Tem um estuprador solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Em abril último, no Instituto de Artes e Design, uma estudante menor de idade, 17 anos, virgem, foi desflorada no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime aconteceu no prédio do IAD.

No prédio do IAD de sombrios corredores

Até quando este crime hediondo ficará impune?
Até quando durará o silêncio do reitor Henrique Duque?
Até quando a polícia do governador Antônio Anastasia engavetará o inquérito, para proteger um psicopata que voltará a agir?
Até quando a sociedade de Juiz de Fora, os estudantes, principalmente as alunas, e os professores permanecerão calados?
Por que tanto medo?
Existem ONGs de direitos humanos em Juiz de Fora?

Universitário estuprador solto no campus

FUNECO. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor
UNIVERSIDADE FUMEC. Aluna agredida sofreu um corte no supercílio ao lutar com agressor

Os estupros nas universidades do País da Geral são bem escondidos. Os reitores patrocinam. Com a cumplicidade das autoridades competentes, e o silêncio da imprensa.

Uma corrupção que beneficia os estupradores.

Aconteceu em novembro de 2011:

Uma estudante sofreu uma tentativa de estupro dentro da Universidade Fumec, no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo Pedro Villalobos, aluno da faculdade, o crime ocorreu dentro de um dos banheiros localizados no subsolo do prédio da Faculdade de Ciências Empresariais (Face), pouco antes do intervalo das aulas. A jovem foi salva por estudantes que ouviram seus gritos.

“O agressor já estava dentro do banheiro, na hora do intervalo. Ele a agarrou por trás quando ela lavava as mãos e tapou a boca da vítima”, conta Pedro.

“Segundo o estudante, alunos de uma sala em frente ao banheiro ouviram grito e barulho e invadiram o local. “Se não tivessem agido rápido, o caso poderia ter sido muito mais grave”, avalia Pedro. A vítima, que tem 28 anos e é aluna do curso de Marketing, sofreu um corte no supercílio, uma lesão na nuca e teve cabelos arrancados pelo agressor. Ela dispensou atendimento médico.

“Falaram (alunos do campus) que ele (o agressor) também é aluno da Fumec, do curso de Administração, e chama Leonardo”, destaca o estudante. Segundo ele, o rapaz foi levado pelos alunos, orientados pelos corrdenadores de curso, para uma sala isolada. Ele permaneceu lá, sob escolta dos seguranças, até a chegada da Polícia Militar.

A PM confirmou que o agressor é aluno da instituição e tem 19 anos. Um colega de sala contou à reportagem que ele é muito introspectivo e dá indícios de que sofre de algum distúrbio psicológico. Leia mais 

Abril de 2012:
Uma menor de 17 anos, virgem, aluna do Instituto de Artes e Design, é estuprada no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Também por um aluno. Cujo nome vem sendo encoberto. No primeiro caso, revelaram que foi um tal de Leonardo. Faltou o sobrenome do tarado. Que punição sofreu esse psicopata? Como conheço nosso Brasil da corrupção, posso afirmar, com certeza, que constitui mais um caso impune. E talvez essa alma sebosa esteja estudando ou ensinando no IAD.

Minas Gerais. Estudantes de Turismo simulam sexo oral em trote

por Pedro Rotterdan

Uma brincadeira para comemorar a chegada de novos alunos do curso de Turismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) dividiu opiniões entre estudantes e funcionários da instituição, na manhã desta quinta-feira (22), no campus Pampulha.

Durante o trote, estudantes foram amarradas em postes e alunos mais antigos do curso se vestiram de policiais, colocaram uma camisinha em cassetetes e obrigaram os recém-chegados a simularem sexo oral no objeto. Quem passava pelo local não sabia como reagir.

A estudante do curso de Turismo Juliana Silveira da Costa, que participou da brincadeira, afirmou que ninguém foi obrigado a participar. “Ficou quem quis. A gente não pode mandar nas pessoas aqui, até porque depois podemos ser processados. Já fizeram comigo quando entrei e não vi problema nisso”. Além de serem amarrados, os estudantes também foram sujos com tinta, barro e farinha.

O estudante de Engenharia Mecatrônica, Iago Mazochi, passava pelo local e ficou impressionado com a confusão. “Achei muito estranho amarrarem as pessoas nos postes e obrigarem a chupar um cassetete. Mas cada curso tem a sua tradição”.

Profissionais da UFMG foram os responsáveis por denunciar à Diretoria de Assuntos Estudantis (DAE) os abusos dos estudantes de Turismo. Segundo o DAE, se o aluno se sentir lesado, ele pode procurar a diretoria para denunciar, assim uma investigação vai ser aberta para apurar os fatos. A universidade informou que trotes são proibidos dentro do campus há cerca de 15 anos.

Tânia Maria Dussin e Luís Guilherme Knauer, membros da diretoria do IGC, estiveram no local e constaram que não houve nenhum tipo de violência e que se tratou apenar de brincadeira.