As ligações perigosas com Fernando Cavendish

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Os trilhões da corrupção, do Brasil saqueado – só a Vale do Rio Mais do que Doce vale mais de três trilhões – passam pelas mãos dos doleiros, os traficantes de moedas, e terminam nos paraísos fiscais.

É a parte da dinheirama que não se pode ostentar, que não se pode lavar, que não se pode depositar nos bancos estrangeiros sediados no Brasil Colônia.

Todos os doleiros já tiveram passagem pela Polícia Federal – Daniel Dantas, Naji Nahas, Alberto Youssef, para nomear apenas três sempre citados pela imprensa – e não há justiça que condene os espertalhões, que sabem levar vantagem em tudo.

Em 2003, Alberto Youssef foi preso por envolvimento no escândalo do Banestado Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/doleiro-amigo-de-andre-vargas-tem-ligacao-com-delta-12180893#ixzz2ymgwZwrT  © 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Em 2003, Alberto Youssef foi preso por envolvimento no escândalo do Banestado 

Agora são denunciadas as ligações de Youssef e a Delta, construtora dos palácios da justiça do Rio de Janeiro, prédios lascados de novos que parecem mais o Engenhão, estádio construído para a Copa do Mundo, mas que pode ser derrubado por uma ventania mais forte, isso em um país sem ciclones, furacões e tufões.

A justiça faz que não sabe que Fernando Cavendish, dono da Delta, desviava dinheiro público para as empresas fantasmas do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Para prender Cavendish precisa levar juntos presidente do Tribunal de Justiça e governador do Rio de Janeiro. Missão impossível.

A justiça faz que nunca viu o dinheiro dessas quadrilhas entrelaçadas. Como acontece com o ex-governador, ex-candidato a presidente da República e deputado federal ficha limpa e comedor de toco Paulo Maluf. O bem bão da grana dele é árvore permitida no paraiso. E seu doleiro também está solto e livre, como breve, breve deve acontecer, mais uma vez, com Youssef.

 

 

 

 

 

Violência na favela da Telerj patrocinada pela espanhola Vivo Telefônica e morte para os despejados da justiça e das privatizações de FHC

 

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logo telerj

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Fernando Henrique promoveu a quermesse da telefonia. O que era estatal, do povo, do Brasil, virou patrimônio estrangeiro, com a parceria de ladrões e traidores como Daniel Dantas, leiloeiro das companhias de telefone estatais, entregues a preço de banana.

Os piratas ganharam de quebra uma imensidão de prédios e terrenos que jamais foram avaliados. Uma negociata que nunca foi e será investigada, e os culpados continuarão impunes e enriquecidos. Esta mesma justiça, que se faz de cega, assinou e assina despejos e mais despejos, reconhecendo assim a honestidade das privatizações da telefonia.

Escreve Vinícius Lisboa, da Agência Brasil: “Tudo o que temíamos está acontecendo e de uma forma ainda pior”, avaliou o presidente da 55ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (Méier), Humberto Cairo, que vinha tentando mediar um consenso entre os invasores do antigo prédio da Telerj, no Engenho Novo, e a Telemar, que é dona do terreno. O prédio foi ocupado por cerca de 5 mil moradores há 11 dias. Após uma das lideranças dos manifestantes ser presa, o confronto se acirrou e os policiais usam bombas de efeito moral e gás lacrimogênio para controlar a situação.

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Representante dos moradores da ocupação, Maria José Silva, também criticou a ação: “Estamos sendo tratados como bichos. A solução que eles deram é um massacre. Fomos até eles e pedimos para acompanhar a reintegração, mas eles não aceitaram e o que estamos vendo é esta violência, com ônibus queimado, policial ferido e criança ferida”.

 

“Muitas pessoas saíram desesperadas e deixaram as coisas lá dentro. Teve gente que saiu para trabalhar e agora não está conseguindo voltar nem para pegar os documentos”, conta Maria José, que não mora na comunidade, mas vinha acompanhando a ocupação de perto por morar em uma favela próxima. “Estão falando que lá tem traficantes, mas são pessoas humildes que precisam de uma moradia”, observou.

Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro (TELERJ) foi a empresa operadora de telefonia do grupo Telebrás no estado do Rio de Janeiro antes da privatização, tendo prestado esse serviço entre os anos 1975 e passou de empresa estatal a privada em 29 de julho de 1998 quando foi absorvida pela Telemar, sendo o serviço de telefonia celular da TELERJ chamado de TELERJ CELULAR adquirido pela Telefônica Celular, empresa ligada a um grupo espanhol chamado Telefonica de España, atualmente sob o nome de Vivo.

A JUSTIÇA EM PESO

Escrevem Douglas Corrêa e Vitor Abdala: Em nota, o governo do estado, informa que, cumpre ordem judicial expedida pela juíza da 6ª Vara Cível da Comarca Regional do Méier, Maria Aparecida Silveira de Abreu, que deferiu liminar para reintegração de posse do imóvel localizado na Rua 2 de Maio, no Engenho Novo. A Polícia Militar realiza a operação de apoio aos 40 oficiais de Justiça que cumprem o mandato.

 GUERRA CONTRA O POVO

Quem patrocina esta guerra da justiça contra o povo? Da polícia do Rio de Janeiro contra o povo? O povo sempre perde. Quem ganha com esta guerra?

 

 

 

 

 

 

Infanticídio. O caso da criança Joanna Marcenal e a censura

Taxi em Movimento tem na sua página inicial o aviso:
“O autor deste blog, Jorge Schweitzer, está sendo processado pelo funcionário do TJ/RJ, André Rodrigues Marins, por perseguí-lo em razão do tal serventuário haver assassinado sua filha de cinco anos de idade sob tortura”.
Joanna Cardoso Marcenal Marins, de 5 anos, era uma menina linda, feliz e cheia de saúde e vida. Teve a vida e os sonhos destruídos pela tortura e crueldade. Leia mais  
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Depois de sua morte, apareceram vários relatos de que Joanna sofreu diferentes tipos de tortura física e psicológica dentro da casa do pai e, como se não bastasse, ainda foi atendida por um falso médico no Hospital Rio Mar. Enquanto esteve com André, Joanna passou por alguns hospitais, inclusive com a presença de seus avôs paternos, sendo atendida pelo nome de sua irmã paterna, Maria Eduarda Maia Furtado Marins em algumas consultas. Seria uma forma de ocultar o que estava acontecendo com Joanna? Em uma das poucas vezes que falou com a imprensa, André confessou, em rede nacional, que deixava Joanna amarrada no chão e suja de fezes e urina. Na mesma ocasião fez questão de avisar que PERSEGUIRIA qualquer pessoa que se colocasse contra ele.

Vale lembrar que além de trabalhar no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, junto com uma tia que é promotora, André utiliza o corporativismo a seu favor. Em uma das vezes que não devolveu Joanna para a mãe, em 2007, quando o oficial de justiça foi até o apartamento de sua mãe para verificar se Joanna estava lá, o mesmo foi ameaçado pelo então Deputado Federal Antonio Carlos Biscaia, casado com a tia promotora de André. Todo este episódio foi documentado pelo oficial de justiça e constava no processo de visitação de Joanna. Além disso, em 2007, em uma das voltas da visita de Joanna, foi constatado pelo IML que ela sofreu maus tratos. Este processo ficou parado durante 3 anos. Este ano, enquanto Joanna estava internada no hospital, chegou até a família materna uma gravação da promotora Elisa Pitaro durante uma aula onde ela fala que conhece André e que ia arquivar esse processo de 2007. Só nesta ocasião a família materna soube que a promotora do primeiro caso de maus tratos contra Joanna era Elisa Pitaro, que era professora de André na Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.

Uma seqüência de tragédias tirou a vida de Joanna. Não podemos ficar quietos, não podemos deixar que um caso como esse seja esquecido e termine em impunidade por conta da influência de seus envolvidos. Uma criança indefesa e inocente morreu sem ter ajuda. Não conseguiremos trazê-la de volta, mas agora precisamos lutar, para que a partir da punição dos envolvidos, possamos evitar que outros anjinhos sejam vítimas da insensatez humana. Faça a sua parte, participe desse abaixo-assinado e nos ajude a mostrar a indignação de toda a sociedade brasileira.

NOME DAS PESSOAS ENVOLVIDAS NO CASO JOANNA:
Pai: André Rodrigues Marins (preso)
Madastra: Vanessa Maia Furtado Marins (em liberdade)
Médica: Sarita Fernandes Pereira (estava presa mas foi solta dia 16 de dezembro)
Falso Médico: Alex Sandro da Cunha (fugitivo)
Avô paterno: José Gomes Marins
Avó paterna: Helena Marins Rodrigues Marins
Psicóloga do fórum de Nova Iguaçu: Roberta Carvalho
Psicóloga do fórum de Nova Iguaçu: Vania Sueli Mafra
Juíza: Cláudia Nascimento Vieira
Promotora: Elisa Pittaro

Mais sobre o caso, consulte o site

Engenhão. Construir foi rápido, a reforma vai demorar. É uma continuada roubalheira

O Coliseu foi construído de 68 e 79 d.C. (depois de Cristo).
Com capacidade para 50 mil pessoas, e 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos.
O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476, quando deixou de ser usado para entretenimento.
Quando passou a servir (depois de 500 anos, repito), como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
O Coliseu ainda está de pé, e continua sendo um símbolo do Império Romano, e de atração turística para Roma.

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Está em ruínas devido a terremotos e pilhagens. Quando os estádios brasileiros não suportam uma ventania. É o caso do Engenhão.

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O jornal O Globo fala de “falha” para esconder a safadeza. A roubalheira. A corrupção que rola no futebol brasileiro. Principalmente o comedouro de grana nos  estádios super, super faturados. A maioria deles gigantescos elefantes brancos. Que jamais ficarão de pé por 500 anos. Jamais. Que, segundo o artigo 618 do Código Civil: “nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis, o empreiteiro de materiais e execução responderá, durante o prazo irredutível de cinco anos, pela solidez e segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como do solo”. Garantia de uso de cinco anos. É uma vergonha.

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A lambança da Delta no Engenhão foi pior do que se imaginava

por Garotinho

Tem gente que não sabe, mas foi a Delta que fez o projeto do Engenhão. No meio da obra caiu fora e um consórcio concluiu a construção, mas a responsabilidade sobre o erro de cálculo na construção dos arcos que encimam o estádio é única e exclusivamente da Delta. E pelo que os especialistas detectaram a lambança foi feia. Serão 18 meses só para a consertar o erro da Delta.

Ainda bem que eu denunciei a bandalheira da Delta com o governo Sérgio Cabral, além de ter estourado o escândalo de Carlinhos Cachoeira e sua sociedade com Fernando Cavendish. Assim a Delta também abandonou a obra do Maracanã.

Aliás, não custa lembrar outra obra mal feita pela Delta. Trata-se do prédio novo do Tribunal de Justiça do Rio que com menos de um ano já apresentava rachaduras.

 

 

Quem bota a mão no fogo pelas empresas que vão substituir a Delta?

A proibição vale para o judiciário?
Ninguém fala dos anexos do Palácio de Justiça do Tribunal do Rio de Janeiro construídos pela Delta. Por quê?

Por causa e conta de decisões e decisões erradas do STF, o Brasil não sai da suprema pobreza, provocada pela impunidade da corrupção

Sarney diz que decisão do Supremo sobre
depoimento do Cachoeira pode estar errada

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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), disse na manhã desta terça-feira, que a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de suspender o depoimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira “pode ser uma decisão errada“, mas por ser decisão do Supremo, deve ser respeitada. 

O errado é errado é errado. Compete ao Senado como poder democrático, não aceitar a ditadura da justiça. Uma justiça absolutista que permite a prática impune de crimes. Estão aí, livres e ricos, os magistrados bandidos e vagabundos que, quando julgados pelos colegas corporativistas, recebem como castigo o prêmio da aposentadoria precoce, para uma vida vadia, no luxo e na luxúria. Uma mega aposentadoria que será herdada pela esposa, e filhos até a maioridade.  

O STF tem medo de Cachoeira? 

As relações de Cachoeira com a Delta Construções são notórias, e a Delta corrompeu governadores e prefeitos, e deve ter usado a mesma política de suborno, para construir os anexos do Palácio que sedia o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Que Cachoeira fale de suas relações com o judiciário.

 

Corrupção e pistolagem em São João da Barra. A primeira vez ninguém esquece

Prefeita Carla Machado
Prefeita Carla Machado

A prefeita Carla Machado, de São João da Barra, deve muitas explicações sobre o contrato, que selou, para matar uma assistente social da Apae.

Fica claro, bem explícito, que conhecia o covil de malfeitores, e tinha uma antiga e íntima relação com um bandido.

Tanto que chegou no bar ou boteco e, na primeira fala para o Samuca, diz:

“Que que (sic) está havendo, meu bichinho, que você tá diferente comigo”.

Chama de “meu bichinho”, nada mais amoroso.

Samuca dá uma desculpa besta para a impassibilidade.

Quem fala é uma prefeita (uma autoridade) para um criminoso (um indivíduo qualquer), que está vendendo cerveja para um bando de alcoólatras. Gente do submundo. Num local barra pesada. Não se sabe se Samuca é o dono ou mero garçom do botequim reles. Tudo indica que as duas coisas.

Samuca larga uma desculpa besta para o desprezo.  E responde com a mesma intimidade. Fica constatado que conhece a prefeita até demais:

“Não tá havendo nada não, Carla. Eu só tava com dor de cabeça na hora que você chegou”.

A prefeita esperava ser recebida com o sorriso de Eike Batista. Encontrou um Samuca de cara fechada.

CARLA CONHECE A PROFISSÃO SECRETA DE SAMUCA

A prefeita abre o jogo. Isso imediatamente. Sem rodeios.

Carla: “Eu vim aqui conversar com você (sic) se você pode dar uma surra numa pessoa”.

Samuca: “Uma surra? Em quem?”

Carla: “Mas tem que ser até a morte (risos)”.

É muita frieza, uma proposta de assassinato ser feita com sorrisos de prazer, de contentamento, de gozo antecipado.

POR QUE MATAR UMA ASSISTENTE SOCIAL?

Samuca: “Quem é a pessoa?”

Carla: “Ela trabalha lá na Apae. É assistente social”

Samuca: “Entendi”.

Qual o interesse da prefeita em eliminar uma assistente social? Fala-se que se trata de uma profissional que trabalha com moradores das terras que a prefeitura está desapropriando para Eike Batista. Vários moradores estão sendo assistidos e aconselhados pela Apae. Um trabalho que incomoda os planos milionários da prefeita, e bilionários de Eike Batista.

MAIS PESSOAS ENVOLVIDAS NA EMPREITADA

Carla Machado explica com detalhes como o crime está planejado, e fornece informações que obteve via pessoas que usou para espionar a vítima, o marido e o filho da vítima. Idem  locais de trabalho, residência, toda a vida de uma família que, covarde e cruelmente, programou destruir.

Samuca aprova a trama assassina.

Carla: “Isso, por isso gosto de conversar com você Samuca, você entende da situação”.

Este prazer da prefeita “por isso gosto de conversar com você”, sinaliza conversas outras entre os dois criminosos; e  “você entende da situação”, pode ser mais que um elogio, e sim uma referência a outras empreitadas realizadas”.

O INSTINTO ASSASSINO E PERVERSIDADE

Carla: “Você espanca ela, mas deixa ela bem caída”.

Samuca: “Mas Carla, não é até a morte, né?”

Carla: “Não, mas se caso acontecer, eu vou fazer o quê? Se caso acontecer, aconteceu”.

Samuca: “Tá certo”.

Carla: “Aí você pega, faz isso,  espanca ela, dá nela…”

 SAMUCA É UM MATADOR OU UM AGENCIADOR?

Carla: “Não é você que vai fazer o serviço. Você quer falar para mim, Samuca? Você vai mandar uma pessoa fazer”.

Samuca: “É, mas como eu falei com você, isso é comigo, né?

Carla: “Quando você me cobraria para fazer esse serviço?

Samuca: “É dois mil. Dois mil. Não é até a morte, né?”

Carla: “Não. Mas se acontecer… fazer o quê, né?”

TUDO TEM A PRIMEIRA VEZ

Este foi o primeiro contrato da prefeita Carla Machado?

Esta foi a primeira empreita do Samuca?

As respostas ficam para a polícia do governador Sérgio Cabral, para o judiciário do Estado do Rio de Janeiro, para os políticos e empresários que dependem do apoio e favores da prefeita, e para o povo de São João da Barra.

Veja gravação da conversa de Carla com Samuca

Veja quanto a prefeita gasta para limpar as sujeiras

A prefeita responde a vários processos de corrupção. Roubou até o dinheiro da festa do santo padroeiro da cidade:

“Num levantamento recente, com base em convênios firmados pelo Ministério do Turismo, o governo identificou irregularidade em dezenas de contratos com municípios e entidades diversas, inclusive para a realização das tradicionais festas de São João. Já são mais de R$ 13 milhões sendo cobrados de prefeituras. Entre os municípios reprovados, São João da Barra, no Rio de Janeiro, recebeu mais R$ 500 mil para organizar o 6o Circuito Junino. Os responsáveis, segundo a CGU, não apresentaram documentos para comprovar o correto uso de todo o dinheiro” (revista Época).

Produtores rurais são retirados à força de terras em São João da Barra. Veja vídeo. É muita violência. Bandidagem legal. Uma nova Pinheirinho de São José dos Campos. Um imenso Pinheirinho. Compreendendo matas nativas, bosques, pequenas e médias fazendas, lagos e praias.  Este o Brasil que vivemos para que Eike Batista fique cada vez mais rico. Malditos sejam. São terras desapropriadas pelo governador Sérgio Cabral e pela prefeita Carla Machado. Para aproveitadores nacionais e internacionais. E como ninguém faz nada de graça… vai ser um desmatamento com muito toco. Disse Eike, que ele e mais trinta empresários nacionais e estrangeiros vão investir 40 bilhões. E quanto vale cem quilômetros de praias?