Ó MINAS GERAIS. Os estupros coletivos de jovens meninas ocorrem debaixo do nosso nariz

por Cristina Moreno de Castro

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A cena é a seguinte: uma festa de jovens universitários, todos com 17 a 20 e poucos anos, querendo curtir a vida adoidado, como no filme do Matthew Broderick. Começa a chapação: vodca com suco, cerveja, uísque com energético. Mas os homens bebem em garrafas diferentes das mulheres. Na delas, um pó branco se mistura à bebida, disfarçadamente. Ao beber o batidão “bolado”, elas apagam. São levadas para um quartinho, onde são estupradas, às vezes por vários homens, que se revezam. Estupro coletivo. Muitas, jovens demais, acordam no meio do estupro, morrendo de dor, sangrando. Violentadas em sua primeira vez. O crime é acobertado pela vergonha das vítimas e pela visão dos homens envolvidos, os abusadores, de que tudo aquilo é normal.

A cena descrita acima não aconteceu na Índia, desta vez. Acontece rotineiramente em uma das cidades mais importantes de Minas, e patrimônio cultural da humanidade: Ouro Preto. Mais precisamente, nas repúblicas universitárias que existem aos montes na primeira capital mineira. Transcrevi trechos. Relembro o caso impune de Juiz de Fora. Esta onda de estupros começou lä, durante o reinado de um reitor corrupto. Veja links.

A cada 12 segundos uma mulher é violentada no Brasil

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O Brasil registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes – o aumento é de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136.

Ainda não foram reveladas as estatísticas de 2013. Pelo que se sabe, a cada 12 segundos uma mulher é violentada no Brasil.

“Sem padronização e registro sistemático, não sabemos se os estupros estão aumentando ou se a notificação está melhorando. O que podemos afirmar, sem medo de errar, é que as mulheres estão se conscientizando da importância de procurar a polícia”, explica a delegada Ana Cristina Melo Santiago, chefe da Delegacia da Mulher no Distrito Federal. Um sistema nacional para centralizar as ocorrências policiais está sendo construído pelo Ministério da Justiça e deve ficar pronto até 2014.

O número de estupros em 2012 foi considerado “alarmante” pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Roraima é o estado com maior taxa de estupro por 100 mil habitantes, com 52,2. Em seguida aparecem os estados de Rondônia (49 por 100 mil habitantes) e Santa Catarina (45,8). Porém, segundo o Fórum, os números reais podem ser ainda piores nestes estados, devido à qualidade de informação prestada por eles.

 

Desculpa de governador: Toda violência é coisa do PCC

Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, que endureceu as penas para os agressores das mulheres, o principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias especializadas, centros de referência, casas abrigo, entre outros.

A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado hoje (25), é uma data para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de “lamentável tragédia brasileira e mundial”.
“Acredito que [o principal desafio] é consolidar e expandir essa rede. As delegacias especializadas, por exemplo, somam 375, que é muito pouco para o tamanho do Brasil”, disse a ministra, acrescentando que, além de poucas, essas unidades são mal distribuídas no país. Somente o estado de São Paulo concentra um terço (125) de todas as delegacias especializadas de atendimento à mulher.
Quantas delegacias funcionam no estado falido da Paraíba?
Toda violência existente no Brasil passou a ser coisa do PCC. De dentro dos presídios a ordem de execução de todos os crimes. Inclusive os praticados por policiais.
Do PCC a Lei de Talião para os estupradores. Foi essa lei bíblica que fez um blogueiro de m. escrever em defesa do violentador do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Um crime impune. Em abril último, uma estudante virgem de 18 anos foi violentada no Instituto de Artes e Design (É isso aí: o nome em inglês. Coisa de colonizado).
Que as feministas apelem para os comandantes do PCC  – todos em presídios de segurança máxima: Pena de Talião para os assassinos de mulheres!
E esqueçam que a violência contra a mulher se combate com mais escolas. Com moradia digna. Um salário que não seja o mínimo do mínimo.  Acontece que nenhum governo faz nada que preste para o povo.
 A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou uma declaração que denuncia “a persistência da discriminação contra as mulheres em todos os âmbitos, incluindo a política, a educação, o emprego e a saúde”.”O lar continua sendo um lugar perigoso para muitas mulheres da América, devido às altas taxas de violência doméstica”, continua o comunicado e acrescenta que as mulheres vítimas dessa violência enfrentam obstáculos formidáveis no acesso à justiça. “Para a maioria das mulheres, as leis que existem no papel sobre seu direito à equidade e à justiça nem sempre se tornam realidade”.La discriminación contra las mujeres continúa estando profundamente arraigada en las estructuras sociales de los países de la región. En general, las mujeres son más afectadas por la pobreza que los hombres, tienen menos acceso a vivienda y a servicios de salud, y son sujetas a violencia física y sexual en mayor proporción que los hombres. Existe además una interseccionalidad en la discriminacion contra las mujeres, en base a factores como la raza, la etnicidad y la pobreza. En este sentido, por ejemplo, las mujeres indígenas y las mujeres afrodescendientes están particularmente expuestas a actos de violencia física, psicológica y sexual. La Comisión ha destacado que la ausencia de una respuesta eficaz por parte del Estado y la impunidad reinante en relación con la violencia y la discriminación propician su repetición.

Pelo rabo vive a praxe. O famoso tomar no…

por Paula Cardoso

Hospitalizado após introduzir vinho pelo ânus, um universitário do Tennessee, nos EUA, relançou a discussão sobre os excessos das repúblicas e o perigo da moda do butt chugging.

Inanimado e com indícios de sodomização. Como em tantas outras festas universitárias encerradas por um coro de sirenes – de carros patrulha e de ambulâncias –, também no campus do Tennessee todos os sinais de excessos apontavam para os suspeitos do costume: sexo e drogas.

Mas, para surpresa geral da nação norte-americana, o culpado pela hospitalização do estudante Alexander P. Broughton chama-se butt chugging. Sem rodeios: a prática de introduzir bebidas alcoólicas pelo ânus com a ajuda de um tubo.

Conferência de imprensa para afastar rumores gays

Ponto de partida para animados fóruns de discussão online, o pressuposto também enche páginas da imprensa norte-americana, pontuadas há várias semanas com ecos da polémica de Tennessee. Por exemplo, noticiava o The Washington Post, «os exaustivos interrogatórios policiais indicaram que os membros da república recorreram a tubos de borracha que, uma vez introduzidos nos seus rectos, serviram de via para a passagem de álcool para o organismo».

Resultado: apesar de Alexander Broughton ter sido o único hospitalizado – com 0,4% de álcool no sangue – as autoridades garantem que encontraram mais do que uma mão-cheia de estudantes inconscientes, lado a lado com tubos e garrafões de vinho.

Cenas de morte e acção de cinema

Foi o suficiente para fazer soar um alerta nacional de saúde, centrado nos perigos associados ao butt chugging. «A abundância de veias e vasos capilares na zona rectal faz com que o organismo absorva o álcool mais rapidamente, acelerando a sensação de embriaguez e aumentando o risco de morte».

Jovem estuprada em festa da Universidade Federal do Espírito Santo. Também este ano teve curra no campus da UF de Juiz de Fora. Uma menor foi desvirginada

Uma jovem de 19 anos foi vítima de estupro na madrugada deste sábado (8), durante uma festa de música eletrônica, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), no bairro Goiabeiras, em Vitória. A jovem contou que foi rendida por um homem armado enquanto procurava um banheiro.

Um vigilante da Ufes, que não quis se identificar, viu o suspeito e o abordou. “O rapaz conduzia a moça, apontando a arma para a costela dela. Quando os vi, pedi que ele deitasse no chão, e o imobilizamos para averiguação”. Leia mais . Veja vídeo.

O nome desse psicopata precisa ser revelado. Também é desconhecida a alma sebosa que estuprou, em abril último, uma universitária de 17 anos, no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora. Foi outra festinha com muita bebida. Inclusive a menor foi drogada. Caiu na armadinha do boa noite Cinderela.

Essa história manjada de que a reitoria não sabia da festa não engana ninguém. A universidade tem que punir seus alunos criminosos com todo rigor, e exigir o devido inquérito policial e o julgamento da justiça. Basta de impunidade. E, no caso de Juiz de Fora, possível cumplicidade.

Crise e prostituição

Um dos pontos efervescentes da boemia de Belo Horizonte, a Praça Raul Soares e seu entorno, com bares, saunas e boates com apelo gay, escondem um submundo em que garotos de programa ainda adolescentes vendem seus corpos a homens mais velhos. Como pagamento, aceitam R$ 50 ou outra quantia em dinheiro, uma roupa de grife ou um celular novo. As abordagens podem ser feitas no carro do cliente, nas casas noturnas ou na praça mesmo. Equipe do Estado de Minas esteve no local por quatro noites e constatou que a prostituição de menores também envolve drogas, álcool e violência.
Um dos pontos efervescentes da boemia de Belo Horizonte, a Praça Raul Soares e seu entorno, com bares, saunas e boates com apelo gay, escondem um submundo em que garotos de programa ainda adolescentes vendem seus corpos a homens mais velhos. Como pagamento, aceitam R$ 50 ou outra quantia em dinheiro, uma roupa de grife ou um celular novo. As abordagens podem ser feitas no carro do cliente, nas casas noturnas ou na praça mesmo. Equipe do Estado de Minas esteve no local por quatro noites e constatou que a prostituição de menores também envolve drogas, álcool e violência.

Acontece nas casas noturnas heterossexuais. Empestadas de garotas e garotos de programas. A pobreza endêmica do Brasil leva nossa juventude para os luxuosos balneários e cassinos dos quatro cantos do mundo. Um tráfico que pode acabar. Que a crise da Europa tem prostituído jovens da Espanha, Portugal, Irlanda e antigos países da Cortina de Ferro.

Para o puritanismo, o espanto e o escândalo  da prostituição da classe média. Nas classes mais pobres sempre existiu o comércio do sexo, e legalizado como uma profissão pelo legislativo, pelo judiciário, pelo executivo. Pela sociedade. As igrejas consideram apenas um pecado.

Antes da Lei Áurea, os jornais publicavam anúncios: “vende-se uma virgem”, “vende-se escravo de boa aparência”. Ainda hoje os/as adolescentes de  boa aparência são favorecidos na busca do primeiro emprego.

Compra o corpo como mercadoria quem tem dinheiro. Quem recusa pagar sempre termina em uma delegacia de polícia. Como aconteceu com o jogador Ronaldo. Trata-se de um crime econômico.

O crime sexual existe na perversão. No stalking, no assédio no trabalho, no feminicídio, no serial killer, no estupro, na pedofilia, na lesbofobia, na homofobia, na misandria, na misoginia etc.

O tráfico de pessoas vende escravos para diferentes serviços. Serviços sujos e pesados.