Reitor Henrique Duque, para evitar protestos e estupros, proibiu festas e manifestações na Universidade Federal de Juiz de Fora

Na Universidade Federal de Juiz de Fora tudo agora é proibido. Principalmente atos de contestação. Distribuir panfletos. Fixar cartazes e faixas que reclamem contra os seguintes crimes:

* Bulismo
* Assédio sexual
* Assédio moral
* Stalking
* Violência contra a mulher

E, principalmente, qualquer campanha que vise

* Combater a corrupção, e
* Punir a gangue que currou uma universitária, menor de 17 anos, no campus da UFJF, precisamente no Instituto de Artes e Design, no AIDê no matadouros, um local atrás do prédio.

Revoltados, sem o apoio do diretório acadêmico, que bajula o reitor pelos mais variados motivos, estudantes independentes, notadamente as principais vítimas, as universitárias, pretendem realizar uma festa de protesto:

NOITE DE CAÇA ESTUPRADOR

Aguardem detalhes.

O protesto visa cobrar do governador  Antônio Anastasia um posicionamento. Até agora ele não falou nada. Parece que Juiz de Fora não é um município de Minas Gerais.

A polícia do governador não age. E Minas Gerais tem várias casos de estupro que continuam engavetados.

Para Henrique Duque, o magnífico, ser reitor é construir prédios. Prédio pra cá, prédio pra lá.

UNIVERSITÁRIAS ARMADAS

As universitárias prometem levar algumas das armas que a polícia usa contra os estudantes nas passeatas. Como gás de pimenta e pistolas elétricas. As pistolas  se pode comprar fácil, fácil, pela internet. As autoridades garantem que são inofensivas. Não matam, apenas paralisam o agressor.

Inspiradas  na estilista Pam Hogg, prometem usar cintos de castidade. Artistas modelos da AID se ofereceram para desfilar.

Desfile London Fashion Week
Desfile London Fashion Week

A Noite de Caça Estuprador pretende chamar a atenção da imprensa que vem censurando o noticiário sobre o caso da menor virgem currada no campus. Denunciar o silêncio do reitor. E os inquéritos sigilosos que apenas beneficiam os criminosos. Inquéritos de andança desconhecida.

A polícia, até agora, não apresentou o retrato falado do psicopata que anda solto no campus. Já se passaram mais de trinta dias. A suposta investigação da reitoria está sob sete chaves. Não se conhece sequer os nomes das três autoridades universitárias que o reitor disse ter nomeado para investigar o caso.

Outros modelos de cinto de castidade

As idealizadoras da Noite Caça Estuprador, que têm o apoio de ONGs feministas, dos movimentos em defesa da mulher contra a violência machista, afirmam que é mil vezes preferível usar um cinto que carregar cartazetes  tipo “sou puta”, “sou sapatão”, como aconteceu no trote universitário da UFJF este ano.

A festa é para clarear as mentes e as noites de Juiz de Fora. É um aviso de guerra, de luta:

Basta!

Nunca mais ser caça!

As mentiras ou insinuações do reitor Henrique Duque da Universidade Federal de Juiz de Fora sobre o hediondo crime de uma menor desflorada no Instituto de Artes e Design

O estupro de uma adolescente de 17 anos aconteceu dentro do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime foi praticado em uma festa promovida por alunos veteranos, para recepcionar os calouros, no Instituto de Artes e Design, onde a menor estudava.

Segundo o reitor da UFJF, Henrique Duque, as polícias Federal, Militar e o setor de segurança do Campus estão apurando a possível curra. Isto é, dois ou mais alunos abusaram sexualmente da universitária, que era virgem.

Pelo que se sabe, o reitor manobrou para retirar a Polícia Federal da investigação do hediondo crime.
O desfloramento ocorreu dentro de um prédio da União.
Mente o reitor quando informa que a Polícia Militar também participa das diligências para prender os suspeitos, cujos nomes estão em uma lista fornecida pela aluna.
Culpa o reitor a violência da cidade de Juiz de Fora, insinuando que o crime aconteceu fora do campus, e praticado por bandidos que não são alunos nem funcionários da UFJF. Esta afirmativa inocenta os participantes da calourada.
Escute a fala do reitor  , que prometeu um inquérito da própria universidade. Prometeu.
 Publica a revista Veja:
 “A vítima, pelo que apuraram os investigadores, é aluna do 1º período do curso e, na festa, teria ingerido bebida alcoólica e, possivelmente, algum tipo de medicamento. A garota foi encontrada de madrugada, por uma amiga da turma, desacordada e com as roupas ‘decompostas’. Ao receber ajuda, ela apresentava forte sintoma de embriaguez, não se lembrava do que havia acontecido, tinha arranhões nos braços e se queixou de dores”. Nas partes íntimas.
A menina tomou um copo de cerveja. Apenas um. Primeiro crime: oferecer, vender bebida alcoólica a menor de idade. Segundo crime: “possivelmente algum tipo de medicamento”. Melhor explicado: colocaram droga no copo da menina. Compete investigar a origem desse entorpecente. Sinaliza que uma rede de traficantes atua dentro da universidade. Quem levou o “medicamento” para a festa, premeditou o crime. Pode ser um psicopata. E tudo indica que este não foi seu primeiro estupro.
Esse anormal, de mente doentia, violento (o corpo da garota ficou repleto de hematomas e cheio de arranhões), voltará a atacar e, para não ser preso, poderá matar sua próxima vítima.
Esse desviado sexual não pode continuar solto dentro da universidade. Estou falando de morte anunciada, e as autoridades acadêmicas passam a ser responsáveis por todo e qualquer crime desse indivíduo.
Voltarei a escrever sobre este crime.
Tem mais: o reitor proibiu os estudantes de realizar manifestações de protesto, de denúncia, de cobrança de punições para o estuprador ou estupradores.
Recado para os pais e advogado da aluna: estou pronto para divulgar toda essa sujeira. Uma universidade não é campus para stalking, bullying, assédio sexual, estupro, violência contra a mulher, machismo, homofobia, lesbofobia, tráfico de drogas, de sexo, venda de bebida para menor, coito de estuprador, racismo, censura, mordaça, cabresto e bula de santa inquisição mesmo que seja assinada por quem se acredita magnífico.

UF-JF divulga notícia mentirosa sobre estupro de universitária de 17 anos

Secretaria de Comunicação (Secom) da Universidade Federal de Juiz de Fora transcreve hoje noticia que selecionou:

“Em nota oficial, a Universidade Federal de Juiz de Fora enfatizou que a festa Calourarte não foi realizada pela a instituição. O diretório acadêmico responsável pela organização do evento afirmou que a jovem saiu da calourada acompanhada por um rapaz e entrou em um carro. Portanto, o estupro teria acontecido fora da Universidade”.

Diretório acadêmico não faz parte da universidade. Inclusive nem sede tem dentro do campus. Nem na ditadura militar era assim.

No último dia 17, o Secom transcreveu notícia assinada por Renata Brum e Sandra Zanella (colaborou Guilherme Arêas):
“No caso da adolescente, a suspeita é de que ela tenha sido induzida a tomar um drinque e ingerir uma substância que a teria deixado desacordada, sendo possivelmente abusada por um dos frequentadores do evento. Uma colega de classe da vítima, 21 anos, relatou aos policiais que havia deixado a amiga no evento, por cerca de 40 minutos, na companhia de outros jovens. Ao retornar, teria encontrado a garota descomposta e com arranhões nos braços. Ela teria levado a estudante para sua casa e, no dia seguinte, acompanhado a adolescente na consulta médica, por já suspeitar que ela poderia ter sofrido abuso sexual.Após o atendimento na Santa Casa, a adolescente foi submetida a exame de corpo de delito no Hospital de Pronto Socorro (HPS). Conforme a PM, o crime foi constatado durante a perícia médica. A ocorrência foi acompanhada pela conselheira tutelar Delfina Mônica Costa, já que os pais da jovem moram no interior de São Paulo.’Fizemos o acompanhamento, inclusive no hospital. Ela recebeu atendimento ambulatorial, mas não precisou ser internada. Agora, vamos informar o ocorrido à Vara e à Promotoria da Infância e Juventude. Se o fato ocorreu mesmo na universidade, é muito preocupante, porque a festa tinha bebidas para adolescentes.”Ainda no Secom. Notícia assinada por Ricardo Beghini:

“A vítima, que estava em Juiz de Fora há 45 dias, relatou que, durante a festa, teria sido levada por uma pessoa para um lugar escuro atrás do prédio do IAD. (onde fica o prédio do IAD?). Como estaria dopada, a jovem alega que não conseguiu reagir à investida. No dia seguinte, sentindo dores na região vaginal, ela procurou a Santa Casa de Misericórdia, onde foram detectados indícios de estupro.

O crime foi constatado pela perícia médica, que também revelou que a estudante era virgem antes de sofrer o abuso sexual”.

O agressor ou um bando de estupradores. Que estão soltos dentro da universidade. A menina foi brutalmente machucada.

Por que o Secom divulga tais inverdades: “a jovem saiu da calourada acompanhada por um rapaz e entrou em um carro. Portanto, o estupro teria acontecido fora da universidade”?

Primeiro, culpabilizar a universitária de 17 anos.

Segundo, mudar o local do crime. Quando tudo aconteceu no prédio do IAD – Instituto de Artes e Design. Atrás do prédio. Local que os estudantes chamam de “matadouro” aconteceu o estupro.

De acordo com informações da Polícia Militar, que registrou a ocorrência no sábado (14), uma amiga da vítima relatou tê-la encontrada embriagada (dopada) e em situação degradante após terem se separado durante o evento por cerca de 40 minutos. A menor foi levada para casa e, ao acordar na manhã seguinte, decidiu procurar a polícia após verificar arranhões em seu corpo e desconforto na região genital.

A menina foi abandonada no “matadouro”. Ninguém prestou socorro. Por quê? Medo da gangue?

A festa foi realizada com convites numerados. O diretório acadêmico tem os nomes dos participantes.

Continuo acreditando que foi uma curra, criminosamente praticada por dois ou três estudantes da UF-JF. Digo com a responsabilidade de quem foi, durante treze anos, professor universitário.

É assim que os cafajetes, os tarados, os seviciadores, os torturadoresde tratam as meninas da tradicional família mineira:
Universitárias pisoteadas e humilhadas no trote de 1. 600 novos calouros, este ano, na UF-JF
Universitárias pisoteadas e humilhadas no trote de 1. 600 novos calouros, este ano, na UF-JF
Pura misoginia