Durante as campanhas eleitorais o PCC desaparece

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Os governadores reconhecem a existência de governos paralelos em cada estado brasileiro. Esta a razão para comandar um exército de soldados estaduais fortemente armados.

A Polícia Militar de São Paulo tem perto de cem mil homens. As forças armadas de vários países não conseguem recrutar, nem municiar, nem pagar o soldo de uma multidão igual.

Apesar deste poderoso exército, com armas modernas e homens treinados na polícia e no exército de vários países, notadamente nos Estados Unidos e na Escola das Américas, o governador Geraldo Alckmin anunciou solenemente, em outubro de 2013, que estava com a vida ameaçada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), considerada a maior organização criminosa do Brasil.

Coitado! Devia pedir proteção especial à Policia Federal
Coitado! Devia pedir proteção especial à Policia Federal

Pela propaganda oficial, veiculada pela mídia, o grupo capitaneia rebeliões, assaltos, sequestros, assassinatos e o narcotráfico. A facção atua principalmente em São Paulo, mas também estaria presente em 22 dos 27 estados brasileiros.

A organização seria financiada principalmente pela venda de maconha e cocaína, mas roubos de cargas e assaltos a bancos também são fontes de faturamento.

Esquecem de informar que o lucro principal das facções criminosas no Terceiro Mundo passou a ser o tráfico de minérios.

No Brasil não existe uma distinção entre PCC e milícias, formadas por soldados estaduais e policiais civis, e elementos expulsos dessas organizações, e soldados desmobilizados das forças armadas.

O mundo travou guerras do ópio, conflitos armados ocorridos entre a Grã-Bretanha e a China nos anos de 1839-1842 e 1856-1860. E luta, hojemente, a guerra da cocaína nos Andes, financiada pelos Estados Unidos, que possuem plantações de coca legalizadas pela ONU. Trata-se de um estranho monopólio.

O que importa discutir aqui é que um pacto policial, esquisita pacificação, determina a desativação dos PCCs em ano eleitoral.  Com a eleição das bancadas da bala.

O governo paralelo fecha à bala seus redutos eleitorais para o voto de cabresto em seus candidatos, todos com ficha-limpa nas 1001 polícias e tribunais do Brasil.

 

Acontece que o PCC é feito pé de cobra: ninguém sabe onde se esconde, qual o quartel, ou quem lidera em cada Estado. Tão invisível quanto a água nas torneiras da Grande São Paulo. A única prova da existência, apresentada pela polícia, parece piada: todos os capos do PCC estão presos, e acaudilham suas tropas de dentro de presídios de segurança máxima, trancados em celas individuais, sem direitos a visitas e de contato com outros presos, e de comunicação via telefone, via computador, via rádio, com qualquer pessoa viva ou morta.

 

Alckmin, em ano eleitoral, evitar falar em PCC
Alckmin, em ano eleitoral, esquece o PCC

 

 

 

 

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MISTÉRIO DAS ONGS

por Moacir Japiassu

 

Ongs-no-Brasil

 

Chegou à nossa redação, procedente de várias porém confiáveis fontes:

 

 

Por que não tem ONGs no Nordeste seco?

Você consegue entender isso?

Vítimas da seca:

Quantos? 10 milhões.

Sujeitos à fome? Sim.

Passam sede? Sim.

Subnutrição? Sim.

ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma!

Índios da Amazônia:

Quantos? 230 mil

Sujeitos à fome? Não

Passam sede? Não

Subnutrição? Não

ONGs estrangeiras ajudando: 350

Provável explicação:

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos.

Entenda:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta:

Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito???

As últimas palavras de Julia Coller

Você era especial para este mundo Julia Colle. Testemunhal de Vilma Aranaga
Você era especial para este mundo Julia Colle. Testemunhal de Vilma Aranaga

No dia de sua morte no Facebook escreveu Julia Coller:

A bestialidade humana chega ao extremo! O que anda me preocupando com uma certa frequência.

COMO pode um psicopata frio e DOENTE.
Não ser preso, punido. CADÊ OS PROTETORES DESSE LUGAR?
Que nível é seu público?
Não entendo como a raça humana chega a esse ponto … pessoas mercenárias.
INACREDITÁVEL!

Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede

arte anaimal 2

http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

6 de novembro
Fico feliz demais, por ter sido uma pequena partícula dessa realização.
Sei que ainda estamos longe de terminar esta guerra que iniciamos, mas o dia 19 foi um dia de glória, onde pessoas libertaram vidas, de cara limpa.
Talvez tenhamos que responder processo, ou qualquer coisa do gênero, sei que ainda centenas de animais precisam de nós, e que ainda continuam nas masmorras do sofrimento, mas chegaremos lá.
E ainda faço um apelo, a todos que naquela noite estava lá, procure a delegacia de São Roque, e diga que quer ser testemunha do caso. Conte sua versão, como viu tudo e como estava lá, e condições dos animais.
Seu depoimento é importante.
Nós, eu Vilma ARanaga, Pris Aranaga e Maraína Araujo, já fomos, e fomos muito bem atendidas pelo delegado Marcelo. Se todos fizerem isso teremos mais depoimentos para a causa, não tenham medo.

O Instituo fechou, mas a luta continua, o processo já iniciou, tem que ser provado que havia maus tratos. Ajude com seu depoimento.

Valeu apena he, he
Valeu apena he, he

6 de novembro
Para aqueles que se moveram de alguma forma. Saíram da zona de conforto e apoiaram a causa:

meu melhor amigo

Brasil. Tráfico de animais rende três vezes mais que o de drogas

O MAIS RENDOSO NEGÓCIO DO CRIME ORGANIZADO DE COLARINHO BRANCO
O MAIS RENDOSO NEGÓCIO DO CRIME ORGANIZADO DE COLARINHO BRANCO

Um relatório divulgado pela organização internacional WWF conclui que o comércio ilegal de animais selvagens representa cerca de US$ 19 bilhões anuais (cerca de R$ 39 bilhões), fortalece as redes criminosas, compromete a segurança nacional e tem riscos para a saúde. Para a ONU é muito mais: Está avaliado entre US$ 25 bilhões a US$ 30 bilhões ao ano.

O  estudo da WYF realça que este comércio ilegal leva “muitas espécies já ameaçadas à extinção”.

De acordo com o relatório “Luta contra o tráfico ilícito da vida selvagem: uma consulta com os governos”, apresentado esta semana num encontro de embaixadores das Nações Unidas, em Nova Iorque, e hoje divulgado pela WWF, o comércio ilegal de animais selvagens ocupa o quarto lugar nas transações ilegais, depois da contrafação, da falsificação e do tráfico de seres humano.

Os lucros obtidos com o tráfico dos animais selvagens, no Brasil, desaparecem no ar. E são superiores ao de drogas, que rendem  R$ 1,4 bilhão por ano. Os de animais silvestres chegam a, aproximadamente, US$ 2 bilhões (R$ 4 bilhões). Esta é uma estimativa da Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráficos de Animais Silvestres). Considero pouco.

O Brasil, maior país da América Latina, com uma área de 8,5 milhões de km², é considerado a maior biodiversidade do planeta.

Possui 530 espécies de mamíferos, 1800 espécies de aves, 680 de répteis, 800 de anfíbios e 3000 espécies de peixes.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, 627 espécies estão sob risco de extinção, o triplo de 15 anos atrás.

Escrevem Wagner de Cerqueira e Francisco Graduado: