
El País/ Espanha

Maria Madalena era a discípula mais amada por Jesus
Maria Madalena era a discípula mais amada por Jesus
No Novo Testamento aparecem pelo menos três mulheres chamadas de Madalena - um gentílico da cidade de Magdala. Jesus era chamado de Nazareno. Da cidade de Nazaré
No Novo Testamento aparecem pelo menos três mulheres chamadas de Madalena – um gentílico da cidade de Magdala. Jesus era chamado de Nazareno. Da cidade de Nazaré

* El Pontífice pretende recuperar el elemento femenino de los primeros tiempos del cristianismo

Francisco: “Es necesario el genio femenino. Hoy afrontamos ese desafío”

 

No se trata de una broma. Es algo que le ha pasado por la cabeza al papa Francisco: nombrar cardenal a una mujer. Quienes le conocen, dentro y fuera de la Compañía, desde antes de llegar a la cátedra de Pedro, aseguran que el primer papa jesuita de la Iglesia está llamado a sorprender cada día no sólo con sus palabras sino también, y sobre todo, con sus gestos. Eso está haciendo en los primeros seis meses de pontificado.

Quienes piensan que Francisco, con su sencillez de párroco de provincia, su lenguaje llano y su sonrisa siempre en los labios es un simple o un ingenuo, se equivocan. Este Papa, que no parece Papa, ha llegado a Roma desde la periferia de la Iglesia con un programa bien concreto: cambiar no sólo el aparato herrumbroso de la maquinaria eclesial sino también resucitar el cristianismo de los orígenes.

El simbolismo de sus gestos empezó desde que apareció en el balcón central de la Basílica de San Pedro, vestido de blanco, diciéndose “obispo” y pidiendo que la gente de la plaza lo bendijera. No perdió desde entonces un minuto para sembrar de gestos inesperados su primeros meses de pontificado con espanto de muchos, dentro y fuera de la Iglesia.

Y lo seguirá haciendo. Por ejemplo, con este plan de hacer cardenal a una mujer. Sabe que el tema femenino dentro de la Iglesia está sin resolver y que no puede esperar. Lo ha dejado claro con dos frases lapidarias en su última entrevista a Civiltá Católica: “La Iglesia no puede ser ella misma sin la mujer”. No es sólo una afirmación. Es una acusación. La frase se puede leer también así: “La Iglesia no está aún completa porque en ella falta la mujer”.

– – –
Francisco considera que resolver el tema de la mujer dentro de la Iglesia ya es algo impostergable
– – –

¿Cómo introducir en la Iglesia esa pieza esencial, sin la cual, la Iglesia “no puede ser ella misma”? Lo ha dicho en la misma entrevista: “Necesitamos de una teología profunda de la mujer”.

Y esa teología, da a entender el papa, no puede ser construida en el laboratorio del Vaticano, apadrinada por el poder. La están ya construyendo las mujeres dentro de la Iglesia: “La mujer está formulando construcciones profundas que debemos afrontar”, dice.

Francisco quiere resolver ese problema durante su pontificado porque está convencido que la Iglesia de hoy está manca y coja sin la mujer en el lugar que le correspondería, que sería ni más ni menos que el que ya tuvo en los inicios del cristianismo, donde ejerció un enorme protagonismo. Por lo menos hasta que Pablo acuñó su teología de la cruz y jerarquizó y masculinizó a la Iglesia.

El papa sabe que para llevar a cabo la revolución que tiene en mente necesita “escuchar” a la Iglesia, no sólo a la de arriba, sino también a la de abajo, donde se están llevando a cabo, por parte de la mujer, “construcciones profundas”.


Puede haber cardenales que no sean sacerdotes, basta que sean diáconos

Podría sin embargo, abrir camino él mismo con algunos gestos que obligarían a colocar con urgencia el tema de la mujer sobre el tapete, o si se prefiere sobre “el altar”. Y uno de esos gestos sería nombrar cardenal a una mujer. ¿Que es imposible? No. Hoy, según el derecho canónico, puede haber cardenales que no sean sacerdotes, basta que sean diáconos.

Pero es que la mujer, podría decir alguien, hoy no puede aún ser diaconisa, como lo era hace 800 años y sobre todo en las primeras comunidades cristianas. Pues esa es también una de las reformas que Francisco tiene en la cabeza. No se trata de ningún dogma. La mujer podría ser admitida al diaconado mañana mismo.

Como ha escrito Phyllis Zagano, de la Universidad de Loyola de Chicago, la mayor experta de la Iglesia en este tema, “el diaconado femenino no es una idea para el futuro. Es un tema de presente, para hoy”. Y cuenta que había abordado el tema con el cardenal Ratzinger, antes de ser papa, y que le respondió: “Es algo en estudio”. A Benedicto XVI se le quedó en el tintero, pero el papa Francisco podría acelerar el proceso. Ya hoy, la Iglesia Apostólica Armenia y la Ortodoxa Griega, ambas unidas a Roma, cuentan con diaconisas.

Llegada la mujer al diaconado, puede ya, sin cambiar el actual Derecho Canónico, hacer a una mujer cardenal con el título de diaconisa. Más aún, bastaría cambiar la actual normativa para permitir que un laico, y por tanto una mujer, pueda ser elegida cardenal, ya que ha habido por lo menos dos casos en la Iglesia en que fueron nombrados cardenales dos laicos: el Duque de Lerma en 1618 y Teodolfo Mertel en 1858.


El cardenalato no implica consagración presbiterial ni episcopal, es un puesto de consejero del papa

Un jesuita me decía: “Conociendo a este papa, no le temblaría la mano haciendo cardenal a una mujer y hasta le encantaría ser él el primer papa que permitiese que la mujer pudiera participar a la elección de un nuevo papa”.

Cuando Francisco, en su larga entrevista, insiste en que no quiere hacer los cambios precipitadamente y que antes prefiere “escuchar” a la Iglesia, es porque esos cambios, algunos sorprendentes, los tiene ya en mente, quizás bien enumerados. Quiere sólo presentarlos con el aval no sólo de la jerarquía sino del pueblo de Dios.

Con este Papa, como diría Federico Fellini: “La nave va”. Con Francisco, los pilares de la Iglesia se empiezan a mover. Y muchos empiezan a temblar. De miedo. Dentro, no fuera de la Iglesia. Fuera empiezan a resonar más bien las notas del estupor y hasta de la incredulidad. “Con este papa casi me están dando ganas de hacerme católica”, escribió ayer una lectora en este diario.

Algo se mueve, y quizás irreversiblemente en la Iglesia justo en el momento en el que en el mundo laico y político, en el campo de la modernidad, los relojes parecen haberse parado todos a la vez.

¿Margaritas en el Vaticano?

Seis meses de papado de Francisco
Francisco Miguel Villalba Sánchez (Elchicotriste)

Quia vidisti me, credidisti. Beati, qui non viderunt et crediderunt! ”

Juan, 20:29

Ver para creer. Ángulo inferior izquierdo de la portada del “cotidiano comunista” Il Manifesto del domingo 15 de septiembre de 2013. Antetítulo: Tras la carta a Repubblica, segunda postal del papa al Manifesto. Titular: “Mirad los ojos de los niños sin vida”. Firmado: Francesco. Traduzco el texto:

Numerosas llamadas y cartas de sorpresa y consenso, y alguna de contrariedad, a los breves mensajes del papa “en un cotidiano comunista”. También nos ha llamado la [agencia de prensa] ANSA. Solo podemos confirmar la procedencia inequívoca del otro lado del Tíber [NdT: el Vaticano] y la segura paternidad de Francisco de las “postales” al Manifesto. Ayer llegó otro breve mensaje que, por su intensidad, les proponemos inmediatamente.

Queridos hermanos y hermanas, buenos días. Gracias por esta hospitalidad. Para mí es un deber escribir más allá de la soledad de la comunidad y en la comunión del silencio. Quisiera hablar aún de la guerra, la nueva guerra que nos amenaza en Siria, aunque hombres de buena voluntad se ocupan en estas horas de encontrar una solución de diálogo, la única posible. Lamento que un hombre recto, el presidente de una gran potencia, para convencer a su pueblo de la intervención militar haya abierto la ventana de los horrores. “Miren -dijo- a los ojos de los niños muertos por las armas químicas, miren esos ojos, esa mirada fija”. El Nuncio estadounidense me revela que se han distribuido fotos de esos ojos a los pilotos de los cazabombarderos. Cómo no asustarse. Hablando desde la plaza de San Pedro, yo también expresé mi dolor por esos niños destrozados. Miré aquellos rostros y aquellos ojos. ¿Acaso nos dicen ahora que hay que hacer otra guerra y matar todavía más inocentes, como ya ocurre en otras partes del mundo? No. Eso significaría matarlos dos veces, hacer otro estrago. Cierto: quienquiera que haya sido el criminal culpable, tiene que pagar: ante los hombres y ante Dios. Pero la respuesta no es la guerra que produce en todo el mundo ojos de niños sin vida ni sonrisa. En la plaza de San Pedro hablé también del mercado de las armas: no hay un mercado bueno de armas legales y otro malo de armas ilegales. Están fuera de la ley todas las armas. Y la guerra. Abandonen todo vana pretensión de intervención militar. Que la paz esté con nosotros.

El pasado 13 de septiembre, día en que el Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR) informaba de que en los últimos 40 días habían llegado 3.300 refugiados sirios en pateras hasta las costas de Sicilia, en el periódico Il Manifesto habían recibido con gran sorpresa elprimer email del papa Francisco. Decía así esa primera “postal” de Bergoglio:

Hermanos, buenos días. He leído en los periódicos que, visitando un centro de acogida para inmigrantes, yo, al parecer, solo dije: “Abrámosles los conventos cerrados”. En realidad, dije, pensé y comuniqué mucho más. Quisiera explicarme mejor, pues la idea es esta: no crear riqueza ni beneficio con estructuras de la Iglesia, que debe volver a ser pobre. Cristo, en su edad adulta, era un sin techo. Así pues, abramos también los conventos abiertos, los que se han transformado en hoteles de cinco estrellas, los que se han convertido en apartamentos de altos prelados, direcciones de sedicentes óperas pías, confiados a confraternidades multinacionales de santos que ni siquiera yo conozco. Que se conviertan en albergues internacionales de acogida y de paz, como deberían hacerlo, una vez transformadas, todas las bases militares del mundo. Roma, cuna de la cristiandad, también es el corazón hotelero y de negocios del catolicismo organizado. Lo cierro a partir de hoy. Ayúdenme a cerrarlo. La Iglesia no es una renta inmueble: pertenece a los senderos de la humanidad. Universalistas y ecumenistas del mundo, únanse.

Recién se cumplieron seis meses del papado de Francisco, tiempo suficiente para hacer un primer balance. A los más desconfiados no les convencieron enseguida los primeros gestos del nuevo papa: la revolucionaria elección del nombre de Francisco en honor de San Francisco de Asís, el cambio de liturgia, protocolo, ropa, lenguaje. Para juzgar a un papa, conviene fijarse en lo sustancial: su acción como jefe de Estado. Ver qué ejemplo predica cuando toca las opacas esferas del poder y el dinero vaticano. Y ahí la acusación de Graciela Yorio, la hermana del sacerdote Orlando Yorio, quien denunció a Bergoglio como el responsable de su secuestro y de las torturas que padeció durante cinco meses de 1976, invitaba a la prudencia total: “Es la persona indicada para tapar la podredumbre. Es el experto en tapar”. Eso dijo la Yorio cuando lo eligieron para el trono de Pedro.

Había que esperar y ver lo que ocurría con el banco vaticano, el Instituto para las Obras de Religión (IOR), con las finanzas vaticanas y con la Curia, es decir, con el gobierno del Vaticano. En el mes de mayo, Ernst Von Freyberg, el nuevo presidente del IOR, abogado de familia noble, miembro de la orden de Malta, alto directivo de una empresa de trabajo temporal y presidente de unos astilleros en los que se construyeron buques de guerra para la Marina alemana, recibió a la prensa y anunció que, para limpiar la mala imagen del IOR aplicaría una política de tolerancia cero, para lo cual había contratado “a los máximos consultores del mundo expertos en políticas de antilavado de dinero, Promontory, de Estados Unidos, para revisar una por una todas las cuentas que tenemos [serían 19.000] y para revisar nuestros procedimientos y estructuras para que cumplamos con los máximos estándares internacionales en antilavado de dinero”. La consultora Promontory se había ocupado de “limpiar” varios escándalos financieros en corporaciones como AIG, CitigroupMorgan Stanley o Allied Irish Banks. Posteriormente Von Freyberginformó de la publicación en Internet de un “Informe anual” a partir de este año.

En realidad, Francisco había iniciado la reforma “cultural” del banco del Vaticano el pasado mes de abril cuando suprimió el pago de 25.000 euros anuales a cada uno de los cardenales de la Comisión Cardenalicia de Vigilancia: los italianos Tarcisio Bertone  y Domenico Calcagno, el brasileño Odilo Scherer, el francés Jean-Louis Tauran y el indio Telesphore Placidus Toppo .

El día 26 de junio Francisco instituyó una comisión de investigación que estudiara la actuación del IOR y negó la posibilidad del secreto de oficio y de cualquier otra restricción para dicha Comisión. En efecto, daba carta blanca a los miembros de esa Comisión para que entraran en las entrañas de la banca vaticana. No es de extrañar entonces que el 1 de julio dimitieran el antiguo director y subdirector del IOR, protagonistas de la gestión anterior. Aire nuevo.

El 19 de julio Bergoglio constituyó otra comisión de investigación, que se ocuparía de la simplificación y racionalización de los organismos existentes y de una más cuidadosa planificación de las actividades económicas de todas las administraciones de la Santa Sede “para evitar el dispendio de recursos económicos, para promover la transparencia en la adquisición de bienes y servicios, para perfeccionar la administración del patrimonio mueble e inmueble para operar cada vez con mayor prudencia en el sector financiero, para garantizar la correcta aplicación de los criterios contables y garantizar asistencia sanitaria y seguridad social a todos los que tienen derecho”. Según lo declarado, Francisco quería ver claro en las oscuras cuentas vaticanas.

Había comenzado también una operación de limpieza de las finanzas vaticanas que no sólo afectaba a las actividades pastorales sino también a las caritativas de la Santa Sede. Cierto que no se trata de una revolución total, sino que parte de y colabora con el establishment, como demuestra que ya en junio el Banco Santander había dado su disponibilidad para poner a disposición de la Prefectura sus conocimientos y recursos formativos procedentes de su amplia red de relaciones con el mundo universitario internacional 2. El perfil de los miembros de la Comisión es claramente conservador e institucional: como presidente, un economista maltés ex presidente del comité nacional para la introducción del euro en la isla, miembro del consejo directivo de la principal sociedad de consultoría maltesa; como secretario, monseñor Vallejo Balda, miembro del Opus Dei, desde 2011 secretario de la Prefectura de asuntos económicos de la Santa Sede, etc.

Pese a todo, llegaban señales de nuevos tiempos en el Vaticano, y Leonardo Boff escribía un artículo augurándose una “primavera vaticana”. Sin embargo, comenzaron a circular voces y críticas sobre los nombramientos de papa Francisco 3. El papa recibió información sobre los escándalos homosexuales en Uruguay de monseñor Battista Ricca, el prelado que, nombrado el 15 de junio, controlaría a la comisión investigadora y el consejo de administración del IOR. Battista Ricca ha sido confirmado en el cargo y el papa dijo que se había abierto una investigatio previa, según lo previsto por el derecho canónico. Además, ha dado también qué hablar el nombramiento de Francesca Immacolata Chaouqui como miembro de la comisión de reordenamiento de los departamentos económico-administrativos del Vaticano. La han acusado de ser uno de los cuervos que filtraron los vatileaks. Según información aparecida en el diario Il Giornale, propiedad de la familia Berlusconi, en su cuenta twitter había tres mensajes muy polémicos. Uno decía que el cardenal Bertone era un corrupto; otro, que el exministro de Economía italiano, Giulio Tremonti, era homosexual, y un último, que Ratzinger sufría de leucemia 4. A finales de agosto un cardenal ha entregado al papa un informe en el que se afirma que varios de esos tweets de la  cuenta de Francesca Chaouqui son falsos 5.

El 31 de agosto tuvo lugar el paso de poder más esperado: renunció el antiguo Secretario de Estado, el poderoso cardenal Bertone, y fue nombrado monseñor Pietro Parolin para el cargo. Con el nombramiento de Parolin, nacido en 1955, con carrera diplomática en Nigeria, México y reciente nuncio en Venezuela, terminan los siete años de gobierno de Bertone, que ha estado marcado por los escándalos del banco vaticano y losvatileaks. Bertone, al dejar el cargo, denunció que en los dos últimos años le han destinado acusaciones injustas y que había una “red de cuervos y víboras”. Salió dando un portazo.

Los vaticanistas se preguntan si estas señales son presagio de una nueva oleada de leaks vaticanos en otoño. Es muy posible teniendo en cuenta que entre dinero, poder y evangelio no habrá jamás convivencia pacífica. Un incrédulo, al leer una crítica del papa al bombardero Obama y una petición de ayuda a cambiar la iglesia y hacerla más pobre, más para los pobres, en un periódico “comunista”, no puede sino observar, con toda prudencia, que, aunque es otoño, han salido un par de margaritas. ¿Durarán? Creer para ver.

Il Papa visita a sorpresa a Santa Maria Maggiore: preghiera per la Giornata Mondiale della Gioventù

Sem escolta, Bergoglio apareceu na igreja, entrando por uma porta lateral, com um buquê de flores que foi colocado ao pé do altar. Como qualquer fiel. A mesma coisa aconteceu na tarde de ontem, sob o olhar estupefato de grupos de turistas que presenciaram a entrada do Papa, que ficou por meia hora em oração diante do ícone da Virgem Maria.

Papa Francesco nella basilica di Santa Maria Maggiore per pregare la Madonna

Alguns não podiam acreditar em seus olhos, e eles, imediatamente, sacaram o celular para fotografar. Francisco sorridente e sereno, acendeu uma vela, que tinha o logotipo simbólico da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Então ele colocou uma coroa de flores e, finalmente, começou a trocar algumas brincadeiras com os presentes, pedindo (para eles) para orar por ele, e por todos os jovens que vão para a JMJ. A visita durou pouco mais de uma hora. “Eu fui para a casa da mãe, em Roma. Viva la Madonna”, disse o Papa.

Il viaggio sarà lungo, complicato, faticoso e non immune da rischi. Francesco lo sa bene, conosce il Brasile, un Paese in fermento, dove sotto la cenere covano le braci di una rivolta che potrebbe scappare di mano. Ma forse non è solo questo timore ad aver portato Papa Bergoglio a Santa Maria Maggiore per pregare – a sorpresa- per la buona riuscita della Giornata Mondiale della Gioventù, il grande evento ecclesiale che inizierà martedì prossimo a Rio de Janeiro.

LA MESSA NELLA FAVELA
Due milioni di persone, la messa in una favela bonificata, l’incontro con i carcerati, gli spostamenti tra la folla senza l’uso della papamobile blindata, una decisione imposta dal Papa per poter avvicinare più persone possibili, che però ha fatto salire la tensione a mille tra la sicurezza del Vaticano e quella del Brasile, il Paese ospitante che si è impegnato a garantire l’ordine e il buon funzionamento della macchina organizzativa. L’anno prossimo ci saranno i mondiali e successivamente le Olimpiadi e la Gmg rappresenta il banco di prova della tenuta di questa grande realtà latinoamericana.
Il gesto devozionale fatto da Bergoglio ieri pomeriggio davanti alla Salus Populi Romani, la Madonna venerata nella Capitale a cui si attribuiscono tantissimi miracoli (compreso l’aver risparmiato dai bombardamenti Roma), ricorda il passaggio del pontefice fatto all’indomani della sua elezione nella basilica. Senza scorta, accompagnato dal cardinale Abril y Castello e da monsignor Baldisseri, Bergoglio si presentò in chiesa, entrando da un ingresso laterale, con un mazzo di fiori che ha subito deposto ai piedi dell’altare. Come un fedele qualunque. La stessa cosa è successa ieri pomeriggio sotto lo sguardo sbigottito di alcuni gruppi di turisti che hanno assistito all’ingresso del Pontefice che ha sostato per mezz’ora in preghiera davanti all’icona mariana.

LE FOTO DEI FEDELI
Alcuni non credevano ai loro occhi e hanno subito estratto il telefonino per fotografarlo. Francesco sorridente e sereno ha acceso un cero che recava anche il logo simbolico della Giornata della Gioventù di Rio de Janeiro. Poi ha deposto un fiore e, infine, si è messo a scambiare alcune battute con i presenti, chiedendo (anche a loro) di pregare per lui e per tutti i giovani che andranno alla Gmg. La visita nel suo insieme è durata poco più di un’ora e alle 18 Bergoglio era già a Santa Marta. «Sono tornato nella casa della mamma di Roma. Viva la Madonna». In Brasile la sfida che Francesco sente di lanciare ai papaboys è di fondare un nuovo umanesimo per superare le contraddizioni del mondo contemporaneo, il secolarismo, l’interruzione della trasmissione della fede da una generazione all’altra, la rottura dei vincoli familiari.

As freiras dos Estados Unidos

001

Não existe nenhuma condenação ao lesbianismo no Velho Testamento (livro sagrado do judaísmo e cristianismo).

No Novo Testamento encontramos apenas uma referência ambígua em uma carta de São Paulo, condenando o sexo anal (sodomia).

Escreve Reay Tannahill (in O sexo na história): “Para começar, o nome de Sodoma foi tratado como uma espécie de sinônimo para pecados particularmente familiares aos judeus ou que particularmente os ofendessem – orgulho, adultério, abuso de hospitalidade e espírito religioso. (…) No século 1 d.C., Philo de Alexandria interpretou expressamente a história de Sodoma em termos homossexuais. (…) Em 567, o Segundo Concílio de Tours decidiu reforçar a regra beneditina de que os monges nunca deveriam dormir aos pares em uma só cama. Vários séculos mais tarde, uma regra similar foi feita para as freiras. Além do mais, as lâmpadas do dormitório tinham que ser mantidas acesas durante a noite”.

Orgulho deixou de ser pecado. E o conceito de hospitalidade não existe mais. Nem sequer para os parentes.

Para os homens, a sodomia era condenada por ser um ato anticonceptivo.
Para as mulheres, no cristianismo, o orgasmo um pecado, mesmo em uma relação heterossexual.

O chamado amor lésbico – classificação recente – não era levado a sério.

Em termos de comportamento social se condenava o homem feminino e a mulher machona – a inversão dos papéis. Santa Joana d’Arc foi levada à fogueira por vestir roupas masculinas.

Em tempos de peste, o homossexual passivo era perseguido como bode expiatório (seja como transmissor ou pelo castigo divino, apocalíptico, de expiação pela morte). Aconteceu na “nova Roma” de Constantinopla no império de Justiano, em 541 d.C.; e na Europa com a sífilis,  sendo o índio injustamente culpabilizado, na primeira década do século XVI; e, recentemente, a “peste gay” da Aids.

Todos os condenados eram heréticos: homossexuais, judeus, árabes, bruxas, etc.

As bruxas, no início, lindas jovens, denunciadas por esposas ciumentas. As velhas de nariz pontudo apareceram depois. Não esquecer que todos os heréticos eram torturados para confessar os pecados. Óbvio que havia prazer em torturar uma linda adolescente. Que digam as universitárias presas por todas as ditaduras militares, e as meninas presas hoje nas passeatas de “Oropa, França e Bahia”.

indignados bela estudante presa

polícia repressão terror estatal estudante

Se partir da Igreja Católica algum movimento contra certas condenações, consideradas ‘desatualizadas’, surgirá nos conventos.

inquisicao54

Las revoltosas

por Flor Monfort

“Recibimos nuevas integrantes, nuevas ideas y nuevos modos de vivir la religiosidad en el futuro.” Con esta consigna, las LCWR, la asociación que congrega al 80 por ciento de las mujeres trabajadoras de la Iglesia en Estados Unidos, dan la bienvenida en su página web con una impronta relajada que sorprende. Desde abril de 2012 más visitada que nunca, gracias al informe que emitió el Vaticano señalando su poca devoción por el dogma: las damas no condenan el aborto ni creen que las relaciones amorosas entre personas del mismo sexo son un coletazo del diablo en la tierra. Por eso, aquello de las “nuevas ideas” se hace carne en su militancia, siempre cerca de la gente y lejos de los brillos de la Santa Sede.

En rigor, la Leadership Conference of Women Religious (Conferencia de Liderazgo de Mujeres Religiosas) nunca esquivó los temas salados: sin hábito que las uniforma y les da ese halo de “mujeres especiales”, desde el caso de Rudolph Kos en 1993, se pronunciaron severas para investigar y condenar la pedofilia en la institución. Pero el tole tole viene de antes: fundada en 1956, con más de 1500 miembras en todo el país, fueron consideradas libertarias desde el principio, cuando a poco tiempo de iniciar sus actividades se manifestaron cercanas al feminismo que despuntaba las primeras quemas de corpiños en los ’60. La tarea de ayudar a los que menos tienen, solos, desprotegidos y excluidos (porque si hay algo que “el país de la libertad” sabe hacer es dejar fuera del mapa a la lacra antisistema) siempre fue su fuerte, en una obra que alcanza lugares remotos y causas perdidas. “Dedicamos nuestra vida a los marginados de la sociedad, muchos de los cuales son considerados descartables: los enfermos mentales crónicos, los ancianos, los encarcelados, las personas condenadas a muerte”, decían en un comunicado que definía el alcance de su obra. Para armar una imagen definida, basta recordar a la monja que interpretaba Susan Sarandon en Dead Man Walking, una mujer considerada progresista por acompañar a un condenado a pena de muerte hasta el final, cuando él pudo confesarle que sí había cometido las violaciones y asesinatos que se le imputaban y poder caminar dignamente sus últimos pasos. Susan se vestía de civil, tenía dudas como todo el mundo y se reía hasta ahogarse como una chica de 15.

En 1979, la entonces presidenta de la LCWR, Theresa Kane, le dijo a Juan Pablo II, en una visita oficial a Estados Unidos, que no dejara de escuchar sus demandas, entre las que estaba la posibilidad de acceder a todos los ministerios eclesiales. “La jerarquía piensa que puede controlar a las mujeres, especialmente a las que están sometidas a organizaciones canónicas, como las religiosas, sin darse cuenta de que el mundo se mueve a pasos agigantados hacia una mayor igualdad. Uno de los problemas es que pedimos la participación de las mujeres en la Iglesia con plena voz, lo que ha producido, con algunos miembros de la jerarquía, roces”, dijo, dando la voz de alerta a una enemistad que seguiría por décadas.

Por dar otro ejemplo, el año pasado se publicó el libro Sólo el amor, de la hermana Margaret Farley, que tematiza las luchas de género, defiende el matrimonio igualitario y ese pilar histórico del sermón puro y duro, nunca mejor definido: la masturbación, sobre todo la femenina. Para sus pares hombres, la literatura de Farley implica “un entendimiento defectuoso de la naturaleza objetiva de la ley moral natural” y está “en directa contradicción con la doctrina católica en el campo de la moral sexual”.

Ahora, el flamante Papa designó al español José Rodríguez Carballo al frente del departamento encargado de la supervisión de todas las órdenes religiosas, un nombramiento de peso en relación con las condenas que llovieron sobre las religiosas el año pasado, cuando Joseph Tobin, su antecesor, prometió volver al carril derecho a las alocadas hermanitas. Carballo, quien es franciscano como Bergoglio, prometió desistir en la intención de Tobin de descanonizarlas y abrir el diálogo con ellas, quienes seguramente no se callarán nada, ni su apoyo a la eutanasia, la píldora y las familias ensambladas. A ver si la próxima es posible un “habemus papisa”.

Ao beijar Cristina, papa quebra protocolo e intrigas da imprensa golpista

elcorreo. beijo Cristina papaar_pagina papa cristina 12

Por Eduardo Febbro
Desde Ciudad del Vaticano
La inteligencia política ganó la escena del Vaticano con el primer encuentro entre Jorge Bergoglio, convertido en el papa Francisco, y la presidenta Cristina Fernández de Kirchner. Ambos compartieron el último almuerzo antes de que Bergoglio asuma hoy oficialmente su pontificado. La reunión entre ambos dirigentes selló la concordia pública entre un papa recién electo al que se atribuyó en su momento dotes de opositor y una jefa de Estado que aceptó la oportunidad de un encuentro ofrecido en un momento particular de la historia vaticana. Hay que señalar que el único almuerzo privado que existe en el mandato del predecesor de Francisco, Benedicto XVI, fue con el presidente italiano Giorgio Napolitano. La iniciativa papal escapa a todas las normas y deja con apetito a quienes esperaban una confrontación aguda entre el Sumo Pontífice y las autoridades del Estado argentino. Cada uno en su puesto y en el personaje que encarna, Francisco y Cristina hicieron circular un mensaje conciliador. El le agradeció la visita y ella dijo que le había gustado ese gesto, porque encarnaba uno de “los rasgos distintivos” de Francisco, “la sencillez”. El Papa y la mandataria argentina intercambiaron regalos en un clima de distención, sin el protocolo que caracteriza estos encuentros. Las imágenes que se conocieron hablan por sí solas. El le dio un beso, ella lo tomó del brazo y le dijo: “¿Puedo tocar? Nunca un papa me había besado”.

La presidenta Cristina Kirchner y el papa Francisco compartieron un almuerzo privado en la residencia de Santa Marta
La presidenta Cristina Kirchner y el papa Francisco compartieron un almuerzo privado en la residencia de Santa Marta

En lo sustancial, según la versión que ofreció la Presidenta de este inédito almuerzo, el encuentro fue “fructífero e importante”. Cristina Fernández dijo que solicitó la “intermediación” del Papa para “lograr el diálogo en la cuestión Malvinas”. Y que el pedido había sido hecho con “una doble convicción”. La Presidenta recordó el momento “dramático” y “terrible” de 1978, cuando Chile y la Argentina “estaban gobernadas por dos dictaduras” y estuvieron a un paso de la guerra por la soberanía del canal de Beagle. En aquel entonces, la mediación del papa Juan Pablo II permitió un acuerdo que luego fue “plebiscitado en democracia”. Cristina Fernández puntualizó en este contexto que el único riesgo que existe hoy “es la militarización que el Reino Unido está ejerciendo sobre el Atlántico sur”. Por consiguiente, “como la Argentina es un país pacífico, lo único que queremos es que se cumplan las múltiples resoluciones de Naciones Unidas para sentarnos a dialogar: esto es lo que le pedimos al Santo Padre. Su intermediación para lograr un diálogo entre las partes”. Cabe recordar que hace ya un tiempo Bergoglio dijo “las Malvinas nuestras”. Ahora, desde luego, como jefe espiritual y político, su posición, al menos la pública, será más matizada. En todo caso, esta misma semana, el primer ministro británico, David Cameron, se adelantó a lo que pudiera pasar y dijo: “No estoy de acuerdo con él. Con respeto, obviamente, pero la fumata blanca sobre las Malvinas fue muy evidente. Hubo un referéndum extraordinariamente claro (en referencia a la consulta que se realizó en las islas los pasados 10 y 11 de marzo) y esa elección debe respetarla todo el mundo”.

El segundo tema tratado fue una sorpresa. La jefe de Estado contó que el Papa le habló de “la Patria Grande” y “del rol que están cumpliendo los distintos gobernantes de América latina, porque trabajaban unidos por la Patria Grande”. El Papa recurrió a esa expresión porque “era la que utilizaban San Martín y Bolívar”. La Presidenta confesó que el empleo de esa expresión la “impresionó mucho”. Por último, ambos responsables evocaron el tema de “la trata de personas en general y también, específicamente, la esclavitud”. Cristina Fernández adelantó que hay “un gran compromiso” por parte de Francisco “en la lucha contra la esclavitud, el trabajo esclavo, la trata de personas”.

No hubo entonces ni confrontaciones ni desencuentros en el Vaticano. Francisco y la Presidenta asumieron el papel que les compete y con un par de imágenes bien destiladas escenificaron un reencuentro. Ella le entregó como presente un equipo completo de mate confeccionado por una cooperativa del Plan Argentina Trabaja y un poncho de vicuña de la provincia de Catamarca, “para que se abrigue del frío europeo”. El Papa le dio el libro de la Conferencia Episcopal Latinoamericana, un mosaico de la fundación de la basílica de San Pedro y una rosa blanca en representación de Santa Teresita, que la Presidenta valoró especialmente ya que se trata de la patrona de El Calafate. CFK también invitó al Papa, en calidad de jefe de Estado, a venir a la Argentina, ya que la agenda de Bergoglio incluye en julio un viaje a Brasil, donde encabezará un encuentro de la juventud.

Existirán, desde luego, como en todo encuentro “privado”, zonas de asperezas y negociación, pero lo que trascendió hacia afuera en imágenes y palabras marca el matiz de la relación futura. La moderación fue mutua. Francisco ya esbozó hace unos días la línea que podría seguir su papado. En un encuentro con los periodistas, dijo: “La Iglesia no tiene una naturaleza política sino espiritual, camina hacia el encuentro con Jesucristo y sólo en esta perspectiva se puede saber lo que hace la Iglesia Católica”.

Francisco tiene por delante una misión en rompecabezas, empezando por la acuciante y compleja tarea de remodelar la curia romana, empantanada en una gama ascendente de escándalos de toda índole. En este contexto, la Presidenta dio también su impresión personal sobre el Papa: “Lo puedo definir en tres palabras: lo vi sereno, lo vi seguro, lo vi en paz. Lo vi tranquilo y podría decirles que lo vi también ocupado y preocupado por lo que va a ser la inmensa tarea, no solamente la de conducir el Estado del Vaticano sino también el compromiso de cambiar las cosas que él sabe que deben cambiar”. En términos políticos, el viaje de Cristina Fernández a Roma ha sido muy provechoso para ella y para el Papa. Se sacaron de encima una sombra: una inversión con mucho rédito político para el Estado del Vaticano y el gobierno argentino. Si se lo mide en términos de estrategia, el primer paso político que dio Francisco en el escenario de su pontificado consistió en mostrar públicamente que quien aparecía hasta ahora como su adversaria almorzó en privado con él a pedido suyo. Un par de gestos pactados en el buen momento pusieron las relaciones en otro carril. No hay que ser sordos a las homilías del Papa: todas tienen, también, una lectura política. En la homilía del primer Angelus celebrado el domingo, el Papa ahondó en el tema de la misericordia y dijo que de Cristo “no escuchamos palabras de desprecio ni de condena, sino únicamente palabras de amor, de misericordia”. La casa Santa Marta, del Vaticano, donde se encontraron la Presidenta y el Papa, los tuvo como protagonistas de una misericordia muy oportuna y benéfica para ambos.

cristina e o papa

 

 

Una desmentida que no alcanza a desmentir

UN COMUNICADO DEL VATICANO RECHAZO LAS ACUSACIONES CONTRA BERGOGLIO POR SU PAPEL DURANTE LA DICTADURA

El portavoz del Vaticano, Federico Lombardi, leyó un comunicado en el que se señala que las acusaciones de familiares de dos curas secuestrados eran difundidas por “una publicación que lanza campañas calumniosas y a veces difamatorias”.

Por Eduardo Febbro

Desde Ciudad del Vaticano

La Santa Sede salió a la ofensiva y, por primera vez desde que Jorge Bergoglio fue designado Papa por los cardenales, salió al paso de la polémica sobre la actitud de Jorge Bergoglio durante los años de la dictadura. El afable portavoz del Vaticano, Federico Lombardi, barrió con un revés de la mano los indicios y sospechas que pesan sobre la Iglesia y el papa Francisco, a propósito de su actuación blanda durante la última dictadura argentina. Lombardi dijo en conferencia de prensa que esas acusaciones contra Bergoglio provienen de “una izquierda anticlerical” cuya meta consiste en “atacar a la Iglesia”. Defendiendo al Papa, Lombardi extendió su argumento al resto de la Iglesia como si ya no estuviese más que probada la implicación de la jerarquía católica argentina y vaticana en el ocultamiento de las violaciones a los derechos humanos y la colusión con los crímenes de la dictadura. El portavoz de la Santa Sede dijo en Roma que esas acusaciones derivadas de las investigaciones de Horacio Verbitsky eran llevadas “a cabo por una publicación que lanza, a veces, noticias calumniosas y difamatorias. El cariz anticlerical de esta campaña y de otras acusaciones en contra de Bergoglio es notorio y evidente”. Se trata, desde luego, de Página/12. El vocero del Vaticano aclaró que las sospechas que recaen sobre el hoy papa Francisco datan de la época en que era superior de la Compañía de Jesús en la Argentina, en 1976. En ese período fueron secuestrados dos misioneros jesuitas, Orlando Yorio y Francisco Jalics. Ambos trabajaban en la villa porteña del Bajo Flores y fueron torturados y liberados cinco meses más tarde. Horacio Verbitsky llevó a cabo varias investigaciones a partir de las cuales estableció un lazo entre Bergoglio y la desaparición de los dos curas jesuitas: Yorio, ya fallecido, y Jalics, que reside en Alemania desde 1978. Varios testimonios recogidos por Verbitsky dieron cuenta de que Yorio nunca perdonó el papel que habría jugado Bergoglio, sobre quien tenía sospechas de que los había delatado. Federico Lombardi dijo que “jamás hubo una acusación verosímil contra el Papa. La Justicia argentina lo interrogó pero como persona informada de hechos y jamás fue imputado por algo. El negó de forma documentada las acusaciones”. El vocero se refirió luego al texto que publicó ayer uno de los interesados, Francisco Jalics, quien rompió el silencio por medio de la pagina web de los jesuitas alemanes (http://www.jesuitas.org/aktue lles/details/article/erklarung-von-pater-franz-jalics-sj.HTML).

En una declaración personal aparecida en dicha página, Jalics escribe: “No puedo pronunciarme sobre el papel del padre Bergoglio en aquellos hechos”. Jalics cuenta luego que, tal como lo mencionó el vocero del Vaticano en su declaración, tuvo “la ocasión de hablar sobre ese tema con el padre Bergoglio. (…) Estoy reconciliado con los acontecimientos y considero que ha llegado la hora de dar el caso por terminado”, escribe el jesuita. La edición digital del semanario Der Spiegel difundió a su vez una declaración del portavoz jesuita, Thomas Busch, quien cuenta que, invitado por el Arzobispado de Buenos Aires, Jalics viajó a la Argentina hace varios años (2000) y que, luego de hablar con él, “está en paz con Bergoglio”. Federico Lombardi argumentó que el Papa “hizo mucho para proteger a las personas durante la dictadura”. También puntualizó que una vez que fue nombrado arzobispo de Buenos Aires “pidió perdón en nombre de la Iglesia por no haber hecho lo suficiente durante el período de la dictadura”. Sin embargo, el testimonio que aporta Francisco Jalics esclarece un poco más el doble juego de la Iglesia en aquellos años. Jalics anota que “la Junta Militar mató a unas 30.000 personas en uno o dos años, tanto guerrilleros de izquierda como civiles inocentes”. En esa mezcla cayeron también ellos dos: ni él ni Yorio tenían contactos “ni con la Junta ni con los guerrilleros”. Sin embargo, Jalics deja claro en su relato que “informaciones deliberadamente falsas”, surgidas incluso “dentro de la Iglesia”, indujeron a que se sospechara sobre las supuestas relaciones que Yorio y Jalics mantenían con los grupos armados. Eso les costó el secuestro. En realidad, el testimonio de Jalics no dice gran cosa sobre la actitud de Bergoglio. Ni lo disculpa, ni tampoco lo acusa: solo alega que se reconcilió con él y que no puede pronunciarse sobre el papel que desempeñó.

Página/12 no es el único que se interesó en lo que Jorge Bergoglio podía o no saber de lo ocurrido a partir de 1976. La Justicia francesa también puso sus ojos en él. En 2011, la magistrada francesa del Tribunal de Gran Instancia de París, Sylvia Caillard, remitió a Buenos Aires una comisión rogatoria internacional para que el entonces cardenal Bergoglio prestase declaración en calidad de “testigo” en torno del asesinato del padre francés Gabriel Longueville. La abogada francesa Sophie Thonon confirmó en París que las “autoridades argentinas nunca respondieron positivamente a la comisión rogatoria correspondiente a Bergoglio”. El sacerdote francés trabajaba en la Argentina para la Orden de las Misiones de Francia. En la noche del 18 de julio de 1976, los padres Gabriel Longueville y Carlos Dios Murias fueron secuestrados en la localidad de Chamical, provincia de La Rioja, por civiles armados que se identificaron como miembros de la Policía Federal. Al día siguiente, sus cuerpos, con evidentes signos de tortura, fueron encontrados a 5 kilómetros de Chamical, tirados al lado de la vía. Las condiciones del secuestro y el asesinato de Murias y Longueville llevaron a otro religioso a investigar y pagar con su vida esa intervención. Se trata del arzobispo de La Rioja, monseñor Angelelli, quien llevó a cabo una investigación para esclarecer el crimen. Su trabajo le fue fatal: el 4 de agosto de 1976, 17 días después del asesinato de Murias y Longueville, monseñor Enrique Angelelli murió en circunstancias dudosas. La primera versión oficial estableció que Angelelli falleció en un accidente automovilístico. Sin embargo, las pruebas aportadas más tarde confirmaron que se trató de un atentado. El día de su muerte, el obispo de La Rioja regresaba de Chamical, donde había celebrado una misa y pronunciado la homilía en la cual denunció el asesinato de los dos padres. En la camioneta que conducía Angelelli había un testigo, el padre Arturo Pinto, y un elemento central: un portafolio que contenía las pruebas recabadas por Angelelli sobre el asesinato de Murias y Longueville. Pinto contó que apenas dejaron Chamical, otro auto comenzó a seguirlos. El obispo se dio cuenta, aceleró, pero a la altura de Punta de los Llanos surgió otro coche que lo encerró hasta hacer volcar la camioneta. El cuerpo de Angelelli fue encontrado con la nuca destrozada a golpes.

En 2011, fecha en que se remitió la comisión rogatoria, la abogada Sophie Thonon juzgó que la audiencia de Bergoglio como “testigo” era necesaria para que el entonces arzobispo de Buenos Aires aportara información sobre la posible existencia de archivos ligados con este caso. Sophie Thonon dijo que “seguramente este Papa no es una gran figura de la defensa de los derechos humanos. Al contrario, está bajo sospecha de no haber denunciado los crímenes de la dictadura, de no haber pedido cuentas y, por consiguiente, de haber cubierto esos actos con su silencio”. La instrucción del caso del padre Longueville sigue siempre activa en Francia, pero podría quedar en la nada debido a las condenas que ya se pronunciaron en la Argentina contra los implicados en el asesinato del padre Longueville. En este contexto, Sophie Thonon consideró que “la Justicia argentina está haciendo un trabajo excepcional sobre los crímenes cometidos en la Argentina durante la dictadura”. Federico Lombardi evacuó el viernes la cuestión del papa Francisco sin hacer la más mínima mención a lo ya probado: la trama montada por la Iglesia para sustentar la dictadura argentina. Una mención, aunque fuese de disculpas o reconocimiento, o el anuncio de alguna futura audiencia con las Madres de la Plaza de Mayo o los defensores de los derechos humanos, hubiese sido sin dudas más noble y acertado: habría probado que el cambio en las esferas vaticanas empezaba al menos por ese camino. Pero la Iglesia es tan hermética a la hora de admitir sus pecados como lo es para administrar los fondos a través del Banco del Vaticano.

 

Deus é brasileiro ou argentino?

Antes de aparecer a fumaça branca, a jornalista Cristina Moreno de Castro colocou na sua página net: “Rolou até piadas futebolísticas já:
‘O papa é Argentino mas a missa é do Galo’
‘Teve até fumacinha preta e branca’
‘Quem tem Boca [Juniors] vai a Roma”.

Cristina parece que previa a manchete de capa do principal jornal de esportes argentino:

ole.argentina

Maradona, Messi… Y ahora Jorge Mario Bergoglio, elegido como el nuevo Papa. El cardenal recibió 77 votos y será llamado Francisco I. Por primera vez en la historia, el máximo pontífice es argentino. Y es hincha de San Lorenzo.

Se decía que el italiano Angelo Scola o el brasileño Odilio Scherer eran los máximos candidatos… Pero para sorpresa de todo el mundo, el anuncio del cardenal francés pronunció el nombre de Jorge Mario Bergoglio. Acto seguido, el nuevo máximo pontífice se presentó a la multitud saliendo del famoso balcón del Vaticano.

Francisco I, así decidió llamarse el nacido en Buenos Aires. Sí, como para que la conocida frase “Dios es argentino” sume algo más de valor. “Ustedes saben que el deber del Cónclave era darle un obispo a Roma. Siento que mis hermanos cardenales fueron a buscarlo al fin del mundo. Les agradezco la bienvenida”, comenzó su discurso en un perfecto italiano, quien además pidió recordar al saliente Benedicto XVI.

Obviamente, como los amantes del fútbol, hay un club que lleva en su corazón: San Lorenzo de Almagro. En distintos actos supo asistir al club para recibir camisetas y hasta el carnet de socio centenario. De hecho, él mismo recordó que su padre fue jugador de básquet en la institución de Boedo, por lo que frecuentaba las instalaciones del Cuervo.

DEUS É ARGENTINO

O papa Francisco gosta de futebol. Mas antes dele os argentinos festejavam outra mão de Deus: Maradona.

maradona

maradona la mano de dios

O gool que deu a Maradona a sagração de mão de Deus: