UFJF. Três mosqueteiros procuram o estuprador das pupilas do reitor

Sombrio corredor da UFJF
Sombrio corredor da UFJF

A Universidade Federal de Juiz de Fora instaurou, no dia 20 de abril, uma comissão de sindicância interna para apurar o caso de estupro de uma adolescente paulista, 17 anos, que aconteceu durante a festa de recepção aos calouros do Instituto de Artes e Design, no dia 13, no Campus Universitário.

A investigação é coordenada por três professores efetivos, cujos nomes não foram revelados (temem ser assassinados), e vai apurar “os fatos no âmbito da instituição”. Eles são vários: tráfico de drogas, uso de bebidas alcoólicas por menores, estupro ou possível curra, violência contra a mulher, assédio sexual, bullying, stalking, tortura e sequestro.

Os trabalhos correrão em sigilo, no mais absoluto segredo, em lugar ignorado, e têm a finalidade de originar um relatório secreto, que deve ser encerrado em um mês. Este prazo, entretanto, pode ser prorrogado por mais 30 dias.

O reitor da UFJF, Henrique Duque, também assinou uma portaria que suspende temporariamente os eventos festivos que não estejam diretamente ligados às atividades fins da universidade. A suspensão será mantida até que sejam fixadas novas normas sobre o uso do campus, com aprovação do Conselho Superior, composto por representantes de todas as categorias da UFJF. Inclusive as entidades estudantis, que o reitor garantiu que jamais pertenceram à UFJF.

Os três mosqueteiros do rei ainda não realizaram nenhuma reunião, nem procuraram confirmar se o reitor falou a verdade quando informou que o hediondo crime também estava sendo investigado pela Polícia Federal, pela Polícia Militar do governador Antonio Anastasia, polícia civil e juizado do menor.

Ninguém sabe quando será ouvido o primeiro suspeito da lista fornecida pela menor, aluna matriculada, obrigada a abandonar a universidade que não oferece nenhuma segurança às pupilas do reitor, desde que um estuprador permanece solto no campus, pronto para atacar.

Todo estupro que acontece em Juiz de Fora, principalmente de adolescentes, a polícia deve apresentar as fotos dos estudantes da UFJF, notadamente do Instituto de Artes e Design, os da lista de suspeitos, para o reconhecimento do agressor. A gangue pode atuar dentro ou fora do campus.

As mentiras ou insinuações do reitor Henrique Duque da Universidade Federal de Juiz de Fora sobre o hediondo crime de uma menor desflorada no Instituto de Artes e Design

O estupro de uma adolescente de 17 anos aconteceu dentro do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

O crime foi praticado em uma festa promovida por alunos veteranos, para recepcionar os calouros, no Instituto de Artes e Design, onde a menor estudava.

Segundo o reitor da UFJF, Henrique Duque, as polícias Federal, Militar e o setor de segurança do Campus estão apurando a possível curra. Isto é, dois ou mais alunos abusaram sexualmente da universitária, que era virgem.

Pelo que se sabe, o reitor manobrou para retirar a Polícia Federal da investigação do hediondo crime.
O desfloramento ocorreu dentro de um prédio da União.
Mente o reitor quando informa que a Polícia Militar também participa das diligências para prender os suspeitos, cujos nomes estão em uma lista fornecida pela aluna.
Culpa o reitor a violência da cidade de Juiz de Fora, insinuando que o crime aconteceu fora do campus, e praticado por bandidos que não são alunos nem funcionários da UFJF. Esta afirmativa inocenta os participantes da calourada.
Escute a fala do reitor  , que prometeu um inquérito da própria universidade. Prometeu.
 Publica a revista Veja:
 “A vítima, pelo que apuraram os investigadores, é aluna do 1º período do curso e, na festa, teria ingerido bebida alcoólica e, possivelmente, algum tipo de medicamento. A garota foi encontrada de madrugada, por uma amiga da turma, desacordada e com as roupas ‘decompostas’. Ao receber ajuda, ela apresentava forte sintoma de embriaguez, não se lembrava do que havia acontecido, tinha arranhões nos braços e se queixou de dores”. Nas partes íntimas.
A menina tomou um copo de cerveja. Apenas um. Primeiro crime: oferecer, vender bebida alcoólica a menor de idade. Segundo crime: “possivelmente algum tipo de medicamento”. Melhor explicado: colocaram droga no copo da menina. Compete investigar a origem desse entorpecente. Sinaliza que uma rede de traficantes atua dentro da universidade. Quem levou o “medicamento” para a festa, premeditou o crime. Pode ser um psicopata. E tudo indica que este não foi seu primeiro estupro.
Esse anormal, de mente doentia, violento (o corpo da garota ficou repleto de hematomas e cheio de arranhões), voltará a atacar e, para não ser preso, poderá matar sua próxima vítima.
Esse desviado sexual não pode continuar solto dentro da universidade. Estou falando de morte anunciada, e as autoridades acadêmicas passam a ser responsáveis por todo e qualquer crime desse indivíduo.
Voltarei a escrever sobre este crime.
Tem mais: o reitor proibiu os estudantes de realizar manifestações de protesto, de denúncia, de cobrança de punições para o estuprador ou estupradores.
Recado para os pais e advogado da aluna: estou pronto para divulgar toda essa sujeira. Uma universidade não é campus para stalking, bullying, assédio sexual, estupro, violência contra a mulher, machismo, homofobia, lesbofobia, tráfico de drogas, de sexo, venda de bebida para menor, coito de estuprador, racismo, censura, mordaça, cabresto e bula de santa inquisição mesmo que seja assinada por quem se acredita magnífico.

Máfia do frio de Natal, “paraíso do crime internacional”, faz ameaças de morte

O dinheiro da Noruega no Brasil tem favorecido a corrupção nos dois países. Veja que hoje, praticamente todos os criminosos, presos pela Polícia Federal, vem sendo abolvidos pela justiça PPV do Rio Grande do Norte.

No passado, voava em Natal, dinheiro via Iraque, Paquistão (dos emigrantes na Noruega) e Tanzânia. Restou Tanzânia, que tem bilionário programa de ajuda do governo da Noruega.

Brian Cooksey, sociólogo e chefe da área de meio ambiente TADREG (ajuda) na Tanzânia, foi quem primeiro descobriu a Máfia – enganado em um relatório a partir de 2006.

– A assistência pode realmente ser destrutiva, mesmo que as intenções sejam as melhores. Porque você não tem controle, disse Cooksey.

– A dura realidade, na Tanzânia, é que tudo está minado pela corrupção, ineficiência e dissipação, acrescentou.

Em 2007 começaram as investigações.

Christine Epaud parece que foi beneficiada pela delação premiada, sendo  a intermediária para a abertura de empresas – são mais de vinte, com sócios ex-presidiários.

Para facilitar, doações internacionais, criou uma suposta igreja na Tânzania, cujo portal saiu do ar. A conta bancária dela o desembargador Aderson Silvino, misteriosamente, desistiu de conhecer, apesar do despacho que assinou para que  provasse a origem do dinheiro que diz ter pago na escandalosa compra do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, sede de quatro empresas em quartinhos de um hotel peba, zero estrela. É muita bandalheira apadrinhada pelas competentes autoridades federais, estaduais e municipais. Da quadrilha de Epaud, que o desembargador disse incapaz de uma coação, vem partindo ameaças de morte.

Fica o aviso de mortes anunciadas.

Brasil, coito de bandidos da Noruega

Natal continua considerada, pela imprensa da Noruega,  “Paraíso do Crime”, refúgio de traficantes, assassinos, assaltantes, traficantes de drogas, de mulheres, de moedas, foragidos da justiça e, incrivelmente, esconderijo de bandidos marcados para morrer por quadrilhas rivais. São criminosos internacionais, a chamada máfia do frio, composta, na sua maioria, por noruegueses.

Bem que precisa ser investigado: os bandidos presos pela Polícia Federal terminam inocentados pelo judiciário do Rio Grande do Norte.

Inexplicavelmente, Christine Epad (ela usa outros nomes) que disse que pegou dinheiro emprestado (isso jamais ficou provado) para comprar um hotel na Praia do Meio, Natal, hoje denominado Chalezinho Francês, em homenagem ao marido (duvidosa transa legalizada pelo desembargador Aderson Silvino), de repente, rápida e ilicitamente, passou a ser proprietária de vinte ou mais empresas. Como isso pode acontecer? Qual a origem desse dinheiro? No caso do Chalezinho Francês, o desembargador Aderson Silvino pretendeu descobrir a origem da grana, isso em despacho descumprido. É que Aderson Silvino desistiu de saber…

DENÚNCIA 

Todas as vítimas no caso Christine Epaud estão ameaçadas de morte. Inclusive eu, por  noticiar. Considero cúmplices dessas mortes anunciadas, pelo silêncio, pelo descaso: a presidente Dilma Rousseff, o rei Harald da Noruega, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg, o embaixador da Noruega no Brasil, o presidente Cesar Peluso do Superior Tribunal de Justiça  e do Conselho Nacional de Justiça, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e, notadamente, a governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini, a desembargadora Judite Nunes, presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, os togados que atuaram no caso Christine Epaud, e o delegado chefe da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.

Essa bandidagem internacional não veio fortuitamente para Natal. Nem Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, no ano de 1500, por acaso.

Leia esta notícia. Copie que o Google traduz.

Brasil. Årsaken var at skjulestedet ble avslørt av personer som planla å drepe ham.

– Han dro til Brasil i forståelse med politiet. Men i all hast ble han bedt om å reise hjem da politiet avslørte at noen personer var på vei dit for å ta ham, forteller forsvareren, advokat Benedict de Vibe til Aftenposten.32-åringen forklarte seg i går i Nedre Romerike tingrett om sin rolle i saken som omfatter import av 165 kilo amfetamin og 200 kilo hasj. Hans tilståelse har gitt ham problemer. For han begikk de kriminelles dødssynd, nemlig å peke ut navngitte medsammensvorne.På tiltalebenken sitter også tre andre menn, en av dem en mangeårig kamerat som han har utpekt som sin nærmeste overordnede i forbryterhierarkiet. Eks-kameraten er i tillegg til den alvorlige narkotikatiltalen også tiltalt for “å ha inngått forbund om drapsplanene” som sendte 32-åringen på flukt til Brasil. Påtalemyndigheten mener narkotikaligaens toppleder er norske Danny Bungard (28), som ble pågrepet på flukt i Malaga i Spania sammen med NOKAS-siktede David Aleksander Toska. Bungard er nå siktet som bakmann, men aktor, statsadvokat Erik Førde, sier det ikke er aktuelt å sikte Bungard for drapsplanene.

Gåtefull avsløring.

Det er høyst uklart hvordan navngitte personer i det kriminelle miljøet klarte å spore opp kronvitnets skjulested i Brasil, som bare var kjent av et lite knippe personer.- Jeg har ingen forklaring utover det enn at noen kan ha gjenkjent ham i Brasil, sier de Vibe.

“La economía global es adicta al dinero del narcotráfico”

“Así como la gente se hace adicta a las drogas, la economía global es adicta al dinero del narcotráfico. México padece una profunda adicción al dinero de las drogas; aquí se mueven 45 mil millones de dólares anuales, el 12.5% del dinero de la droga mundial. La guerra de Felipe Calderón no es una guerra fallida, ha cumplido sus objetivos: consolidar las rutas de la droga a Estados Unidos y la contención de un estallido social, mediante la militarización del país. No creo que México sea un Estado fallido, es un Estado coludido con el crimen organizado, infiltrado por el narcotráfico”
Entrevista a Rafael Barajas, “El Fisgón”, editorialista gráfico de La Jornada y El Chamuco

Um estudante morto. Os indignados nas ruas da Colômbia





Ontem, os universitários da Colômbia marcharam. O dia terminou com um estudante morto em Bogotá. Indignados, os jovens protestaram contra a reforma do ensino, que encarece as mensalidades escolares. Para estudar, afirmaram os mais revoltados, que ficaram nus, teremos que vender a roupa do corpo. É! a onda do liberalismo econômico continua a devastar a Colômbia. Terra dominada pelas milícias da direita, por guerrilheiros da esquerda, por traficantes de drogas, e por bases militares do Tio Sam.

ESCURAS NOITES NATALENSES

AS FILHAS DA RUA

poema de Talis Andrade

Amo as crianças
Amo
Amo
Amo as crianças
do Pai
Pátria amada
Brasil

Odeio milhões de brasileiros
pedófilos
Odeio seus cúmplices
Malditos sejam seus cúmplices

Choro pelas crianças
Choro pelo Brasil
nação cruel
país de 250 mil prostitutas infantis

250 mil crianças com fome
250 mil crianças escravas
do tráfico de sexo
250 mil crianças que tomam droga
para suportar os estupros
250 mil crianças que tomam droga
para entorpecer o corpo
insensibilizar o corpo
para não sentir
a dor
a tortura
a empalação
de oito a dez penetrações por dia
em suas estreitas e pequenas vaginas


P.S.: Brava gente potiguar, erradique a bandidagem que transformou Natal no “Paraíso do Crime”.
Expulse os criminosos internacionais, que realizam os negócios da noite, inclusive os da prostituição.

Invasores que tomaram os hotéis, as pousadas, os motéis, os bares, os restaurantes, as boates, as praias, os clubes de campo, e promovem o turismo sexual.

Bandidos de todas as nacionalidades. & de todos os crimes. Notadamente o tráfico de sexo, de drogas, de moedas, de mulheres. Isso não acontece sem a cumplicidade do executivo, do legislativo e do judiciário.