Plebiscito. Jornal “O Liberal” faz propaganda pelo Pará

O uso do termo “isto” para a criação dos Estados de Tapajós e Carajás tem um sentido pejorativo.

O “isto” é dubitativo. É uma interjeição de apoio, de aplauso. “Isto, eleitor, votou certo! Votou pela divisão!”.

Não sou contra um jornal fazer propaganda. Imprensa é propaganda direta ou indireta.

A propaganda quanto mais implícita, mais eficaz. Não confundir com propaganda subliminar.

Um jornal não pode é enganar o leitor. Partir para o balão-de-ensaio, a meia-verdade, a mentira.

Plebiscito no Pará. Um bom domingo para julgar os corruptos


Minas Gerais, Maranhão e Pará são os líderes do ranking

Ou melhor explicado:
* a mão fechada para o povo. Ou a famosa banana: bate-se com a mão no sangradouro do outro braço, curvado e levantando este, com a mão fechada.
* a mão estendida da saudação nazista
* a mão leve de gatuno, ratoneiro, ladrão. Mão de mestre. Adestrada nos golpes audaciosos e de resultados positivos.
De acordo com estudos da Consultoria Trevisan, o desvio anual de recursos públicos chega a R$ 60 bilhões no Brasil.
O Pará está entre os três Estados “mais corruptos”.
Tem corrupção na Assembléia Legislativa.
No executivo. No judiciário.

Desmatamento, trabalho escravo e corrupção são base para siderúrgicas no Pará

Siderúrgicas no pólo de Carajás, no estado do Pará, utilizam carvão de desmatamento ilegal e do trabalho escravo para a produção de ferro-gusa e de aço, de acordo com a pesquisa “O aço da devastação”, feita pelo Instituto Observatório Social. O estudo também demonstra que a corrupção em órgãos públicos sustenta esse esquema, através de fraudes e ausência de fiscalização.

Foi bandidagem tem no Pará 

Plebicisto dirá amanhã e sempre: A Amazônia é nossa!

“Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens”

Todo plebiscito e referendo são importantes. Que o povo decida seu futuro fortalece a democracia.

Uma lei referendada pelo povo não é letra morta.

O plebiscito de amanhã tem vários significados e decisões do povo que marcarão a História do Brasil.

Promoveu-se o debate da “Amazônia é Nossa”. Da importância estratégica do Pará. “Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens”. Agora um slogan permanente contra a pirataria internacional.

Foram discutidos os problemas do Pará. Notadamente a corrupção no executivo, no legislativo e no judiciário. A pobreza do povo, o isolamento de Carajás, de Tapajós.

Que depois do plebiscito, as populacões do Pará – estado único, ou dividido em dois ou três – continuem irmanadas e combatendo a cobiça internacional, a traição dos seus supostos líderes, e a bandidagem defendida pelos advogados de porta de palácio e de porta de cadeia.

Um plebiscito memorável pelo civismo, pela brasilidade, pela animação de campanhas nacionalistas.

Publiquei foto de manifestação do dia 21 de agosto último. Para mostrar quanto o plebiscito foi encoberto pela imprensa do Sul.

As cores vermelho e branco, que representam a bandeira do Estado do Pará, estão nos rostos pintados dos estudantes, nas camisas dos professores e nas bandeirinhas.

Tapajós nasce forte

Tapajós, um estado estratégico, por fazer fronteira com a única colônia da América do Sul, a Guiana Francesa, e os novos países Suriname e Guiana
Tapajós, um estado estratégico, por fazer fronteira com a única colônia da América do Sul, a Guiana Francesa, e os novos países Suriname e Guiana
Uma das bandeiras propostas
Uma das bandeiras propostas

Os antecedentes do movimento de emancipação de Tapajós são antigos, a ideia da criação desta nova Unidade Federativa partiu do governo central há mais de 150 anos, datam do início do século XIX, aproximadamente 1823.

De novo, apenas o rancor de jornalistas da direita. Eis um deles, da BBC, Ivan Lessa:

“Não bastassem os progressistas 26 (ou 27? Há dúvidas) Estados e um Distrito Federal, que tantas alegrias nos têm proporcionado, em nossas terras abençoadas, e até mesmo aqui no pobre do exterior, tamanho o seu sucesso, que, mesmo sem o alto patrocínio ou chancela de Eike Batista, o sexto ou oitavo homem mais rico do mundo, vamos acrescentar mais uma unidade federativa ao nosso querido e progressista Brasil.

Seu nome aflora aos lábios e acaricia os ouvidos como rio correndo (chuá, chuá) ou árvore sendo derrubada (cataplum): Tapajós. Para que fique claro, repito silabando, Ta-pa-jós”.

Ainda bem que os Eikes não aprovam o novo Estado, principalmente ele, o Batista, que é dono do Pará, envolvido com governadores corruptos.

TAPAJÓS É NOSSA BANDEIRA, SEMPRE!

Do manifesto pela criação:

1)      Autonomia: Quem mora nos municípios que compõem a região Oeste do Pará, sabe, com conhecimento de causa, o que significa viver à margem das decisões políticas que interferem diretamente no cotidiano, mas que são tomadas externamente, mesmo quando se trata do Próprio estado do Pará, pois o núcleo decisório se concentra na capital. Ter autonomia significa ter o direito de decidir sobre os assuntos que são coletivos, e dispor de uma estrutura de governo mais próxima, para que seja ouvida e respeitada em suas reivindicações;

2)      Fortalecimento regional: Com a autonomia, em todos os campos, a região formada pelo novo estado terá condições de desenvolver suas potencialidades, promovendo maior equilíbrio entre os seus integrantes;

3)      Identidade Cultural: O vasto território que compõe a Amazônia, objeto de cobiça dos colonizadores, sofreu violento processo de desagregação ao longo da história. Diversas nações que habitavam as terras que hoje compõem os atuais estados foram dizimadas, outras foram escravizadas e incorporadas ao modo de vida dos colonizadores. Mesmo assim, ficaram vestígios que demonstram diferenças substanciais entre os povos que habitavam a região que hoje busca se emancipar. A cultura Tapajoara é distinta de outras culturas, e se expressa nas mais variadas situações cotidianas. Sobreviveu a toda sorte de ataques que sofreu ao longo do tempo. E haverá de continuar sendo o nosso orgulho, pois expressa nossa identidade.

4)      Desenvolvimento e justiça social: A forte concentração das atividades econômicas e das políticas sociais no entorno de Belém, cria um círculo vicioso que tende a aumentar a miséria, pois expulsa milhares de famílias do interior do estado em busca de oportunidades na região metropolitana. Com o novo Estado, teremos uma oportunidade real de corrigir tais distorções, resultando em benefícios para o conjunto da população, tanto da região emancipada, quanto da área remanescente. Isto passa pela aglutinação de forças em torno do fortalecimento de uma inteligência inovadora, especialmente no campo da cultura digital;

5)      Democracia participativa: O Estado do Tapajós já nasce diferente de todos os outros, pois a população está sendo consultada quanto a sua criação. Entendemos que este processo é educativo e a democracia participativa deve ser a regra no Estado do Tapajós. Não necessariamente com a realização de plebiscitos ou referendos, mas com o fortalecimento da organização da sociedade para discutir, aprovar ou rejeitar propostas de projetos que interferem na vida de todos;

6)      Relação com a Amazônia e com o Brasil: O Estado do Tapajós significa maior presença do Brasil na Amazônia. Não apenas nos discursos ufanistas, mas em ações concretas que representem melhorias de condições de vida para os povos que nela habitam. Preservar implica em conhecer e cuidar. E isto se faz com presença e clareza de propósitos. Teremos uma maior bancada parlamentar no Congresso Nacional. Nossas escolhas podem significar presenças significativas em defesa dos interesses coletivos, impedindo a continuidade das práticas destruidoras dos projetos já implantados, e propondo alternativas coerentes e inovadoras. Temos que engendrar uma nova forma de integração nacional, tendo como eixo condutor o estabelecimento de redes de conexões inclusive no campo digital;

7)      Estado descentralizado: A dimensão territorial do atual estado do Pará, e as dificuldades de acesso a todos os locais que precisam da presença do Poder Público, são características típicas da Amazônia, que justificam a necessidade de maior presença dos governos junto às populações. O estado do Pará tem se mostrado ineficaz neste e em outros itens relativos a sua institucionalidade. Buscamos a emancipação para termos um estado mais presente, e no qual a população possa estar atenta e vigilante, evitando que se consolidem os problemas que hoje combatemos, cuja solução passa pela adoção de políticas que considerem as demandas de todo o Estado, e não apenas em benefício de grupos políticos e econômicos da capital.

Pelas razões expostas, e em sintonia com a luta dos que nos antecederam nesta esperança, assumimos o compromisso de defender a bandeira do Estado do Tapajós, reconhecendo que se trata de uma aspiração coletiva, legítima, tecnicamente viável e socialmente justificada.

 O vídeo da campanha 

Carajás Estado. Igrejas favoráveis. TV Globo contra

Carajás (proposta de unidade federativa)

Estado de Carajás
Estado de Carajás

As origens do movimento de emancipação local, datam dos fins do século XIX, quando a população dos vilarejos ao longo dos rios Araguaia e Tocantins, na região sul do estado, reclamavam da falta de assistência da então Província do Grão-Pará. Os moradores da região se sentiam mais próximos das províncias de Goiás e do Maranhão do que da província do Grão-Pará.

Os 39 municípios do novo estado seriam os seguintes:

 

Um novo Estado Com 39 municípios
Abel Figueiredo Ourilândia do Norte
Água Azul do Norte Pacajá
Anapu Palestina do Pará
Bannach Pau d’Arco
Bom Jesus do Tocantins Parauapebas
Brejo Grande do Araguaia Piçarra
Breu Branco Redenção
Canaã dos Carajás Rio Maria
Conceição do Araguaia Rondon do Pará
Cumaru do Norte São Domingos do Araguaia
Curionópolis São Félix do Xingu
Dom Eliseu São Geraldo do Araguaia
Eldorado dos Carajás São João do Araguaia
Floresta do Araguaia Sapucaia
Goianésia do Pará Santa Maria das Barreiras
Itupiranga Santana do Araguaia
Jacundá Tucumã
Marabá Tucuruí
Nova Ipixuna Xinguara
Novo Repartimento

Evangélicos e católicos apoiam a divisão do Pará e se unem para criação do novo Estado de Carajás

Os líderes cristãos da região Sul e Sudeste do estado do Pará se uniram para incentivar os fiéis a votarem a favor da criação do estado dos Carajás. A motivação vem pelo horizonte que tanto católicos quanto evangélicos enxergam: desenvolvimento econômico e social, com a possibilidade de um governo mais próximo.
Bispos, padres e pastores estão usando seus sermões durante missas e cultos, além de gravarem depoimentos para a campanha do “Sim” no plebiscito que definirá se o Pará será dividido ou não.
A Igreja Católica não divulgou um parecer oficial sobre o assunto, mas liberou seus padres e bispos para orientarem os fiéis como entendessem melhor. Dom José Foralosso, Bispo da diocese de Marabá, é responsável por cerca de 700 mil fiéis que frequentam as 27 paróquias localizadas nas 17 cidades da região onde seria fundado o novo estado. Ele fala abertamente que votará a favor da divisão: “É um evento de importância notável para o Pará. Aqui, a presença do Estado está ausente. Pelo tamanho do Estado, pelas distâncias. Não sentimos uma solução dos problemas”, defende o bispo.
A Igreja Assembleia de Deus de Marabá, através do Pastor Sales Batista, orientou aos 112 pastores de seu ministério que eles pregassem nos cultos sobre as vantagens da divisão, e estimulassem os fieis a votarem “Sim” no plebiscito. Foram feitos eventos em praças e ginásios, todos com média de público superior a 20 mil pessoas.“Nós falamos de Deus (nestes eventos) e aproveitamos também para falar dos problemas da região, falta de médicos, estradas. Falamos de saúde, educação. Nós precisamos ter um governo mais próximo. Nós dependemos em tudo da capital. Então, nós defendemos a ideia da separação pela dificuldade de acesso à saúde, à educação”, prega o pastor .
Veja vídeo da campanha  do sim.
TV GLOBO CONTRA
Veja vídeo do não da Globo 
Bandeira do Estado de Carajás e música 

Pará ainda tem políticos indecisos no plebiscito amanhã

O plebiscito acontece amanhã. Bizarro, espantoso, esdrúxulo é quem tem político em cima do muro.

Santa ignorância ou oportunismo político?

O sei não em um momento histórico é inacreditável. Coisa do Pará.

O Correio Bragantino faz propaganda contra a divisão

Cartaz do contra. Quando 17% do Pará é um mar de terra maior que vários países da Europa juntos
Cartaz do contra. Quando 17% do Pará é um mar de terra maior que vários países da Europa juntos

Publica:

Caso a maioria do eleitorado vote pela divisão, o Pará, hoje com área de 1.247.689 quilômetros quadrados, ficaria com 17% desse território, Carajás, ao sul do estado, com 35%, e o Tapajós, localizado a oeste, com 58%.A votação de domingo ocorre das 8h às 17h. Os eleitores responderão a duas perguntas: a primeira, se eles são a favor ou contrários à criação do estado do Tapajós. Em seguida, devem opinar se são a favor ou não da criação do estado de Carajás. A ordem das perguntas foi definida em sorteio pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O voto é obrigatório para quem tem título de eleitor do Pará, e os que estiverem fora do domicílio eleitoral têm o prazo de 60 dias para justificar a ausência.

Contra a divisão: deputados

– André Dias (PSDB)
– Arnaldo Jordy (PPS)
– Elcione Barbalho (PMDB)
– Josué Bengtson (PTB)
– Lúcio Vale(PR)
– Miriquinho Batista (PT)
– Zenaldo Coutinho (PSDB)
– Cláudio Puty (PT)

senadores

– Flexa Ribeiro (PSDB)
– Marinor Brito (PSOL)

Favoráveis à divisão:

– Asdrubal Bentes (PMDB)
– Giovanni Queiroz (PDT)
– Lira Maia (DEM)
– Wandenkolk Gonçalves (PSDB)
– Zé Geraldo (PT)
– Zequinha Marinho (PSC)

Neutros: deputados

– Beto Faro (PT)
– José Priante (PMDB)
– Wladimir Costa (PMDB)

senador

– Mário Couto (PSDB).

Plebiscito amanhã.População de Monte Alegre realiza grande caminhada pró Tapajós

Monte Alegre quer sair do atraso
Monte Alegre quer sair do atraso

Monte Alegre realizou ontem uma grande caminhada pró Tapajós.

Milhares de pessoas percorreram as principais ruas da cidade de Monte Alegre e ao final, as principais lideranças do município falaram sobre o apoio ao SIM no plebiscito.

Imensidão do Pará deve ser divida em três Estados?

No Pará reinam todos os crimes. Contra o povo. Contra o Brasil.
É o segundo maior Estado com uma extensão de 1.247.689,515 km², e uma população de 7 588 078. Uma densidade habitacional de 6,08 habitantes por km². É um deserto de gente.

Dividi-lo em três ajuda a acabar com a corrupção, e a conter a invasão da pirataria estrangeira?

Esta de que vai aumentar as despesas com a criação de mais dois tribunais, duas assembléias, duas governadorias, significa dizer que o judiciário, o legislativo, o executivo são onerosos em qualquer unidade federativa.
Mais dinheiro se perde com os desvios de verbas nos três poderes, no tráfico das riquezas do Pará, e na ingovernabilidade

A imprensa evita discutir o plebiscito em nível nacional. Prefere as pesquisas de opinião pública viciadas.

Hoje se publica que “pela primeira vez um integrante do primeiro escalão do governo federal afirmou que é contra a divisão do Pará, para a criação dos estados do Tapajós e do Carajás.

Durante audiência pública, ontem, na Comissão de Infraestrutura do Senado, para discutir o andamento das obras do PAC, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, comemorou as recentes pesquisas que indicam vitória do ‘Não’ no plebiscito do próximo domingo”.

Uma pesquisa do Data/Folha sempre me deixa desconfiado. Pela propaganda lesiva aos interesses do País e do povo.

“Essa é uma notícia quente e boa: que a chance é pequena, que isso (divisão do Pará) ocorrerá. É, muito importante. Com todo respeito a quem é a favor da divisão, mas é muito importante mesmo que o Pará permaneça unido. O Pará tem uma identidade muito forte. As pesquisas que vi no começo eram preocupantes. Estava um pouco mais dividido. Ainda bem, então, que as pesquisas mais recentes mostram que não virou. Que bom mesmo!”, comemorou a ministra, apontada como um dos membros mais fortes do governo Dilma”.

PT CONTRA

“Até então, o governo federal se mostrava imparcial quanto ao plebiscito. Mas a reação da ministra Belchior deixa entender que a torcida é pela manutenção do Pará unido. O discurso segue a linha de expoentes do PT que também se manifestaram contrários ao desmembramento do Estado no Congresso Nacional. A senadora petista Marta Suplicy (SP), vice-presidente do Senado, criticou a consulta popular sem embasamento técnico sobre possíveis vantagens para as populações envolvidas”.

Por que o governo não apresenta as vantagens e desvantagens da criação dos três Estados?

Compare a imensidão do Pará com os países da Europa por km2:
Albânia        28 748
Alemanha 357 021
Andorra 468
Arménia 29 800
Áustria 83 858
Azerbaijão 86 600
Bélgica 30 510
Bielorrússia 207 600
Bósnia e
Herzegovina 51 129
Bulgária 110 910
Cazaquistão 2 724 900
Chipre 9 251
Croácia 56 542
Dinamarca 43 094
Eslováquia 48 845
Eslovénia 20 273
Espanha 504 851
Estónia 45 226
Finlândia 336 593
França 547 030
Geórgia 69 700
Grécia 131 940
Hungria 93 030
Irlanda 70 280
Itália 301 230
Islândia 103 000
Letónia 64 589
Liechtenstein 160
Lituânia 65 200
Luxemburgo 2 586
Macedónia 25 333
Malta 316
Moldávia 33 843
Mónaco 1,95
Montenegro 13 812
Noruega 324 220
Países Baixos 41 526
Polónia 312 685
Portugal 91 568
Reino Unido 244 820
Repúb Checa 78 866
Roménia 238 391
Rússia 17 075 400
San Marino 61
Sérvia 88 361
Suécia 449 964
Suíça 41 290
Turquia 783 562
Ucrânia 603 700
Vaticano 0,44

Por que a imprensa tradicional, elitista e vendida esconde o plebiscito?

Que o Pará vote. Mas o voto do Pará não pode ser escondido.

O plebiscito é uma decisão histórica. Do interesse do Brasil. 

Do Brasil hoje.

No plebiscito está em jogo o futuro do Pará, da Amazônia e, principalmente, do Brasil.