Um hipotético impeachment de Dilma faz Temer presidente

 

 

Quem imagina o impeachment de Dilma, luta por um presidente do PMDB, partido que já preside a Câmara dos Deputados (Eduardo Cunha) e o Senado Federal (Renan Calheiros). Um presidente da República que seria o vice Michel Temer. E Eduardo Cunha acumularia os cargos de vice-presidente do Brasil e presidente da Câmara dos Deputados.

Mesmo que existisse uma lei de impedimento para Temer, por ter sido uma escolha pessoal e preferencial de Dilma, e eleito com os votos de Dilma Rousseff, o PMDB continuaria com a presidência.

É isso aí. Só dá PMDB.

É PMDB na cabeça. Sempre.

 

capa1n_veja

O Portal Fatos Desconhecidos publica: “Nossos leitores têm enviado inúmeros imeios, perguntando como funciona um impeachmente, e perguntando se nesse caso Aécio assumiria. (…) A resposta é um sonoro não“.

Sérgio Ricardo Facebook
Sérgio Ricardo Facebook

O Portal Buzz Feed explica todo o processo do impeachment. Leia. 

“O presidente da Câmara é quem decide se o pedido de impeachment é arquivado ou encaminhado aos parlamentares. O pedido precisa receber os votos de dois terços dos 513 deputados para continuar.

(…) Se o processo de impeachment da presidente Dilma for aprovado e julgado procedente, quem assume é o vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), e ele fica até o final do mandato“. Até 31 de dezembro de 2020. Tal como aconteceu com Alckmin que era vice-governador do falecido Covas, Temer assumiria como vice, e poderia disputar a primeira eleição a presidente em 2020, a reeleição em 2024.

Temer deixaria de ser presidente no último dia do ano de 2028

 

Amarildo
Amarildo

No Portal Awebic as  seguintes informações:

E se o Vice-Presidente também sofrer impeachment?

O Vice-Presidente pode sofrer impeachment se, após assumir o cargo de Presidente da República, cometer crime de responsabilidade. Mas não existe propriamente impeachment de Vice-Presidente. O que há é o impeachment do Presidente da República, que pode, no caso, ser um Vice-Presidente que assumiu o mandato.

De qualquer forma, se o Vice sair, a linha sucessória prevista o artigo 80 da Constituição Federal prevê por ordem: o Presidente da Câmara dos Deputados, o Presidente do Senado Federal e o Presidente do Supremo Tribunal Federal.

No cenário atual, se Michel Temer sofresse um impeachment, quem assume é Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Se Cunha também saísse, quem assume é Renan Calheiros (PMDB-AL). Na linha de sucessão o próximo seria Ricardo Lewandowski.

Em qual circunstância seria necessário realizar novas eleições?

Isso pode acontecer caso fiquem vagos os cargos do Presidente e do Vice-Presidente, por cassação, morte ou renúncia. Aqui há um tratamento diferenciado, previsto no artigo 81 da Constituição Federal e em seu parágrafo primeiro. Se os cargos ficarem vagos nos dois primeiros anos de mandato, convocam-se novas eleições diretas. Caso isso aconteça durante os dois últimos anos do mandato, há eleição, mas indireta, pelo Congresso Nacional.

Então é possível que um candidato nas últimas eleições possa ser presidente antes de 2018?

Vale lembrar que Dilma Rousseff só poderia ser cassada por um eventual crime cometido no mandato atual, ou seja, a partir de 1 de janeiro de 2015. Mesmo denúncias de quando ela foi ministra ou no mandato de 2010 a 2014 não serviriam como base para o impeachment. O mesmo vale para o Vice-Presidente Michel Temer, que só poderia sofrer impeachment caso cometesse um crime a partir do dia em que virasse presidente. E tudo isso teria que acontecer em até dois anos após o início do mandato.

Não acredito que Temer, Cunha, Renan e lideranças do PMDB estejam envolvidos em alguma conspiração contra Dilma.

Os extremistas da direita tramam um golpe, e não um impeachment.  Conspiram o retorno da ditadura militar, que só pode acontecer na marra, pelo poder das armas. Existem quinta-colunas que atraiçoam, inclusive, a intervenção de uma legião estrangeira.

 

 

Toda ditadura é criminosa. Nunca mais tirania

incitação

 

Exemplos de incitação ao crime:

pedir o retorno da ditadura,
defender uma intervenção militar,
propagar um golpe, que levará o Brasil a uma guerra interna.

A pena de detenção deve ser bem maior. Que uma guerra civil mata milhares de pessoas.

Pedir a intervenção de um exército estrangeiro é crime de traição à Pátria.

O que aconteceu de novo, na política, nestes cem dias de governo de Dilma?

Os tucanos e aliados, derrotados no primeiro e segundo turnos, elegeram Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados. E desejam o impeachment de Dilma, por atos e fatos debatidos na campanha eleitoral, e julgados pelo povo nas urnas.

Toda ditadura mata a Liberdade, a Democracia, a Fraternidade.

Por uma justiça social, por uma polícia social, por um governo do povo, pelo povo, para o povo, nunca mais ditadura.

A tortura é um crime hediondo. Tortura nunca mais.
Nunca mais tirania. Nem colonialismo.
Independência ou Morte!

QUE ESTRANHO! Marcha do dia 15 por um presidente de nome não revelado

Um movimento golpista que prende e arrebenta

 

Crianças filhas de perseguidos pela ditadura militar no Brasil era fichadas pelo Dops
Crianças filhas de perseguidos pela ditadura militar no Brasil era fichadas pelo Dops

 

Os da varandas e camarotes desejam a volta dos 21 anos de ditadura, de escuridão, de tortura e morte. De massacres até de crianças.

Eles vão marchar neste domingo, dia 15, para colocar no governo um presidente cujo nome não é revelado.

Deve ser algum lacaio do império, algum inimigo do Brasil.

Qual o nome desse Judas, desse Barrabás, traidor do povo e da Pátria?

 

Retorno da ditadura é sede de sangue

Para pedir o retorno da ditadura é preciso ser um analfabeto político ou um nazista fanático.

A ditadura, iniciada em 1 de abril de 1964, torturava e assassinava crianças, revela livro editado pela Comissão da Verdade de São Paulo, que reúne depoimentos de sobreviventes que hoje têm entre 40 e 60 anos.

infancia-roubada

 

Organizado pela Comissão da Verdade de São Paulo, o livro “Infância Roubada” traz depoimentos de 44 pessoas que hoje têm entre 40 e 60 anos e são filhos de presos políticos, perseguidos, assassinados e desaparecidos durante a Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil. A obra foi lançada no dia 05 de novembro na Biblioteca Mário de Andrade, em SP.

Cada testemunho é acompanhado, ainda, de fotografias, de acervo familiar e arquivos públicos, com o objetivo de resgatar a memória das famílias e a contextualizar o momento histórico, época em que crianças eram fotografadas e fichadas pelos órgãos de repressão. Há casos de crianças que, além de fichadas como “subversivos” e “terroristas”, foram banidas do país.

São lembranças de tortura, humilhação, de dor, de desamparo, de exílio, vazio, solidão e medo. Há casos de sequestro, de adoção e de ameaças de adoção, de banimento, de nascimento em cativeiro, de fetos torturados ainda no ventre de suas mães. Alguns tiveram que viver na clandestinidade, afastados dos pais, com nomes trocados

Prova de que esse tema é ainda uma ferida aberta para as vítimas, na semana de audiências, alguns convidados, mesmo com presença confirmada, não conseguiram comparecer. Alguns só aceitaram contar sua história por meio de entrevista, ou em testemunhos escritos. Outros preferiram que suas histórias não fossem publicadas. São homens e mulheres de 40, 50, 60 anos que ainda têm dificuldades de falar no assunto.

Embora os 44 testemunhos deste livro representem apenas uma pequena amostra do universo de crianças atingidas pela violência, eles pretendem cumprir a missão de ampliar e dar a visibilidade ao extenso leque de afetados pelo terrorismo de Estado do regime de 1964 e dar mais um passo a caminho da memória, verdade e justiça.

 

 

“Eles têm muito interesse no Brasil por várias razões”

“Brasil é o principal alvo dos EUA”, diz jornalista americano

Jornalista do The Guardian, que obteve documentos de Edward Snowden, promete revelar novas denúncias e assegura que o Brasil é o “grande alvo” dos EUA

Mohammad Saba'aneh
Mohammad Saba’aneh

 

“Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos. Eles têm muito interesse no Brasil por várias razões. Acho que tem outros países, mas o Brasil é um dos principais”.

Os Estados contam com o apoio de malditos quinta-colunas, que pedem terceiro turno, impeachment, retorno da ditadura, golpe brando, criação do partido judicial, invasão de um exército estrangeiro para garantir o neocolonialismo, a privatização do que resta das estatais, incluindo a Petrobras, o Pré-Sal, os dois maiores aquíferos do mundo o da Amazonas e o Guarani, e as minas de nióbio que só existem no Brasil, entre outras riquezas.

 

 Redação Pragmatismo Editor(a) Compartilhar 13 mil 273 EUA06/SEP/2013 ÀS 09:34 32 COMENTÁRIOSGuilherme Balza, UOL"Brasil é o principal alvo dos EUA", diz jornalista americano Jornalista do The Guardian que obteve documentos de Edward Snowden promete revelar novas denúncias e assegura que o Brasil é o "grande alvo" dos EUA; entenda Jornalista do “Guardian”, Glenn Greenwald garante que Brasil é o grande alvo dos EUA (Foto: Huffington Post)
Jornalista do “Guardian”, Glenn Greenwald garante que Brasil é o grande alvo dos EUA (Foto Huffington Post)

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que revelou os documentos secretos obtidos por Edward Snowden, disse que o Brasil é o maior alvo das tentativas de espionagem dos Estados Unidos. “Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos”, disse o jornalista, que promete trazer novas denúncias. “Vou publicar todos os documentos até o último documento que deva ser publicado. Estou trabalhando todo dia.”

Greenwald revelou esta semana, em reportagem em conjunto com o programa “Fantástico”, da TV Globo, que o governo americano espionou inclusive os e-mails da presidente Dilma Rousseff e de seus assessores próximos.

Snowden era técnico da NSA, a agência de segurança americana, e revelou ao jornal britânico “The Guardian”, onde Greenwald é colunista, o escândalo de espionagem norte-americano.

O governo brasileiro já cobrou uma resposta formal e por escrito à Casa Branca. Em nota, o Departamento de Estado americano disse na terça-feira (3) que “responderá pelos canais diplomáticos” aos questionamentos do Brasil. O departamento não comenta publicamente as denúncias, mas afirma que os EUA “sempre deixaram claro que reúnem inteligência estrangeira”. Para o jornalista, o Brasil tem de dar uma resposta “enérgica” e “menos vaga” aos EUA.Gr

Segundo Greenwald, o que motiva os EUA a espionar até mesmo aliados é o desejo por poder. “Todos os governos, na história, que quiseram controlar o mundo, controlar a população, usam a espionagem para fazer isso. Quando você sabe muito sobre o que outros líderes estão pensando, planejando, comunicando, você pode controlá-los muito mais porque você sempre sabe o que eles estão fazendo. O motivo é o poder. Sempre que os Estados Unidos estão fazendo espionagem, o poder deles aumenta muito. Além disso, o sistema brasileiro de telecomunicação, como é um alvo grande, um alvo forte, eles podem coletar dados de comunicações de muitos outros países. Por exemplo, se tem alguém na China que está mandando e-mails para alguém na Rússia, muitas vezes pode atravessar o sistema do Brasil. Na internet funciona assim. Então, para saber tudo o que eles querem fazer, coletam tudo o que for possível. Mas com certeza é para obter vantagens industriais e também por questões de segurança nacional.”

Fontes: UOL/ Pragmatismo político

IMPUNIDADE O poder de engavetar inquéritos e processos

Mehdi Amini
Mehdi Amini

 

 

 

A impunidade faz o ladrão. Começa pela certeza de que nenhum inquérito vai ser aberto. E se acaso surgir um, provocado pela indignação do povo nas ruas, o acertamento de que será engavetado, por um desembargador, ou por um ministro da justiça suprema.

(In) certas operações de investigação policial e comissões parlamentares de inquérito são para passar a impressão de combate à corrupção, e lavam mais branco o dinheiro roubado.  Pura farsa. Peças de propaganda da mídia inimiga do Brasil e do povo em geral, para atender interesses coloniais do império e do capitalismo predador e selvagem.

 

 

 

 

 

Os golpistas e a destruição da Petrobras

A destruição da Petrobras, um projeto da pirataria internacional, que Fernando Henrique pôs em prática.

Denuncia a Federação Única dos Petroleiros: “A corrupção sempre esteve intimamente ligada à terceirização do trabalho no Sistema Petrobrás.

O processo de eliminação da corrupção sempre dependeu do fim dos contratos de terceirização, estes mesmos que deram início a todos os esquemas de desvios de recursos da empresa”, ora investigados na Operação Lava Jato.

A terceirização e a contratação de obras e serviços sem licitação são leis permissivas de FHC, para a destruição da Petrobras e de todas as estatais brasileiras.

Acrescenta a FUT: “O que se vê, até agora, é a implementação da gestão da destruição, liderada pelo mercado e seus parceiros – a mídia, principalmente.

Com essa estratégia destrutiva da Petrobrás, o mercado propõe extinguir “um conceito, uma bandeira, uma nação”, como bem definiu Mauro Santayanna, no histórico “Eu acuso”, um carta manifesto “Aos canalhas que querem destruir a Petrobrás”. Leia aqui

 

As greves contra a destruição da Petrobras

.

Relembra a FUT: Na era FHC, petroleiros viveram anos de chumbo! Você quer isso de volta? Em 1994, os petroleiros lutaram contra as privatizações. E as perdas econômicas dos petroleiros chegavam a 100%.

Mesmo após duas greves da categoria, o governo Itamar Franco descumpriu o acordo de interníveis. O tucano Fernando Henrique Cardoso, que era ministro de Itamar, assumiu o governo em 1995 e intensificou o arrocho salarial, levando os petroleiros novamente à greve.

.

O governo do PSDB partiu para o confronto, invadindo as refinarias com tanques e tropas do Exército.

.

 

tropa de FHC

.

Após 32 dias de enfrentamento, os petroleiros iniciaram uma nova luta para reverter as demissões e as multas milionárias que FHC impôs à FUP e aos seus sindicatos.

Não bastasse tudo isso, o governo lançou ainda um decreto, proibindo a livre negociação de salários nas empresas estatais.

.

Anistia: primeira grande conquista no governo Lula

.

Após tomar posse em 2003, o ex-presidente Lula assumiu o compromisso de anistiar e reintegrar os trabalhadores da Petrobrás e subsidiárias demitidos arbitrariamente por participações em movimentos reivindicatórios nos governos FHC, Itamar e Collor.

A FUP e seus sindicatos estiveram à frente do processo onde anistiamos 88 demissões, 443 advertências, 269 suspensões e 750 punições aplicadas contra os trabalhadores durante as greves de 1994 e 1995.

Além disso, conseguimos trazer de volta aos quadros da Petrobrás mais de 1.200 trabalhadores anistiados da Interbrás, Petromisa, Petroflex e Nitriflex, subsidiárias que haviam sido extintas e privatizadas no início dos anos 90.

.

Impeachment o golpe a jato

.

Todas as empresas citadas são partes da partilha da Petrobras, fatiada e entregue à pirataria por Fernando Henrique.

Agora, os predadores internacionais e traidores do Brasil querem – conforme promessa de campanha de Marina Silva e Aécio Neves – toda a Petrobras, a empresa por inteira privatizada, desnacionalizada, pirateada.

Eis a razão de ser do Golpe a Jato dos falsos puritanos, da CPI da Câmara de Cunha, da propaganda marrom da imprensa, da campanha pelo impeachment de Dilma ou golpe à Honduras e Paraguai.

Pedradores estrangeiros, dupla nacionalidade e traidores do Brasil já pediram, em marchas pelo terceiros turno em São Paulo, a invasão de um exercito estrangeiro e o retorno da ditadura.

Os canalhas arriscam uma guerra civil, a transformação do Brasil em uma Ucrânia dividida pelo dinheiro de George Soros, ou uma guerra pelo petróleo como acontece no mundo árabe, envolvendo, na América do Sul, a Venezuela, a Bolívia e o Equador. Pouco importa, para eles, que o Brasil se transforme em uma Iugoslávia.

 

 

 

 

Uma imprensa vendida inimiga do Brasil

 

fhc-depedente

por Gilmar Crestani

 

A diferença de tratamento é gritante. Enquanto a Espanha ataca o corrupto e defende a REPSOL, a velha mídia brasileira ataca a Petrobrás e defende os Paulo Roberto Costa e todos seus amigos presos, incluindo Alberto Youssef. E a explicação é simples, os espanhóis, apesar das tentativas sérias de divisão, primeiro defendem interesses espanhóis. No Brasil, não se trata de divisão do país, mas pura entrega do Brasil aos interesses externos.

Não atacam especificamente a Petrobrás, mas qualquer coisa que simbolize interesse nacional. Nossos grupos mafiomidiáticos são contra o Brasil. Odeiam qualquer coisa que se possa comprar em lojinhas de quinquilharias de Miami. Mal sabem eles que os bijus que compram lá são fabricados na China…

O ódio, que se convencionou chamar de Complexo de Vira-lata, é algo doentio, posto que é aqui que eles vivem. É no Brasil e do Brasil que saem os recursos que os fizeram grandes. Talvez seja o medo que os estejam fazendo ir à falência por pura falta de convívio democrático. Foram muito bem durante a ditadura. Bastou vir a democracia, levada ao extremo com a internet, para que os velhos veículos de suporte aos facínoras começassem a degringolar. Só pode ser isso, não vejo outro motivo pelo qual tanto torcem contra o Brasil.