Denúncia de tortura na Lava Jato

Violência psicológica, por Alex Falco
Violência psicológica, por Alex Falco

 

É uma operação policial com dor. Com tortura. Que assédio moral é tortura psicológica.

Além de stalking.

Escreve Fernando Brito: “O relato repugnante enviado a Paulo Henrique Amorim sobre as condições em que estão sendo mantidos há três meses os detentos – sem condenação ou julgamento – da Operação Lava Jato se configura em um escândalo de proporções internacionais”.

Escreve Janise Carvalho: “Essa denúncia é muito grave precisa ser investigada urgentemente, e caso se comprove a veracidade, esse juiz “murrinha” deve ser não apenas afastado, mas punido. Porque tudo isso é só pra conseguir DELAÇÃO SOB ENCOMENDA, mirando a presidenta Dilma!”

Parece que a dita dura já começou. Em uma democracia verdadeira, os três poderes – o judiciário, o legislativo e o executivo – agiriam.

Trata-se de uma violação dos direitos humanos. Nenhum preso, pobre ou rico, merece um tratamento desumano e cruel.

Uma operação que vem sendo manipulada politicamente. E que virou propaganda da imprensa golpista.  

A Justiça justiça esclareça se a Operação Lavo Jato visa destruir a frágil e noviça Democracia brasileira, e roubar a Liberdade do povo com o retorno da ditadura, conforme os modelos vitoriosos aplicados em Honduras e Paraguai. Um modelo que, em recente entrevista, sem pejo, imoral e traiçoeiramente foi proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique.

Acrescente-se que pesa sobre togados e policiais da Lava Jato outra denúncia grave: de que são fanáticos simpatizantes do PSDB, partido de FHC, com participações, na campanha presidencial, favoráveis ao derrotado candidato Aécio Neves.

 

 

Presa socialite que mandou matar por ciúme. Um crime passional que envolve três maridos e duas belas esposas

emtempo- crime passional

Texto Joana Queiroz/ A Crítica/ Manaus – A advogada Marcelaine Santos Schumann, a “Elaine” ou “Ane”, de 36 anos, pagou R$ 7 mil para que pistoleiros executassem ou deixassem aleijada a bacharel em direito Denise Almeida da Silva, de 34, atingida com um tiro no estacionamento da academia Cheik Clube, no Centro de Manaus, no dia 12 de novembro. Marcelaine acreditava que Denise tinha um caso com o seu amante, o empresário Marcos Souto – todos os envolvidos são casados.

Na montagem a mandante do crime está destacada, ao seu redor, nos vidros estilhaçados, estão os demais envolvidos no crime, como o amante e a universitária baleada, Denise (Rafael Froner)
Na montagem a mandante do crime está destacada, ao seu redor, nos vidros estilhaçados, estão os demais envolvidos no crime, como o amante e a universitária baleada, Denise (Rafael Froner)

Em contato com a reportagem, Denise negou conhecer Elaine e Marcos: “Eu não sou a amante desse homem (Marcos) que sequer conheço, assim como não conheço essa mulher (Elaine). Sou casada e vivo muito bem com o meu marido”. “O que aconteceu é que há pelo menos um ano essa mulher começou a ligar para a minha casa, para mim e para o meu marido. Ela dizia que tinha encontrado algumas ligações com o número do meu celular na conta do telefone do amante dela. Algumas vezes eu e o meu marido fomos seguidos pelo carro do amante dela. Ele chegou a ligar para o meu celular dizendo que queria se encontrar comigo para me pedir desculpas pelos insultos e ligações que ela fazia, mas não aceitei e acabou acontecendo o que vocês já sabem”, conta.

Denise Almeida da Silva sobreviveu após levar um tiro no pescoço, dentro do seu Mercedes-Benz
Denise Almeida da Silva sobreviveu após levar um tiro no pescoço, dentro do seu Mercedes-Benz

Ainda por telefone, Denise explicou que a história não é como parece. “O meu marido não é o corno da jogada. Ele sabia de tudo, sofria comigo e estava sempre ao meu lado. Eu a descrevo (Elaine) como uma pessoa sem noção que passa a perseguir a outra baseada em suspeita. É uma psicopata”, finalizou.

Marcelaine (direita) é suspeita de encomendar morte de Denise
Marcelaine (direita) é suspeita de encomendar morte de Denise

Agência TA – O marido de Denise, o advogado Erivelton Barreto, 34, confirmou o stalking (perseguição) da advogada Marcelaine Santos Schumann, que fazia ligações frequentes para seu celular, dizendo ser mulher do citado amante e afirmando que Denise se envolvera com ele.

No dia do atendado, Marcelaine viajou para 
o Nordeste e voltou no dia 20 de novembro para Manaus, mas viajou novamente 
para os Estados Unidos, retornando hoje, quando foi presa.

Ela desembarcou acompanhada do marido Edmar Costa e do advogado José Bezerra de Araújo.

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Marcelaine no IML onde fez exames antes de ir para a cadeia pública. Foto Winnetou Almeida

A socialite desembarcou em Manaus por volta de 12h16 desta segunda-feira (5) e seguiu para exame de corpo de delito no o Instituto Médico Legal (IML)
A socialite desembarcou em Manaus por volta de 12h16 desta segunda-feira (5) e seguiu para exame de corpo de delito no o Instituto Médico Legal (IML)
Marcelaine dos Santos Schumann foi encaminhada à Penitenciária Feminina. Foto Sandro Pereira
Marcelaine dos Santos Schumann foi encaminhada à Penitenciária Feminina. Foto Sandro Pereira

Marcelaine dos Santos Schumann teve a prisão preventiva decretada, no mês passado, pelo juiz Mauro Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri.

Dos três tiros disparados contra Denise, dois a atingiram e uma das balas se alojou na coluna cervical na altura do pescoço.

Além de Marcelaine, três pessoas foram presas em dezembro do ano passado. Rafael Leal do dos Santos, de 25 anos, conhecido como “Salsicha”, foi quem atirou contra a universitária. O homem afirmou que recebeu R$ 3.500 para realizar o crime. Ele foi preso no município de Anori, a 234 km de Manaus, onde estava abrigado na casa do avô.

Segundo a Polícia Civil, após ser preso, Rafael confessou a tentativa de homicídio e apontou a participação de Charles “Mac Donald” Lopes Castelo Branco, de 27 anos, suspeito de negociar o assassinato com a mandante, e Karen Arevalo Marques, de 22 anos, que intermediou o aluguel da arma.

 

O trio improvisado de mortos de fome contratado pela dondoca. Até para matar a elite paga uma miséria
O trio improvisado, de mortos de fome, contratado pela dondoca. Até para matar a elite paga uma miséria

O mito do Brasil cordial

“Não vou estuprar você porque você não merece”
Jair Bolsonaro


violência psicológica

Acontece muito no trabalho. A danação do assédio moral e do assédio sexual. Idem o assédio extrajudicial com assinatura de um advogado. O assédio judicial. O policial. O stalking da Gestapo dos serviços de proteção ao crédito, que são organizações de espionagem da ditadura econômica. Que quebram os sigilos fiscal e bancário da classe média baixa. Inclusive tem acesso a informações pessoais cadastradas em hospitais, planos de saúde, universidades, agência de empregos etc.

O bullying (o bulismo) vai do ensino do primeiro grau às universidades, com toda sua perversidade como acontece hoje na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), aterrorizada por uma onda de estupros.

Nada mais humilhante e degradante do que sofrer uma prisão arbitrária, uma despejo judicial, do que assinar um atestado de pobreza para ter acesso à justiça gratuita.

O brasileiro não tem privacidade. E o pobre, nenhum direito.

Toda violência psicológica pode causar depressão, suicídio, traumas para toda vida. Mazelas de um país que ainda tem escravidão. Que o povo está submetido a violências físicas. Que persiste a tortura. E cresce a lista de desaparecidos.

 

 

 

Assassinato premeditado: demitir funcionário em data de risco de suicídio

Marcin Bondarowicz
Marcin Bondarowicz

O Brasil um país em que ainda persiste o trabalho escravo. Neste Brasil brasileiro, não cordial, foi preciso que, recentemente, Dilma Rousseff assinasse uma lei de regulamentação do trabalho das domésticas.

A criação de diretoria de Relações Humanas (RH), nas empresas privadas, eliminou o recrutamento de pessoal por sargentões. Mas o Brasil cruel e desumano – dos tempos da conquista colonial portuguesa e da escravidão oficial –  persiste até nesta diretoria, porque apesar do curso de psicologia,  a alma de feitor encorpora a chefia do RH, de quem se espera, quando mulher, o latente instinto maternal. Mas acontecem ações cruéis de assédio moral e assédio sexual.

A ditadura de Castelo Branco acabou com a estabilidade no emprego, que passou a ser provisório e precário. No capitalismo selvagem não poderia ser diferente. Mas demissões sem justa causa podiam ser evitadas em dias de risco.

O artigo 473 da CLT determina que o trabalhador pode faltar ao serviço sem desconto de salário em casos de:
– falecimento do cônjuge, pai, mãe, filhos, irmão ou pessoa que viva sob sua dependência econômica (quando declarada na CTPS) – até dois dias consecutivos;
– casamento – até três dias consecutivos;
– licença-paternidade – até cinco dias consecutivos.

Há  diversas situações em que a falta é permitida por lei, e demitir um funcionário justamente neste dia não passa de puro stalking.

Existem outros dias de risco para o suicídio: ser demitido no aniversário, em datas que aumentam o número de casos de morte dada a si mesmo como no Natal e na virada do Ano Novo.

Todo RH sabe que diferentes fatores aumentam a probalidade de suicídio:

  • Desemprego ou dificuldades económicas que alteram o estatuto familiar;
  • Problemas no trabalho;
  • Morte do cônjuge ou de amigos íntimos;
  • Família atual desagregada: por separação, divórcio ou viuvez.
  • Perdas precoces de pessoas importantes (pais, irmãos, cônjuge, filhos);
  • Experiência de humilhação social recente

Escreve Oziel Alves: OS PERIGOS DA DEPRESSÃO NATALINA
“A depressão de Natal, ou Blue Christmas, como é conhecida nos países de língua inglesa, pode ser considerada irrelevante em função de sua característica transitória e sazonal. Afinal, frustrações fazem parte da vida de qualquer pessoa e, muitas vezes, possuem resultados até positivos. No entanto, o que poucos sabem é que a parte submersa desse iceberg é bem mais perigosa do que se pode imaginar. Para aquelas pessoas que já estão em depressão profunda – e elas representam 340 milhões em todo o planeta – Natal e Ano Novo podem ser a gota d’água para o suicídio”. Leia mais

Um RH que demite em dia de risco considero um assassino. Que o Brasil quebre o tabu. Um suicídio pode ser um ato premeditado por terceiros. A inveja é o primeiro crime bíblico. O primeiro passo é fragilizar psicologicamente a vítima.

Em Wikipédia. O INDUZIMENTO AO SUICÍDIO um crime previsto no artigo 122 do Código Penal Brasileiro, e classificado como um crime contra a vida, que consiste no açular, provocar, incitar ou estimular alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça.

Induzimento ao suicídio é a criação de propósito inexistente, ou seja, a pessoa que se suicida e que não tinha essa intenção ou objetivo inicialmente.

Esse crime é consumado com o efetivo suicídio ou resultado lesão corporal de natureza grave.

Idem induzimento sem produção de resultados (fato atípico).

Não esquecer que o assédio sexual, o assédio moral e o stalking, que sempre terminam na demissão de um funcionário, são ações de tortura, de tortura psicológica de invisíveis marcas. Ações de ódio e inveja que levam a vítima à depressão, a irreparáveis traumas e ao suicídio. Em muitos casos, o assediador mata com as próprias mãos ou contrata um assassino profissional. Não tem a inteligência satânica de induzir um suicídio.

 

A inveja e o premiado jornalista André Beltrão

André Beltrão
André Beltrão
Na inveja que permeia a vida dos incapacitados para o trabalho.
Depois de ganhar o prêmio de melhor Repórter Esportivo do Ceará, fui demitido sem justa causa. Nesta mesma semana, fiz uma matéria com o goleiro Birigui dos juniores do Ferroviário Atlético Clube que ganhou o prêmio de melhor matéria em todos os segmentos do estado Ceará. Essa matéria saiu no Globo Esporte local, e iria passar na edição nacional do Globo Esporte. Um mau caráter chamado Paulo César Norões, que só tem o segundo grau, e trabalhava como repórter porque o pai era diretor da Verdes Mares, resolveu pegar a minha matéria, regravar o meu texto, fazer a passagem e a entrevista com Birigui, e mandar a mesma para o Globo Esporte nacional, com a concordância do pai e do editor do programa. A matéria saiu no Globo Esporte nacional. Reclamei em vão. Uma semana depois fui demitido. Eu ganhava, na época, cinco mil reais por mês, e fui trabalhar na Tv Cidade Sbt, em Fortaleza, por 600 reais.
Na Globo, recebia mais de 300 cartas de telespectadores. Ele recebia umas 10 cartas. A maioria desses imbecis foram demitidos tempos depois, por roubarem à Verdes Mares.
Segui a minha carreira! Esta é uma pequena história sobre a inveja. Um dia,  faço um filme sobre a inveja.
Esse canalha me prejudicou em todos os sentidos, mas ele, e mais ninguém, conseguem tirar a minha dignidade. Sempre fui um Jornalista honesto e competente. Perguntem há quem trabalhou comigo. Confirmem esta história no Ceará. Quem tiver hombridade vai confirmar.
redação liberdade jornalista
Nota do redator do blogue: publico o testemunhal de André Beltrão por vários motivos. Primeiro para enaltecer seu idealismo e amor à profissão. Idem para afirmar que o Brasil precisa de uma política de direitos autorais que proteja os jornalistas e não os empresários. E mais: as redações são gaiolas de ouro, e os jornalistas trabalham como prisioneiros, que a profissão está demasiadamente hierarquizada por feitores que promovem assédio moral, assédio sexual, stalking e censura.
O paradoxal da história da Imprensa: o ditador Getúlio Vargas, no Estado Novo, regularizou o trabalho do jornalista. Trinta anos depois, o triunvirato da ditadura militar de 64 regularizou a profissão. 
Sabe o ditador que o dono do jornal não tem a ousadia de ser oposicionista.  
Vários nomes da imprensa (PJ) contratam uma equipe de terceirizados, preferencialmente estudantes e velhos jornalistas da lista negra, que escrevem as matérias que o figurão assina.
Acontece o mesmo com renomados marqueteiros (marreteiros), na maioria ex-contatos de agências de publicidade, analfabetos em ciências política e comunicação social. No caso do Mensalão: foram punidos Marcos Valério, um vendedor, e seu sócio diretor de arte. Um profissional de criação não tem tempo para se envolver em negociatas, e nada conhece dos feudos  da corrupção, desde que passa as 24 horas do dia preocupado em encontrar e planejar a estratégia de campanhas de publicidade e/ou propaganda, em idealizar os melhores filmetes, spots e jingles, em escrever o texto preciso , em selecionar a foto ícone, em resumir a mensagem em um slogan e em um símbolo. Coisa que os Marcos Valério não sabem fazer.

Da escuridão do Reluz recifense as ameaças de morte à Noelia Brito

noelia brito foto

Aconteceu com Mosquito, e o stalking terminou com um misterioso suicídio. Vem sucedendo com o mais conhecido, internacionalmente, cartunista brasileiro Carlos Latuff, ameaçado pela polícia do governador Sérgio Cabral. No exílio permanece o premiado jornalista Mauri König, ameaçado de morte pelos delegados caça níqueis do governador  Beto Richa.

Em Recife, a polícia prendeu o jornalista Ricardo Antunes, por seis meses, pela plantação de ter negociado com o bacharel em Jornalismo, Antônio Lavareda, uma notícia por um milhão de dólares – a notícia mais cara do mundo. Preço jamais visto na História da Imprensa. Contra esta arbitrariedade fui anticandidato a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco. Coloquei Ricardo Antunes como vice-presidente. A chapa registrada, e única concorrente da chapa continuísta, deu, sem querer, uma nada consta contra Ricardo Antunes. Fiz o domado sindicato, indiretamente, defender Ricardo Antunes contra os secretários jornalistas do governador Eduardo Campos, que chamou Ricardo Antunes de “pobre coitado” e “infame”.

É neste Pernambuco ditatorial, da antiga Sorbonne, que se promove o assédio a Noelia Brito. Exemplo dessas costumeiras mensagens no Brasil:

Mosquito ameaça polícia terrorismo

Da escuridão do Reluz, Noelia Brito vem recebendo os corruptos, criminosos, nefastos, fúnebres avisos de morte anunciada: “os imeios contendo xingamentos e ameaças para que não fizesse qualquer menção ao caso da licitação do Reluz em nenhum dos espaços onde escreve. Dois dias após as ameaças, portanto, no dia 23 de agosto, o jornal Correio Braziliense revelou que um apadrinhado de Geraldo Julio fora o vencedor da licitação milionária destinada à instalação de luminárias na capital pernambucana. O resultado dessa licitação já havia sido anunciado, com antecedência, nos classificados de jornais e pelo Blog Carta Polis”.

Acrescenta Noelia Brito: “Antes das ameaças por email, esta blogueira já vinha sendo vítima de uma série de ataques difamatórios em postagens realizadas por perfis falsos plantados no grupo Direitos Urbanos, do Facebook, no Blog de Jamildo, onde assina coluna semanal, e no Facebook, em perfis “fakes”.

O caso já foi denunciado à Polícia Federal, “já que as verbas do Reluz são federais, e os crimes cometidos pelos bandidos que tentam calar a voz desta blogueira são federais”, informa Noelia Brito. Leia mais

denúncia

noelia brito retrato

Pernambuco. Bandidagem sindical

ELEIÇÕES DA NOVA DIRETORIA DO SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE PERNAMBUCO NOS PRÓXIMOS DIAS 17 e 18

liberdade de imprensa 3

A Chapa de Oposição Você Sabe Porquê criou uma página no Facebook.

Que é esta: https://www.facebook.com/pages/Voc%C3%AA-Sabe-Porqu%C3%AA/586519154731454?fref=ts

Hoje, faltando sete dias para as eleições sindicais, criaram uma página cronada, enganadora, mentirosa quem nem eles – os governistas. Uma página que apareceu de maneira sorrateira, anônima, falsa, covarde, safada, infiltrada. Coisa de vândalo. De vassalo do imperador. Que pratica o stalking. De feitor do patrão. Que pratica o assédio moral e o assédio sexual nas redações. De patrão que paga o salário do medo e da fome. Nunca mais Salomés. Nunca mais passaralhos.

Eles criaram a página você sabe porquê – oposiçAo  jornaLUSTAS. Confira:

https://www.facebook.com/pages/Você-Sabe-Porque-Oposiçao-Jornalustas/471261592961047?fref=ts

Oposição, sim, possui acento no “a ” de autonomia. Que a chapa Você Sabe Porquê vai ter assento no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco. Que jornalustas são eles.

ESTA PÁGINA “OPOSIÇÃO JORNALUSTAS” foi criada pelo serviço de espionagem.
Os bandidos que batem e censuram jornalistas são capazes de tudo.
É assim que eles querem ganhar o pleito.
São capazes de tudo para eternizar o continuísmo, as chapas batidas e o servilismo.

Já solicitamos ao Facebook apagar a página reversa, oposta, perversa, maldosa.

ovelha negra liberdade pensamento