Manchete trocada de jornal de Belo Horizonte: Suspeitas chegam a Aécio e nunca a Lula

BRA_HED Belo Horizonte PF Lula

Lava Jato não tem suspeitas. Lava Jato não tem cara nem dente. Não é gente nem bicho de sete cabeças.

Quem tem suspeita é alguém que investiga, que acusa. No caso o jornal, safada e propositadamente, não informou aos leitores que se trata de lucubrações  de um delegado demitido.

delegado demitido josélio azevedo de sousa

O incrível pedido do delegado para interrogar Lula sobre o nada

delegado facioso e suspeito

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por Fernando Brito

Recomenda-se aos professores de Direito e aos instrutores das academias de polícia que copiem o texto publicado agora há pouco no Valor sobre o pedido do delegado federal Josélio Azevedo de Souza.

É pra mostrar como NÃO se faz um interrogatório policial.

“Em seu relatório, o delegado reconhece que não há provas do envolvimento direto de Lula, porém considera que a investigação “não pode se furtar à luz da apuração dos fatos” se o ex-­presidente foi ou não beneficiado “pelo esquema em curso na Petrobras”.

Vejam que maravilha ditar para o escrivão: “Inquirido sobre se foi beneficiado pelo esquema em curso na Petrobras, o depoente disse que não”.

Depois: “ao citar eventuais indícios sobre o papel de Lula no esquema da Petrobras, o delegado reconheceu que o doleiro Alberto Youssef e o ex­-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa apenas “presumem que o ex-­presidente da República tivesse conhecimento do esquema de corrupção”.

E lá vai o delegado ditando: “sobre as suposições dos indiciados Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef de que presumiam que teria conhecimento do esquema de corrupção, o inquirido disse não tem a menor ideia de onde tiraram a suposição e sugeriu que se vá perguntar a eles”…

No final, mas um esclarecimento sobre tudo o que (não) tem o delegado contra Lula, informando ao STF que “os colaboradores, porém, não dispõem de elementos concretos que impliquem a participação direta do então presidente Lula nos fatos”.

Então, depois do “aos costumes disse nada; testemunha sem contradita” o Dr. Josélio manda lavrar, no termo de declarações: “indagado se, como os denunciantes não têm qualquer prova de seu envolvimento, o inquirido poderia daur uma mãozinha e fornecer alguma, declarou perante esta autoridade policial que não, ao que agregou um ‘muito obrigado’ e mais não disse nem lhe foi perguntado”.

Que beleza! Digno de um Sherlock Holmes!

Não sei porque a semelhança do nome me fez lembrar do personagem “Joselito Sem-Noção”, simpático personagem interpretado por Adriano Pereira, lá pelo ano 2000, na MTV.

É obvio que o pedido de interrogatório será – se houver um mínimo de bom-senso da Procuradoria Geral da República – recusado por absoluta falta de indício que o justifique.

Porque não faz sentido interrogar alguém senão para colher provas ou explicar fatos concretos que lhe forem imputados, jamais para responder ao que outros “acham” e “não dispõem de elementos concretos”.

Como não faz sentido que um delegado da Polícia Federal, ao qual certamente não faltam experiência e a noção do significado dos seus atos, convoque alguém a depois apenas para “ouvir o que ele vai dizer”.

A menos que o sentido já nem seja assim tão “sem noção”, mas o de produzir dano político e eleitoral, transformando a atividade policial em gazua de interesses partidários.

A propósito, o Dr. Joselito pediu para interrogar Aécio Neves, de quem Yousseff não disse “achar”, mas ter certeza que recebia dinheiro de uma diretoria de Furnas, que dividiria com o falecido deputado José Janene, do PP?

Não? Sem-noção!

aécio policial
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As freiras dos Estados Unidos

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Não existe nenhuma condenação ao lesbianismo no Velho Testamento (livro sagrado do judaísmo e cristianismo).

No Novo Testamento encontramos apenas uma referência ambígua em uma carta de São Paulo, condenando o sexo anal (sodomia).

Escreve Reay Tannahill (in O sexo na história): “Para começar, o nome de Sodoma foi tratado como uma espécie de sinônimo para pecados particularmente familiares aos judeus ou que particularmente os ofendessem – orgulho, adultério, abuso de hospitalidade e espírito religioso. (…) No século 1 d.C., Philo de Alexandria interpretou expressamente a história de Sodoma em termos homossexuais. (…) Em 567, o Segundo Concílio de Tours decidiu reforçar a regra beneditina de que os monges nunca deveriam dormir aos pares em uma só cama. Vários séculos mais tarde, uma regra similar foi feita para as freiras. Além do mais, as lâmpadas do dormitório tinham que ser mantidas acesas durante a noite”.

Orgulho deixou de ser pecado. E o conceito de hospitalidade não existe mais. Nem sequer para os parentes.

Para os homens, a sodomia era condenada por ser um ato anticonceptivo.
Para as mulheres, no cristianismo, o orgasmo um pecado, mesmo em uma relação heterossexual.

O chamado amor lésbico – classificação recente – não era levado a sério.

Em termos de comportamento social se condenava o homem feminino e a mulher machona – a inversão dos papéis. Santa Joana d’Arc foi levada à fogueira por vestir roupas masculinas.

Em tempos de peste, o homossexual passivo era perseguido como bode expiatório (seja como transmissor ou pelo castigo divino, apocalíptico, de expiação pela morte). Aconteceu na “nova Roma” de Constantinopla no império de Justiano, em 541 d.C.; e na Europa com a sífilis,  sendo o índio injustamente culpabilizado, na primeira década do século XVI; e, recentemente, a “peste gay” da Aids.

Todos os condenados eram heréticos: homossexuais, judeus, árabes, bruxas, etc.

As bruxas, no início, lindas jovens, denunciadas por esposas ciumentas. As velhas de nariz pontudo apareceram depois. Não esquecer que todos os heréticos eram torturados para confessar os pecados. Óbvio que havia prazer em torturar uma linda adolescente. Que digam as universitárias presas por todas as ditaduras militares, e as meninas presas hoje nas passeatas de “Oropa, França e Bahia”.

indignados bela estudante presa

polícia repressão terror estatal estudante

Se partir da Igreja Católica algum movimento contra certas condenações, consideradas ‘desatualizadas’, surgirá nos conventos.

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Las revoltosas

por Flor Monfort

“Recibimos nuevas integrantes, nuevas ideas y nuevos modos de vivir la religiosidad en el futuro.” Con esta consigna, las LCWR, la asociación que congrega al 80 por ciento de las mujeres trabajadoras de la Iglesia en Estados Unidos, dan la bienvenida en su página web con una impronta relajada que sorprende. Desde abril de 2012 más visitada que nunca, gracias al informe que emitió el Vaticano señalando su poca devoción por el dogma: las damas no condenan el aborto ni creen que las relaciones amorosas entre personas del mismo sexo son un coletazo del diablo en la tierra. Por eso, aquello de las “nuevas ideas” se hace carne en su militancia, siempre cerca de la gente y lejos de los brillos de la Santa Sede.

En rigor, la Leadership Conference of Women Religious (Conferencia de Liderazgo de Mujeres Religiosas) nunca esquivó los temas salados: sin hábito que las uniforma y les da ese halo de “mujeres especiales”, desde el caso de Rudolph Kos en 1993, se pronunciaron severas para investigar y condenar la pedofilia en la institución. Pero el tole tole viene de antes: fundada en 1956, con más de 1500 miembras en todo el país, fueron consideradas libertarias desde el principio, cuando a poco tiempo de iniciar sus actividades se manifestaron cercanas al feminismo que despuntaba las primeras quemas de corpiños en los ’60. La tarea de ayudar a los que menos tienen, solos, desprotegidos y excluidos (porque si hay algo que “el país de la libertad” sabe hacer es dejar fuera del mapa a la lacra antisistema) siempre fue su fuerte, en una obra que alcanza lugares remotos y causas perdidas. “Dedicamos nuestra vida a los marginados de la sociedad, muchos de los cuales son considerados descartables: los enfermos mentales crónicos, los ancianos, los encarcelados, las personas condenadas a muerte”, decían en un comunicado que definía el alcance de su obra. Para armar una imagen definida, basta recordar a la monja que interpretaba Susan Sarandon en Dead Man Walking, una mujer considerada progresista por acompañar a un condenado a pena de muerte hasta el final, cuando él pudo confesarle que sí había cometido las violaciones y asesinatos que se le imputaban y poder caminar dignamente sus últimos pasos. Susan se vestía de civil, tenía dudas como todo el mundo y se reía hasta ahogarse como una chica de 15.

En 1979, la entonces presidenta de la LCWR, Theresa Kane, le dijo a Juan Pablo II, en una visita oficial a Estados Unidos, que no dejara de escuchar sus demandas, entre las que estaba la posibilidad de acceder a todos los ministerios eclesiales. “La jerarquía piensa que puede controlar a las mujeres, especialmente a las que están sometidas a organizaciones canónicas, como las religiosas, sin darse cuenta de que el mundo se mueve a pasos agigantados hacia una mayor igualdad. Uno de los problemas es que pedimos la participación de las mujeres en la Iglesia con plena voz, lo que ha producido, con algunos miembros de la jerarquía, roces”, dijo, dando la voz de alerta a una enemistad que seguiría por décadas.

Por dar otro ejemplo, el año pasado se publicó el libro Sólo el amor, de la hermana Margaret Farley, que tematiza las luchas de género, defiende el matrimonio igualitario y ese pilar histórico del sermón puro y duro, nunca mejor definido: la masturbación, sobre todo la femenina. Para sus pares hombres, la literatura de Farley implica “un entendimiento defectuoso de la naturaleza objetiva de la ley moral natural” y está “en directa contradicción con la doctrina católica en el campo de la moral sexual”.

Ahora, el flamante Papa designó al español José Rodríguez Carballo al frente del departamento encargado de la supervisión de todas las órdenes religiosas, un nombramiento de peso en relación con las condenas que llovieron sobre las religiosas el año pasado, cuando Joseph Tobin, su antecesor, prometió volver al carril derecho a las alocadas hermanitas. Carballo, quien es franciscano como Bergoglio, prometió desistir en la intención de Tobin de descanonizarlas y abrir el diálogo con ellas, quienes seguramente no se callarán nada, ni su apoyo a la eutanasia, la píldora y las familias ensambladas. A ver si la próxima es posible un “habemus papisa”.

Brasil comienza a enfrentar los fantasmas de la dictadura

por Clarinha Glock

Herzog
Herzog

A las 08:00 horas del 25 de octubre de 1975, el periodista brasileño Vladimir Herzog se presentó en el Destacamento de Operaciones de Informaciones del Centro de Operaciones de Defensa Interna (DOI-CODI), de São Paulo, uno de los centros de detención y tortura de la última dictadura.

Entonces Herzog era director del Departamento de Teleperiodismo de TV Cultura y había sido llamado a “prestar declaración” sobre la acusación de pertenecer al Partido Comunista. La fotografía de su cuerpo ahorcado en una simulación de suicidio, divulgada poco después, se convirtió en el símbolo de una farsa.

Denunciada por el Sindicato de Periodistas Profesionales de São Paulo, la muerte de “Vlado”, como le llamaban, generó protestas y dio pie al movimiento popular que contribuyó esencialmente a derribar la dictadura que se extendió en Brasil de 1964 a 1985.

Más de 37 años después, el asesinato de Herzog podrá abrir una nueva puerta para revelar lo acontecido en ese largo periodo dictatorial.

La Comisión Interamericana de Derechos Humanos aceptó el caso y decidió investigar la responsabilidad del Estado brasileño por entender que este país no activó los mecanismos judiciales correspondientes para aclarar el crimen y castigar a sus responsables.

La Comisión presentará un informe con recomendaciones al gobierno centroizquierdista de Dilma Rousseff y, en caso de no ser cumplidas, será elevada una denuncia a la Corte Interamericana de Derechos Humanos. Los dos organismos forman parte del que forma parte del sistema de la Organización de los Estados Americanos.

En 2010, Brasil fue condenado por ese mismo tribunal continental por no esclarecer ni determinar las responsabilidades penales y las sanciones correspondientes por la “detención arbitraria, tortura y desaparición forzada de 70 personas durante la dictadura, entre miembros del Partido Comunista y campesinos de la región”, involucradas en la guerrilla del Araguaia, un grupo que actuó entre 1972 y 1974 en la región de Marabá, en Pará.

Los intentos de llevar a la justicia a los torturadores del periodo militar en Brasil son obstaculizados por la Ley 6.683, de 1979, que amnistió a todos los involucrados en delitos políticos y contra los derechos humanos perpetrados entre el 2 de septiembre de 1961 y el 15 de agosto del mismo año de emisión de la norma, en plena dictadura.

Aún así, el gobierno de Rousseff logró un gran avance con la aprobación de la Ley 12.528, de 2011, que creó la Comisión Nacional de la Verdad, con el objetivo de investigar los casos de desaparecidos políticos durante la dictadura.

Esa ley fue promulgada en 2012 y tiene dos años para concluir su labor. Según el documento “Direito à Memória e à Verdade” (Derecho a la memoria y a la verdad), elaborado por el gobierno, al menos 150 opositores permanecen aún desaparecidos tras ser apresados o secuestrados por agentes de la represión en ese entonces.

Los familiares buscan los cuerpos o cualquier información sobre el destino que corrieron sus seres queridos.

Cada día surgen en el país nuevas comisiones, con representantes estaduales, de estudiantes y de trabajadores.

“Todo acto de verdad y justicia, que organiza a las nuevas generaciones para el conocimiento y la lucha por los derechos humanos en Brasil significa derrotar una vez más a la dictadura y al estado de excepción”, afirmó la ministra Maria do Rosário Nunes, de la Secretaría de Derechos Humanos de la Presidencia de la República, en el lanzamiento el 19 de este mes de la Comisión de la Verdad de los Periodistas.

“Brasil llega con un poco de atraso al debate de las comisiones de la verdad para recuperar la memoria y llegar a la justicia en relación a los muertos y desaparecidos durante la dictadura en comparación con otros países, como Uruguay y Argentina”, dijo a IPS la secretaria general de la Federación Internacional de Periodistas (FIJ), Beth Costa.

“Pero la FIJ y la Federación Nacional y Latinoamericana de Periodistas dan la bienvenida a la decisión firme del gobierno brasileño”, agregó.

Costa reconoció la dificultad del gobierno para contraponerse a las resistencias históricas, que datan del periodo de redemocratización del país.

“Durante años hubo resistencia del sector militar, que todavía desempeña un papel de impacto debido a la representación que en el parlamento tienen los partidos conservadores, muchos de los cuales apoyaron el régimen militar”, dijo.

Los integrantes de la Comisión Nacional de la Verdad tienen el desafío de llenar las lagunas de información sobre las desapariciones y los asesinatos, así como de documentos de los archivos que fueron puestos a disponibilidad para la investigación, pese a que Rousseff firmó la Ley de Acceso a la Información junto con este cuerpo especializado.

“En total, 25 profesionales de la comunicación fueron muertos durante la dictadura”, dijo a IPS el periodista Audálio Dantas, quien fue presidente del Sindicato de Periodistas Profesionales de São Paulo y lideró las protestas para desenmascarar la farsa del suicidio de Vlado.

Dantas, hoy presidente de la Comisión Nacional de Memoria, Justicia y Verdad de los Periodistas Brasileños, constató faltas importantes en la documentación al recabar datos para escribir el libro “As duas guerras de Vlado Herzog” (Las dos guerras de Vlado Herzog), publicado en 2012 por Editora Civilização Brasileira.

Además, para acceder al material disponible sobre el caso Herzog, le pidieron una copia del certificado de defunción. “La exigencia era, además de absurda, irrespetuosa de la memoria de Vlado. Cumplirla significaba aceptar como verdadero el laudo necrológico que el médico Harry Shibata, colaborador del DOI-CODI, firmó sin ver el cuerpo, declarando la muerte como suicidio”, escribió Dantas en su libro.

“Finalmente, la Comisión de la Verdad consiguió que se rectificara el documento”, relató a IPS. Ahora se indica que la muerte fue consecuencia de “lesiones y maltratos sufridos en la dependencia del segundo Ejército de São Paulo (DOI-CODI)”.

Beth Costa considera que la recuperación de la historia de los periodistas desaparecidos por la dictadura será fundamental para la memoria y la redemocratización de las instituciones, especialmente en este momento en que el país figura en la lista de quienes presentan un gran número de reporteros asesinados en el ejercicio de la profesión.

El derecho a la libertad de informar y de ser informado está en riesgo nuevamente. Esto quedó claro cuando los periodistas André Caramante, del diario Folha de São Paulo, y Mauri Konig, de la Gazeta do Povo, de Paraná, tuvieron que abandonar el país debido a amenazas de muerte tras denunciar a las policías de sus respectivos estados.

Mauri  (camisa listada), nestes tempos de exílio e terrorismo policial, vem realizando palestras em vários países
Mauri (camisa listada), nestes tempos de exílio e terrorismo policial, vem realizando palestras em vários países

Dantas recordó que, más allá de garantizar la protección de los profesionales de la comunicación en su trabajo, los gobiernos deben enfrentar a los grupos de exterminio dentro de las policías, resquicio de los tiempos de la dictadura.

“Es una vergüenza que nosotros, que luchamos contra la represión política, no seamos capaces de luchar contra la represión que ocurre diariamente en las periferias de las grandes ciudades y dentro de las delegaciones de la policía”, sostuvo.

“Los gobiernos tienen miedo de enfrentar esa cuestión, tal vez porque la mayoría de la clase media y de la elite considera que se debe aprehender y matar sin mediar juicio. Es la situación más vergonzosa que el país vive hoy”, sentenció. IPS

Chile. Denuncias de abusos de carácter sexual de carabineros

28 de Agosto
Bus policial bloqueando la puerta de la Casa Central de la Universidad de Chile
Bus policial bloqueando la puerta de la Casa Central de la Universidad de Chile

14:30 horas Un motorista de Carabineros (a la izquierda en la foto), arrolló a una estudiante que terminó en el piso. El uniformado de la derecha no pasó por encima de la chica porque frenó, pero ninguno se detuvo a ayudar a la joven, según denuncia el autor de la fotografía, que se tomó en la Alameda muy cerca de la calle República.

El primer motorista le pegó en la pierna a la joven que yace en el suelo. Foto: Fernando Pérez Banda
El primer motorista le pegó en la pierna a la joven que yace en el suelo. Foto: Fernando Pérez Banda

13:00 Luego de los discursos y de la presentaciones de miles de personas comienzan a retirarse en tranquilidad. Sin embargo, desde hace algunos minutos, un fuerte contingente de Fuerzas Especiales avanzó desde Ejército con Blanco Encalada para despejar a los manifestantes a punta de gases lacrimógenos, lo que tiene a otros miles sin poder despejar el lugar. Detrás del escenario, hacia calle Conferencia también se registran algunos altercados menores.

27 de Agosto

Tocaciones a escolares, incluso menores de edad, desnudos forzados y patadas en sus genitales, son algunas de las acusaciones que hay en contra de Carabineros. Según las denunciantes, se estaría cometiendo violencia de género en las protestas estudiantiles. Un grupo de jovencitas intentó tomarse el Sernam para denunciar esta situación.

Son sólo algunos de los crudos testimonios que se acumulan a lo largo del país. Violencia de género, ataques desmedidos de Carabineros hacia jóvenes manifestantes, mujeres expuestas a vejámenes, tocaciones y forzadas a desnudarse, tenderse en pisos inmundos. Decenas de denuncias que ya han alertado a organizaciones defensoras de derechos humanos.

“Se repite el mismo patrón que durante la dictadura; la misma forma de tratar a las mujeres de manera profundamente discriminatoria y despectiva”, asegura la Presidenta de Corporación Humanas, Carolina Carrera.

“Las muñecas de las compañeras quedaron todas moradas, fueron agredidas, como también lo fue la compañera que quedó con un pedazo de diente menos, con la nariz fracturada, y otra con un TEC abierto con exposición de cráneo”, dijo Carol Valderrama, alumna del Liceo 1.

Veja video 1

Vídeo 2 Violencia Sexual Policial

Video 3 Patadas y manoseos 

Carlos Latuff
Carlos Latuff

España. Éxito de la Huelga General a pesar de la violencia y el terrorismo patronal

La Huelga fue un éxito, a pesar del terrorismo de cientos de miles de empresas que amenazaron a sus trabajadores y trabajadoras con despedirlos, con no renovarles o con otro tipo de represalias, si secundaban la Huelga General. El éxito de la Huelga fue tal que incluso un buen número de Policías Nacionales manifestaban a los piquetes que “se solidarizaban con la protesta, aunque no pudieran secundarla”. No era el caso de las UIP (Antidisturbios), sobre las cuales incluso los otros Policías se trataban de distanciar, y que causaron auténticos estragos y produjeron ataques en lugares como Barcelona, donde varios manifestantes fueron heridos de gravedad con pelotas de goma.

Sin embargo, la tónica general fue de relativa calma durante la Huelga, y los piquetes actuaron de manera pacífica en todo el país, y lejos de lo que los medios de la derecha y la ultraderecha predicaron durante toda la jornada, los principales agredidos fueron los piquetes y huelguistas, hasta el punto de que incluso una sindicalista de CCOO fue apuñalada por un empresario.

Infiltrados nas passeatas estudantis de Barcelona

Terrorismo policial
Terrorismo policial

Virou costume colocar infiltrados (policiais disfarçados, mercenários pagos por partidos políticos, inclusive agentes de segurança e espionagem de empresas nacionais ou estrangeiras) para sabotagem dos movimentos grevistas de trabalhadores e passeatas estudantis.

Os infiltrados são profissionais treinados para jogar bombas incendiárias, encenar conflitos com a polícia e criar diferentes ações de desordem que justifiquem a repressão policial e proporcionem cenas para fotos e filmagens alarmistas, escandalosas, para confundir a opinião pública.

El Sindicato de Estudiantes (SE) ha acusado a las autoridades catalanas de aprovechar el comportamiento de elementos “ajenos” al movimiento estudiantil como excusa para que la Policía acabara con la movilización estudiantil de ayer en Barcelona de la peor manera posible: con cargas “salvajes”.

Delgado ha reconocido que es muy difícil que los organizadores de las manifestaciones puedan combatir a los infiltrados violentos. Sin embargo y según ha apuntado, hay “miembros de la Policía de paisano integrando estos grupos para dar esta imagen (de violencia)” y considera que dicha institución “tiene la capacidad suficiente para aislar a unas pocas decenas y permitir que una manifestación de más de 60.000 jóvenes pueda continuar de manera pacífica”.

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