Até os apresentadores de programas de tv faturaram a privataria tucana

vendedores de FHC

Relembra o portal BR 29 notícias: “De acordo com matéria da Folha/SP, apresentadores de TV receberam dinheiro do governo FHC para defenderem a privatização!

O povo brasileiro, além de emprestar dinheiro para os que compraram nossas estatais (via BNDES, na era tucana), além de vender a preço de banana, ainda pagou também para que apresentadores de TV, já super ricos, fizessem propaganda contra as empresas do povo.

Deu para entender?

Por outro lado, isso prova uma coisa. A estratégia dos tucanos para repassar nossas estatais a qualquer custo foi podre, mas ao menos mostra que tinham consciência aguda da necessidade de construir consensos mínimos na opinião pública.

Estavam atentos à questão da comunicação, como deveria estar qualquer governo, de direita ou esquerda”.

Veja o preço, em 1998, desses quinta=colunas:

Hebe Ratinho Ana Maria Braga

Agências de publicidade, ONGs de piratas das multinacionais, serviços de espionagem de governos estrangeiros preparavam os textos para os três citados apresentadores de programas de tv e outros, que estão na lista dos traficantes de moedas do HSBC.

 Podetti retrata esses vendidos âncoras e apresentadores de programas de tv
Podetti retrata esses vendidos âncoras e apresentadores de programas de tv

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!998 era o terceiro ano do governo de Fernando Henrique.

A privataria tucana só terminou no último dia de 2014.

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Uma torre de telefonia custa mais de um bilhão. E Vale do Rio Doce foi vendida por 2 bi

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Que negoção para o Brasil. Fernando Henrique vendeu a Vale do Rio Mais do Que Doce por duas torres de telefonia. Por um pouco mais de 2 bilhões entregou a Vale, que vale mais de 3 trilhões para a pirataria internacional. Coisa para nenhum tucano botar defeito.

A Oi anunciou ontem sua quinta operação de venda de torres de telefonia. Dessa vez tratava-se de um lote de 1.641 equipamentos de telefonia móvel comprados pela SBA Torres Brasil por R$ 1,172 bilhão.

A operadora já soma quase R$ 7 bilhões em bens vendidos desde o fim de 2012, quando iniciou a estratégia de se desfazer de ativos não-estratégicos para reduzir sua dívida – R$ 30,29 bilhões no trimestre encerrado em março. Desde então, a Oi já vendeu 4.856 torres de telefonia móvel, 6.339 fixas, para a SBA e para a BR Towers, um imóvel e a empresa de cabos submarinos Globenet.

A operadora não revela quantas torres próprias ainda possui, mas em fevereiro a informação era de que planejava vender as cerca de 2 mil torres que ainda lhe restavam. Passaria, assim, a atuar só com o uso de equipamentos alugados.

Era bom saber por quanto FHC vendeu, nos leilões quermesses, martelados por Daniel Dantas, ladrão todo, a telefonia brasileira.

Infraestrutura já não é considerada ativo estratégico para as operadoras
Infraestrutura já não é considerada ativo estratégico para as operadoras

 

Nada é brasileiro. Telecom Italia diz desconhecer oferta pela TIM Brasil

MILÃO, 3 Jan (Reuters) – A Telecom Italia disse nesta sexta-feira que desconhece qualquer oferta pela sua unidade TIM Brasil.

“A Telecom Italia… mais uma vez declara que a empresa brasileira é um ativo estratégico”, disse em comunicado.

O jornal italiano Il Sole 24 Ore informou nesta sexta-feira em reportagem que a Telefónica, que em parte é dona da TIM Brasil, está buscando criar um veículo com os rivais America Movil e Oi para comprar a TIM Brasil e separá-la.

 Um ativo estratégico italiano. Leia 
Um Brasil é vendido lá fora, e o governo não sabe. O legislativo desconhece. E a justiça nem aí.

A nova linguagem telegráfica

Na televisão, o anúncio de uma marca de cerveja: “Você veio aqui beber ou conversar?”. Nem precisava o alerta. Que nas boates o som é tão alto que ninguém escuta ninguém. A comunicação se faz por sinais.

 Mohammad Saba'aneh
Mohammad Saba’aneh

 

 

 

A conversa nos sítios de relacionamentos precisa ser telegráfica. As palavras abreviadas. Em c.b. Ou substituídas por emoticons.

 

Quem desconhece o internetês se trumbica.

 

Nos Sertões de Dentro e de Fora reinava o silêncio marcado pelo espaço. O silêncio dos descampados. Os povoados distantes um do outro. O isolamento das fazendas.

 

A juventude vive pendurada em um celular. Escreve com um dedo só no teclado de uma iluminada caixa mágica do tamanho de um maço de cigarro. O cata milho dos jornalistas na máquina de escrever. Que o curso de datilografia era coisa de secretária.

 

Cada edifício das metrópoles cabe a gente de uma cidade inteira. Das pequenas cidades dos municípios criados para comer verbas federais.

 

Os moradores evitam conhecer os vizinhos.

 

Dos apartamentos, intermitentes sons na madrugada: o bater de uma porta, o pisado de algum sapato de salto alto, a descarga do banheiro e, raramente, algum gemido de amor. Jamais alguma fala.

 

Na frente dos arranha-céus, os caminhões de mudança. Nunca se sabe se alguém morreu ou se foi despejado.

 

Todos os dias lançam novidades eletrônicas de comunicação, e “ninguém fala com ninguém”, registra Helio Fernandes.

 

despejo casa vazia déficit habitação

“No ano que vem 80% dos televisores fabricados no Brasil terão tecnologia para navegar na internet”

economico. oligopólio mídia imprensa internet

 

por Octávio Costa  e Edla Lula

Com um aparelho celular dotado da mais moderna tecnologia para Internet móvel, a 4G, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, recebeu a equipe doBrasil Econômico entusiasmado com o desafio de reformar a infovia no país.

Mesmo antes de iniciar a entrevista, comentou a sobreposição da Internet aos tradicionais veículos. Questionou o conceito de oligopólio e concentração de propriedade, num momento em que a Internet ocupa o espaço de todas as formas de comunicação – do telefone à televisão, passando pelo jornal e o cinema.

“O que é oligopólio se o poder agora está na Internet?”

Quanto à regulação da mídia, qual é a sua posição? O PT criticou o senhor pela falta de regulação. O senhor acha que o Brasil necessita de uma lei semelhante à da Argentina, por exemplo?

Necessita, sim. Está previsto na Constituição. A mídia é um setor, do ponto de vista econômico, tão regulável quanto qualquer outro. Mas tem muita confusão nisso.

O texto elaborado inicialmente pelo ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência Franklin Martins contempla uma boa regulação?

Franklin fez um texto muito bom. E não há nada de censura no projeto dele. Não está completo, mas é muito bom. Agora, tem coisas que temos que discutir. O que vamos fazer com os políticos que têm emissoras de rádio e TV? Em minha opinião, deveria haver uma lei para proibir deputados, senadores, governadores e prefeitos de serem proprietários de veículos de comunicação.

Mas essa proposta não passa na Câmara, passa?

Com os militantes mais aguerridos estou dizendo isso. Primeiro temos que criar maioria para votar um projeto desse. Ou vamos fazer um projeto que não olhe para isso?

O senhor acha que há conflito de interesses quando um político possui emissora de rádio ou TV?

Claro que há. Por que você acha que existe o horário eleitoral para dar espaço para os candidatos fazerem a propaganda? O deputado tem uma rádio e fica fazendo propaganda eleitoral para ele mesmo durante quatro anos, deitando falação. Não é justo.

Como o marco trataria o tema das propriedades cruzadas?

A Constituição fala que não se deve permitir monopólio e oligopólio para o setor de mídia. Significa que se um grupo tem TV, rádio, jornal e portal já tem um oligopólio. No Brasil há muitos grupos que atuam assim.

Precisamos discutir como vamos fazer essa limitação. Acho que a limitação tinha que ser em torno do percentual aceitável de audiência. A Argentina fez uma lei que não permite que um grupo tenha mais que um terço do mercado. O México está discutindo um percentual de 40%.

Se você comparar o poderio de uma rede de nacional de TV com jornal, é completamente díspar. Ser proprietário de uma rede nacional e ter um jornal acrescenta muito pouco em termos de concentração. Temos que verificar.

A outra coisa, muito importante, é que com o fenômeno de convergência de mídia, tudo vai virar uma coisa só.

O senhor acha que a Internet é a tendência?

A tendência agora é a televisão, o rádio, toda mídia trafegar por dentro da Internet, seja no computador, no smartphone, no tablet, na TV. Daqui a muito pouco tempo a televisão será usada para ver Google Maps, para postar nas redes sociais, para navegar, jogar e até para ver televisão.

Daqui a quanto tempo?

No ano que vem 80% dos televisores fabricados no Brasil terão tecnologia para navegar na internet. Será possível plugar no cabo ou com uma tecnologia 4G. Com essas mudanças todas que vêm acontecendo, eu tenho um pouco de dúvida em relação ao conceito de propriedade cruzada. Mas a Constituição fala que não pode ter oligopólio, então teremos que ver como vamos definir isso.

Telefónica ya factura en Brasil más que en España

Entrada de la sede de Telefónica en la Gran Vía madrileña. REUTERS
Entrada de la sede de Telefónica en la Gran Vía madrileña. REUTERS

 

Telefónica logró aumentar sus beneficios en el primer trimestre del ejercicio, a pesar de un descenso en la cifra de negocio, debido fundamentalmente a comportamiento de los tipos de cambio de las monedas en las que opera la multinacional española.Brasil sigue siendo, no obstante, el mayor mercado de la operadora, donde factura más que en España.

Concretamente, Telefónica obtuvo un beneficio atribuible de 902 millones de euros en el primer trimestre de 2013, lo que representa un 20,6% más respecto a los 748 millones de euros del mismo periodo del año anterior. El crecimiento de las ganancias se debe a una reducción de los costes financieros y una mejor comparativa con el año anterior, cuando tuvo que ajustar el valor de su participación en Telecom Italia.

Los ingresos de la multinacional se situaron en los 14.141 millones de euros, lo que supone un 8,8% menos en términos reportados como consecuencia de la variación de los tipos, especialmente de la devaluación de Venezuela y los cambios de perímetro de consolidación. La firma presidida por César Alierta ha precisado que descontando dichos impactos la caída de los ingresos respecto al primer trimestre de 2012 fue del 1,6%.

En España, la compañía que preside César Alierta recortó sus ingresos un 16,4%, hasta los 3.260 millones de euros. En el conjunto de Europa, la compañía registró una ventas de 6.675 millones de euros, un 11,7% menos. Por su parte, los ingresos de Telefónica Latinoamérica descendieron un 3,8%, hasta los 7.232 millones de euros. La región supone ya el 51% de los ingresos consolidados de Telefónica y Brasil se convierte en el principal mercado de la compañía por ingresos, con 3.263 millones de euros, un 9,5% menos en términos reportados.

La compañía gestiona a cierre de marzo 315,7 millones de accesos, el 2% más que el año anterior debido principalmente al impulso de los accesos móviles de contrato y especialmente smartphones. Telefónica España gestiona un total de 42,7 millones de accesos a finales de marzo, un 4% menos. El grupo ha destacado que su tarifa insignia Movistar Fusión mantuvo un “fuerte” ritmo de captación de clientes en el trimestre y alcanza 1,7 millones de clientes en marzo.

En cuanto a su posición financiera, el grupo cerró marzo con una deuda de 51.809 millones de euros, frente a 51.300 millones a finales de 2012 y mantiene el objetivo de reducir su endeudamiento en 2013 por debajo de los 47.000 millones de euros. El ratio de endeudamiento del primer trimestre se sitúo en 2,44 veces. La compañía ha indicado que la cifra de deuda recoge impactos no recurrentes como la devaluación de Venezuela, el pago de espectro en Reino Unido y la venta de autocartera, además de otros efectos estacionales como la evaluación negativa tradicional del capital circulante en el primer trimestre. Confira