Delegada Maria Isabela Bovalente Santo já começou a investigar o estupro da pupila do reitor Henrique Duque no campus da UFJF?

Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora
Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

A estudante de 17 anos, que (assim determina a lei permissiva) foi vítima de estupro (ou curra) dentro da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e o pai dela prestaram depoimentos na Delegacia de Orientação e Proteção à Família sobre o crime. Sem esse ritual de autoflagelação não se faz um inquérito de violência sexual no Brasil. Exclusivamente a vítima pode denunciar. E, quando menor de 17 anos, mesmo sendo universitária, tem que ir a uma delegacia acompanhada pelos pais. Eta país conivente. Acrecente-se que não são crimes: o assédio moral, o assédio sexual, nem o bulismo. Nem o trabalho escravo. Tais barbaridades são simples delitos. Como avançar um sinal de trânsito. Ou disputar uma corrida de carro, o perigoso pega, como faz o poderoso Thor, o príncipe herdeiro do Brasil.

Portanto, o pai da adolescente oficializou na delegacia a denúncia do crime de estupro, cujo registro é condicionado à representação da vítima, de acordo com a legislação vigente.

A família da jovem confirmou que o abuso aconteceu durante uma calourada realizada no Instituto de Artes e Design da universidade, um prédio da União, um crime que precisa ser também investigado pela Polícia Federal. Que os ministros da Justiça e da Educação fiquem atentos.

Na noite da azarada sexta-feira 13 de abril último, a estudante, caloura, foi encontrada por algumas veteranas caída atrás do prédio do instituto e levada para um quarto (que quarto é este dentro do IAD?) Apesar dos testemunhos dos partipantes da calourada, o reitor Henrique Duque, temendo a presença da Polícia Federal, alega que o crime aconteceu fora do campus.

No dia seguinte, sábado 14 de abril, a adolescente acordou com dores e sangramento e foi encaminhada para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. A universitária passou por exames médicos que constataram os abusos. Estava com o corpo todo arranhado e cheio de hematomas. Daí a suspeita de curra. Ou o violentador é um sádico, capaz de matar. Ou o crime foi praticado por dois ou três estudantes, isso precisa ser bem esclarecido.

Safada, antijornalisticamente, com estranha e suspeita participação, Secom – Secretaria de Comunicação da UFJF, composta por uma redação paga pelo reitor, noticiou, no dia 16 de abril:

“Uma estudante de 17 anos foi vítima de um estupro ocorrido dentro de uma festa realizada na última sexta-feira no Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. De acordo com o boletim de ocorrências, a jovem e uma amiga de 21 anos, estariam em um evento promovido para os calouros no Instituto de Artes e Designer e teriam ingerido bebidas alcoólicas. A acompanhante deixou a universitária na companhia de várias pessoas e saiu por mais ou menos 40 minutos. Quando retornou ao local, encontrou a colega bastante embriagada e com vários arranhões nos braços. No sábado pela manhã, a garota reclamava de um desconforto e várias dores e afirmou que teria sido estuprada. Ela foi levada para o HPS onde foi confirmada a ação praticada por outras pessoas”. Transcrevo o press release por confirmar (1) que o estupro ocorreu no campus, (2) que o evento foi promovido para os calouros, (3) a vítima deixou o evento acompanhada de várias pessoas (testemunhas), (4) e com vários arranhões, (5) e que a ação (o estupro) foi praticada por várias pessoas (curra).

Mentiu o Cecom, quando afirma que a universitária estava embriagada, quando é crime servir bebidas a menores, principalmente dentro de uma universidade.A vítima estava dopada. Colocoram entorpecente no copo. O que marca a presença de traficantes de drogas no campus.

A delegada Maria Isabela Bovalente Santo, responsável pelas investigações, já intimou as pessoas citadas pela universitária tanto em depoimento, como no registro do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar? Idem as universitárias que socorreram a vítima? Todas as metidas e aproveitadoras lideranças estudantis que promoveram a festança devem explicações.

Solicitou o laudo de corpo de delito ao Posto de Medicina Legal, a fim de materializar o crime em apuração? Uma equipe de policiais civis foi designada para fazer levantamentos que possibilitem (que possibilitem? Isso me parece chacota, piada de humor negro) a autoria do estupro. O prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias. Prazo já vencido.

A UFJF, escandalosa e irresponsalvemente, falseou que a festa não foi realizada pela instituição (mentiu descarada e despudoradamente) e que as possíveis ocorrências registradas durante o evento estão sendo conduzidas pelos órgãos competentes (não citou nenhum). Serão instalados procedimentos internos de apoio às investigações das autoridades policiais (criou uma comissão de três mosqueteiros todos subordinados do reitor). O prazo de 30 dias da comissão, para apurar, caducou. Reitor Henrique Duque, colocou os malandros, de novo, no invisível, sigiloso, secreto, segredoso serviço de investigação?

Pela corpo de delito ficou constatado o estupro, e que a jovem era virgem, e foi brutalizada (Fonte: notícia de Luana Cruz, in em.com.br). Existe uma operação abafa na imprensa de Minas Gerais, assim como escondem a corrupção na reitoria, a começar pela construção do hospital. Cujos preços superfaturados foram constatados pelo Tribunal de Conta da União.

As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa precisa prender esses bandidos covades, cruéis, capazes de todos os crimes, filhinhos do papai corrupto, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para estas almas sebosasI
As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa prender esses filhinhos do papai corrupto, bandidos covardes, cruéis, capazes de todos os crimes, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para essas almas sebosas de sangue podre!

Reitor Henrique Duque não sabe nada dos inquéritos para descobrir quem desflorou uma menor no campus dele, na Universidade Federal de Juiz de Fora

Disse o magnífico que existem várias investigações:

* da Polícia Civil
* da Polícia Militar
* da Polícia Federal
* do Juizado de Menor
* da Universidade Federal de Juiz de Fora

Apesar de tantas autoridades em ação – do governo de Antonio Anastasia, do judiciário de Minas Gerais, do governo da República -, o reitor Henrique Duque não sabe informar qual foi o local que aconteceu o crime, a possível curra de uma menor por estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Que incompetência! Descaso!

Fique sabendo “seu” Duque: o local do hediondo crime, praticando por um aluno seu (ou dois, ou três), foi no Instituto de Artes e Design.

Conheça o mapa do crime

Os alunos do IAD, por medo (quem não tem medo de uma gangue que promove assédio sexual, stalking e bullying? E que, tudo indica, está envolvida com drogas), evitam falar do crime. Que o estuprador continua solto. Têm estudantes do IAD que são mais do que cúmplices. Promoveram a festança, e premeditaram o crime. Levaram droga. Para dopar a menor. Inocente e virgem. Uma inexperiente menina do interior de São Paulo. Caloura do primeiro ano. Tem apenas 17 anos. Estudiosa. Passou em cinco vestibulares (três universidades federais e duas particulares). Preferiu a Universidade Federal de Juiz de Fora. Escolheu o lugar errado. Teve que abandonar a faculdade.

O que mais incomoda as universitárias, que foram obrigadas a carregar cartazes com os dizeres “eu tenho cara de sapatão”, “eu tenho cara de puta”, é que a menor, escolhida para ser violentada, jamais bebeu, jamais teve namorado. Este é o testemunho dos moradores da cidade que ela reside.

Estudei em universidades brasileiras e conheço as principais universidades das Américas e Europa Ocidental, sei que alunos estudiosos, chamados de c.d.f., principalmente religiosos e tipo filha exemplar, são discriminados.

O Diretório Acadêmico (DA) de Comunicação Social é uma zona. Parece mais um prostíbulo de terceira categoria. Até quarto tem. Para o descanso dos guerreiros das lutas estudantis.

Registra O Globo: “Tem paredes pintadas por grafites e videogames ligados à televisão. Sobre a geladeira, algumas garrafas de cachaça e vodca, aparentemente em uso, embora não se saiba se o conteúdo era de bebida alcoólica. Na porta, uma placa com o nome do diretório em homenagem a Vladimir Herzorg, jornalista morto em 1975, durante a ditadura militar”.

Herzorg jamais apoiou estupros. Os estudantes do IAD tremem de medo. Leia

A apatia do universitário brasileiro aprova a corrupção. A UNE morreu com a ditadura militar

Continua solto no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora um estuprador. Ou vários. Neste começo de ano letivo, uma estudante menor de 17 anos foi desflorada. Talvez uma curra promovida pelos organizadores da calourada.  O reitor Henrique Duque proibiu qualquer protesto. Ninguém sabe do andamento de nenhuma investigação. O reitor anunciou que existe uma da própria universidade. Uma segunda da Polícia Federal. Uma terceira da Polícia Militar. Uma quarta da Polícia Civil. Demasiadas investigações para nenhum preso. Qual menina da tradicional família mineira será a próxima vítima?

O reitor  João Grandino Rodas militarizou a USP. Desalojou e expulsou alunos. Também este ano. O medo impera na USP. Um medo que persiste desde os idos de março de 1964. O governo Alkmin repete na USP o “episódio do Pinheirinho”.

Reinam na maioria das universidades sucateadas e de cartões corporativos e obras superfaturadas e serviços fantasmas: o stalking, o bullying, o assédio moral, o assédio sexual, as gangues de sexo, de tráfico, de drogas, o nepotismo e o magnífico poder dos reitores absolutistas. Idem nos lucrativos negócios das universidades particulares. É um Brasil desconhecido, jamais investigado.

Quem será a próxima vítima do estuprador da UF-JF? Conheça o manual de sujeição sexual das calouras da UF-PR

A delegada que investiga o desfloramento de uma menor no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora decretou a lei do silêncio para a proteção do criminoso, e anunciou que é muito difícil provar um crime de estupro. É mesmo? Então por que investiga?

Na Universidade Federal do Paraná, um bando de canalhas decretou que as calouras devem serviços sexuais gratuitos aos veteranos. Acontece que no caso da menor de Juiz de Fora a estudante tinha 17 anos e era virgem.

Um “manual de sobrevivência” foi distribuído a calouros do curso de direito da UF-PR. O livreto de oito páginas afirma que mulher “tem a obrigação de dar” e que não pode ser parcelado.

O manual machista foi tema de reportagem de Jean-Philip Struck publicada na Folha de S. Paulo.

O texto safado afirma que se uma garota disser “vamos com calma”, o aluno deve dizer “não pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra”, segundo um trecho do artigo 252. E conclui: “Ela vai ter que dar tudo de uma vez”.

O livro foi produzido pelo PDU (Partido Democrático Universitário), grupo que até 2011 comandava o centro acadêmico local. Um grupo direitista, com tendências neonazistas, e cujas irmãs e noivas, servilmente e submissas, eles esperam que sejam escravas sexuais. Isso chamam de “democracia”. Quando não passa de um incitamento ao stalking, ao bullying, ao assédio sexual, ao estupro. Idênticas mentes criminosas programaram a calourada no Instintuto de Artes e Design, na UF-JF. Serviram bebidas alcoólicas e drogas.

O manual dá dicas aos calouros dos melhores bares vizinhos à instituição e de como “se dar bem na vida amorosa seguindo a legislação brasileira”. Uma legislação permissiva e que não criminaliza quase nenhum crime sexual. No caso de estrupo, a polícia só investiga se a vítima denunciar. Tem que ir a uma delegacia e prestar queixa. Cabe a qualquer cidadão denunciar todo crime que testemunha. Para não ser cúmplice pelo silêncio.

O caso da estudante da UF-JF foi um estupro programado e, possivelmente, um crime mais grave, porque existe a suspeita de que aconteceu uma currra.

Querem segredinho suspeito para o caso da universitária estuprada no campus da UF-JF. Estudantes protestam

Substituíram a delegada que começou o inquérito. Manobraram para tirar a Polícia Federal das Investigações da possível curra de uma caloura de 17 anos no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime hediondo aconteceu no prédio do Instituto de Artes e Design. A vítima teve a coragem de apresentar a lista de suspeitos. Era uma menina virgem. Uma menina que continua imaculada. E que se torna um exemplo. Crime de estupro tem que ser denunciado. Os tarados, os anormais, os monstros, as almas sebosas, os covardes, os criminosos sexuais, que drogaram e seviciaram a menor, precisam ser presos e os nomes revelados. Basta da proteção do reitor! Do coito dos que promoveram a festa, e que são suspeitos. Todos maiores de idade e filhos das elites mineiras.

Eu,  que amo Minas Gerais e a poesia de Adélia Prado, fico de alma alegre com os estudantes que quebram o cabresto do reitor, e enfrentam as gangues que  mandam na UF-JF, para o orgulho do País da Geral e de todo o Brasil.

Com faixas, panfletos e alto-falantes, estudantes da UFJF se reuniram ontem, em frente ao Restaurante Universitário (RU), em um ato de repúdio ao caso de estupro de uma adolescente de 17 anos, ocorrido no dia 13 deste mês, durante festa de recepção aos calouros do Instituto de Artes e Design, realizada dentro do campus.

O movimento, organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), tem o objetivo de conscientizar os alunos sobre casos semelhantes e cobrar providências das autoridades.

“O número de estupros de mulheres tem crescido na sociedade. Precisamos atentar para esses casos machistas, que colocam a figura feminina em situações vexatórias. Neste fato específico no campus, lutamos para que ele não caia no esquecimento”, ressaltou o coordenador do DCE, Felipe Fonseca.

O caso ganha cada vez mais repercussão na mídia e no cenário acadêmico nacional. O manifesto iniciado por docentes da UFJF, com apoio da Associação de Professores do Ensino Superior (Apes), atingiu mais de 300 autoridades e entidades de todo o país, entre juristas e membros que participaram da elaboração do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), professores de instituições de ensino superior como Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade de Brasília (UNB), Universidade Federal do Ceará, de Uberlândia, além de associações ligadas às mulheres e aos movimentos sociais, e representantes do Conselho Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) e do Ministério da Cultura. Todos apóiam o ato de repúdio e cobram medidas mais severas para coibir atos de violência contra a mulher dentro do campus.

No ato realizado ontem, os estudantes pedem a punição dos envolvidos. “A suspensão de festas dentro da UFJF não ataca o problema. A instituição precisa garantir a integridade física dos alunos”, disse Felipe. O grupo pede ainda mais iluminação em todos os locais da instituição. “Há muitas áreas escuras, afastadas. As melhorias podem coibir os agressores de atacar as mulheres”, defendeu a aluna de pedagogia Priscilla Lima. Os alunos estão organizando ainda o “Coletivo de mulheres da universidade”, para serem debatidas formas de combate ao machismo na UFJF nas mais diversas situações, entre elas, os trotes. O primeiro encontro será na sexta-feira, às 14h, no Diretório Acadêmico (DA) de Pedagogia, na Faculdade de Educação.

Ontem foi publicada portaria que suspende temporariamente os eventos festivos que não estejam diretamente ligados às atividades fins da universidade. A suspensão será mantida até que sejam fixadas novas normas sobre o uso do campus, com aprovação do Conselho Superior, composto por representantes de todas as categorias da UFJF. A assessoria de comunicação da universidade afirmou ainda que continua em andamento, de forma sigilosa, o trabalho da comissão de sindicância interna que apura o caso de estupro da adolescente. O relatório da investigação deverá ser encerrado em um mês, podendo ser prorrogado por mais 30 dias. Em relação à segurança no campus, a UFJF declarou que há segurança em toda a área da universidade, além de 212 câmeras de monitoramento.

 

Apuração segue em sigilo na Polícia Civil

Paralelamente à apuração da UFJF, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso do estupro da adolescente. Doze dias depois do ocorrido, a delegada que acompanhava o caso, Maria Isabella Bovalente Santo, deixa a Delegacia de Proteção e Orientação à Família para assumir cargo na Corregedoria da Polícia Civil, em Belo Horizonte.

Ontem a delegada Maria Pontes, que assume o caso, limitou-se a informar que a apuração será realizada e mantida em sigilo. “Não só esse caso, mas todos os crimes sexuais demandam mais discrição e cuidado para não expor a vítima a constrangimentos.” O laudo do exame de corpo de delito já foi solicitado ao Instituto Médico Legal (IML) a fim de materializar o crime, mas ainda não chegou nas mãos da delegada.

Os casos recentes de estupro em Juiz de Fora chamam a atenção. Somente entre o início de outubro à primeira quinzena de março, 11 estupros envolvendo maiores de 18 anos de idade foram registrados na delegacia especializada. A maioria dos casos não chegou a ser investigada já que a maior parte das vítimas não procurou a delegacia para representar a queixa, o que é necessário para a abertura do inquérito policial.

Para a delegada Maria Pontes, a falta de iniciativa e participação das vítimas provoca impunidade e dificulta o trabalho de investigação. “É a vítima que precisa solicitar e é ela que orienta toda a investigação. Muitas não procuram a delegacia por vergonha, medo de exposição e de novo sofrimento, mas sua participação é fundamental. Para a polícia, é um dos crimes com maior dificuldade de apuração, já que não há testemunhas, e, muitas vezes, nem os exames comprovam o abuso.”

Impunidade na Universidade Federal cria onda de estupros em Juiz de Fora

Instituto de Artes e Design, por Ana Luiza Affonso
Instituto de Artes e Design da UF-JF, por Ana Luiza Affonso

Uma estudante virgem, menor de idade, foi violentada dentro do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Ela participava de uma festa promovida pelo diretório acadêmico no prédio do Instituto de Artes e Design. A vítima, universitária do primeiro ano, e mais uma aluna veterana apresentaram uma lista de suspeitos, que são também alunos da universidade. Existe um  acobertamento dos criminosos por parte do diretório acadêmico, e uma operação abafa promovida pela reitoria, que alega que o crime foi praticado fora do campus, afastando a Polícia Federal das investigações.

O estuprador ou estupradores são alunos da UF-JF. Tudo indica que os próprios organizadores da calourada. Foi uma festa privada, com convites numerados, tudo bem organizado. Possivelmente um estupro programado. Que a aluna foi dopada.

Este crime que ficará impune, deve envolver os filhotes da alta sociedade de Juiz de Fora, vem provocando uma onda de estupros na cidade. É o exemplo da currupção que vem de cima.

Informa a Tribuna de Minas: “Domingo violento com dois estupros em Juiz de Fora. Casos envolveram criança de 5 anos e adolescente de 13”. Leia 

“Situação Limite” na Universidade Federal de Juiz de Fora

Blogueiros Progressistas do Estado de São Paulo
.
 .
Nota contra estupro na UF-JF
.
Nós, cidadãs, cidadãos e entidades abaixo relacionadas, vimos a público nos manifestar contra o machismo e a lesbofobia que vem ocorrendo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e exigimos ação imediata da Universidade contra isso.
Na noite de 14 de abril de 2012, em uma festa de estudantes na UFJF, no Instituto de Artes e Design, uma jovem de 17 anos foi estuprada. Queremos que haja apuração e punição de culpados, por parte da Reitoria, Direção do Instituto e demais autoridades. Também queremos que ações educativas sejam implantadas. Isso porque, muito embora saibamos que a violência física e simbólica contra as mulheres lamentavelmente ocorra em toda a sociedade, não podemos admitir tais atrocidades no ambiente acadêmico, onde o ensino, a pesquisa, a extensão e a administração devem se dar na busca por uma sociedade igualitária e democrática.
O estupro da jovem, no dia 14 de abril, infelizmente é uma situação limite mas não é um fato isolado. Em recepção aos e às estudantes, em março, calouras da Faculdade de Comunicação foram obrigadas a carregar placas com os dizeres “cara de sapatão” e “cara de puta”. Tais “brincadeiras” constrangedoras expressam a lesbofobia e o machismo que chega no estupro, no contexto da calourada. Do constrangimento ao estupro, esses fatos não tiveram efetivas e eficientes ações contrárias por parte da Universidade.
Quem se cala diante disso é conivente com a violência contra a mulher, expressa no machismo e na lesbofobia. Uma Universidade Federal, que é paga pelo dinheiro do povo – mesmo povo que elegeu uma mulher para a Presidência da República -, não pode admitir essa e nenhuma violência.
Basta de impunidade! Queremos que a Reitoria e as direções de unidades envolvidas apurem, punam e implementem ações educativas.
Chega de machismo e de lesbofobia na UFJF! Chega de machismo e de lesbofobia em toda a sociedade.