“Os juízes condenados por crimes cometidos no uso da toga têm como pena somente a aposentadoria compulsória por mais imoral que seja o crime”

OS AMARILDOS DA JUSTIÇA

Debaixo de vara a polícia prende qualquer um no Brasil. É assim que desaparecem os Amarildos. A polícia com o poder de fazer justiça fica próxima dos justiceiros.

A vara era a insígnia dos juízes.

O termo persiste. Vara é uma divisão na estrutura judiciária que corresponde à lotação de um juiz. No caso da Justiça Federal, funciona da seguinte maneira: o Estado é chamado de Seção Judiciária; as cidades formam as Subseções Judiciárias, as quais, por sua vez, são divididas em Varas. Cada Vara está sob a responsabilidade de um juiz titular.

juiz vara

“E os juízes ordinários trarão varas vermelhas e os juízes de fora brancas continuadamente, quando pella Villa andarem, sob pena de quinhentos réis, por cada vez, que sem ella forem achados” (Ordenações Filipinas, Liv. 1, Título LXV).

Simbolicamente (não estou defendendo o uso) significa uma justiça transparente, sem sigilo, quando no Brasil, país do segredo e da censura, persiste a justiça secreta do foro especial para os lá de cima, e os cá debaixo são expostos pelo jornalismo policial = a crônica social dos pobres e miseráveis.

Confirma o provérbio: Quem rouba pouco é ladrão, quem rouba muito é barão. Si tu voles un pain, tu és un voleur, si tu en voles plusieurs, tu es un roi. Ou ainda: Ladrão endinheirado nunca morre enforcado. Para quien roba un reino, la gloria; para quien hurta un burro, la horca.

O Brasil não pode continuar com a mesma polícia que prende e arrebenta e a justiça absolutista da ditadura de 64.

Acompanhei casos dos Amarildos da justiça. Caso Baiardo de Andrade Lima versus a funcionária mafiosa Cristine Epaud dos gabinetes de dois presidentes corruptos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, envolvendo a máfia do frio. Caso do jornalista Ricardo Antunes, preso político, versus marqueteiro e cientista político Antonio Lavareda, quando foi criado o conceito de “jornalista inimigo”.

No Brasil existe duas justicas, duas polícias. Para favorecer o rei e punir os PPVs.

A polícia nunca precisou da justiça para punir os que ameaçam e matam policiais. O tribunal das milícias resolvem esses casos com a lei de Talião.

Na justiça, as maçãs podres, os bandidos togados agem impunemente. “Os juízes condenados por crimes cometidos no uso da toga (…) têm como pena somente a aposentadoria compulsória por mais imoral que seja o crime”.
PROCLAMAÇÃO DOS ADVOGADOS ATIVISTAS
aativistas

Em tempos antagônicos os pólos se radicalizam, e o que devemos impedir é o crescimento da violência. Em um Estado democrático de direito as forças institucionais devem ser capazes de contribuir para esse anseio de paz. Atualmente não temos visto isso por parte das forças policiais que se impõe através do Poder Executivo. Porém, o que não podemos permitir é que poderes constituídos para defesa do cidadão se mostrem enviesados no sentido de comprometer a legalidade em atos decisórios parciais e legalmente infundados e desmotivados no sentido principiológico do termo, exigência constitucional que esta semana não encontramos em uma decisão judicial, e que será atacada em defesa do direito de liberdade que 7 detidos possuem, mas que permanecem trancafiados no sistema carcerário, sem provas.

Esta semana que se inicia, devemos refletir quanto ao posicionamento de decisões jurídicas eivadas de interferência política filosófica, onde passa a imperar a decisão contra a lei.

Sistemas concebidos para verificação da decisão judicial foram incluídos nas constituições modernas como forma de garantia dos direitos individuais (réu primário responder em liberdade). Em nossa constituição temos como corte constitucional o Supremo Tribunal Federal que exerce a função de guardião da constituição e dos direitos e garantias individuais, quando estes são atacados por decisões judiciais concebidas a margem do Principio da Motivação da Decisão Judicial, prevista no art. 93, IX da CF88 que determina:

Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:
IX – todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

Tal Principio mesmo que presente em nossa Carta Constitucional é atacado como vimos recentemente por juízos resistentes a nova ordem constitucional, que se parabenizou em seu 25º aniversario este ano, mas que assistimos em uma sociedade inerte à sua lapidação e constante realizada por movimentos que permanecem impedindo sua efetivação. Crias que continuam produzindo a mesma mentalidade ditatorial, que em resumo construiu uma sociedade corrompida e rompida pela injustiça social, e que permanecem na contra mão deste novo período constitucional.

Não aceitaremos medidas judiciais, que se revestem de formalidade institucional do Poder Judiciário, mas que não produzem efetividade constitucional. Vejamos que o art. 93 da Carta Magna prevê a necessidade de uma legislação oriunda da mais alta corte para consagrar um Estatuto da Magistratura, que vemos ser urgente em nossa sociedade, que carrega como fardo previdenciário os juízes condenados por crimes cometidos no uso da toga, e que têm como pena somente a aposentadoria compulsória por mais imoral que seja o crime, isso acontece em razão da vitaliciedade que possuem e que é necessário às decisões imparciais, em um cargo que por eles é espezinhado quando vemos decisões politicas sendo proferidas ou crimes sendo cometidos por baixo da toga.

Nem mesmo noticias recentes advindas do próprio Supremo Tribunal Federal, na voz de seu presidente produziu repercussão alguma, quanto da necessidade de uma redação final da Loman (Lei Orgânica da Magistratura), sendo por isso que a sociedade civil na voz dos Advogados Ativistas invoca a reflexão, para atribuir a um parlatório democrático o qual seria o CNJ (Conselho Nacional da Magistratura), com a força constitucional que dela advêm, e com a contribuição de uma sociedade civil presente ali, que passa a intervir democraticamente em instituições judiciais proferindo inúmeras decisões amplamente respeitadas, é que analisamos ter legitimidade democrática para esta atuação legislativa especifica estabelecida pela Constituição.

De tal modo, existe uma necessidade emergencial da elaboração deste texto complementar exigido pela Constituição, e que sentimos não haver comoção institucional no Supremo Tribuna Federal, pensamos portanto, que uma casa democrática e efetiva e sensível a comunidade jurídica e a sociedade como é o caso do Conselho Nacional de Justiça seria o local mais adequado para conceber tal Lei Complementar.

tres macacos

Você não precisa ser advogado para entender de leis. Para saber ao menos o básico, basta ser humano. Todos os direitos que você instintivamente deseja, espera e merece são chamados de Direitos Humanos, ou seja, ser valorizado como pessoa, ter sua dignidade preservada, ser tratado como igual, ser livre para expressar-se, etc.

É perfeito, porém são apenas palavras em um papel. Inclusive foram escritas por países que historicamente desrespeitaram esses “direitos naturais”. Por exemplo, no século 19 a França possuía museus de antropologia, basicamente zoológicos de negros. Na Itália foi desenvolvida a antropologia criminal, conceito de que o crime era genético, e claro, os negros estavam na lista de mais propensos a cometerem tais atos. No Estados Unidos, na Carolina do Norte existiam leis para esterilizar crianças com QI abaixo de 70, na Virgínia leis para esterilizar crianças cegas, surdas e com problemas mentais. Detalhe importante, tudo isso antes de Hitler, ok?

Claro, Hitler levou a eugenia até as últimas consequências, e apesar de ter perdido a guerra, estamos longe de vencer o Darwinismo Social. Basta olhar as estatísticas sobre qual é a cor, escolaridade e classe econômica da população carcerária.

Filósofos modernos como Zygmunt Bauman entendem que a fórmula de ouro para a construção de uma sociedade “feliz” consiste em equilibrar liberdade e segurança. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é caos. Para ter mais liberdade é preciso abrir mão da segurança. Para ter mais segurança é preciso abrir mão da liberdade. O sistema nunca atingiu esse equilíbrio, se é que admite tal equilíbrio.

Diversos filósofos políticos, como John Rawls , defendem que para construir uma sociedade justa é preciso usar o “véu da ignorância”. Imagine que você tem um bolo e precisa dividi-lo de maneira justa. Como faria?

Resposta: A maneira mais justa de dividi-lo é sem saber com qual pedaço você vai ficar. Dividindo-o sem saber qual é a sua parte, você estaria inclinado a dividi-lo de maneira justa.

O “véu da ignorância” trata justamente disso, algumas vezes a maneira mais justa de tomar uma decisão é se colocar em uma posição onde você tenha menos informação, isso o “força” a pensar coletivamente.

Operação Paraíso. Os defensores dos irmãos Metralha (com vídeo)

Faisal Rasool
Faisal Rasool

Quando acontecia a Operação Paraíso, Christine Epaud, na Noruega, concedeu entrevista para defender os irmãos Metralha (testemunho de uma convivência de dois a três anos):

– “Rapazes agradáveis e simpáticos”.

Shahid Rasool
Shahid Rasool

Para a polícia, os quatro irmãos paquistaneses são os assassinos de um vietnamita. E envolvidos em brigas de gangues em Oslo, com tiroteio e mortes. Inclusive um brutal sequestro, com tortura. Clique aqui.

Yasir Rasool
Yasir Rasool
Qaiser Rasool
Qaiser Rasool

Para quem não sabe: A população da Noruega duplicou com os emigrantes. Assim fica explicada a vinda dos irmãos Metralha para o Brasil com outros noruegueses. Todos com passagem pela polícia.

Nesta mesma reportagem sobre a máfia do frio, os jornalistas DAVID STENERUD e HANS KRISTIAN THORBJØRNSEN citam Christine Epaud como  svigermoren  de Thomas  Kristiansen.

Bjorn Løvstad, denunciado pela Operação Paraíso, também dá seu testemunhal sobre os irmãos Metralha. O interessante é que esta reportagem tem o seguinte título: “Envolvidos no negócio imobiliário, em Natal, não diriam uma palavra ruim sobre os temidos irmãos Metralha”.

Nesta reportagem de DAVID STENERUD, “Minha sogra contra-ataque”, Kristiasen defende Bjorn Løvstad.

Christine acusada de espalhar boatos, pede ao repórter para ser chamada simplesmente de “sogra”.

Para Løvstad, o interesse de Christine, proprietária da Sol Brasils,  de denegrir os “concorrentes visa encobrir o seu próprio contato com os Irmãos Metralha”.

O contra-ataque de Christine :

– “Sol Brasils foi fechada. Já faz mais de um ano. Agora eu sou apenas uma agente imobiliária freelance. Thomas não funciona em todos (negócios)”.

Christine mentiu. A Sol Brasils continua tão ativa quanto ela, apesar de aposentada por invalidez permanente. E super ativa como empresária e funcionária pública de gabinetes de presidentes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

Acrescento que uma aposentadoria mais do que justificada: fez um transplante de rim, em Paris, cidade onde tem residência fixa.

Por que Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro queriam uma inválida no gabinete da presidência do Tribunal, sogra de um ex-presidiário e com relações perigosas?

Acredito por ser uma mulher que vive no tráfico. Que não para. Vive no tráfico aéreo. A reportagem de DAVID STENERUD tem o seguinte parágrafo final:

“A sogra de Thomas Kristiansen está atualmente em uma visita à Noruega, mas disse que  viaja, domingo, para os EUA”.

Com a posse da desembargadora Judite Nunes, Christine terminou um longo reinado no judiciário. Na vassourada, teve que retornar para seu antigo turismo na Secretária de Administração do Governo do Estado. Por morar no mesmo prédio, pediu à governadora Rosalba Ciarlini para ser lotada na Casa Civil. Sempre foi um emprego chinfrim, Christine, proprietária de uma dezena de empresas, não precisa ser funcionária pública potiguar.

Não há nenhum interesse salarial. O salário de barnabé não paga a vida luxuosa em Paris e Natal, e as costumeiras viagens internacionais.

Lotada no gabinete do presidente do TJ-RN, entrou com um  pedido de reenquadramento no Tribunal de Contas. Isso pode render um imoral precatório. Neste processo contra o TC, Christine apelou para a Justiça Gratuita, o que vale como um atestado de pobreza tão cobiçado pelos pobres que “têm sede de justiça”.

O bom, bem bão, diria o poeta Mário de Andrade, é que Christine, por ser aposentada por invalidez, não paga imposto. Nem impede pedir ao Detran a renovação da carteira de motorista.

Em testemunho na Justiça do RN, processo n. 001.04.015369-0: “esclarecendo a depoente que por ser aposentada por invalidez é isenta de pagamento do imposto de renda, que não se dispõe a quebrar seu sigilo bancário…”  Não fica claro se uma aposentadoria francesa e/ou brasileira.

No Brasil, a máfia dos irmãos Metralha  aparece no

Processo nº 0007185-89.2007.4.05.8400 – acusados GHULAM ABBAS ou ABBAS GHULAM, FAISAL RASOOL, ZAHID RASOOL, QAISER RASOOL, YASIR RASOOL, BJORN THOMAS LOVSTAD e TERJE FALKENHALL. Em tramitação na Justica Federal no Rio Grande do Norte – JFRN.

Os irmãos Metralha. Os irmãos RASOOL:  Ghulam Abbas (na época com 31 anos), Shahid Rasool (26), Zahid Rasool (29), Yasir Rasool (23), mann (21) og mann (28)
Os irmãos Metralha ou irmãos RASOOL: Ghulam Abbas (na época com 31 anos), Shahid Rasool (26), Zahid Rasool (29), Yasir Rasool (23), mann (21) og mann (28)
Vídeo da Dagbladet TV, Oslo, 2008
Vídeo da Dagbladet TV, Oslo, 2008

Assista aqui vídeo.

Os irmãos Metralha também estão sendo processados na Noruega por mais de 130 ações criminosas. E acusados de lavar 13,5 milhões. O tribunal de Oslo considerou que o dinheiro foi contrabandeado para o Paquistão e Brasil. Existe uma lista não divulgada de pessoas investigadas. Este documento secreto envolve 12 dos 16 acusados como membros da quadrilha. Use o tradutor Google e leia

Armação de Christine Epaud contra o Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte

Christine Epaud é proprietária e diretora de uma suruba de empresas, e funcionária pública, sem local de trabalho, da Secretaria de Administração do Governo do Rio Grande do Norte. Inclusive recebia dinheiro para estudar francês em Paris.

Para fazer publicidade de uma de suas empresas, vende a condição de  funcionária do Tribunal de Justiça. E afirma, oficialmente, que foi funcionária do Tribunal de Contas. Isso para o próprio Tribunal. Tanto que pede reenquadramento no quadro de funcionários.

É um processo que tramita, que dorme em berço esplendido, e pode assim Christine Epaud, sem concurso, aparecer, da noite para o dia, “novamente”, funcionária do Tribunal de Contas.

Mas isso não é tudo. Além da benesse de funcionária sem concurso, reconhecida como tal, tudo pode virar um baita precatório. Já pensou quantas botijas de ouro e prata – são onze anos de salários a partir da primeira contagem ajuizada por Crihstine Epaud, mais correção monetária, mais os anos de engavetamento: quinze em 2008?

Olha que Christine diz para o Tribunal: “pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos (… e) que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa”.

Até agora tudo favorece Christine. Que decide o Tribunal: “Nada obsta (…) que a tutela seja concedida por ocasião da prolação da sentença. (…) Defiro o pedido de justiça gratuita”. 

Proprietária de várias empresas, hotéis, construtoras, restaurantes etc, e com justiça gratuita, Christine pode esperar … a tutela. 

Dados do Processo

Processo:

0030759-34.2008.8.20.0001 (001.08.030759-1)

Classe:

Procedimento Ordinário

Área: Cível

Local Físico:

09/02/2012 13:05 – Secretaria – Pilha 298

Distribuição:

Direcionamento – 10/11/2010 às 14:10

5ª Vara da Fazenda Pública – Natal

Valor da ação:

R$ 2.000,00

Partes do Processo

Autora: Christine Epaud

Advogado: Manuel Antonio da Cunha

Advogado: Maria Auxiliadora de Azevedo Cunha

Réu: Estado do Rio Grande do Norte (Tribunal de Contas do Estado – TCE/RN)

Exibindo todas as movimentações. >>Listar somente as 5 últimas.

Movimentações

Data Movimento

18/11/2010 Concluso para Sentença

Red 1VFP – 01

10/11/2010 Recebimento

10/11/2010 Processo Redistribuído por Direcionamento

Portaria nº 01/2010 – JEFP

10/11/2010 Recebimento

10/11/2010 Remessa à Distribuição

10/11/2010 Remessa à Distribuição

14/07/2010 Concluso para Sentença

/ap

30/06/2010 Recebimento

Com base no artigo 3º, inciso II, da Resolução nº 030/2010, do Tribunal de Justiça do Estado (DJE de 12.05.2010).

13/06/2010 Processo Redistribuído por Direcionamento

Com base no artigo 3º, inciso II, da Resolução nº 030/2010, do Tribunal de Justiça do Estado (DJE de 12.05.2010).

13/06/2010 Recebimento

13/06/2010 Remessa à Distribuição

13/06/2010 Remessa à Distribuição

20/05/2010 Certidão da Publicação no DJe

Relação :0109/2010 Data de Publicação: 21/05/2010 Data Circulação: 20/05/2010 Número do Diário: DJe Ano 4 Edição 610 Página: 493-500 Data de Vencimento:

19/05/2010 Aguardando Relação/Publicação no DJe

Relação: 0109/2010

14/05/2010 Recebimento

14/05/2010 Despacho Proferido em Correição

Vistos em correição. Com base no artigo 3º, inciso II, da Resolução nº 030/2010, do Tribunal de Justiça do Estado (DJE de 12.05.2010), proceda-se ao remanejamento deste processo para a 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital. Cumpra-se. Publique-se.

09/03/2009 Concluso para Sentença

06/03/2009 Parecer Ofertado Pelo M.P

Se excluindo da lide

06/03/2009 Autos devolvidos pelo Ministério Público

17/12/2008 Carga ao Ministério Público

15/12/2008 Aguardando Manifestação do Ministério Público

15/12/2008 Juntada de Petição

da parte autora se manifestando sobre a contestação.

15/12/2008 Recebimento

12/12/2008 Carga ao Advogado

10/12/2008 Certidão da Publicação no DJe

Relação : 290/2008 Data de Publicação: 11/12/2008 Data Circulação: Número do Diário: Página: Data de Vencimento:

09/12/2008 Aguardando Relação/Publicação no DJe

Relação: 0290/2008

02/12/2008 Ato ordinatório

Com permissão no artigo 4º, inciso VIII do Provimento nº 10/2005, da Corregedoria da Justiça deste Estado, expeço ao Diário da Justiça Eletrônico intimação à parte autora, por meio de seu representante legal, para que se pronuncie sobre a resposta e documentos apresentados pelo réu, no prazo de 10 (dez) dias.

02/12/2008 Juntada de Contestação

10/11/2008 Aguardando Decurso do Prazo

autor se manifestar sobre a contestação, até 08.01.2009

07/11/2008 Prazo alterado – suspensão/prorrogação

Prazo referente à movimentação foi alterado para 01/01/2009 em virtude de alteração na tabela de feriados

29/10/2008 Aguardando Decurso do Prazo

Estado contestar até 29.12.08.

Vencimento: 01/01/2009

29/10/2008 Juntada de Mandado

de citação do Estado.

16/10/2008 Aguardando Devolução de Mandados

01

16/10/2008 Certificado Outros

remetido mandado à CCM (citação ao Estado do RN)

13/10/2008 Mandado Expedido

09/10/2008 Expedir Mandados

09/10/2008 Certidão da Publicação no DJe

Relação : 241/2008 Data de Publicação: 10/10/2008 Data Circulação: : 09/10/2008 Número do Diário: Dje Ano I – Edição 228 Página: Data de Vencimento:

08/10/2008 Aguardando Relação/Publicação no DJe

Relação: 0241/2008

07/10/2008 Recebimento

da decisão que indeferiu o pedido de tutela.

06/10/2008 Decisão Interlocutória

Vistos, etc. CHRISTINE EPAUD, qualificada, assistida por advogado, ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa. Juntou documentos de fls. 11/64. Relatado, decido. A tutela antecipatória dos efeitos da sentença de mérito é revestida da capacidade de proporcionar ao autor a satisfação antecipada, total ou parcial, da própria pretensão. Para a concessão de tão importante instrumento na busca pela eficácia da prestação juri sdicional, alguns requisitos devem ser inequivocamente demonstrados, consoante preconiza o art. 273 e incisos do CPC, in verbis: Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I-haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II-fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. No caso em tela, porém, a urgência na medida requerida não se justifica, levando-se em consideração o longo lapso temporal entre o ato de relotação da autora (11.01.1993) e o ajuizamento da presente ação. Note-se que há mais de 15 (quinze) anos a requerente passou por essa mudança funcional sem ter acorrido antes ao Judiciário. Como para a concessão de tutela antecipada, é necessária a verificação simultânea dos pressupostos da verossimi lhança da alegação e do fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, a ausência de um deles, a urgência, implica a desnecessidade da apreciação do outro pressuposto, e sobretudo impede a concessão do pleito. Nada obsta, entretanto, que a tutela seja concedida por ocasião da prolação da sentença. CONCLUSÃO Diante do exposto, indefiro o pedido liminar requerido pela autora, determinando a citação do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, por intermédio da Procuradoria Geral, para que possa responder à ação no prazo legal. Se a resposta contiver preliminar ou documento novo, intime-se A demandante para se manifestar em 10 (dez) dias. Em seguida abra-se vista ao Representante do Ministério Público. Defiro o pedido de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se.

02/10/2008 Concluso para Decisão

02/10/2008 Recebimento

01/10/2008 Processo Distribuído por Sorteio

Incidentes, ações incidentais, recursos e execuções de sentenças

Não há incidentes, ações incidentais, recursos ou execuções de sentenças vinculados a este processo.

Petições diversas

Data Tipo

02/12/2008 Contestação

do Estado do RN

Audiências

Não há Audiências futuras vinculadas a este processo.

Christine Epaud funcionária do Tribunal de Justiça de Natal e proprietária de várias empresas

Retrato natalense de Christine Epaud
Retrato natalense de Christine Epaud

Funcionária pública (com certeza) do Tribunal de Justiça (diz ela) do Estado do Rio Grande do Norte, com residência fixa na França, e várias empresas no Brasil, praticamente todas em um mesmo endereço, Christine Epaud leva uma vida bastante movimentada para quem (falta confirmar) recebe pensão por invalidez permanente dos governos brasileiro (INPS) e francês (CRAMIF). No INPS, com o nome de Christine Jeytoo ou Christine José da Silva. Também usa codinomes. Na internet, o sugestivo Prety.

Em verdade  sofreu um transplante de rim em Paris, com o plano de saúde do marido. Isto é, tudo custeado pelo governo francês. Apesar de ter comovido Natal com uma  campanha para arrecadar dinheiro. Fez, inclusive, um dramático apelo pela televisão. A Cabugi. Trabalhava lá, segurando o pau. Naqueles tempos, nas filmagens, acompanhava o cinegrafista um iluminador. E Christine fazia sucesso, porque era um trabalho braçal. Coisa de homem segurar um pau de luz. O pedido de Christine era mais do que justo. Era muito pobre. Não tinha dinheiro para bancar uma cirurgia.

Até o governo de Cortez Pereira, Natal não possuía televisão. Foi quando secretário das Comunicações fiz chegar o sinal da TV Canal 6 do Recife, via torres de transmissão. A TV Tupi pegou fogo no Recife. E apareceu a Globo. Participando das entrevistas como iluminadora, Christine fez amizades, facilitando que, sem concurso, fosse contratada pelo Tribunal de Contas.

Bonita. Tanto que conseguiu o terceiro casamento com Gilles Epaud, um francês, e assim foi morar em Paris, urdindo (outra magia) uma licença da Secretaria de Administração do Governo do Estado, paga para estudar francês.

Onze anos depois pede o reenquadramento no quadro de funcionários do Tribunal de Contas. Misterioso o salto do Tribunal para a Secretaria de Administração do Governo do Estado. Mas fantástico ela anunciar, pela internet, que trabalha no Tribunal de Justiça, lotada nas presidências dos desembargadores Oswaldo Cruz e Rafael Godeiro. E foi assim, quando rolavam os precatórios, que conseguiu, num processo corporativo que envergonha o judiciário, ganhar, sem resgatar de todo, o hotel que botou o nome de Chalezinho Francês, para homenagear o marido Gilles.

Mas nem o casamento, nem o emprego público, nada justifica o enriquecimento rápido de Christine, ou muito menos explica ela possuir uma suruba de negócios com nomes empresariais diferentes, e para realizar as mesmas empreitadas.

É proprietária das seguintes empresas (falei doutras num artigo intitulado suingue, porque as empresas têm um mesmo endereço: o quartinho de um hotel zero estrela, e denunciadora e escandalosa sociedade com ex-presidiários, inclusive o genro):

1. Atlantica Estate Investimentos Imobiliários Ltda
2. Nova Dimas Construção 2005 Ltda
3. Sol Brasils Com. & Construção Ltda
4. E Faros Processamento de Computação Ltda
5. C. Epaud
6. Loan Investimentos Imobiliários Ltda
7. Restaurante Marbella Ltda
8. Brazil Real Estate e Construção Ltda
9. RGN Brasil Incorporações Imobiliárias Ltda

Existem mais, listei apenas as que tenho o número do CNPJ.

Na C Epaud não aparece o costumeiro Ltda. Nem o S.A. Simples e estranhamente C Epaud. Com o CNPJ n.11.216.778/0001-89. Não é nome fantasia. Todos os nomes citados são empresariais.

Impiedosa e vingativa, Christine, dona de uma empresa de processamento de computação, não vai encontrar nenhum documento para varredura no meu computador. Seria besteira minha…

Natal precisa limpar a mancha do nome Capital do Crime Internacional.

Falo do caso Christine Epaud porque sei do que é capaz, e conheço pessoas que ela enganou. Chantageou. Coagiu. Basta exemplificar com os processos que correm na justiça. Não perde uma.

Gilles tem recusados todos os documentos que apresenta. E contra Gilles, Christine armou uma ordem de prisão internacional. O Gilles não pode entrar na casa dele em Paris. E foi o plano de saúde de Gilles que salvou Christine de uma morte certa. E com o nome de Gilles, Christine cria mais uma empresa: C Epaud. Não sei se uma sociedade anônima ou limitada. Nem que diabo ela faz com essa empresa. Boa coisa não é.

Ofertas de “negócios” e transações financeiras de Christine Epaud. Promete resolver todo tipo de “problema judicial” no Brasil

Retrato internacional de Christine Epaud

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April 2005 – Present (7 years 4 months) Natal/Brasil

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Tribunal de Justice in Brasil

Saue Municipal Goverment

Government Agency; 11-50 employees; Government Administration industry

March 1982 – Present (30 years 5 months)

Formação acadêmica

Facex university natal

Master of Science (MS), Turisme

1991 – 1995

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Salling Properties, and maling documents, buildingnpopular houses.in Brasil
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christine epaud
Diretor de Crédito Invest Ltda, estudante de Direito empregado Tribunal de Justiça
Natal e redondezas, Brasil Construção
Atual
Proprietário Solbrasils Com. Ltda
Diretor de Empréstimo investimentos ltda. E Solbrasils ltda e Empréstimo Investimentos Ltda
Diretor de Crédito Ltda juba investimentos Solbrasils Ltda e Solbrasils ltda

Formação Acadêmica
Facex Universidade Natal

Site da Empresa
Perfil Público
http://br.linkedin.com/pub/christine-epaud/40/313/38

Experiência

proprietária
Sol Brasils Com. & Construção Ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses)

Diretor de Empréstimo Investimentos Ltda. E Sol Brasils Ltda
Empréstimo Investimentos Ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil Falo 7 línguas também.

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Diretor de Empréstimo Investmento Juba Ltda Sol Brasils Ltda

Sol Brasils ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil

Eu só quero que você informe tudo o que eu falar sete sua linguagem mais fácil de ter conexão para realy estados e Juridicaly.
Tribunal de Justiça no Brasil
Saue Goverment Municipal
Agência do Governo; 11-50 funcionários; Setor de Governo
Março de 1982 – Presente (30 anos 5 meses)

Estas informações estão na internet no Linked in. Confira. Clique aqui.

Estranho que uma funcionária do Tribunal de Justiça apareça na internet oferecendo, para diferentes países, tantas oportunidades de acordos de negócios, investimentos, empréstimos, solicitações de informações, lóbi etc.

Que o Conselho Nacional de Justiça, a Polícia Federal, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte investiguem as empresas citadas. Que transas foram realizadas com este anúncio publicitário. Idem as autoridades econômicas e financeiras.

Estranho que uma funcionária do judiciário seja proprietária de várias empresas. Já denunciei que Christine Epaud tem um suingue de empresas em um hotel de zero estrela. Mais empresas que os quartinhos do hotel Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal. Mais empresas do que funcionários.

Como funcionária da justiça vende os serviços “advocatícios” de resolver “todo tipo de problema judicial no Brasil”. Isso tem nome. Não sei como a presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e a ministra Eliana Calmon chamam tal oferta.

Fico confuso: que a mesma Christine Epaud, africana de nacionalidade brasileira, ora se diz funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado do Rio Grande, ora pede reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte. Não sei se conseguiu este mágico feito, depois de mais de uma década de ausência, residindo em Paris. Também extraordinário, e escandaloso, e imoral, que seja funcionária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Uma funcionária pública e proprietária e diretora de uma dezena de empresas.

O poder de bilocação de Christine Epaud

O quarto. Christine Epaud e o atual marido
O quarto. Christine Epaud e o atual marido

Christine Epaud ganha uma nota, na malandragem, como funcionária pública do povo potiguar, morando em Paris, onde tem residência fixa. Já escrevi sobre esta maracutaia de ser embaixatriz do Rio Grande do Norte na França.

Veja como aconteceu:

Christine Epaud casou com um francês, Gilles, de quem herdou o sobrenome e a nacionalidade francesa.

Gilles Epaud conheceu a futura esposa na África, precisamente na Tanzânia, país onde Christine nasceu. Lá ela também “conheceu”, biblicamente, Ubaldo Wilca da Silva, pai de sua segunda filha.

O pai da primeira desconheço o nome.

Christine veio morar no Brasil, e foi trabalhar no Tribunal de Contas. Entrou sem concurso. Sem conhecer a língua portuguesa. Não sei se era boa de língua. Com certeza falava sua língua natal, o sualí, e talvez o alemão e o inglês, porque a Tanzânia foi colônia da Alemanha (1980/1919) e da Inglaterra (até 1962/64).

Uma misteriosa necessidade burocrática, ou encantamento internacional de possuir uma funcionária poliglota, explique a conquista de Christine.

Não é fácil entrar em um tribunal, sonho de muitos universitários e mestres e doutores brasileiros.

Mas não é que se deu… aconteceu.

Também aconteceu que Christine casou com Gilles. E quem casa quer casa para ficar juntinho com a pessoa amada, no maior amor. Mas a casa de Gilles era em Paris.

Christine propôs as maravilhas de ser boa também em língua francesa. Estudar língua francesa em Paris. Tudo pago pelo Tribunal de Contas. Era uma proposta indecente, que o governo do Estado do Rio Grande do Norte aceitou.  Diz que foi “re-lotada” (devia ser apenas ré), por uma inacreditável magia.

Assim Christine, sem concurso, conseguiu o milagre de ser funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, para estudar francês.

Casada com um francês, tinha que usar a língua, que Gilles ainda hoje fala pessimamente o português. Tinha que falar francês em casa e na rua. E no trabalho: na sede da embaixada do Rio Grande do Norte em Paris, um prédio que ninguém sabe onde fica. Segredo de estado, do conhecimento exclusivo do governador na época, e hoje, talvez, da governadora Rosalba Ciarlini. Que Christine continua morando em Paris, e recebendo como inválida na França (*), e ativa no Rio Grande do Norte, pelos poderes da bilocação.

Super, super ativa, montou uma suruba de empresas privadas. Já falei das privadas de Christine, funcionária publica e empresária de múltiplas empresas. Isso é legal? Ora, ora, mais do que legal para Christine.

Eis que se deu que Christine armou uma volta triunfal, rica, portentosa, desenterrando o passado e botijas de ouro e prata.

Começa por acusar de ato arbitrário, violento, ditatorial, ao arrepio da lei (**), crime praticado por algum presidente do Tribunal de Contas. Transcrevo do Diário Oficial:

Ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa.

Por falta de contraditório? (***)

(*) O embaixador da França no Brasil Yves Saint-Geours sabe do caso ou que investigue no CRAMIF.

(**)   Um ato ilegal cometido por alguém ou por uma entidade qualquer pode ser designado de diversas formas. Podemos citar a improbidade administrativa, a prevaricação ou até corrupção. São todos casos no qual um órgão ou organismo age ao arrepio da lei.

(***) O Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa é assegurado pelo artigo 5º, inciso LV da Constituição Federal, mas pode ser definido também pela expressão audiatur et altera pars, que significa “ouça-se também a outra parte”. Acompanhei o nascedouro do Tribunal de Contas. Isso bem de perto. Conheci todos os fundadores. Todos. Presenciei as nomeações. Não acredito que nenhum tenha sido capaz de tal perseguição.  Que o presidente Valério Mesquita seja testemunha. O TCE jamais pagaria uma lua de mel em Oropa, França e Bahia. Essa armação foi coisa de algum governador desonesto ou enganado. Ludibriado por um secretário de Administração corrupto.

Lá em Paris, Christine, via procuração, recebia mensalmente o salário, sem contestação, desde 1993. Isto é, recebia dinheiro público, e dinheiro público não pode ser secreto, nem dissipado. E denunciar esta aberração se faz necessária. Por 1001 motivos.

Christine usa o nome do terceiro companheiro: Epaud, apesar de ter solicitado a prisão dele.

Para a sociedade de Natal, apresenta Snorre Fossland  como esposo, mas eis que ele desmanchou uma sociedade que tinha com Christine, em uma suruba de empresas. Fossland possui vários negócios no Brasil. Uma riqueza que não aparece na Noruega.

Aviso: não vou parar de defender os interesses do povo do Rio Grande do Norte. O dinheiro do povo é sagrado. Mesmo que custe a minha vida. Faz parte da minha profissão. De jornalista profissional. De professor de jornalismo, com cursos realizados no Ciespal, Unesco, e Universidad de Navarra, entre outros.

Faz parte do meu amor a Natal. Dívida de vivência e fidelidade aos amigos.

Diretor do Suplemento Literário, conheci Dorian Gray, Deífilo Gurgel, Raimundo Nonato, Manoel Onofre Júnior, Jaime dos G.Wanderley,  andei como cicerone de Carlos Pena Filho, Gilberto Freyre, Marcos Vilaça, Ascenso Ferrreira na noite natalense; de Jorge Amado, Eneida, Ênio Silveira nas estradas empoeiradas de Natal a Mossoró; e redator-chefe do jornal A República, no Governo Dinarte Mariz.

Secretário de Comunicação no governo de Cortez Pereira, voltei A República como diretor-responsável,  e dirigi a Imprensa Oficial e a Assessoria de Imprensa do Palácio Potengi. Neste mesmo tempo continuei lecionando nos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, da Universidade Católica de Pernambuco, aulas marcadas para a noite da sexta-feira e  sábado. Esse corre-corre impedia de visitar os amigos natalenses.

Amada Cidade amada, onde estudei História. Tive meu primeiro emprego de professor, ensinando Filosofia na Escola Normal, indicado e substituindo Francisco Fausto.

Faz parte da minha confiança na Justiça, crença que aumentou depois da Operação Judas.

Por paixão, idealizei a Primeira Feira de Livros do Rio Grande do Norte, patrocinada pelo prefeito Djalma Maranhão, que me convidou para assumir o cargo de Secretário de Educação e coordenar sua campanha de governador (possíveis feitos impedidos pelo golpe de 64).

Iniciei a campanha jornalística para o soerguimento da Coluna Capitolina, presente de Mussolini, derrubada pelo povo na II Grande Guerra.

Promovi a modernização da Imprensa Oficial, com a licitação de compra, no governo de Cortez, da atual impressora, e mudança do sistema gráfico de composição.

Realizei no Teatro Carlos Gomes, que hoje tem o nome de Meira Pires (ele estava presente), o Primeiro Recital Internacional de Poesia.

Sagrado chão, onde vivi a minha juventude estudantil, presidindo o Clube Universitário, por indicação de Woden Madruga, em cuja casa residi. Também dividi moradia com Hemetério Gurgel. Vivi em pensionato com Cassiano Arruda e Joanilson de Paula Rêgo.

Histórica redação d’A República com Câmara Cascudo, Veríssimo de Melo, Miriam Coeli, Newton Navarro, Celso da Silveira, Expedito Silva, Gerson Dumaresq, Jurandir Barroso.

Tempos dourados da poesia de Walflan de Queiroz, Zila Mamede, Sanderson Negreiros, Berilo Wanderley. Do jornalismo de Luiz Maranhão Filho, de Ticiano Duarte, Romildo Gurgel, Elóy de Souza, que me concedeu sua última entrevista.  Da campanha de Djalma Marinho a governador com Vingt Rosado, Tarcísio Maia,  Diógenes da Cunha Lima; de secretariado do panfletário jornal O Nordeste, dirigido por Joanilo de Paula Rêgo.

Sagrado chão de Natal onde estão enterrados meus pais.

Sagrado chão onde semeei meus sonhos e minha poesia. Encantado chão das primeiras namoradas.

RN: ONDE O CRIME COMPENSA. E A GLOBO ENCOBRE

Conversa Afiada do jornalista Paulo Henrique Amorim reproduz e-mail do blogueiro sujo Daniel Dantas. Vale a leitura, inclusive para entender como a corrupção domina o Rio Grande do Norte. Tanto que Christine Epaud, residindo em Paris, consegue receber salário de funcionária Maria Candelária da Secretaria de Administração. Na estranha condição de barnabé e proprietária e diretora de uma dezena de empresas. Talvez umas vinte empresas. E mais escandalosa a sua relação promíscua com o judiciário potiguar, onde não perde uma e, mais absurdo que pareça, tem atestado de pobreza passado pelo Tribunal de Contas. Onde corre um precatório seu de retorno como alta funcionária. Isso morando em Paris, desde que lá foi residir com um marido francês, Gilles Epaud. E do governo francês recebe uma gorda pensão. Desde que prove sua permanência em Paris. Santos poderes de Christine. Que diz ser bispa na Tanzânia, sua terra natal. Fica entendido que tem três cidadanias com direito a três passaportes. Ou quatro? Passaportes adquiridos nos quartos.

No RN os poderosos não são investigados, prova Paulo Henrique Amorim. Nem Christine.