NIÓBIO BRASILEIRO É VITAL PARA O FUTURO DA HUMANIDADE (DOCUMENTOS SECRETOS)

Por que Araxá é vital para os EUA?

 

1 A NIOBIO

 

por Rodrigo Veronezi Garcia

 

Cidade está na lista secreta de locais estratégicos para americanos, revela site, por deter maior reserva mundial de nióbio, minério raro usado na indústria espacial
Depois de pôr a política externa americana de cabeça para baixo, o WikiLeaks acaba de entrar em um território sensível não apenas aos EUA, mas a todo o mundo. O site revelou nada menos do que a relação de pontos situados mundo afora considerados estratégicos para o governo americano, o que poderia transformá-los em alvos de ataques terroristas. No Brasil, além das jazidas de Araxá, em Minas, estão cabos submarinos e reservas de minério de ferro e manganês.

 

Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
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A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?

Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?

Fontes dignas de atenção indicam que o minério de nióbio bruto era comprado no garimpo a 400 reais/quilo, cerca de U$ 255,00/quilo (à taxa de câmbio atual e atualizada a inflação do dólar).

O nióbio não é comercializado nem cotado através das bolsas de mercadorias, como a London Metal Exchange, mas, sim, por transações intra-companhias.

Estima-se que seu preço real seja negociado a $90 dólares/quilo.

 

UM VERDADEIRO ROUBO AO BRASIL E SEU POVO

Em 1997, FHC, então presidente da república, tentou vender a jazida de nióbio de São Gabriel da Cachoeira – AM por $600 mil reais, sendo que a jazida (ela sozinha suficiente para abastecer todo o consumo mundial de nióbio por 1.400 anos) havia sido avaliada pela CPRM em $1 Trilhão de dólares!

Tal ação lesa-pátria foi impedida por um grupo de militares nacionalistas, especialmente o almirante Roberto Gama e Silva.
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.

O Brasil possui 98% das jazidas de nióbio disponível no mundo, sendo o único fornecedor de 45 países dos quais os maiores importadores de ferro-nióbio são os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, a Rússia, os Países Baixos, o Japão, a França, Taiwan, Venezuela, Suécia, México, Colômbia, Coréia do Sul, Arábia Saudita, África do Sul e Luxemburgo. A indústria ótica japonesa compra muito óxido de nióbio como matéria-prima usada na confecção de óculos.

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Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo lastrear nossa moeda (Real) em nióbio e não em dólar. Não é uma descalabro alarmante?

O niobio é tão indispensável quanto o petróleo para as economias avançadas e provavelmente ainda mais do que ele. Além disso, do lado da oferta, é como se o Brasil pesasse mais do que todos os países da OPEP juntos, pois alguns importantes produtores não fazem parte dela.

Eduardo Galeano, escritor e jornalista uruguaio, como fruto de um exaustivo trabalho de pesquisa, faz uma série de denúncias em sua célebre obra “As Veias Abertas da América Latina”. Ao relatar o depoimento de um general brasileiro no Congresso Nacional, durante uma investigação a respeito de atividades clandestinas e legais perpetradas por norte-americanos, em território brasileiro: “…o general Riograndino Kruel afirmou, diante da comissão de inquérito do Congresso, que “o volume de contrabando de materiais que contém tório e urânio alcança a cifra astronômica de um milhão de toneladas”. Algum tempo antes, em setembro de 1966, Kruel, chefe da Polícia Federal, denunciara a “impertinente e sistemática interferência “de um cônsul dos Estados Unidos no processo aberto contra quatro cidadãos norte-americanos acusados de contrabando de minerais atômicos brasileiros. A seu juízo, se houvesse sido encontrado com eles quarenta toneladas de material radiativo era suficiente para condená-los Pouco depois, três dos contrabandistas fugiram misteriosamente do Brasil. O contrabando não era um fenômeno novo, embora tivesse intensificado muito.

O Brasil perde a cada ano mais de cem milhões de dólares, segundo certas estimativas, somente pela evasão clandestina de diamantes em bruto. Mas na realidade o contrabando só se faz necessário (aqui, Galeano assume, ironicamente a visão dos beneficiados com a espoliação das riquezas brasileiras) em medida relativa. As concessões legais arrancam do Brasil, comodamente, suas mais fabulosas riquezas naturais. Para citar mais um exemplo, a maior jazida de nióbio do mundo, que está em Araxá , pertence à filial da Niobium Corporation, de Nova Iorque.

Do Nióbio provêm vários metais que se utilizam… em reatores nucleares, foguetes e naves espaciais, satélites ou simples jatos. A empresa também extrai, de passagem, junto com o nióbio, boas quantidades de tântalo, tório, urânio, pirocloro e terras raras de alto teor mineral.”

MISTÉRIO DAS ONGS

por Moacir Japiassu

 

Ongs-no-Brasil

 

Chegou à nossa redação, procedente de várias porém confiáveis fontes:

 

 

Por que não tem ONGs no Nordeste seco?

Você consegue entender isso?

Vítimas da seca:

Quantos? 10 milhões.

Sujeitos à fome? Sim.

Passam sede? Sim.

Subnutrição? Sim.

ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma!

Índios da Amazônia:

Quantos? 230 mil

Sujeitos à fome? Não

Passam sede? Não

Subnutrição? Não

ONGs estrangeiras ajudando: 350

Provável explicação:

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos.

Entenda:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta:

Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito???

Papa Francisco: A forte denúncia da proliferação e do comércio ilegal das armas que alimentam as guerras

«Peço que seja empreendido com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação». O Papa Francisco volta a propor, com o tweet lançado esta manhã, segunda-feira 9 de Setembro, o caminho que deve ser seguido para restituir a paz às martirizadas populações da Síria e de todo o Médio Oriente.

«A paz é possível»: para reafirmar esta convicção tinha reunido à sua volta sábado na praça de São Pedro, ao anoitecer do dia inteiramente dedicado ao jejum e à oração, mais de cem mil pessoas que quiseram manifestar um planetário desejo de paz. Com elas e para elas repetiu o urgente grito a pôr fim a qualquer forma de violência e ao mal que ela gera. «A violência e a guerra – foi a sua mensagem – nunca são o caminho da paz».

«Para que serve fazer guerras, tantas guerras, se não se é capaz de fazer esta guerra profunda contra o mal?» perguntou depois o Papa no dia seguinte, falando aos fiéis reunidos para a recitação do Angelus. «Há sempre a dúvida – acrescentou – se esta guerra aqui ou ali é deveras uma guerra devido a problemas ou é uma guerra comercial para vender estas armas no comércio ilegal».

«Estes – explicou – são inimigos que devemos combater unidos e com coerência, sem seguir outros interesses a não ser o da paz e do bem comum». Por fim o Papa Francisco quis agradecer a todos os que, de diversos modos, aderiram à vigília de oração e de jejum.

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paz guerra império indignados

Temos um pré-sal de urânio a explorar

por Gelio Fregapani

O nosso Brasil tem um “pré-sal de urânio” por explorar, em termos de potencial energético, mas assim como no petróleo, existe uma diferença entre ter as reservas e elas serem de fato exploradas. Isso exige recursos e tempo.

Atualmente temos a sétima maior reserva de urânio do mundo. Considerando as reservas ainda não dimensionadas, (apenas 25% do território nacional foi prospectado) temos potencial para alcançar a primeira posição deste ranking nos próximos anos.

É certo que a participação da energia nuclear terá que ser ampliada na nossa matriz energética (atualmente a parcela é de 2,7%) pois a política de geração de energia com forte base nas hidrelétricas foi impactada pela falta de reservatórios, com a construção das usinas de fio d’água exigida pelos ambientalistas.

É fundamental aumentar a produção do minério de urânio, atualmente restrita à mina de Caetité, na Bahia, pois Angra 1 e 2 consomem hoje o equivalente a cerca de 400 toneladas por ano, que é a produção da Mina de Caetité. Será preciso ampliar Caetité e começar a exploração da nova mina (de Santa Quitéria, no Ceará), que adicionará outras 400 toneladas por ano.

Só nove países dominam a tecnologia de enriquecimento, coisa que não se vende nem se transfere. Dos nove, apenas três possuem reservas do minério e as usam para produzir eletricidade: os Estados Unidos e Rússia e, ainda modestamente, nós. Precisamos ainda ampliar as instalações para as etapas intermediárias do processamento, da transformação da pasta de urânio nas pastilhas de combustível.

Mesmo assim, conseguimos construir nosso programa nuclear, apesar de todos os bloqueios das grandes potências (especialmente dos EUA) e da traição do Collor, e do FHC que assinou, sem contrapartida o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares.

No momento temos esses traidores neutralizados, mas para desenvolver o setor  precisamos algo mais do que alocar recursos. O mais difícil é ultrapassar o licenciamento ambiental. É através deste que os traidores tentam fazer com a nossa energia nuclear o que já conseguiram com a energia hidrelétrica – bloquear tudo, ou ao menos limitar a sua eficiência.

Transcrito da Tribuna da Imprensa

Presidente da França visita colônia na África

depeche. França

O presidente da França, François Hollande, desembarcou neste sábado (2) na cidade de Sevaré para sua primeira visita ao Mali desde que as tropas francesas se uniram à ofensiva do exército local contra os radicais islâmicos que controlavam a região norte do país africano.

Sevaré, localizada a 600 quilômetros ao nordeste da capital Bamaco, foi um dos centros de comando da ofensiva militar franco-malinesa que começou no dia 11 de janeiro e que conseguiu derrotar os grupos radicais armados que controlavam as províncias setentrionais de Kidal, Gao e Timbuktu.

Hollande, que viaja acompanhado dos ministros de Relações Exteriores, Defesa e Desenvolvimento, deve se reunir com o presidente malinês, Dioncunda Traoré, e viajar para Timbuktu, cidade recuperada pelas tropas aliadas após nove meses de ocupação rebelde.

Em Timbuktu, Hollande deve visitar o centro Ahmed Baba, onde estão parte dos centenários manuscritos guardados nesta cidade, antigo foco da cultura islâmica na África, informou à Agência Efe uma fonte da presidência malinesa.

liberation.Tombouctou

¿Qué se está jugando Francia en Mali?

Mali bombas

 

En Lucha

 

 

El presidente de Francia, François Hollande, del Partido Socialista francés, declaró en relación a la intervención militar en Malí que “no estamos defendiendo ningún tipo de interés político o económico en Malí, defendemos simplemente la paz”. Y para dotar de mayor concreción a su cruzada pacifista, Hollande ha asegurado que la operación bélica “durará lo que sea necesario para disipar la amenaza terrorista”. Así, de nuevo, los halcones se hacen pasar por palomas para reavivar la doctrina de la “guerra contra el terror”.

La espectacular toma de rehenes de la planta de gas argelina quizás haya contribuido a reforzar la imagen sesgada del terrorismo en el imaginario colectivo. Sin embargo, también ha señalado una de las claves del conflicto: los recursos naturales del norte de África. Como todas las incursiones occidentales en el continente, detrás de la grandilocuencia de palabras como “civilización”, “progreso” o “paz”, sólo había intereses económicos.

En el caso de Francia, las empresas galas están muy bien posicionadas en sectores importantes de la economía malí. La compañía Orange controla el sector de la telefonía, Dagris cuenta con una posición privilegiada tras la privatización del monopolio estatal Compañía Malí para el Desarrollo del Textil (aportaba el 15% del PIB) y Bouygues domina el sector eléctrico y una parte importante de la minería del oro –Malí es el tercer productor de oro de África–. Por cierto, la ONG Human Rights Watch denuncia que en la minería malí se trabaja con mano de obra infantil –hasta 40.000 menores de edad– y en condiciones de extrema precariedad, sin que Francia haya movido un dedo para remediarlo.

Tratamiento aparte merece el caso de Areva, gigante estatal de la producción de uranio. La compañía francesa explota dos grandes yacimientos en el norte de Níger –vecino de Malí–, de donde extrae el 30% del uranio que consume Francia. El país galo, además, es el país que más depende de la energía nuclear –el 70% de la electricidad proviene de esta fuente. Las prospecciones indican que en el norte de Malí, cerca de la frontera con el Níger hay cuantiosos yacimientos de uranio.

En 2007 un levantamiento tuareg fue aprovechado por el gobierno de Níger para acabar con el monopolio francés del uranio –acusaron a Areva de estar detrás de la insurrección. No es de extrañar que la rebelión tuareg de enero de 2012, en la que tomaron el norte de Mali y que ha desencadenado los hechos posteriores, haya propiciado la oportunidad de remendar el error que cometieron entonces. Ahora Francia interviene directamente porque quiere asegurarse su influencia tras el conflicto.

A Hollande le interesa hablar de un concepto monolítico de “terroristas” cuando se refiere a las diferentes milicias que batallan por el norte de Mali, pero lo cierto es que la composición étnica es muy compleja –a causa de las fronteras artificiales del colonialismo–, aunque la mayoría son musulmanes con diferentes interpretaciones del islam. Aquí, la “guerra contra el terror” es el hijo natural que la historia del colonialismo y el imperialismo ha engendrado, aspecto que trataremos en el siguiente número del periódico En lucha.

La guerra en Mali será larga –ahora con Francia y, luego, ésta junto con algunos países africanos–, pero no podrá acabar bien. Primero, devastará un país ya de por sí depauperado, especialmente tras la crisis de la deuda de los 80 y los planes de austeridad neoliberales del FMI y el Banco Mundial, que multiplicaron por 30 la deuda del país. Segundo, va a alimentar todavía más el odio hacia los países occidentales, lo cual puede propiciar nuevos ataques armados contra la población civil. Y tercero, si Hollande consigue sus objetivos, en nada va a beneficiar a la mayoría de la población europea, africana y mundial; solo a una minoría que va a poder hacer más negocio sobre la tierra quemada que habrá dejado la guerra.

Porque en el fondo, ésta es una guerra imperialista más. Es decir, en un contexto de creciente competencia económica en el continente africano –recordemos que China se está posicionando rápidamente en el este y el centro de África– las antiguas potencias coloniales, cuando no tienen con quien negociar, no dudarán en utilizar sus armas para defender su expolio de los recursos naturales y su acceso a los mercados africanos. Es decir, la guerra como continuación de la política capitalista.

A guerra da França pelo ouro e o urânio do Mali

Bamako, a capital
Bamako, a capital
Antiga cidade de Djenné, declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco
Antiga cidade de Djenné, declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco
O esporte preferido é o futebol, que as crianças jogam com bola de pano
O esporte preferido é o futebol, que as crianças jogam com bola de pano

O Mali é um dos países mais pobres do planeta, apesar de ser o terceiro maior produtor de ouro na África (depois da África do Sul e de Gana, outro país atolado na miséria. O salário médio anual é de 1.500 dólares. Quase metade de sua população vive abaixo da linha de pobreza, com menos de um dólar por dia.

Aproximadamente 90% dos malianos são muçulmanos, e a maioria sunitas. Os cristãos representam 5% da população de cerca de 13 milhões.

Outras fontes de riqueza naturais: o urânio, o fosfato, o caulim, o sal, o calcário.

A independência da Federação do Mali da França foi conquistada em 1960, mas a região sempre viveu em estado de guerra civil, sendo divida em dois países, Mali e Senegal; de golpes militares e conflitos tribais.

Monumento comemorativo da Independência que nunca existiu, em Damako
Monumento comemorativo da Independência que nunca existiu, em Bamako

O presidente francês, François Hollande, confirmou nesta sexta-feira o envio de militares franceses ao Mali, para combater grupos armados islâmicos e apoiar as tropas locais. Hollande explicou que a decisão de intervenção, “respeitando a legitimidade internacional”, foi tomada com o acordo do presidente do Mali, Dioncounda Traoré.

Os malianos que combatem o atual governo neoliberal, privatista e monitorado pelo FMI, são classificados como terroristas.

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