Acimentando o verde e o azul do Recife

 

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Eta sorriso besta do prefeito Geraldo Júlio. Nem trepa nem sai de cima.

Depois de dois anos de improvisos. Metas, que é bom!

Olha que um prefeito do Recife não tem quase nada para fazer. A Prefeitura não possui universidade, nem hospital, nem biblioteca pública, nem museu, nem editora, não tem um passeio público, nenhum parque.

Não sei que um prefeito faz, além de criar avenidas, ruas e túneis para os shoppings, ou oferecer o espaço urbano para a especulação imobiliária.

O Estado cuida dos transportes, do trânsito, do ensino público, da saúde, da água, do saneamento, da segurança, da política habitacional.

Abandonada Recife. Cheia de obras inacabadas, terrenos baldios, favelas.

Estão cimentando o verde dos manguezais, o que resta da Floresta Atlântica, o azul das lagoas e da Bacia do Pina.

A Cidade das Águas está cada vez mais seca, quente, escura e cinzenta.

 

 

A dos meses del inicio del Mundial de fútbol en Brasil. Goles contra la injusticia

por Sergio Ferrari

Brum
Brum

 

Campaña de solidaridad activa con los movimientos sociales. El fútbol de la calle, vehículo de valores diferentes

A dos meses del inicio del Campeonato Mundial de Fútbol de Brasil, la organización suiza de cooperación solidaria E-CHANGER (Intercambiar) acaba de anunciar el lanzamiento de su campaña “Goles contra la injusticia”. La misma, a desarrollarse entre el 6 y el 15 de mayo –un mes antes del Mundial- se propone presentar en este país europeo las reflexiones y visiones del movimiento social brasilero en torno al más importante evento deportivo mundial del 2014.

El Mundial organizado por la FIFA (Federación Internacional del Fútbol Asociado) a realizarse entre el 12 de junio y el 13 de julio, es criticado por sus repercusiones económicas, sociales y ecológicas.

Su costo representará, según informaciones oficiales, no menos de 12 mil millones de dólares a cargo del contribuyente brasilero. Cifra que podría aumentar significativamente en la medida que se concluyen las obras.

Miles de personas han sido expulsadas de sus viviendas y predios para la construcción de algunos de los doce estadios que albergarán el campeonato. Amplias movilizaciones de protesta se han realizado en Brasil desde junio pasado en torno a la Copa Confederaciones 2013 y el Mundial 2014.

La Campaña incluirá actividades públicas, debates, partidos de fútbol alternativo, expresiones culturales, encuentros con escolares etc. en ocho ciudades: Ginebra, Berna, Friburgo, Neuchâtel, Sierre, Lausana, Thun et Bulle.

Los dos principales invitados para animar la Campaña “Goles contra la Injusticia” serán Sergio Haddad, director de la ONG Acão Educativa con sede en San Pablo, Brasil y co-organizador del Campeonato Mundial de Futbol de la Calle, que se realizará en esa ciudad en julio del 2014. Así como Celia Alldridge, coordinadora de la Organización No Gubernamental E-CHANGER en Brasil y activista de la Marcha Mundial de Mujeres.

El Fútbol de la Calle es una propuesta novedosa que moviliza ya a más de 600 mil niños, niñas y jóvenes en el mundo entero. Se practica con equipos mixtos; en tres tiempos; con reglas propias discutidas previamente por los jugadores; sin árbitros sino con animadores. Se sustenta en los principios de la educación popular y promueve una visión pedagógica y diferente del más popular de los deportes.

La Campaña se concretiza en cada ciudad junto con organizaciones contrapartes. Entre otras las federaciones Vaudoise, Ginebrina y Friburguesa de Cooperación; Brésil de Demain; la Escuela Superior de Trabajo Social del Cantón del Valais; la asociación solidaria con Brasil Novo Movimento; la Asociación Contra el Racismo de Berna –muy activa en promover una nueva cultura entre las hinchadas de fútbol-; el Centro Cultural y Político (Akut) de Thun; varios colegios del país; el Grupo Musical «Tres Mundos»; así como con representantes de autoridades municipales de algunas de las ciudades huéspedes de la Campaña.

E-CHANGER –que hace parte de la Alianza CoMundo de cooperación solidaria con el Sur- está presente desde hace más de veinte años en Brasil. Cerca de 70 cooperantes de dicha organización han trabajado en ese país en las últimas dos décadas. Actualmente cuenta con una quincena de Cooper-actores y Cooper-actrices en ese país sudamericano, los que trabajan con el Movimiento de Trabajadores Sin Tierra (MST); la UNIAO (Unión Nacional por la Vivienda); la SECOYA, organización de apoyo a los pueblos yanomamis de la amazonia brasilera; el CAV –Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica-; el Centro de Defensa de los Derechos de niños-as y adolescentes (CEDECA) de Interlagos, San Pablo; la Marcha Mundial de Mujeres; y la Sociedad de Derechos Humanos del Maranhão.

 

Copa futebol protesto Fifa

APARTHEID NEGRO. Rolezinho, uma invasão do espaço dos brancos

Rolezinho devem acontecer sim, do jeito que rolam em diferentes partes do mundo: para combater o isolamento, a falta de locais de lazer dos jovens pobres.

No Brasil, os rolezinhos nasceram para combater o apartheid dos jovens negros e pardos, que vivem cercados nos cortiços do centro e nas favelas das periferias das grandes cidades. Presos nos guetos e favelas.

Não há locais de lazer para o povo, além das praias fluviais e marítimas. Recife é uma cidade que não tem nenhum passeio público, e o espaço urbano da capital pernambucana está todo grilado pela especulação imobiliária. Veja o escândalo desta manchete bem demonstrativa do descaso da prefeitura de Cuiabá:

diario_cuiaba. terreno baldio grilagem

Vários prefeitos – com a desculpa de fazer caixa – vendem terrenos baldios, ruas e praças para as construtoras. Ainda no Recife, temos a Bacia do Pina toda destinada para o rasga céu de pavorosas torres, e o rasga verde da destruição dos manguezais, inclusive para a construção de uma autopista, com investimento de meio bilhão de reais do governo, para beneficiar um empreendimento privado, oficializando o tradicional abuso da violentação dos shoppings em bairros residenciais.

Os rolezinhos contra o apartheid nos shoppings recebem da imprensa  elitista e patronal  manchetes terroristas, reverberando ameaças da polícia e da justiça.

diario_cuiaba.750 justiça rolezinho

correio_braziliense. rolezinho fecha

 

Shopping não é local para comício. A simples presença do jovem negro  uma chocante e reveladora denúncia contra o racismo, a prova de que o aparheid existe. Outros tipos de protestos sejam organizados, principalmente, nas ruas e praças.

Dos prefeitos a obrigação de construir hortos e parques; passeios públicos e praças; centros culturais e desportivos.

O Brasil não investe em  lazer. E nada se faz que preste para o povo.

Latuff
Latuff

Rolezinho rola até Não Vai Ter Copa

JOANA GORJÃO HENRIQUES (TEXTO) E VERA MOUTINHO (VÍDEO)

Um enorme centro comercial, Iguatemi do Lago Norte, o mais frequentado pela classe alta de Brasília, fecha as suas lojas de luxo a um sábado à tarde. Fica cercado por polícia e por homens que olham de frente quem se aproxima. No lado de fora, um grupo de não mais de duas dezenas de rolezeiros — muitos deles estudantes universitários, alguns de juventudes partidárias e uns quatro jovens da periferia – saca de uma coluna de som, e põe a tocar funk e até o Geração Coca-Cola dos Legião Urbana. Num terceiro grupo, uma dezena de jornalistas sentados na relva tecla ao computador.

Em Junho, isto chamar-se-ia protesto, hoje chamou-se rolezinho e foi marcado no Facebook por um grupo de amigos activistas (entre eles Pilar de Freitas, Serginho Lopes e Franklin Rabelo de Melo, que irão conhecer numa das nossas reportagens): quiseram estar solidários contra a violência policial exercida em rolezinhos passados. Rolezinhos são encontros marcados pelas redes sociais entre jovens da periferia para irem passear dentro do centro comercial, juntando às vezes grandes grupos, e estalou um polémica recentemente porque alguns shoppings em São Paulo barraram a entrada a jovens e por a polícia ter usado balas de borracha e violência.

De manhã, os jornais tinham anunciado que o shopping Iguatemi iria fechar, portanto a organização já estava à espera que não aparecesse muita gente. Mas o aparato policial dá afinal ainda mais força a quem o organizou: o gigante tem medo do anão e protege-se na sua fortaleza accionando a segurança máxima. Passada uma hora e meia, e com um protesto Não Vai Ter Copa marcado para as 17h no Brasília Shopping, desliga-se a música, arruma-se o megafone, e os rolezeiros rolam nos seus carros até ao Não Vai Ter Copa. Se estavam mais de 50 manifestantes ao todo, contando com os do rolezinho, era muito. Já de polícia e polícia militar, o número era bem maior. Para os rolezeiros, o dia já tinha sido ganho.
Ouçam a Mácia Teixeira: Vídeo de Vera Moutinho

 

Rafael Balbueno
Rafael Balbueno

INUNDACIONES, FALTA DE INVERSIONES Y ESPECULACION INMOBILIARIA SON LOS PRINCIPALES PROBLEMAS

Los grandes centros urbanos constituyen ámbitos significativos para el crecimiento económico y la gobernabilidad. A la vez, la pobreza urbana, la segregación socioespacial y desequilibrios de distinta naturaleza adquieren mayor intensidad en esos espacios

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Por Rodrigo Carmona

Las últimas inundaciones producidas en la Ciudad de Buenos Aires y La Plata han puesto en cuestión un modo de gestionar y gobernar ciudades en la Argentina. Las trágicas consecuencias del temporal, donde se combinan factores diversos –especulación inmobiliaria, falta de inversiones claves en infraestructura, mayor intensidad de precipitaciones, ausencia de planificación urbana y de un sistema eficaz de mantenimiento y contingencia–, dan cuenta de la necesidad de replantear las formas de intervención pública en la materia. Hacer frente a problemas de gran envergadura y complejidad, en este caso vinculado a desastres naturales aunque también extensivo a otras áreas sensibles (seguridad, situación socioeconómica, contaminación ambiental, residuos y transporte), aparece como uno de los retos fundamentales que tienen los centros urbanos y áreas metropolitanas en la actualidad.

Ello muestra una tendencia general expresada en importantes migraciones hacia los núcleos urbanos grandes y medianos. Este proceso se manifiesta con claridad en las áreas metropolitanas tradicionalmente receptoras y en ciudades medianas con crecimiento fuerte en los últimos años.

Las ciudades se convierten así en portadoras de distintos cambios y contradicciones, producto de los procesos de transformación en curso. Por un lado, estos territorios constituyen ámbitos significativos para el crecimiento económico y la gobernabilidad. Por otro, fenómenos tales como la pobreza urbana, la segregación socioespacial y desequilibrios de distinta naturaleza adquieren mayor intensidad en este tipo de espacios. Según destacan algunos autores, en el debate sobre políticas urbanas es posible identificar distintas tendencias de cambio e innovación. En primer lugar, frente a las políticas de carácter homogéneo y generalista en el tratamiento de los problemas urbanos se resalta la importancia puesta en reconocer las especificidades de los territorios de modo de adaptar las agendas y las formas de intervención a las particularidades de cada lugar. Al mismo tiempo, se enfatiza en la voluntad de propiciar procesos de transformación sobre la base de un enfoque estratégico que combine diagnóstico, prospectiva y actuaciones desde una lógica de tipo transversal e intersectorial. Se pone el acento también en el despliegue de redes e interacciones entre los múltiples actores –gubernamentales y sociales– involucrados en el territorio. Estos aspectos resaltan así una nueva concepción de política urbana centrada en fortalecer los elementos de proximidad y de participación de los actores implicados.

La situación existente en gran parte de las ciudades muestra en general gobiernos con escasas acciones innovadoras. Para ello confluyen debilidades administrativas e institucionales de larga data, problemas de coordinación intergubernamental, liderazgos políticos poco trasformadores e inconvenientes en el plano de la articulación con los actores sociales y la canalización de sus demandas. El análisis de estos factores, igualmente, varía según la historia y particularidades de cada urbe.

Una impronta política restrictiva en términos de regulación y control (con fuerte primacía del negocio inmobiliario), un nivel de asistencia deficiente a los damnificados y limitaciones claras en la contención de la crisis (incluida la ausencia de sus principales autoridades), fueron así las postales distintivas de la inundación en esos distritos. Leer más

DENGUE RENDE DINHEIRO FÁCIL

Onde tem dengue tem prefeito ladrão. Que o município faz com as verbas que recebe do governo estadual e do governo federal para investir em saúde pública? Para onde vai o dinheiro dos impostos municipais?

Dengue é sujeira nas ruas.

E muita sujeira no governo.

É mato nas ruas e nos terrenos baldios.

São ruas e calçadas esburacadas.

Canaletas abertas.

Antigamente se gastava uma dinheirama para ensinar o povo: quebrar o jarro e pisar na fulô. Queimar pneu para fazer fumacê. Campanhas que enriqueceram muitas agências de publicidade e promoveram o caixa 2 das campanhas eleitorais.

Choveu tem água empoçada por todas as ruas da cidade.

São José do Rio Preto
São José do Rio Preto

Araraquara
Araraquara

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