FHC e os misteriosos pedidos de Michel Temer, Sarney, Jader Barbalho, Moreira Franco

Isso explica a caça ao Lula

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por Gilmar Crestani


Isso diz tudo sobre a perseguição constante ao Lula. FHC foi protegido internamente, principalmente pela Rede Globo que o havia capturado via Miriam Dutra, mas também externamente, pela entrega do nosso patrimônio aos EUA. A Petrobrás era o próximo alvo, e havia começado com a mudança de nome para Petrobrax.

Durante os dois governos de FHC não havia necessidade de espionagem dos EUA por aqui. Tudo era entregue de bandeja. O William Waack sabe muito bem disso. Os vazamentos dos Wikileaks mostraram. Foi com Lula e Dilma que a NSA, conforme denunciou Edward Snowden, se viu obrigada a espionar o Governo Federal e também a Petrobrás. As informações fornecidas à Lava Jato tem dedo do FBI, CIA e NSA. Os objetivos de criminalizar Lula e proteger FHC também se conjugam com os interesses dos EUA. Nem mesmo FHC admitindo que nomeou ladrões o MPF e PF se dignam a ir atrás. Aliás, há um extensa bibliografia narrando com fartura de documentos a dilapidação do patrimônio nacional destes que agora estão buscando derrubar Dilma e caçar Lula.

Quando a agência Reuters entrevista FHC, os assuntos que podem comprometê-lo ela se dispõe a tirar da entrevista. Quando alguém do PSDB é mencionado nas delações da Lava Jato, “não vem ao caso”. E nem mesmo com a confissão de FHC há indignação. Aliás, tudo como acontece em relação ao Eduardo CUnha.

Todos sabemos que a corrupção no governo FHC é responsável por pelo menos uma morte: Paulo Francis! Por que FHC cruzou os braços?

Ou o Brasil varre os golpistas, ou golpe paraguaio ainda vai nos jogar no lixo da história.

FHC confessa ter nomeado ‘ladrões’

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247 – No livro “Diários da Presidência”, sobre seus primeiros anos no poder, o tucano Fernando Henrique Cardoso diz que foi pressionado por parlamentares para nomear “ladrões” em troca de apoio em votações no Congresso.

Em 31 de maio de 1995, ele relata uma das reuniões com ministros para discutir as nomeações: “No fim da tarde estive (…) naquelas infindáveis discussões sobre nomeações, alguns são ladrões e nós temos algumas provas. (…) É vergonhoso, mas é assim”. Entre os políticos que pediram cargos, ele cita José Sarney, Valdemar Costa Neto, Jader Barbalho, Wellington Moreira Franco e Michel Temer.

O episódio sobre o atual vice-presidente é revelado em gravação de 3 de outubro de 1995. Temer teria pedido a indicação de um protegido seu para o fundo de pensão dos portuários. “É para ser mais solidário com o governo, ele quer também alguma achega pessoal nessa questão de nomeações. É sempre assim. Temer é dos mais discretos, mas eles não escapam. Todos têm, naturalmente, os seus interesses.”

Leia aqui na reportagem de Renato Onofre sobre o assunto.

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Mensalão. Golpe pre-electoral para PT de Lula y Rousseff

por Pablo Giuliano

“No existen pruebas que acrediten la culpabilidad de Dirceu. Si el tuvo algo que ver, no está incluido en la causa, que es lo que vale”, dijo Lewandowski.El juicio del “mensalao”, que ya condenó a una veintena de personas, está en su punto de más alto voltaje: la acusación de Dirceu como jefe de ministros de Lula desde 2003 hasta 2005 compró el voto de parlamentarios aliados en la Cámara de Diputados, en el mayor escándalo de esa gestión.

Lewandowski atribuyó la responsabilidad en distribuir el dinero producto de una red de recaudación de dinero ilegal que involucra al Banco Rural y al publicista Marcos Valerio al ex tesorero Soares.

El juez Barbosa condenó a Genoino, Soares y Dirceu, al que calificó como el “mandante” de una red que distribuyó unos 25 millones de dólares a partidos aliados que el PT sostiene que se debió a deudas de campaña, un crimen electoral y no penal. “Si se compraron votos en la Cámara de Diputados, por qué ninguno en el Senado”, se preguntó Lewandowski, generando reacciones de oetros magistrados, y citando diputados como testigos en la causa contra la tesis de los sobornos.

Objetó que otros ministros voten apenas con indicios contra Dirceu y Genoino basado en el testimonio del delator del caso, el condenado por corrupción Roberto Jefferson, ex presidente del Partido Laborista Brasileño (PTB), enemigo confeso de Dirceu.

El PT admite que existió una “caja 2” pero niega la compra de votos y el término “mensalao”, que sería un pago mensual a partidos aliados a cambio del apoyo al gobierno de Lula en tres votaciones clave del inicio de su gestión, la reforma previsional para empleados públicos, la reforma tributaria y la ley de quiebras.

El juzgamiento de Dirceu coincide con el fin de la campaña electoral para las elecciones municipales del próximo domingo y fue usado hoy en su último día de publicidad por radio por el opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB).”No vote en quienes tiene a su lado a los del mensalao”, dice el candidato a alcalde del PSDB en Sao Paulo, José Serra, al objetar al candidato de Lula y Rousseff, Fernando Haddad.

Por las vueltas de la política brasileña, Serra recibe el apoyo del diputado Valdemar Costa Neto, del Partido de la República, condenado la semana pasada por orrupción y lavado de dinero por el Supremo Tribunal Federal,en el marco del megajuicio de distribución de dinero por parte del PT en la época de Lula.

Un caso parecido al del PT, llamado del Mensalao del PSDB, está siendo investigado en primera instancia y data de 1998, año de la reelección de Fernando Henrique Cardoso. Tiene como eje al mismo empresario y publicista que organizó el lavado de dinero y distribución de partidas ilegales en el caso del PT, Marcos Valerio, el eje del caso. Leer más 

Waldemar da Costa Neto apóia José Serra
Waldemar da Costa Neto apoia José Serra

Janistraquis compôs “O Mensaleiro Valdemar”, versão moderna de uma velha marchinha!

por Moacir Japiassu

Valdemar Costa Neto (PR-SP)
Valdemar Costa Neto (PR-SP)

Grande sucesso do carnaval de 1949, ano em que o colunista, então com sete anos, se vestiu de marinheiro com um lança-perfume Rodouro em cada mão, a marchinha “O Pedreiro Valdemar”, de Roberto Martins e Wilson Batista, foi gravada por Blecaute. É um clássico cujos versos Janistraquis “adaptou” para a folia dos tempos atuais:

“Você conhece o mensaleiro Valdemar?

Não conhece? Mas eu vou lhe apresentar.

De madrugada já sabe de quem furtar,

Faz tanto assalto que não dá pra acreditar! (Bis)

O pé-de-cabra ele embrulha no jornal

e a chave micha vai no fundo do embornal.

O Valdemar, que é mestre no ofício,

Constrói o prejuízo e depois não quer pagar!

(Se você não conhece a marchinha na voz de Blecaute, clique aqui)

A justiça protetora da corrupção

A corrupção no Brasil tem a bênção da justiça que não prende. A justiça PPV que “tarda e falha” (O Globo).

No Brasil do segredo eterno e do azedo da Lei Azeredo, a corrupção tem a proteção do foro especial, do sigilo bancário, do sigilo fiscal, do segredo de justiça e das bancas de advogados blindados e de porta de palácios.

Eu pergunto:
Um governador ladrão nomeia um desembargador honesto?
Um presidente ladrão nomeia um ministro honesto?
Nenhum ladrão é suicida. Um governante corrupto pode ser tudo. Burro não é.

No Brasil dos vivos, dos espertos, a justiça, quando engaveta um processo, lava o dinheiro e as almas sebosas.

A Folha de São Paulo listou os dez principais ladrões do Brasil:










Escrevem Breno Costa e Bernardo Mello Franco:

Collor perdeu o cargo, mas foi inocentado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por falta de provas e hoje é senador pelo PTB de Alagoas.

O labirinto de recursos também impede o fim do caso dos Anões do Orçamento, de 1993. Suspeito de desviar emendas parlamentares, o ex-deputado federal Ézio Ferreira (PFL-AM, atual DEM) responde até hoje por lavagem de dinheiro.

O deputado Paulo Maluf (PP-SP), que assumiu a Prefeitura de São Paulo no mesmo ano, é procurado pela Interpol e não pode viajar ao exterior para não ser preso, mas nunca foi condenado definitivamente no Brasil por fraudes em sua gestão.

Acusados de desvios no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e na Sudam, Luiz Estevão e Jader Barbalho deixaram o Senado e chegaram a ser presos. Hoje fazem planos de voltar ao Congresso.

A Operação Anaconda, que desmontou esquema de venda de decisões judiciais, só produziu um preso ilustre: o ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, que cumpre a pena em casa.

Dois juízes e um procurador da República se livraram sem julgamento ou converteram a pena em multa.

Os grandes escândalos do governo Lula continuam abertos. O mensalão, que derrubou o ex-ministro José Dirceu em 2005, só deve ser julgado no ano que vem.

Réus como João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) foram reeleitos deputados e mantêm influência em seus partidos.

O chamado mensalão do DEM, que derrubou José Roberto Arruda do governo do DF em 2010, é o caso mais atrasado. O Ministério Público promete denunciar os acusados até o fim do ano.