PARIS “Os corações e mentes dos brasileiros estão com os feridos e as famílias das vítimas fatais”

A presidente Dilma Rousseff enviou carta a François Hollande, expressando solidariedade ao povo francês e ao governo daquele país em razão dos atentados sofridos na noite de ontem:

“Senhor Presidente,

Recebi com profunda consternação a notícia dos covardes atentados terroristas na noite de sexta-feira em Paris. Neste momento de choque e tristeza, os corações e mentes dos brasileiros estão com os feridos e as famílias das vítimas fatais.

O governo brasileiro expressa sua solidariedade ao povo e ao governo da França e condena esses atentados da forma mais veemente.

Estou certa de que a nação francesa saberá enfrentar com altivez e determinação esse momento difícil, e dele sairá mais forte e coesa.

Hoje, somos todos franceses.

Atenciosamente,

Dilma Rousseff

Presidenta da República Federativa do Brasil”

Momento em que François Hollande recebe a informação dos atentados terroristas (ele assistia o amistoso das seleções de futebol da França versus Alemanha):

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C’est la première fois en France que des actions kamikazes ont lieu sur le sol français.

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Fusillades, attentats kamikazes, scènes de panique générale, peut-on laisser nos enfants face à ces images de guerre en plein Paris?

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VIDEOS – Le bilan des fusillades simultanées dans Paris et au Stade de France vendredi soir est d’au moins 128 tués, environ 300 blessés dont 80 en « urgence absolue ». Huit assaillants sont morts, dont sept en se faisant exploser.

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« Scènes de guerre », « horreur », « bain de sang »… Les qualificatifs s’enchaînent et se ressemblent. Tous tentent de saisir l’indescriptible : des fusillades simultanées dans Paris et au stade de France vendredi soir et un bilan encore provisoire, mais déjà lourd. On parle samedi d’au moins 128 morts, environ 300 blessés dont 80 en « urgence absolue ». Des attaques plus meurtrières que les attentats de janvier dernier encore largement présents dans les mémoires.
Huit assaillants sont morts, dont sept en se faisant exploser. C’est la première fois en France que des actions kamikazes ont lieu sur le sol français.

Assad accuse la France d’avoir contribué à « l’expansion du terrorisme »

O presidente sírio, Bashar al-Assad, condenou os ataques em Paris mas diz que o terror por que passaram os franceses na noite de sexta-feira é “semelhante” àquele que o seu povo tem enfrentado nos últimos anos de guerra civil e uma consequência da política francesa para o Médio Oriente.

“O terror selvático que a França sofreu é o mesmo que o povo sírio tem enfrentado nos últimos cinco anos”, afirmou Assad, citado pelas agências internacionais, reiterando: “Os atentados terroristas que visaram a capital francesa não podem ser separados do que aconteceu na capital libanesa, Beirute, recentemente, e do que tem acontecido na Síria nos últimos cinco anos e em outras áreas.”

As políticas erradas adotadas pelos países ocidentais, nomeadamente a França, na região contribuíram para a expansão do terrorismo”, argumentou, ainda, o presidente sírio.

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França, apesar de ter armas de destruição em massa, treme de medo de uma mulher

A França imperial, com colônias na América do Sul, Caribe e África, para criar uma legenda de medo, e assim forjar um clima de guerra interna, e abusar do poder de invadir qualquer país que não possui bomba atômica, faz a propaganda de que está ameaçada de ser destruída por uma simples mulher, que ninguém pode garantir que esteja viva.

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E mais escandaloso e impressionante e inverossímil, uma mulher que ameaça o fim do maior império da história da humanidade: os Estados Unidos, que possui a vassalagem dos países atômicos da Europa: França, Inglaterra e Suécia.

Eis a notícia sensacionalista hoje da imprensa internacional:

La viuda del mártir Coulibaly, la más temida terrorista

* Los servicios de inteligencia sitúan a Hayat Boumeddiene, la viuda del terrorista Amedy Coulibaly, en Siria desde hace un mes.

* Allí la joven podría haberse convertido en un icono de culto al ser la viuda de un mártir del Islam.

 

Hayat-Boumeddiene

La mujer más buscada de Francia es la más temible de Siria. Los servicios de inteligencia que sitúan a Hayat Boumeddiene, la viuda del terrorista Amedy Coulibaly, en Siria desde hace ya casi un mes temen que la joven, de 26 años, se haya convertido en una ‘figura de culto’ al ser la viuda de un mártir del Islam.

Algunos expertos, asegura el Washington Post, temen incluso que la joven vuelva Europa con un objetivo: llevar a cabo un atentado. “No hemos visto el final de ella”, aseguró al diario Jean-Louis Bruguière, un exinvestigador de inteligencia francés.

Su marido Amedy llevó a cabo la masacre de 4 rehenes en un supermercado judío de París el pasado mes de enero, además del asesinato de un policía. Aunque no está claro qué conocimiento tuvo ella de los ataques, su huída a Siria pocos días antes de que se produjeran provocó desde el primer momento las sospechas de los servicios de inteligencia.

Una llamada telefónica en la frontera Siria la sitúa a ella en el país mediterráneo: estaría en las filas del Estado Islámico desde principios de mes, lo cual ha levantado también los temores a un vínculo cada vez mayor entre los extremistas del ‘EI’, que opera en Irak y Siria, y al Qaeda, de donde escinde el grupo de al Baghdadi.

Las otras viudas del terror
Hayat no es la primera viuda de un ‘mártir’ yihadista que inquieta a los servicios de inteligencia. Quizá la más conocida de ellas sea Samantha Lewthwaite, una británica de unos 31 años conocida como ‘la viuda blanca’.

Viuda de Germaine Lindsay, uno de los terroristas que llevó a cabo los ataques del 7 de julio de 2005 en Londres, Lewthwaite es una conversa al Islam y es casi indudablemente, la mujer terrorista más buscada del mundo. Se cree que está en el Este de África junto a al Shabaab, grupo islamista y que ha orquestrado varios ataques terroristas contra objetivos occidentales.

A las viudas de mártires de la yihad se les conoce como ‘viudas negras’, un nombre que originó por un grupo de terroristas suicidas femeninas procedente de Chechenia. Se dieron a conocer con la toma de rehenes en 2002 y su nombre se debe a que la mayoría eran viudas de combatientes chechenos.

Na foto da propaganda islamofóbica, uma víuva mártir terrorista nua  é profundamente inacreditável.

 

Hayat Boumeddiene sempre foi considerada namorada de Amedy Coulibaly, e não esposa do francês que matou uma policial e quatro pessoas no atentado ao supermercado judeu em Paris
Hayat Boumeddiene sempre foi considerada namorada de Amedy Coulibaly, e não esposa do francês que matou uma policial e quatro pessoas no atentado ao supermercado judeu em Paris

Publica revista Exame: Hayat Boumeddiene, a namorada de Amedy Coulibaly, terrorista que matou uma policial e quatro pessoas no atentato ao supermercado judeu em Paris, estaria na Síria, segundo informações obtidas pelo jornal francês Le Monde.

Segundo a publicação, uma fonte altamente influente relatou que uma mulher “que se assemelha fortemente à Hayat Boumeddiene e usou seu passaporte” voou de Madri a Istambul, na sexta-feira, dia 2 de janeiro, acompanhada por um homem.

Esse acompanhante de Hayat seria irmão de um homem conhecido por ter prestado serviços à inteligência francesa.

De acordo com informações do serviço de inteligência turco passadas à fonte consultada pelo Le Monde, Hayat teria chegado na fronteira turco-síria na quinta-feira, 8 de janeiro, e nunca teria usado o seu bilhete de retorno a Paris, que estava marcado para o dia 09 de janeiro.

Hayat tem 26 anos e é casada religiosamente, mas não civilmente, com Amedy Coulibaly desde 2009. [Amedy Colibaly e os dois outros franceses que participaram da chacina ao Charlie Hebdo foram mortos pela temida polícia francesa.

Ligações entre os ataques

Segundo as investigações, Izzana Hamyd, esposa de Chérif Kouachi, um dos franceses responsáveis pelo ataque ao jornal Charlie Hebdo, falou mais de 500 vezes com Hayat Boumeddiene por telefone em 2014.

Essa é uma das razões pelas quais a polícia está atrás dela, para tentar concluir qual era a relação entre os dois casais.

 

Charlie Hebdo ridiculariza todas as religiões, menos uma

O jornal Charlie Hebdo era internacionalmente conhecido por debochar da Santíssima Trindade, da virgindade da Imaculada Conceição, dogmas do cristianismo; e fazer palhaçadas com o profeta Maomé, venerado pelos muçulmanos.

Jamais criticou o judaísmo. Por quê?

A chamada grande imprensa esconde. Idem os jornalões brasileiros. Publicado in Contexto Livre:

Os Rothschild compraram o Charlie Hebdo pouco antes dos atentados em Paris

 

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Pra quem ainda acredita que o massacre em Paris não foi ‘false flag’, segue material para reflexão

Os atentados de 7 de janeiro em Paris cada vez mais se parecem ao 11-S. Se fôssemos da Guarda Civil diríamos que o “modus operandi” é o mesmo, que é a mesma mão que balança o berço.

O caso é que uma revista econômica holandesa, Quote, revelou a informação da compra em 9 de janeiro, dois dias depois dos atentados, leia aqui

E o jornal alemão NeoPresse a reproduziu dez dias depois. Confira aqui

A família de banqueiros Rothschild comprou uma revista em ruínas em dezembro do ano passado e ao mesmo tempo o jornal “Libération“, outro velho fóssil de maio de 68, que entrara para as fileiras da pura e dura reação há muito tempo.

Se alguém tinha dúvida dos motivos pelos quais os últimos números de Charlie Hebdo estavam sendo lançandos desde a redação do “Libération”, aqui está a resposta: porque são do mesmo dono.

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A aquisição não foi pacífica; ocorreram desentendimentos dentro da família de banqueiros, conta o Barão Philippe de Rothschild numa entrevista publicada por Quote. O tio Edouard não queria comprá-la porque isso lhes traria um poder político que não queriam, diz o sobrinho à revista. “Não nos queremos misturar em política”, assegura Philippe, “ou pelo menos não de uma maneira tão aberta“.

Se isso estiver correto, como parece, a pergunta é inevitável: foi o atentado contra a revista outro negócio redondo por parte dos Rothschild? Eles a compraram a preço de banana, porque antes de 7 de janeiro, a revista só gerava prejuízos.

Mas se só gerava prejuízos, que interesse teriam os banqueiros em comprar uma revista em ruínas? É então que aparece o aspecto político que o Barão Philippe quer manter em segundo plano: para continuar com as provocações de Charlie Hebdo contra os muçulmanos.

Teremos Charlie Hebdo por algum tempo. Agora que a revista passou a ter não somente 60.000 leitores, mas uma audiência de sete milhões. Além do dinheiro que está chovendo, não só do Estado francês, senão procedente de investidores privados. Estão se forrando.

Mas não sejam vocês preconceituosos nem conspiratórios. Nada do que acabamos de expôr significa que os Rothschild organizaram os atentados, nem muito menos que fizeram matar pessoas pelo vil dinheiro. De jeito nenhum. É claro que o que aconteceu em Paris é uma cópia quase exata do 11-S em Nova York, onde asseguraram os ataques terroristas as Torres Gêmeas pouco antes de derrubá-las, é pura coincidência.

E se a imprensa internacional não publicou nada disto, é porque ainda não estão informados. E quando souberem, será notícia no telejornal das 9 da noite. O que tinham pensado? Pensaram que lhes ocultariam a informação? Que não lhes contariam toda a verdade e nada mais que a verdade?

 

 

Terrorismo policial se baseia na declaração de uma guerra interna

Com a desculpa de combate ao terrorismo, o mundo ocidental e cristão, cada vez mais realiza crimes que, na guerra fria, pós Segunda Grande Guerra Mundial, culpava como propaganda os governos comunistas da União Soviética,  China e Cuba, apontados exemplos de regimes perversos e inimigos da Liberdade, da Fraternidade e da Democracia.

É o que acontece hoje nos Estados Unidos:  A polícia classifica você. Diz quem você é. Não importa que a alegação seja falsa.

Todo inquérito com juízo de valor é imoral, sinaliza a existência do terrorismo da polícia.

Todo braço armado do poder, que separa os maus cidadãos dos bons, considerando a existência de uma guerra interna, comprova que o país vive em um sistema político de exceção. E poderes como o legislativo e o judiciário passam a ser enfeites, adornos de uma democracia que não existe.

Toda ditadura luta contra inimigos visíveis e invisíveis. Quando tudo constitui uma armação, mortífero embate contra inimigos fictícios.

O imaginário supera o real na criação do medo, na caça às bruxas, no prende e arrebenta.

No Brasil, as polícias militares, comandadas pelos governadores, realizam julgamentos sumários nos guetos das favelas, engavetam inquéritos, e criam novelescos processos que a justiça legaliza.

Temos a aberração da justiça com o poder de polícia, e a polícia com o poder de justiça.

As polícias e as justiças estaduais são poderes localizados na República Federativa do Brasil. Poderes advindos da ditadura militar de 64. Poderes que, nos Estados Unidos são nacionais e internacionais, sendo mais conhecidos os exercidos em nome das siglas FBI e CIA.

 

Journalist Barrett Brown sentenced to 63 months in federal prison, must pay $890K in restitution

The intelligence and security journalist has already served more than two years in prison for charges related to his proximity to sources within the hacktivist entity known as Anonymous.

by Xeni Jardin

 

jornalista

A court in Dallas has sentenced Barrett Brown to 63 months in federal prison, minus 28 months already served. For count one in the case, he receives 48 months. For count 2, he receives 12 months. And for count 3, he receives 3 months. He is also ordered to pay $890,000 in restitution.

The government’s charges against the intelligence and security reporter stemmed from his relationship with sources close to the hacker group Anonymous, and the fact that Brown published a link to publicly-available copies of leaked Stratfor documents.

Brown read a statement to the court during the sentencing hearing, and you can read that statement in entirety here.

“Journalists are especially vulnerable right now, Your Honor, and they become more so when the FBI feels comfortable making false claims about them,” Brown wrote:

Deny being a spokesperson for Anonymous hundreds of times, and you’re still a spokesperson for Anonymous. Deny being a journalist once or twice, and you’re not a journalist. What conclusion can one draw from this sort of reasoning other than that you are whatever the FBI finds it convenient for you to be at any given moment. This is not the “rule of law”, Your Honor, it is the “rule of law enforcement”, and it is very dangerous.

From our earlier coverage:

Brown originally faced more than a century in prison on a swathe of charges relating hacks targeting corporations. He admitted lesser crimes to reduce his possible sentence to 8½ years.

Published in Vanity Fair, The Guardian and elsewhere, Brown is often described as an “unofficial spokesperson” for the Anonymous collective, which he denies. He founded Project PM, a website intended to collate publicly-leaked information for use by journalists and activists.

Among the secrets exposed were collaborative efforts between the government and private contractors to monitor social networks, and to develop online surveillance systems.

Brown, 33, was arrested in 2012 after his and his mothers’ homes were raided and he used “threatening” language toward FBI officers in a response posted to YouTube. He was subsequently accused of working with the hackers whose efforts yielded a huge tranche of embarrassing and revealing information concerning misbehavior and sleaze at U.S. government contractors.

Among the charges was the claim that merely linking to the leaked information was illegal—an alleged crime for which prosecutors sought decades in prison and which roused the interest of press freedom groups.

He ultimately signed a plea deal on three lesser charges: transmitting a threat, trying to hide a laptop computer during a raid, and to being “accessory after the fact in the unauthorized access to a protected computer.” He spent a year awaiting trial in federal prison, and was subject to a 6-month gag order prohibiting him from discussing his case with the media.

Tweets from observers, activists, and journalists present at today’ sentencing hearing in the Dallas courtroom follow.

 

 

 

‘Yo no soy Charlie’: la viuda de Charb denuncia la hipocresía después del asesinato de su marido

Viúva

 

La viuda del caricaturista Charb (Stéphane Charbonnier) de Charlie Hebdo ha denunciado la hipocresía de la gente que está usando pancartas que dicen “Je suis Charlie”.

Ha recordado a la prensa que la gente no hizo nada cuando acusaron a su esposo y a las otras víctimas de ser islamófobas y racistas.

“Necesitaban de las donaciones para sobrevivir. Fueron criminalizados. Nuestra república es culpable, esta matanza podría haber sido evitada si hubiéramos mostrado algo de solidaridad. La pregunta es, ¿por qué no pasó?

Yo lo amaba por quien era. Un hombre que estaba dispuesto a morir por sus ideales. ¿Cuántos de esos hombres conocen? No necesito saber nada más. Que encarcelen a los terroristas y es el fin. No tengo que saber nada de su pasado y de su niñez. No necesito escuchar excusas sobre los verdugos que matan inocentes.

Charb sabía que iba a morir y hablamos frecuentemente de dejar Francia. Me arrepiento de no haberlo podido convencer que nos fuéramos.

Que se burló de las amenazas era una mentira. Nunca se burló. Era un soldado de la libertad de expresión.

Vivía con miedo de que fuera a ser ejecutado como Theo Van Gogh en Amsterdam.”

Van Gogh, un cineasta holandés, fue apuñalado en Amsterdam en 2014. Veja vídeo

Charb, le 2 novembre 2011.

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Paul Craig Roberts: “Ataque contra ‘Charlie Hebdo’ fue una operación de falsa bandera”

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El exsubsecretario del Tesoro de EE.UU., Paul Craig Roberts, asegura que el ataque terrorista contra la sede de ‘Charlie Hebdo’ en París fue una operación de bandera falsa “diseñada para apuntalar el estado vasallo de Francia ante Washington”.

“Los sospechosos pueden ser tanto culpables como chivos expiatorios. Basta recordar todos los complots terroristas creados por el FBI que sirvieron para hacer la amenaza terrorista real para los estadounidenses”, escribió Roberts en un artículo publicado en su sitio web.

El politólogo afirmó que las agencias estadounidenses han planeado las operaciones de falsa bandera en Europa para crear odio contra los musulmanes y reforzar la esfera de influencia de Washington en los países europeos.

“La Policía encontró el carnet de identidad de Said Kouachi en la escena del tiroteo [cerca de la sede de ‘Charlie Hebdo’]. ¿Les suena familiar? Recuerden que las autoridades afirmaron haber encontrado el pasaporte intacto de uno de los presuntos secuestradores del 11-S entre las ruinas de las torres gemelas. Una vez que las autoridades descubren que los pueblos occidentales estúpidos van a creer cualquier mentira transparente, van a recurrir a la mentira una y otra vez”, dijo Roberts.

El anuncio de la Policía del hallazgo del carnet claramente apunta a que “el ataque contra ‘Charlie Hebdo’ fue un trabajo interno y que las personas identificadas por la NSA como hostiles a las guerras occidentales contra los musulmanes van a ser incriminadas por un trabajo interno diseñado para devolver a Francia bajo el pulgar de Washington”, dijo el politólogo.

Asimismo, Roberts dijo que la economía francesa está sufriendo por las sanciones impuestas por Washington contra Rusia. “Los astilleros se ven afectados al no poder entregar los pedidos rusos debido a la condición de vasallaje de Francia ante Washington”, explicó y agregó que “otros aspectos de la economía francesa están siendo impactados negativamente por las sanciones que Washington obligó a sus Estados títeres de la OTAN a aplicar contra Rusia”.

 

 

O pensamento único dos monopólios é a pior censura. A imprensa livre só é possível com a democratização dos meios

Na França, a extrema-direita quer tirar proveito da chacina da revista Charlie Hebdo.

Ex-companheira de redação dos jornalistas mortos, Caroline Fourest afirma, indignada: “Não têm porquê levar o caixão, quando se sabe quantos pregos eles tentaram empurrar quando Charlie estava `vivo”.

O mesmo acontece no Brasil, quando se pretende criticar o projeto de regulamentação da mídia, omitindo que os maiores inimigos da liberdade de imprensa são os monopólios da mídia. Que promovem a censura do pensamento único.

Rachel Sheherazade, jornalista do SBT, compara a Veja, uma revista da direita, com Charlie Hebdo, um veículo de esquerda. É muito cinismo de Sheherazade, versão cabocla da neofascista e racista Marine Le Pen.

Meme do blogue Homem Culto, que tem como lema "Não deixe que um professor comunista adote seu filho. Intervenção militar já"
Meme do blogue Homem Culto, que tem como lema “Não deixe que um professor comunista adote seu filho. Intervenção militar já”

 

Estranha comparação

por Maíra Streit, do Portal Fórum

O ataque à sede do periódico francês Charlie Hebdo, ocorrido na última quarta-feira (7), chocou o mundo. Ao todo, 12 pessoas morreram; entre elas, quatro dos mais brilhantes cartunistas da atualidade. A ação, classificada pelo governo do país como “terrorista”, teria sido motivada pelas sátiras religiosas publicadas pelo jornal, que desagradaram alguns muçulmanos ao fazerem referência ao profeta Maomé.

Muitos profissionais da imprensa manifestaram solidariedade e consternação diante do episódio. A jornalista Rachel Sheherazade, porém, aproveitou a ocasião para estabelecer uma estranha comparação.

Em comentário feito na rádio Jovem Pan e divulgado em seu blogue pessoal, a apresentadora do SBT Notícias afirmou que falta liberdade de imprensa no Brasil, fazendo uma associação entre o revolucionário Charlie Hebdo e a revista Veja. “Há poucos veículos resistentes e independentes. É o caso da revista Veja”, enfatizou, ao citar a matéria em que a publicação acusou os petistas Lula e Dilma Rousseff de terem conhecimento sobre casos de corrupção na Petrobras e por isso, segundo ela, a editora Abril teria sofrido retaliações. “No Brasil, o maior temor da imprensa livre não são os radicais islâmicos, mas os radicais da esquerda”.

Sheherazade não parou por aí. A jornalista, conhecida por suas opiniões conservadoras, disse que a presidenta Dilma não foi ‘coerente’ ao lamentar, em nota oficial, o ataque. “A mesma mandatária que defendeu a liberdade de expressão na França apóia um projeto de regulação da mídia no Brasil, que pode restringir a liberdade de expressão e até evoluir para uma futura censura dos meios de comunicação”, destacou.

Do lado oposto ao representado por Sheherazade, movimentos sociais defendem que a regulação econômica da mídia, anunciada pela presidenta, poderá pôr fim à concentração de poder da imprensa nas mãos de poucas famílias e, assim, garantirá mais diversidade de programação e uma real representatividade da população brasileira nos meios de comunicação.

 

Pour «Charlie», voir le Front serait un affront

 

Pour «Charlie», voir le Front serait un affront (DR)
Pour «Charlie», voir le Front serait un affront (DR)

por Matthieu ECOIFFIER et Laure EQUY / Libération

L’hebdo a toujours dénoncé le parti d’extrême droite, dont la présence à la manifestation fait polémique.

Le Front national présent dans la marche de dimanche au milieu des pancartes noires «Je suis Charlie» ? Une perspective impossible pour les auteurs et lecteurs de l’hebdo qui bouffe du facho depuis sa création. Mercredi, avant l’irruption des terroristes, «pendant la conférence de rédaction, on a eu un débat sur Houellebecq. Cabu a dit qu’il était révolté par ce livre qui sert la soupe au FN», confiait vendredi Laurent Léger en marge de la première réunion de l’équipe de Charlie Hebdo à Libé. Et ce journaliste d’investigation, rescapé de la tuerie, de rappeler que «le FN n’a jamais défendu les valeurs humanistes, de liberté et de solidarité de Charlie. Ce n’est pas un parti républicain. On a toujours été leur cible. Pour le FN, vouloir défiler dimanche c’est de la récup».«Chez nous, le FN n’est pas le bienvenu. Mais on ne fait pas le service d’ordre de la manif», lâche Gérard Biard, red-chef de Charlie.«On ne fait pas de politique», coupe Richard Malka, leur avocat. Le dessinateur Jul, appelle, lui, à «respecter la sphère de l’autre» : «Il y a le deuil des familles, des gens de Charlie, des amis, des lecteurs et ensuite de la France. Chacun à son niveau doit respecter la sphère de l’autre.»

«Pestiférés». Le politologue Jean-Yves Camus, spécialiste de l’extrême droite, sait bien que les dessinateurs tués à Charlie Hebdo mercredi «auraient été très opposés à une manif avec le Front». Lui veut bien marcher «à côté d’électeurs du FN qui auraient été vraiment touchés par ce qui s’est passé : il ne faut pas leur donner le signal qu’ils sont des pestiférés de la République», prévient le politologue, qui collabore de temps en temps à l’hebdo.

Autre compagne de route de Charlie Hebdo, Caroline Fourest s’indigne de la posture «victimaire» de Marine Le Pen : «Elle a tenté de faire de son caprice un martyr national au lendemain de la mort de mes camarades.» «Ils ne sont pas obligés de se battre pour porter le cercueil quand on sait combien de clous ils ont tenté d’y enfoncer quand Charlie était “en vie”», assène l’essayiste.

On serait curieux d’imaginer comment Cabu, Charb et leur bande caricatureraient le FN furieux de ne pas marcher avec les autres pour la liberté de la presse et la République. Un Jean-Marie Le Pen, gueule patibulaire et chemise brune, comme le croquait Cabu ? Et sa fille dessinée par Charb en merde fumante, comme sur cette une de 2012 portant le titre «la candidate qui vous ressemble» ? Affiche qui a valu un procès à l’hebdo. Certes, Marine Le Pen a dénoncé l’incendie des locaux de Charlie en 2011 – «une atteinte à la liberté de la presse» – et son père, en 2007, reconnaissait, à propos des caricatures de Mahomet, qu’on «ne [pouvait] pas condamner des gens qui usent de leur liberté».

«Gourde». Le Front national a l’humour sélectif, le parti ou ses filiales ayant porté plainte pour diffamation ou injure contre Charlie Hebdo à une dizaine de reprises au moins. L’ancien maire FN de Toulon, Jean-Marie Le Chevalier, a attaqué plusieurs fois le journal en justice, tout comme Mme et M. Mégret, piqués d’avoir été traités de «gourde» et de «petit rat», procès gagné par Charlie. En 1996, l’hebdo avait en revanche été condamné pour avoir qualifié Marie-Caroline Le Pen, la sœur de Marine, de «chienne de Buchenwald».

Charlie Hebdo, depuis sa création, s’amuse à mordre les chevilles des Le Pen et de leur clique. En 1998, le journal avait fait un bon coup en chipant au parti d’extrême droite, alors en pleine guerre entre Jean-Marie Le Pen et Bruno Mégret, la marque «Front national», en la déposant à l’Institut national de la propriété intellectuelle. Deux ans plus tôt, Cavanna, Val, Charb et les autres avaient lancé un appel à «dissoudre le Front national, cette ligue dont le but politique est de faire disparaître la République». La pétition avait recueilli plus de 17 300 signatures.
Rachel Sheherazade 1

Rachel Sheherazade 2

A solução final da censura é a morte do jornalista

A censura começa com a ameaça de desemprego, de bater, de prisão, de assédio extrajudicial, de assédio judicial, e a morte é a solução final.

A Federação Internacional de Jornalistas (FIP) anunciou que 118 jornalistas foram assassinados em 2014.

2015 começa com o ataque terrorista à redação do Charlie Hebdo.

do liberdade de imprensa

br_oglobo. br

jornal_estado_minas.br

correio_braziliense. br

 

A Liberdade é maior que o terror, que a ditadura, que a imposição do pensamento único.

 

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LUTO. Imprensa francesa hoje

A França, em luto nacional, parou nesta quinta-feira por um minuto para prestar homenagem aos mortos do violento ataque terrorista contra a sede da revista satírica Charlie Hebdo.

Na sede da Charlie Hebdo, cuja redação foi dizimada pelo ataque, os parisienses seguiam levando nesta quinta-feira flores e velas em sinal de luto e solidariedade.

Na esquina da rua Nicolas Appert, na qual a sede da revista se localiza, retratos dos chargistas falecidos Charb, Cabu, Wolinski e Tignous foram pendurados na fachada do edifício. Diante das fotos se acumulavam coroas de flores, buquês de rosas e velas levadas por cidadãos anônimos.

terror

Na imprensa francesa, fundos pretos e desenhos prestam homenagem aos 12 mortos, entre eles famosos cartunistas, no atentado com kalashnikov cometido na quarta-feira em Paris contra a revista.

“Todos somos Charlie”, afirma o jornal “Libération”. A frase, apresentada por muitos manifestantes na noite de quarta-feira, figura em muitas manchetes de jornais.

“A liberdade assassinada”, afirma, por sua vez, o jornal conservador Le Figaro.

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