De onde veio o dinheiro para ONG dos Estados Unidos realizar marchas de protestos, hoje, por todo o Brasil?

Traidores do Brasil são todos os políticos que, fiéis vassalos, aceitaram ser comandados, teleguiados e capachos da Ong Brazil No Corrupt dos Estados Unidos, realizando hoje uma marcha solicitando o impeachment de Dilma, através de uma intervenção militar ou guerra civil.

Um mega evento, de abrangência nacional, coisa jamais realizada, só é possível com milionários investimentos.

A origem desse dinheiro precisa ser investigada já.

Qual o interesse de uma organização estrangeira de golpear o chefe de governo de um país amigo?

Isso é coisa da pirataria. De quem rouba as riquezas do Brasil.

Do tráfico de petróleo, da água, do nióbio, do aço, do ferro etc.

Veja a abrangência dos tentáculos do polvo. Reproduzo da página da ONG que promove espionagem, sabotagem e atos terroristas. Eis os locais dos eventos:

 

14:00h São Paulo-Av. Paulista-frente ao Masp
14:00h Rio de Janeiro-Assembléia Legislativa
14:00h Minas Gerais-BH-na Praça Sete
14:00h Espirito Santo-na UFES
14:00h Goiás-Goiania-Praça Dr. Pedro Ludovico
14:00h Porto Alegre-Parcão(frente ao moinho)
14:00h Teresina-Igreja São Benedito
14:00h Brasilia-Esplanada dos Ministérios
14:00h Fortaleza-Dragão do Mar
14:00h Curitiba-Praça Santos Andrade
14:00h Limeira-Praça D. José de Barros
14:00h Valinhos-Próximo a Rodoviária
14:00h Jundiai-Em frente ao Parque da Uva
Sábado, 1 de novembro às 14:00
Londrina !4:00 hs na av. Higienópolis
Bento Gonçalves (RS): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Dourados (MS): 14:00, na Praça Antônio João
Campinas (SP): 14:00, em frente ao Largo do Rosário
Campo Grande (MS): 14:00, na Praça do Rádio
Novo Hamburgo (RS): 14:00, Praça do Imigrante
Londrina (PR): 14:00, na Praça da Concha Acústica
Cuiabá (MT): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Santos (SP): 14:00, na Praça Independência
Canoas (RS): 14:00, na Praça do Avião em frente à BR-116
Palmas (TO): 14:00 na Praça dos girassóis
Taubaté (SP): 14:00 na Praça Santa Terezinha
Balneário Camboriú (SC): 14:00, na Praça Almirante Tamandaré
Juiz de Fora (MG): 14:00, no Parque Halfeld
Ribeirão Preto (SP): 15:00, na Avenida Presidente Vargas

Confira. E veja, hoje, que mídia vendida orquestrou essas antipatrióticas manifestações de zumbis in memória de sequestradores, torturadores, assassinos cortadores de cabeça, e de dedos, para identificação dos cadáveres.

O PSDB se tornou o refúgio de canalhas, de golpistas, de traidores da Pátria e desertores como Aloysio Nunes, que foi motorista e segurança de Maringhella.

Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar
Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar

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Aloysio Nunes começou a militância política em 1963 quando entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo.

Logo depois do golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro, que, por ter sua existência proibida, atuava na clandestinidade. Foi presidente do tradicional Centro Acadêmico XI de Agosto e formou-se bacharel em Direito em 1968.

Como o PCB se opunha à resistência armada contra a Ditadura Militar que se instalara desde 1964 no Brasil, Aloysio Nunes, assim como vários jovens da época que tinham ideais de esquerda, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo.

Assumiu na clandestinidade o pseudônimo Mateus.

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Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella, além de confidente e conselheiro.

As ações da Aliança Libertadora Nacional incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de 1968, Aloysio Nunes participou do assalto ao trem pagador da antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro.

Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham NCr$ 108 milhões(US$ 21.600), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros.

Trechos da biografia oficial: “Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, foi enviado a Paris por Marighella utilizando um passaporte falso. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir”. Esta história de uma viagem patrocinada por Marighella é uma versão do próprio Aloysio Nunes. Bem romântica e piegas a desculpa da gravidez.

“Tornou-se representante da Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em 19711 e negociou com o presidente Boumedienne, da Argélia, para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.

Em 1979, regressou ao Brasil devido à promulgação da Lei de Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo.

Desfiliou-se do PCB, ainda na clandestinidade”. Não é uma história confusa? Fica explicado porque é contra a Comissão da Verdade.

O Frankenstein de Aécio
O Frankenstein de Aécio

Doleiro lava mais branco campanha presidencial do PSB

Capa de hoje
Capa de hoje

 

Até onde parte deste dinheiro financia a campanha de Marina Silva?  Paulo Câmara a governador de Pernambuco ou na campanha de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro e candidatos apadrinhados por Roseana Sarney no Maranhão? De Roseana sócia do marido de Marina?

A refinaria de Abreu e LIma previa um investimento de 2 bilhões de dólares, divididos entre o Brasil e a Venezuela, conforme acertado no Recife entre os presidentes Lula da Silva e Hugo Chávez.

O nome da refinaria foi escolhido por Hugo Chaves. Abreu e Lima é herói da independência da Venezuela e outros países da América do Sul. Foi diretor do jornal da campanha da Independência, secretário particular e general de Símón Bolívar

 

Por várias vezes, Hugo Chaves cutucava que o dinheiro da Venezuela estava depositado, mas pressões dos Estados Unidos impediam a parceria. Inclusive Abreu Lima violava uma vergonhosa proibição colonial.

Denunciei essa dependência humilhante várias vezes. Escrevi em novembro de 2011:

PETROBRAS PROIBIDA DE CONSTRUIR REFINARIA

Makhmud Eshonkulov
Makhmud Eshonkulov

Desde 198o (governo de João Figueiredo),  a Petrobras não construía nenhuma refinaria no Brasil. Com o dinheiro do povo brasileiro ergueu refinarias nos Estados Unidos, Japão, Irão, Bolívia, Equador, Argentina, Iraque, países da África e outros da América do Sul e locais ignorados. Que tudo é segredo na Petrobras. Em 2008, atuava em 27 países. E todos os presidente da Petrobras foram corruptos, talvez escapem uns dois ou três.

O Brasil importava gasolina. Não tinha como refinar nosso petróleo que dava na canela.

Um crime que indicava a falta de nacionalismo, de patriotismo de vários governos.

Repito o absurdo: O Brasil exportava petróleo bruto e importava gasolina com o custo nas alturas, o preço da guerra do petróleo no deserto árabe.

A proibição de construir refinaria durou os cinco anos do governo Sarney, cinco dos governos Collor e Itamar, oito do governo Fernando Henrique.

A Abreu e Lima é a primeira planta de refino construída no Brasil, depois da inauguração da Refinaria Henrique Lage (SP), em 1980. Nas piadas internas da Petrobras, foi batizada de “fábrica de diesel”, porque 70% de sua produção será dedicada ao combustível (para frear as importações do produto no Nordeste).

Ninguém sabe quanto foi gasto. Do custo inicial de 2 bilhões passou, oficialmente, para 17 bilhões de dólares. Também continua desconhecida a gastança com o estádio da Copa do Mundo, a Arena construída na Mata de São Lourenço, interior de Pernambuco. Vide links

EDUARDO CAMPOS FOI CONVOCADO A DEPOR NO PROCESSO DA “LAVA- JATO” DA ABREU E LIMA

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Valor Econômico (por André Guilherme Oliveira) – A Justiça federal aceitou no dia 23 de julho pedido da defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e autorizou que o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e o ex-ministro da Integração Nacional na gestão Dilma Rousseff, Fernando Bezerra – que concorre ao Senado pelo PSB pernambucano – , prestem depoimento na condição de testemunhas, com objetivo de esclarecer os motivos que levaram ao aumento do valor da obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Eles deverão ser ouvidos no âmbito do processo criminal decorrente da operação Lava-Jato, ação deflagrada pela Polícia Federal (PF) em março deste ano, que identificou e estancou esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas com vista à obtenção de contratos milionários em órgãos do governo federal, segundo o inquérito. Mais de R$ 10 bilhões foram movimentados, aponta a investigação.

A decisão é do juiz Sergio Moro, da 13ª vara criminal da Justiça Federal do Paraná. “Será muito dif ícil a oitiva de referidas testemunhas em período de campanha eleitoral”, assinalou. “Os motivos que implicaram no aumento substancial do valor da obra (Refinaria Abreu e Lima), poderiam ser obtidos de outra forma, com testemunha de mais fácil inquirição ou com requisição de informações e documentos à Petrobras”, considerou, antes de acatar o pedido: “De todo modo, a bem da ampla defesa, defiro a prova para a oitiva de tais testemunhas”.

Eduardo Campos faleceu logo depois da convocação, no dia 13 de agosto.

DINHEIRO SUJO NA CAMPANHA DA DUPLA CAMPOS E MARINA

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Publica 247 – A revelação mais surpreendente de Paulo Roberto Costa, em sua delação premiada, é o envolvimento de Eduardo Campos como um dos três governadores beneficiados pelo esquema de corrupção que seria operado pelo doleiro Alberto Yousseff – os outros dois são Sergio Cabral, que já deixou o cargo, no Rio de Janeiro, e Roseana Sarney, do Maranhão.

Essa ligação entre Paulo Roberto Costa, Eduardo Campos e Alberto Youssef lança luzes sobre a polêmica compra do jato Cessna, que desabou em Santos (SP), no dia 13 de agosto, matando o próprio ex-governador e outras seis pessoas. Já se sabe que o avião foi comprado com recursos de caixa dois. Especialmente porque parte da aquisição foi bancada com dinheiro procedente do doleiro.

De acordo com a apuração da Polícia Federal, a empresa Câmara e Vasconcelos pagou R$ 159,9 mil aos donos da AF Andrade, antigos proprietários da aeronave. Esta empresa, por sua vez, recebia recursos da MO Consultoria, empresa criada por Alberto Youssef para receber dinheiro das empreiteiras (leia aqui a reportagem original da Folha de S. Paulo sobre o caso).

Ao que tudo indica, Paulo Roberto Costa tinha noção exata da proximidade entre Eduardo Campos e o doleiro Alberto Youssef. Tanto que vinha pressionando o ex-governador de Pernambuco para que ele, já na condição de candidato à presidência da República pelo PSB, fosse sua testemunha de defesa. Costa só desistiu de levar Campos aos tribunais depois de um acordo judicial, conforme foi noticiado pela coluna Radar, na nota abaixo:

DOLEIRO YOUSSEF SURGE NO JATO DO PSB

 

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Dias antes de morrer, Eduardo Campos conseguiu que Paulo Roberto Costa abrisse mão de tê-lo como sua testemunha de defesa nas acusações a que o ex-diretor da Petrobras responde pela suspeita de superfaturamento da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A negociação foi feita pelos advogados de ambos.

Antes do acordo, Campos estava intimado a depor no caso na sexta-feira, dia 15.

Essa ligação entre Eduardo Campos e o esquema operado por Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef torna mais delicada a situação da nova candidata do PSB, Marina Silva, que poderia explorar o escândalo em sua pregação por uma nova política. Especialmente porque ela realizou diversos voos no avião comprado com recursos de caixa dois, quando ainda era vice de Campos. A estratégia do PSB para desvencilhar Marina do caso foi levada adiante na semana passada, quando o partido trocou o CNPJ do comitê financeiro da campanha.

DINHEIRO DO MORTO CARREGANDO O VIVO

EDuardo marina dinheiro

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Uma das parcelas do jato em que voaram Eduardo Campos e Marina Silva no início da campanha eleitoral foi paga com recursos de uma empresa ligada ao doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato; Polícia Federal investiga se aeronave foi comprada com recursos de caixa dois do PSB; recentemente, o deputado socialista Júlio Delgado (PSB-MG) pediu a cassação de André Vargas (sem partido-PR) alegando que ele pegou carona num avião do doleiro; como será encarado, agora, o caso em que os dois presidenciáveis do PSB usaram um jato pago com recursos de Youssef? Partido trocou o CNPJ do comitê financeiro da campanha para tentar desvincular Marina da polêmica.

Do caixa 1, em dinheiro vivo, pelo menos, bote menos neste jogo sujo, 2.5 milhões saíram do velho para o novo CNPJ.

INVESTIGADO O CAIXA 2 DA CAMPANHA 

Paraná
Paraná

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Yoosef tem uma velha historia como doleito de vários partidos e governos. A justiça brasileira jamais conseguiu trancar ele por muito tempo. Jamais
Alberto Youssef tem uma velha historia como doleito de vários partidos e governos. A justiça brasileira jamais conseguiu trancar ele por muito tempo. Jamais. Quando chega um bando de oficiais – oficial da justiça, oficial da polícia, oficial de defunto = para prender ele, o doleiro sempre diz: – Calma, gente, tem dinheiro de sobra…

O “avião fantasma” usado na campanha dos presidenciáveis do PSB, Eduardo Campos e Marina Silva, é agora vinculado a um conhecido nome da Justiça: o doleiro Alberto Youssef. Preso na Operação Lava-Jato, ele é acusado de comandar um esquema de lavagem de dinheiro e suborno de servidores públicos que pode ter movimentado R$ 10 bilhões nos últimos anos.

A Polícia Federal investiga se a aeronave foi comprada com recursos de caixa dois do PSB. O uso do avião não constava na declaração de gastos do partido à Justiça Eleitoral.

Entre os 16 depósitos bancários recebidos pela AF Andrade, de Ribeirão Preto (SP), na venda do Cessna, que caiu com a comitiva de Campos em Santos, consta uma empresa que também fez negócios com uma consultoria de Youssef, considerada de fachada pela PF. A reportagem de Adréia Sadi aponta que a Câmara & Vasconcelos pagou R$ 159,9 mil à AF Andrade.

O PSB afirma que nem o partido nem Campos sabiam da relação de Youssef com uma das empresas que depositou para a AF Andrade.

Recentemente, o deputado socialista Júlio Delgado (PSB-MG) pediu a cassação de André Vargas (sem partido-PR) alegando que ele pegou carona num avião do doleiro.

Como será encarado, agora, o caso em que os dois presidenciáveis do PSB usaram um jato pago com recursos de Youssef?

O PSB tenta desvincular Marina Silva da polêmica. Trocou inclusive o CNPJ do comitê financeiro da campanha para jogar a responsabilidade do caso para o falecido Eduardo Campos. A mudança não é obrigatória por lei.

Marina Silva lava as mãos. Sempre deu uma de evangélica, que o marido peca por ela. Nunca vi um técnico agrícola ter tanta influência. Por ser príncipe consorte vem ocupando importantes cargos, que a santa dele é forte, por ter sido 16 anos senadora.

Fabio Vaz de Lima casou e descasou no Incra, na Sudan, no governo do Acre.

MAIS UMA NEGOCIATA DO MARIDO DE MARINA

Casal 20. Fábio 51 anos, Marina 56
Casal 20. Fábio 51 anos, Marina 56

AC 24 Horas – A candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB) desponta no cenário político nacional, com a proposta de implantar uma nova forma de fazer política, mas as ligações de seu marido Fábio Vaz de Lima, com alguns escândalos de improbidade e suspeita de corrupção, podem respingar em suas pretensões e provar que ela está ligada diretamente com a “velha política” que diz combater.

Fabio Vaz de Lima é acusado de irregularidades na extinta Sudam. Segundo os autos do processo que tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF) e posteriormente foi encaminhado ao Juízo da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão, o marido de Marina Silva, teria beneficiado ilegalmente a Usimar em São Luis, com recursos do Fundo de Investimentos da Amazônia.

O caso do desvio de R$ 44,2 milhões envolve 40 pessoas. Os nomes de Fabio Vaz e Roseana Sarney se destacam no processo. Os recursos liberados à época, para construção de uma fábrica de autopeças que nunca saiu do papel. Os recursos liberados na reunião de conselheiros da Sudam sumiram sem explicação. O valor aprovado durante a reunião que Fábio Vaz participou seria de R$ 600 milhões.

Em entrevista concedida ao jornalista Altino Machado, do portal terra, Fábio Vaz se defende e diz que seu nome foi colocado no processo “de maneira indevida”. Vaz destaca ainda que teria participado da reunião da Sudam, apenas como ouvinte. Ele afirma que Jorge Viana e Gilberto Siqueira seriam os membros do conselho deliberativo da Sudam, mas não puderam participar da reunião.

O marido de Marina Silva destaca que não votou para liberação de recursos para o governo de Roseana Sarney, pois não era titular e nem suplente do conselho deliberativo. Fábio Vaz afirma que assinou apenas a lista de presença no evento, mas acabou envolvido no processo por desvio de dinheiro público e improbidade administrativa. Vaz acredita que sua inocência ainda será provada.

O assunto ressurgiu após a participação de Marina Silva em debates com os demais candidatos. A ex-ministra que participou ativamente do governo do ex-presidente Lula, acusou os ex-companheiros de envolvimento em escândalos de corrupção. Dilma não deixou por menos e disse que o ministério conduzido por Marina também foi denunciado por corrupção e venda ilegal de madeira.

O número do processo que cita o nome do marido de Marina Silva, como um dos envolvidos no suposto esquema de desvio de dinheiro público e improbidade administrativa é 200137000080856. São 11 volumes com 3.097 folhas, 19 apensos. O requerente é o Ministério Público Federal. São 40 envolvidos, entre eles, Roseana Sarney, Fábio Vaz e Jorge Francisco Murad Junior.

Apesar de o processo tramitar há mais de 10 anos, até o momento, nenhum dos envolvidos foi indiciado pela Justiça. Mas este não é o único caso suspeito de corrupção que envolve o marido da ex-ministra Marina Silva. Fábio Vaz também é apontado em um caso de doação de seis mil toras de mogno apreendidos para a ONG Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE).

À época, Marina Silva era ministra do Meio Ambiente. Fábio Vaz de Lima era secretario do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), um conglomerado de 200 ONGs que atua na Amazônia. Houveram denúncias de que a política de doação do Ibama, seria uma forma de esquentar madeira ilegal extraída da Amazônia. O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou a doação.

O TCU alegou que a doação que teria contado com a participação de Fábio Vaz, teria sido promovida sem observar os princípios da isonomia, impessoalidade e publicidade. Nos autos, não teria ficado claros os motivos que levaram à escolha da ONG que Vaz era secretário, como donatária no processo que teria resultado na doação de seis mil toras de mogno.

Outra reportagem que chamou atenção, à época, foi publicada na revista Isto É – que denunciou superfaturamento num plano de manejo na Amazônia, em reservas extrativistas feito pelo Conselho Nacional de Seringueiros, ONG – que de acordo com a publicação de circulação nacional – teria ligações estreitas com Fábio Vaz de Lima, que também ocupou diversos cargos em governos do PT.

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Durante as campanhas eleitorais o PCC desaparece

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Os governadores reconhecem a existência de governos paralelos em cada estado brasileiro. Esta a razão para comandar um exército de soldados estaduais fortemente armados.

A Polícia Militar de São Paulo tem perto de cem mil homens. As forças armadas de vários países não conseguem recrutar, nem municiar, nem pagar o soldo de uma multidão igual.

Apesar deste poderoso exército, com armas modernas e homens treinados na polícia e no exército de vários países, notadamente nos Estados Unidos e na Escola das Américas, o governador Geraldo Alckmin anunciou solenemente, em outubro de 2013, que estava com a vida ameaçada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), considerada a maior organização criminosa do Brasil.

Coitado! Devia pedir proteção especial à Policia Federal
Coitado! Devia pedir proteção especial à Policia Federal

Pela propaganda oficial, veiculada pela mídia, o grupo capitaneia rebeliões, assaltos, sequestros, assassinatos e o narcotráfico. A facção atua principalmente em São Paulo, mas também estaria presente em 22 dos 27 estados brasileiros.

A organização seria financiada principalmente pela venda de maconha e cocaína, mas roubos de cargas e assaltos a bancos também são fontes de faturamento.

Esquecem de informar que o lucro principal das facções criminosas no Terceiro Mundo passou a ser o tráfico de minérios.

No Brasil não existe uma distinção entre PCC e milícias, formadas por soldados estaduais e policiais civis, e elementos expulsos dessas organizações, e soldados desmobilizados das forças armadas.

O mundo travou guerras do ópio, conflitos armados ocorridos entre a Grã-Bretanha e a China nos anos de 1839-1842 e 1856-1860. E luta, hojemente, a guerra da cocaína nos Andes, financiada pelos Estados Unidos, que possuem plantações de coca legalizadas pela ONU. Trata-se de um estranho monopólio.

O que importa discutir aqui é que um pacto policial, esquisita pacificação, determina a desativação dos PCCs em ano eleitoral.  Com a eleição das bancadas da bala.

O governo paralelo fecha à bala seus redutos eleitorais para o voto de cabresto em seus candidatos, todos com ficha-limpa nas 1001 polícias e tribunais do Brasil.

 

Acontece que o PCC é feito pé de cobra: ninguém sabe onde se esconde, qual o quartel, ou quem lidera em cada Estado. Tão invisível quanto a água nas torneiras da Grande São Paulo. A única prova da existência, apresentada pela polícia, parece piada: todos os capos do PCC estão presos, e acaudilham suas tropas de dentro de presídios de segurança máxima, trancados em celas individuais, sem direitos a visitas e de contato com outros presos, e de comunicação via telefone, via computador, via rádio, com qualquer pessoa viva ou morta.

 

Alckmin, em ano eleitoral, evitar falar em PCC
Alckmin, em ano eleitoral, esquece o PCC

 

 

 

 

Marina diz que venceu a morte várias vezes. Da última vez teve um pressentimento com o avião da campanha

Marina aos 13 anos
Marina aos 14 anos

 

Na Wikipédia: Marina Silva nasceu pelas mãos de sua avó, que era parteira, na localidade de Breu Velho, em Rio Branco, capital do estado do Acre, em 8 de fevereiro de 1958. Descendente de africanos e portugueses, foi registrada com o nome de Maria Osmarina Silva de Souza, sendo filha do seringueiro cearense1 Pedro Augusto da Silva e da dona de casa Maria Augusta da Silva. O nome Marina, decorrente de um apelido dado por uma tia, foi acrescentado por ocasião da eleição de 1986, quando os candidatos ainda não podiam usar alcunhas nos nomes oficiais (um processo semelhante ao que aconteceu com Luiz Inácio Lula da Silva).

[Uma meia-verdade. O pai de Marina ainda está vivo. Tem, pelo menos, 36 anos que não é seringueiro. Desde quando veio morar em Rio Branco, passou a exercer a profissão de camelô, de vendedor de tabaco na antiga rodoviária. Tem hoje 87 anos, e recebe uma aposentadoria por idade de um salário mínimo do mínimo.]

O site oficial da campanha de Marina registra: Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima nasceu em 8 de fevereiro de 1958 em uma pequena comunidade chamada colocação Breu Velho, no Seringal Bagaço, no Acre. Seus pais, nordestinos, tiveram 11 filhos, dos quais três morreram. A mãe morreu quando tinha apenas 15 anos.A vida no seringal era difícil. “Eu acordava sempre às 4h da manhã, cortava uns gravetos, acendia o fogo, fazia o café e uma salada de banana perriá com ovo. Esse era o nosso café da manhã”, conta. Depois, junto com as seis irmãs e o único irmão, fazia o corte nas seringueiras e colocava as tigelinhas. No final da tarde, retirava a recompensa, o látex.

Na adolescência, Marina sonhava em ser freira. “Minha avó dizia: ‘Minha filha, freira não pode ser analfabeta’”, lembra. O desejo de aprender a ler passou então a acompanhá-la. Aos 16 anos, contraiu hepatite, a primeira das três que foi acometida _seu histórico de saúde ainda inclui cinco malárias e uma leishmaniose. Foi então a Rio Branco em busca de tratamento médico. Com a permissão do pai, aproveitou a oportunidade para também se dedicar à vida religiosa e, ao mesmo tempo, estudar. Na capital acriana, para se sustentar, passou a trabalhar como empregada doméstica.

[A afirmativa de que pediu a “permissão do pai” passa a imagem de filha obediente e dedicada e amorosa. Esta é a única referência ao pai, que mora em um casebre, localizado em um alagado de Rio Branco]

Pedro Augusto, pai de Marina, hoje com 87 anos
Pedro Augusto, pai de Marina, hoje com 87 anos

O progresso nos estudos foi rápido. Entre o período de Mobral, no qual aprendeu a ler e a escrever, até a graduação em licenciatura em História (Universidade Federal do Acre) transcorreram apenas dez anos. Sua formação foi complementada posteriormente com as pós-graduações em Teoria Psicanalítica (Universidade de Brasília) e em Psicopedagogia (Universidade Católica de Brasília). A vocação social se revelou quando deixava a adolescência e ainda vivia no convento das Servas de Maria Reparadoras.

O então bispo de Rio Branco, dom Moacyr Grecchi, alinhado à Teologia da Libertação, às vezes ia rezar missa no convento onde vivia Marina, que gostava de suas mensagens. A candidata à noviça passou a participar das atividades das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Um dia, incentivada por um cartaz afixado na igreja, decidiu fazer um curso de liderança sindical rural, ministrado pelo teólogo Clodovis Boff e pelo líder seringueiro Chico Mendes. Sua dedicação ao curso a aproximou de Chico Mendes, que passou a lhe enviar publicações de sindicatos de trabalhadores rurais.

[Vivia em um convento. Quer dizer que tinha moradia e alimentação. Mas foi empregada doméstica. Deve ter sido por pouco tempo. Observe que aconteceu um mundão de cousas quando tinha 16 anos]

Marina a vencedora da morte

[A história de Marina fica mais emocionante (estão produzindo um filme), contada pelo Planeta Sustentável]: O inferno astral. Marina Silva foi desenganada pelos médicos quatro vezes.

Na primeira delas, tinha 16 anos e ouviu um doutor do serviço público dizer para sua tia: “A alma dessa menina já está no inferno“.

Uma hepatite tratada como malária deixou a jovem prostrada na cama por um ano. Os remédios destruíram seu fígado. Para cuidar da saúde, Marina teve que abandonar o trabalho na extração de borracha em Seringal Bagaço e se mudar para a capital do Acre, a 70 quilômetros dali.

Ao ouvir a profecia do médico, a garota irritou-se e disse: “Eu não morro de jeito nenhum”. Salvou-se. Três anos depois, contraiu nova hepatite. Daquela vez, a situação era mais grave. Teve que ser internada. Certo dia, do leito, ouviu uma conversa entre um médico e uma freira. “Ela tem cirrose e vai morrer”, disse o doutor. “Vou morrer nada”, respondeu Marina. Resolveu deixar o hospital e foi obrigada a assinar um termo de compromisso isentando os médicos de responsabilidade caso o pior acontecesse. De lá, Marina seguiu para a residência de dom Moacir Grecchi, então bispo da cidade, e contou que morreria, se não fizesse um tratamento em São Paulo. O bispo providenciou para que a menina de 19 anos fosse encaminhada ao hospital São Camilo, na zona oeste paulistana. Após longo período de cuidados médicos, curou-se.

Em 1991, durante o mandado de deputada estadual e depois de ter enfrentado novas hepatites e malárias, Marina Silva recebeu seu terceiro aviso de morte. Sentia na boca um gosto terrível, como se chupasse moedas. Sofria de dores insuportáveis. Era virada e revirada pelos médicos do hospital Albert Einstein, centro de referência de saúde em São Paulo, e nada se descobria. Depois de incontáveis exames, detectou-se a presença de metais pesados no seu organismo. No passado, quando havia tido leishmaniose – uma doença que deixou uma cicatriz no seu nariz -, Marina tomou remédios tóxicos, que eram amplamente receitados para os doentes pobres da sua cidade natal. A fatura pela imprudência médica começava a chegar. Ela sarou da leishmaniose, mas foi contaminada por mercúrio. Marina passou um ano e oito meses deitada na cama da sogra, em Santos, no litoral paulista. No meio do calvário, descobriu-se esperando um bebê do marido, o técnico agrícola Fábio Vaz. Aos oito meses de gravidez, pesava 47 quilos. Dos médicos, ouviu que talvez não sobrevivesse ao parto. Repetiu o mantra: “Não morro de jeito nenhum”. A filha nasceu prematura e Marina ficou em tal estado de debilitação que mal conseguia manter-se de pé.

Três anos depois, no Senado, Marina Silva continuava com a saúde em frangalhos. Conseguia autorização especial para discursar sentada – o que é proibido pelo regimento interno da casa. Viajou para o Chile e os Estados Unidos para tratar da saúde. Não percebia nenhum sinal de melhora. Ao contrário, sentia-se até pior. Queixou-se a seu médico particular, Eduardo Gomes, de que nem mesmo a internação no Massachusetts Hospital havia melhorado seu estado. Ouviu, então, a seguinte frase: “A senhora não precisa de um médico. A senhora precisa de um milagre”.

 

Marina aos 23 anos
Marina aos 23 anos

 

 

Em Belo Horizonte, no dia 23 de março de 2007, o caixão de Marina Silva percorreu algumas ruas da cidade num cortejo fúnebre promovido por ambientalistas. Tratava-se de uma encenação contra a transposição das águas do rio São Francisco. Em outros tempos, e tempos não tão distantes assim, essas mesmas pessoas seriam capazes de insultar quem emitisse uma palavra de desabono contra Marina.

A roleta russa

Eis como Maria toma suas decisões políticas:

 

roleta

Zero Hora:Em Marina, força e fragilidade se equilibram desde a infância miserável nos confins da Amazônia. Venceu a pobreza, o analfabetismo e a malária. Estudou e, de degrau em degrau, chegou ao Senado. Foi ministra do Meio Ambiente e candidata à Presidência em 2010. Tem uma biografia de cinema, com passagens épicas nos seringais do Acre, ao lado de Chico Mendes, o ambientalista assassinado que se tornou mártir da floresta.

À Justiça eleitoral, Marina declarou um patrimônio de R$ 135.402,38.

Sobre a madrugada de 30 de agosto de 2009, horas antes de acenar pela primeira vez a intenção de sua candidatura à presidência da República pelo PV:

Era como um barco à vela que se lança ousadamente ao alto-mar, à espera dos ventos. Sem saber ao certo se virão, mas crendo que sim; eles virão, eles virão.

Chorou durante duas ou três horas naquele quarto de hotel. Às cinco da manhã, sua filha, ouvindo de longe seu lamento, levantou e foi até ela: “Mamãe, estou preocupada com você; você está tão triste!”.

Num instante, uma frase lhe veio à memória, e Marina correu para o computador. Queria escrever para não esquecer. Era Guimarães Rosa, um trecho tirado de um conto. Checou pelo Google cada palavra. Anotou-as. Depois escreveu à mão uma das confissões de Santo Agostinho, que também lhe ocorrera minutos antes. As metáforas ajudam-na desde sempre a elaborar a tristeza, e a poesia é uma forma de escape, de aliviar as dores de um viver sobrecarregado.

Seu primeiro casamento ocorreu em 1980 e resultado em dois filhos: Shalon e Danilo. A união terminou em 1985. No ano seguinte, em 1986, casou-se com Fábio Vaz de Lima, técnico agrícola que assessorava os seringueiros de Xapuri. Desse casamento, que dura até hoje, Marina teve Moara e Mayara.

Professa o cristianismo evangélico, desde 1997, sendo membro da Assembleia de Deus.

Casada há 23 anos com o técnico agrícola Fábio Vaz de Lima, Marina teve duas meninas- Moara e Mayara. Quando mais jovem, foi casada com Raimundo Souza, um técnico em informática, com quem teve a menina Shalon e o menino Danilo
Casada há 23 anos com o técnico agrícola Fábio Vaz de Lima, Marina teve duas meninas: Moara e Mayara. Quando mais jovem, foi casada com Raimundo Souza, um técnico em informática, com quem teve a menina Shalon e o menino Danilo

[Marina tem blindada a história dos seus casamentos. E a vida dos seus filhos. Isso no Brasil que todo mundo explora a vida dos candidatos.

Collor exibiu na primeira campanha direta para presidente, depois da ditadura militar, a vida pobre da família de Lula, inclusive a denúncia de um aborto. Noutras campanhas presidenciais foram criticados o enriquecimento do filho de FHC, da filha de Serra, da filha de Dilma.

Esta semana, pela primeira vez, a revelação do abandono do pai de Marina]

 

 

Marina, com o apoio de Lula se elege senadora, em 2002
Marina, com o apoio de Lula se elege senadora, em 2002

 

 

 

Neca do titular aparecer. O PC reserva de Marina

Um cochicho que vale ouro
Um cochicho que vale ouro

 

Marina prometeu governar com o banco de reservas do PT e do PSDB. A maioria deles pernas de pau e mãos leves ou traidores que tiveram as ambições frustradas. Um deles, Walter Feldman acusado de receber propina da Siemens.

Em 25 de novembro último, o Estadão publicou: Marina Silva se solidarizou com o deputado Walter Feldman (PSB-SP), citado em relatório do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer por “ligação muito próxima” com Arthur Teixeira, apontado pelo Ministério Público como responsável por pagamento de propinas a agentes públicos. Feldman diz não conhecer Teixeira.

Defendeu Marina: “Walter ofereceu a quebra de sigilo fiscal, bancário, telefônico, em demonstração de que ele não tem temor das investigações. Não quero fazer julgamento nenhum. Quero que a gente tenha justiça. Eleição não é o momento de tentar ganhar voto e simpatia em cima da honra de quem quer que seja. Jamais direi qualquer palavra contra Dilma (Rousseff, candidata à reeleição), contra Aécio (Neves, pré-candidato do PSDB a presidente) simplesmente para ter dividendo eleitoral. Minha expectativa é que possam agir assim em relação a nós”, afirmou.

Marina lembrou que, em 2011, pediu para ser investigada pelo Ministério Público quando surgiram denúncias contra seu marido, Fábio Lima, por supostas irregularidades cometidas quando era ministra do Meio Ambiente. “Quando foram feitas acusações levianas contra mim, fui com meu marido ao Ministério Público pedir que fôssemos investigados. Foi o que Walter Feldman fez também”, lembrou. “No meu caso, graças a Deus nada ficou provado”.

 

 

O braço direito de Marina é símbolo do que há de mais velho na política

 

Marina Silva e WalterFeldman
Marina Silva e WalterFeldman

 

por Kiko Nogueira

 

Se com Eduardo Campos a “nova política” de Marina Silva já era pouco sustentável, em sua carreira solo fica cada vez mais evidente que isso é uma miragem, especialmente com toda as velhas raposas que a cercam e que nos últimos dias se transformaram em seu núcleo duro.

Um dos pivôs — provavelmente o mais importante — do rompimento com o secretário geral do PSB, Carlos Siqueira, é Walter Feldman.

Siqueira e Marina bateram boca na quarta-feira, quando sua candidatura foi oficializada. Marina quis fazer mudanças na campanha e “trazer o Walter” para a coordenação.

Walter acabou com o cargo de coordenador adjunto (Erundina ficou com a posição) mas é conselheiro, braço direito, porta voz, amigo, articulador financeiro.

Pode ser tudo, absolutamente tudo, menos novidade, menos revitalização ou algo que o valha. Ao contrário, é um político tradicional, com 30 anos de carreira sem brilho. Essa experiência, segundo um pessedebista histórico, lhe permitiu crescer dentro de uma estrutura amadora como a da Rede.

Formado em medicina, Feldman foi do PC do B e passou pelo PMDB antes de fundar o PSDB. Foi deputado estadual em 1998 e, entre os anos de 2000 e 2002, presidente da Assembleia Legislativa.

Em 2002, elegeu-se deputado federal e em 2005 assumiu uma secretaria de Coordenação das Subprefeituras. Entre 2007 e 2012, foi secretário de Esportes, Lazer e Recreação do município de São Paulo. Chegava a aparecer de boné e skate.

Tem uma pendenga antiga com o governador Geraldo Alckmin. Ligado a Serra, liderou em 2008 uma ala tucana que apoiou a reeleição de Gilberto Kassab (que estava no DEM) para a prefeitura, preterindo Alckmin. Kassab, eu disse.

Em 2009, isolado, anunciou que ia sair do PSDB. Acabou enviado a Londres como titular de uma secretária inventada para ele, a de Grandes Eventos. Passou seis meses lá, segundo ele mesmo para estudar a Olimpíada e ver que lições poderiam ser úteis a São Paulo. Lembrando que os Jogos serão no Rio.

Kassab tentou mantê-lo na Inglaterra, sem sucesso. Feldman voltou no ano seguinte feliz com Geraldo e com seu partido, que estava “oxigenado”. Em 2011 estava fora.

Em três décadas de vida pública, é difícil citar algo com sua assinatura, na cidade ou no estado. No plano das ideias, o panorama fica mais turvo.

Mas seu nome esteve envolvido no escândalo de formação dos carteis para a compra de trens. Foi citado num relatório do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer.

Antes disso, foi mencionado na Operação Castelo de Areia, uma investigação da Polícia Federal sobre evasão de divisas, lavagem de dinheiro e caixa 2. Documentos listavam doações da construtora Camargo Corrêa a vários políticos. Feldman aparecia com 120 mil dólares recebidos entre 13 de janeiro e 14 de abril de 98. Ele se indignou com a menção.

Marina mesma o defendeu no caso do chamado trensalão. Em 2013, declarou que Feldman não tem medo das acusações. “Ele próprio quer ser investigado”, afirmou.

A jogada ousada de Walter Feldman, de se arriscar aos 60 anos na Rede, acabou tendo uma mãozinha do destino — se você quiser chamar assim — quando o avião caiu em Santos.

Agora, merece um pirulito de açaí quem acredita que Walter Feldman se aproxima remotamente de algo parecido com a renovação que Marina Silva apregoa ininterruptamente. Sua presença é, na verdade, um choque de realidade e um exemplo carcomido de sobrevivência política.

Serra e Feldman
Serra e Feldman

 

 

MISTÉRIO DAS ONGS

por Moacir Japiassu

 

Ongs-no-Brasil

 

Chegou à nossa redação, procedente de várias porém confiáveis fontes:

 

 

Por que não tem ONGs no Nordeste seco?

Você consegue entender isso?

Vítimas da seca:

Quantos? 10 milhões.

Sujeitos à fome? Sim.

Passam sede? Sim.

Subnutrição? Sim.

ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma!

Índios da Amazônia:

Quantos? 230 mil

Sujeitos à fome? Não

Passam sede? Não

Subnutrição? Não

ONGs estrangeiras ajudando: 350

Provável explicação:

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos.

Entenda:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta:

Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito???

Lei mais dura para prender mais estudantes em São Paulo

Brasil protesto

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira, 30, que defende penas mais duras para quem agride policiais e penas mais rígidas para casos de vandalismo, como os que ocorreram na segunda-feira na Rodovia Fernão Dias.

“Duas propostas de alteração da legislação federal. Uma, para crime cometido contra o policial, que é um agente de Estado, de ele ser agravado, de a agressão ao policial. Hoje há muita violência na criminalidade. E a outra é para danos. O que está acontecendo? O crime para danos não mantém preso. Então, nós até conversamos com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, ontem fiz uma visita ao presidente, Ivan Sartori, para pedir também uma cooperação do poder judiciário, porque o fato de não manter preso estimula o vandalismo, estimula a impunidade”, disse.

“Nós não descartamos nenhuma hipótese”, disse Alckmin sobre a suposta atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos protestos da zona norte.

O PCC é o governo paralelo invisível que está em todas. Antigamente, nos tempos de Brizola governador do Rio, a imprensa denunciava a presença de gerrilheiros da FARC nas favelas.

BRA_OG vândalos inafiançáveis

Alckmin não falou de leis para os que super faturam obras públicas, comem tocos,  embolsam bilhões com obras e ser√iços fantasmas.

Quem desvia verbas dos serviços da saúde e educação, por exemplo, precisa receber uma pena maior do que um manifestante que quebra um orelhão ou queima um ônibus.

Roubar medicamentos é roubar vidas. Roubar a merenda escolar é roubar o leite das crianças.

O policial que bate, sequestra, tortura, realiza prisões arbitrárias, arma flagrantes falsos, intimida testemunhas é o pior dos vândalos. Tão iníquo quanto um juiz que vende sentenças ou esconde/ engaveta processos.

O combate contra o vandalismo, a corrupção deve ser feito nas ruas, nos palácios e repartições públicas.

gigante protesto

O manifestante não é criminoso.   A adolescente e estudante Dilma Rousseff foi sequestrada, torturada e condenada pela justiça por pertencer a uma ‘facção criminosa’. Ela e milhares de estudantes. Outra geração de estudantes, membros de ‘facções criminosas’ enfrentaram a polícia nas ruas para pedir diretas já. Pintaram a cara pelo impeachment de Collor. Que os estudantes reivindicam hoje para ser considerados membros de ‘facções criminosas’? Fica a pergunta.

vândalo fardado

democracia vida protesto