No Recife, em tempos de crise, nem a tradicional elite se entende mais

Separada de Lavareda, empresária sofre assédio moral e é vítima de difamação por suposta traição

por Flávio Chaves

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Bem sucedida empresária no ramo de eventos, no Recife, a produtora Carla Bensoussan, tem sido alvos de ataques de cunho machistas e difamatórios pela internet. Depois de anunciar sua separação do marqueteiro Antônio Lavareda, a proprietária da Lead Comunicação, começou a ser atacada nas redes sociais por amigos do seu ex-marido, com adjetivos como “vaca” e “prostituta”.O blog teve acesso, com exclusividade. aos comentários feitos pelo assessor do marqueteiro, Geraldo Cisneiros, com ofensas pesadas e afirmando que “ela deu pra todo mundo na cidade”. Cisneiros também acusa, Antonio Lavareda, ex-marido de Carla de “traidor”, já que o mesmo teria se envolvido com sua ex-mulher e estaria o traindo as escondidas.

Gera Cisneiros

Segundo” tititi” nas rodas sociais, a separação teria se dado por problemas de traição envolvendo os dois casais que frequentam as colunas sociais da cidade e eram bastante amigos. Lavareda ‘teria” tido um “caso” com a mulher de Cisneiros, Poliana Cisneiros e essa teria sido o principal motivo da separação que caiu como uma “bomba” na high society pernambucana. O também ex assessor de Sergio Guerra (PSDB) e assessor do Banco Gerador ( de propriedade de Lavareda) , acusa Carla de ter “inventado” a história para provocar uma separação milionária por conta de um contrato pré nupcial. E insinua que Carla também teria traído Lavareda com um tal de “André”, que é citado no texto, que aponta ainda para uma pessoa de nome, Tania, que seria “sapatão” e agenciaria mulheres. A empresária também é chamada de “vagabunda”.

No print que o blog teve acesso ( e que já foi apagado nas redes sociais mas circula por toda rede) Cisneiros combina com Ana Venina – outra amiga de Lavareda – uma forma de “esculhambar” a imagem da empresária por toda a cidade.”Se eu for colocar aqui a lista de machos que já comeu essa vagabunda vai dar para emendar a BR 232 de pica”, numa linguagem chula que tem provocado reações de perplexidades nos grupos de defensores da mulher. “Isso é um acinte e uma discriminação contra a mulher que tem o direito de seguir o seu caminho e de se separar. É tipo dor de corno de ex marido traído” disse Amanda Torres do Coletivo Feminista da Bahia. Em outra mensagem endereçada a publicitária Ana Venina, figura também carimbada nos eventos sociais da cidade, Geraldo Cisneiros não poupa nem a mãe de Carla Bensoussan. Segundo Geraldo Cisneiros, ela tinha “o mesmo DNA da filha” e teria “quebrado vários empresários da cidade” na década de 70. “Quero que ela e o ex marido (Lavareda) vá para puta que o pariu com toda raça deles que viveu esses anos de putaria”.

Ana Venida

A empresária, vítima das agressões, viveu por sete anos com o empresário e o casal, além dos negócios vultuosos que mantem com o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife, era conhecido pelas” festas de arromba” que davam na cobertura do seu edifício , na Avenida Boa Viagem, e pelo tradicional almoço no domingo de carnaval frequentado por políticos e empresários da cidade. Pouco depois do seu quarto casamento, Antonio Lavareda, adquiriu por uma quantia milionária, a empresa Level Comunicação do irmão dela, Renê Besoussan, que depois transformou-se na Black Ninja, que teve como um dos sócios, o publicitário baiano Duda Mendonça Tanto Lavareda, quanto Geraldo Cisneiros, respondem a um inquérito na Polícia Federal na chamada “Operação Mar de Lama” que envolveu o dono do Ipespe e também da MCI em um esquema de credito consignado feito pelo Banco Gerador, também de sua propriedade. Ambos trabalharam por vários anos para o PFL e o PSDB nacional e estão, agora, por motivos óbvios, rompidos por conta da traição que teria sido descoberta pela empresária. “Na verdade, ela também sempre foi muito afoita e carreirista pois só se envolve com homens com dinheiro”, diz uma publicitária que falou em off. O Blog deixou recado para os envolvidos mas até agora não obteve retorno. No Recife, em tempos de crise, nem a tradicional elite se entende mais. [Transcrevi do blogue do jornalista, escritor e poeta Flávio Chaves]

A bordo de Michel Temer e José Sarney, Marta Suplicy sela sua saída do PT e o casamento com o PSB

A jornalista Gisele Vitória, colunista de ISTOÉ, conta como foi

o casamento das mal-amadas de Lula, as viúvas do defunto PT Marta e Marina Silva

A revista saiu esta semana com a seguinte capa:

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Conta Gisela Vitória: Passava das duas da manhã de sábado 21 e a senadora Marta Suplicy (PT-SP) se despedia de um dos últimos convidados da festa em que comemorou seus 70 anos, embalando a sua “Canção da Partida”, após 35 anos de PT. “Muitas felicidades para a futura prefeita”, disse um dos amigos, ao abraçá-la perto do elevador. A senadora, que confirmara horas antes que vai mesmo sair do Partido dos Trabalhadores para se filiar ao PSB – sigla pela qual disputará a prefeitura de São Paulo em 2016 -, fez sinal de que o caminho não será fácil. Arregaçou a manga única do vaporoso vestido branco de um ombro só, bordado com pedrarias, do estilista Samuel Cirnansky e anunciou: “Agora é muito trabalho pela frente”.

A comemoração aconteceu no salão de festas do prédio onde mora no bairro dos Jardins, na capital paulista. Mas, àquela altura da noite, Marta já descansava num after-party – ou “a segunda festa lá em cima” -, para o qual chamou alguns dos últimos convidados presentes. Na luz baixa do elegante apartamento com vista 180o da metrópole paulistana onde vive com o marido, o empresário Márcio Toledo, ela reuniu amigos como o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), e a primeira-dama, Márcia Rollemberg, em torno de mais um prato do bobó de camarão.

Com o ex-senador José Sarney
Com o ex-senador José Sarney

Desde as oito e meia da noite, a senadora havia circulado num altíssimo salto agulha Loubotin entre representantes de siglas políticas que acenavam com sinais de apoio ao seu novo momento político. Nas figuras do vice-presidente da República, Michel Temer, e do ex-presidente José Sarney, a presença em peso do PMDB estava selada na festa. Para alguns presentes, os dois caciques sinalizavam um claro desagravo à senadora pelas hostilidades que ela recebeu do PT em meio à crise do governo Dilma Rousseff. Na manhã daquela mesa sexta-feira, Marta publicara o artigo “Baratas voam” na Folha de S.Paulo, marcando gravemente sua voz de oposição. “Vem mais artigos por aí”, dizia ela, feliz com os elogios.

O simbolismo era claro, mas Michel Temer minimizou: “Estou aqui porque gosto da Marta, estou sempre jantando com ela e o Márcio”, desconversou o vice, braços dados com Marcela Temer. “Ela me convidou e eu vim.” O ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, também do PMDB, fez coro: “Estamos aqui por um motivo maior: as relações além-partidos e o respeito à Marta. Como mulher, tenho certeza que a presidente Dilma entende a posição dela”.

Com o vice-presidente da República, Michel Temer, e a vice-primeira-dama, Marcela Temer
Com o vice-presidente da República, Michel Temer, e a vice-primeira-dama, Marcela Temer

A “bancada” pemedebista também contava com a presença de Gabriel Chalita, secretário da Educação do prefeito Fernando Haddad, com quem Marta competirá dentro de um ano (de acordo com os planos do PT, Chalita deve ser o vice na chapa de Haddad). Temer e Sarney deixaram a festa juntos, por volta das dez horas. Marta fez questão de antecipar o parabéns antes que eles saíssem. No centro do salão, uma copeira chegou rapidamente segurando um bolo com velas faiscantes. As 400 pessoas ao redor entoaram “nesta data querida” para a quase ex-petista. Temer e Sarney bateram palmas e, em seguida, a senadora os acompanhou, descendo pelo elevador até a saída do edifício.

Para alguns convidados, foi inevitável compará-la à noiva conduzida ao altar do PSB, mesmo partido que abriu as portas para hospedar a ex-petista Marina Silva na campanha presidencial. “Ela já está até de branco”, provocou o vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB-SP), que acredita que a data e o processo de filiação de Marta ao partido depende mais dela do que deles. E destacou: “O recado importante aqui é perceber a presença do PMDB neste salão e no significado disso nesse momento do País.”

A ausência do PT na festa só não foi total porque o senador Delcídio do Amaral (PT-MT) apareceu para os festejos. Ao se despedir, lamentando ser uma solitária estrela vermelha entre as mesas no salão, brincou: “Será que não vem ninguém nem para o cafezinho?”

Nada de Lula. Marta confirmou que não convidou o ex-presidente para não deixá-lo desconfortável num ambiente que sela sua nova fase, com novos correligionários. “Eu disse a ele depois das eleições que seguiria um novo caminho”, admitiu. “Mas eu adoro o Lula. Ele é o maior estadista que este país já teve, pena que as coisas tenham degringolado como degringolaram.”

Na seara do PSDB, a ausência do governador Geraldo Alckmin era esperada, apesar do convite feito por Márcio Toledo. Além do vice-governador Márcio França, o governo paulista estava representado ainda pelo secretário de Habitação, Rodrigo Garcia (DEM-SP). O único tucano legítimo presente era José Henrique dos Reis Lobo, ex-presidente do PSDB de São Paulo e ex-tesoureiro da campanha de José Serra à prefeitura paulistana. Chegou cedo e foi embora logo.

Também foram ao aniversário o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim, hoje advogado de empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato. Dos três filhos, André Suplicy marcou presença com a mulher. Supla não foi, mas na portaria do prédio um integrante do programa Pânico na Band entrevistava os convidados com uma peruca loura arrepiada, em alusão ao roqueiro. O empresário Joesley Batista, presidente da holding JFS- Friboi, e o investidor Lírio Parisotto, que em breve assume a presidência do conselho da Usiminas, também compareceram.

No fundo musical, um repertório eclético, com destaque para a trilha sonora de “O Fantasma da Ópera”, o hit “Do Leme ao Pontal”, de Tim Maia, e o sucesso do cantor Wando, “Fogo e Paixão”. Os convidados podiam ter suas discordâncias ideológicas, mas foram unânimes em reconhecer: foi uma celebração à altura de quem não tem medo de sair para ser feliz. E PT saudações.

 

[O título dessa crônica política ou social de Gisele Vitória é “Sem medo de ser feliz”. Que já foi um slogan do PT, e era a versão lulista do “dos operários no paraíso”.

Mas o paraíso continua de poucos, assim como acontece com o dinheiro enviado para lá.

A leitura do editor deste blogue é que os poderes executivo, legislativo e judiciário, e a alta sociedade vive um luxo só.

Que o cardápio da festa em nada se parecia pelo cantado de Tia Maia:

Do Leme ao Pontal
Não há nada igual
Do Lele ao Pontal
Não há nada igual

Tomo guaraná, suco de caju
Goiabada para sobremesa
Tomo guaraná, suco de caju
Goiabada para sobremesa
Tomo guaraná, suco de caju
Goiabada para sobremesa
Tomo guaraná, suco de caju
Goiabada para sobremesa

 

A festa dos 70 anos de Marta estava mais para o Fogo e Paixão de Vando:

Meu iaiá, meu ioiô
Você é “sim”
E nunca meu “não”
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão

Me suja de carmim
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E quando sai de mim
Leva meu coração
Você é fogo
Eu sou paixão

 

Acontece que o Brasil está no clima da música mais tocada na festa: o Fantasma da Ópera. Um Fantasma de uma Ópera-bufa, cujo nome o povo desconhece]

 

 

Uma mulher desarmada, a esposa do secretário da Defesa dos Estados Unidos

Maneira ‘afetuosa’ do vice-presidente Joe Biden cria confusões

 

AP Photo Evan Vucci
AP Photo Evan Vucci

 

O vice-presidente dos EUA Joe Biden já tem uma reputação de se envolver em situações embaraçosas em público. Mais uma gafe aconteceu nesta terça-feira (17) quando Biden empossou Ashton Carter como novo secretário da Defesa e depois abraçou a mulher de Carter, Stephanie.

Biden colocou suas mãos nos ombros de Stephanie, massageou-os e aproximou-se demasiado para sussurrar alguma coisa ao ouvido dela.

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Este incidente é muito parecido com a cerimônia de tomada de posse de novos senadores em janeiro, quando Biden se aproximou, de forma excessivamente familiar, da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.

Vice-presidente Joe Biden se aproxima da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.
Vice-presidente Joe Biden se aproxima da filha de 13 anos do senador democrata de Delaware Chris Coon.

E durante a sua campanha eleitoral em setembro de 2012 Biden abraçou uma mulher num bar para motociclistas em Ohio, provocando olhares surpreendidos dos bikers.

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Fonte Sputnik

Alex: Duas vezes preso pela ditadura militar

O Papa da Crônica Social

 

por Fernando Machado

 

“Eu não quero realismo. / Eu quero magia. Magia. / É isso o que eu tento dar às pessoas. / Eu transfiguro as coisas. / Eu não digo a verdade. Eu digo o que deveria ser a verdade”. É uma frase de Blanche DuBois do filme Um Bonde Chamado Desejo interpretado por Vivien Leigh que divide a telona com Marlon Brando, era um pensamento que Alex gostava de interpretar para os amigos mais íntimos. Nunca entendi o porque e agora muito menos. Alex pertencia a linhagem eruditos que encarava o jornalismo como uma máquina de emoção.

Alex de black-tie e com sua inseparável máquina de datilografia
Alex de black-tie e com sua inseparável máquina de datilografia

Pois bem, foi encerrada, hoje com a sua morte, uma das mais importantes páginas da história social pernambucana. Alex ajudou a escrever os momentos mais curiosos, mais encantadores e mais corajosos de nossa vida na sociedade. Conquistou leitores de peso como Gilberto Freyre, Nilo Pereira, Mauro Mota, Marcos Vilaça etc. Com o tempo foi relegado a um segundo plano mesmo depois de ter sido alçado como um símbolo do autentico cronista mundano. E os pernambucanos passaram a reverenciá-lo como um símbolo autentico da intelectualidade.

Alex pelo pincel de Walter Vieira
Alex pelo pincel de Walter Vieira

Alex, ou melhor José de Sousa Alencar, com s, nasceu no dia 5 de agosto de 1926, em Água Branca, Alagoas. Estreou no jornalismo no Diário de Pernambuco, no inicio dos anos 50, como critico de cinema e com o pseudônimo de Ralph. Ele era um apaixonado pela sétima arte, tanto que, em 1952, foi assistente do filme O Canto do Mar, dirigido por Alberto Cavalcanti. Em 1958 foi convocado por Esmaragdo Marroquim para o Jornal do Commercio, onde assumiu a coluna social do matutino, marcando época e criando um colunismo social moderno, onde ficou até 1997.

Alex entrevistando o ator e agora padre José Ramos (Foto Clovis Campelo)
Alex entrevistando o ator e agora padre José Ramos (Foto Clovis Campelo)

Algum tempo depois o Jornal do Commercio dispensou e foi a partir dai que aconteceu seu ocaso espiritual. Alex estava para o Jornal do Commercio como João Alberto está para o Diário de Pernambuco. Alex carregou o Jornal do Commercio durante toda crise, exigindo dos amigos que fizessem uma assinatura do jornal. E como ele tinha prestigio e fama se transformou no papa da crônica social de Pernambuco. Foi uma vitima do preconceito, principalmente na época dos trotes das universidades do Recife, era o alvo dos feras.

Nelbe Souza, Zayra Pimentel e Sonia Maria Campos (Fotos da Coluna de Alex no JC)
Nelbe Souza, Zayra Pimentel e Sonia Maria Campos (Fotos da Coluna de Alex no JC)

E num ato de rebeldia transformou, Consuelá, um travesti, num ícone das paginas sociais da região. Muitas socialites não engoliram isso. Foi um grande mestre. Em dezembro de 1972 iniciei no jornalismo com ele por indicação da jornalista Leticia Lins. Trabalhei ao seu lado e Silvio Niceas por 24 anos, com direito a um hiato de três anos quando fui trabalhar no Diário de Pernambuco. Alex foi o primeiro cronista social a entrar na Academia Pernambucana de Letras,. Foi eleito no dia 2 de julho de 1970, e empossado no dia 4 de agosto de 1970, sendo saudado pela Acadêmica Dulce Chacon na cadeira número 10 que pertencia a Cleofas Oliveira.

Fernando Machado, Muciolo Ferreira e Alex no dia que completou 87 anos (Foto Romero )
Fernando Machado, Muciolo Ferreira e Alex no dia que completou 87 anos (Foto Romero )

Escreveu cinco livros e num deles O Tempo não Retorna frisou que a solidão foi uma fera que aprendeu a domesticar. No livro Anotações do Cotidiano refletiu melhor: “Quinze anos depois eu percebo que há um pouco de charme e de pretensa literatura na confissão, mas é falsa”. Também coordenou o Miss Pernambuco de 1956 (Nelbe Souza), 1957 (Zayra Pimentel) e 1958 (Sônia Maria Campos). Foi a primeira pessoa a entrar no ar na TV Jornal do Commercio, onde apresentou por muitos anos o programa Hora do Coquetel, ao lado de uma de suas musas Violeta Botelho.

Violeta Botelho Maia a musa de Alex (Fotos Clóvis Campelo)
Violeta Botelho Maia a musa de Alex (Fotos Clóvis Campelo)

Alex teve papel importante nos bailes municipais do Recife. Foi ideia dele usar o primeiro andar do Clube Português do Recife para camarotes. Um gesto muito bonito e digno de registrar, quando Alex foi afastado do Jornal do Commercio, coube a Eduardo Monteiro ao convidá-lo para trabalhar na Folha de Pernambuco. Poderia escrever muito mais, porém a tristeza que estou passando não vai dar para dizer mais nada, apenas ratificar Alex, você foi um dos monstros sagrados no jornalismo pernambucano. E como frisava Ibrahim Sued: Sorry, periferia!

 

Transcrevi trechos do necrológio escrito por Fernando Machado. Que foi republicado no Facebook por vários jornalistas. E com os devidos comentários:

Aldira Alves Porto: Um sábado triste

Helio Garret Vasconcelos: Fez muito pelo jornal escrito

Ricardo Antunes: Morreu triste e magoado com muita gente que lhe paparicava quanto tinha poder e a coluna

Raimundo Carrero: Uma grande pena, de verdade…

Talis Andrade: Alex me confidenciou que foi preso duas vezes pelos militares. Sequestrado para informar os nomes dos jovens oficiais homossexuais, como se fosse possível um cronista social possuir a chave de todos os armários. E como castigo, por ter informado que o viúvo Castelo Branco estava noivo de uma pernambucana, tia de um jornalista que trabalhou na sucursal do JB com Ricardo Noblat, também amigo meu, e que até hoje faz parte da equipe de jornalistas de José de Souza Alencar, membro da Academia Pernambucana de Letras. Pela manhã, na redação vazia do Jornal do Comércio e Diário da Noite, encontrei Alex várias vezes. Ele ia redigir suas críticas de cinema e teatro; eu, para fechar o Diário da Noite, e pela amizade com as revisoras – na época, final dos anos 50, a única presença feminina na imprensa pernambucana, totalmente machista. Alex terminou fazendo apenas crônica social, e escrevendo sobre comportamento e costumes. Foi humilhantemente encostado pela atual direção do Jornal do Comércio. Eu, quando diretor responsável do JC, tive a honra de colocar na Carteira de Trabalho dele a promoção de repórter para redator.

Raimundo Carrero: Muito bom texto, Talis…

Gilvandro Filho: Morre Alex

Alexandra Torres: Que ele tenha um bom regresso à Pátria Maior. Deus o abençoe.

Ana Aragao: O fim de uma era

Liborio Melo: Trabalhei anos com ele, no Jornal do Commercio. Figura humana única.

Sergio Moury Fernandes: Grande figura humana. Descanse em paz

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Ivan Maurício: O repórter policial José de Souza Alencar, o Alex, no começo de sua carreira, fazendo um “bico” no “Diario de Pernambuco” (foto).

Alex é alagoano de Água Branca e seu primeiro emprego em Pernambuco foi na Prefeitura do Recife nomeado por Miguel Arraes.

Alex também foi crítico de cinema no “Jornal do Commercio”, com o pseudônimo de Ralph, e ganhou notoriedade como cronista social.

Como escritor foi integrante da Academia Pernambucana de Letras.

Foi, arbitraria e injustamente, preso durante o regime militar.

Tenho em meu poder (só não consegui encontrar agora) a entrevista de Alex ao “Jornal da Cidade” onde ele relata em detalhes sua prisão pelo DOI-CODI. Na época, ele pediu para que não publicássemos pois ainda vivia atormentado com a violência que sofreu.

Assim que achar este texto publicarei aqui no Facebook.

Fica a minha homenagem a esse companheiro que muito dignificou a profissão de jornalista. Culto, preparado e íntegro.

Viva Alex!!!

La contracrónica de la copa: el final o todo lo que mal empieza mal acaba

por Arsinoé Orihuela Ochoa

 

Silvano Mello
Silvano Mello

 

Los críticos no tan críticos, los optimistas e incautos que juzgan cualquier discrepancia como una infundada actitud de “pesimismo catastrófico”, afirman que al final todo salió bien durante la celebración de la edición XX de la Copa del Mundo en Brasil. Y vamos a conceder que aciertan, pero sólo admitiendo por cuestiones estrictamente prácticas el tenor de los argumentos más frecuentes. Efectivamente, el certamen transcurrió sin exabruptos mayúsculos. Y los inconformes, que no eran pocos, domeñaron los estertores de la indignación, en respuesta a la solícita exigencia de un pueblo que se rinde sin remedio a los embrujos del futbol.

Las grandes empresas involucradas en el evento cosecharon las astronómicas ganancias previstas con mucho tiempo de anterioridad. La publicidad deportiva, otrora discreta o más refrenada, alcanzó su zenit mercadológico con la novedosa instrumentación de estrategias no convencionales, como la aplicación de grabados alusivos a las compañías con más presencia en la Copa. La gente, con una disposición asombrosa, imprimía imágenes de una botella de refresco o una pantalla plasma en algún sitio visible de las extremidades. Pero el grabado, que era más bien una suerte de tatuaje, no se removía sencillamente con agua, jabón o cremas ordinarias. Sólo el tiempo lo borraría. A una semana de finalizada la Copa, algunos todavía caminan por las calles con la indeleble imagen publicitaria a la vista, a la manera de un espectacular ambulante. El “guerrilla marketing” (como se conoce en Estados Unidos), antiguamente reservado para pequeñas o medianas empresas, se inauguró con éxito en el marco de un evento deportivo y en beneficio de las firmas más poderosas.

También la industria hotelera tuvo rendimientos increíbles. Con un aumento que fluctuó entre 200 y 400 por ciento en los precios de alojamiento, los dueños de los grandes hoteles, y de los no tan grandes albergues, recaudaron posiblemente lo correspondiente a un año de utilidades. Quienes no pudieron pagar los absurdos montos, acaso a modo de compensación, tuvieron el privilegio de presenciar los incandescentes amaneceres desde la comodidad de algún banquillo en la vialidad pública, o desde los improvisados campings instalados en las orillas de la playa, a menudo con un cordial “buenos días” enunciado por algún policía militar con rifle automático en mano.

También los operadores políticos de la FIFA hicieron su agosto. Según cifras oficiales, sólo el 18 por ciento de la infraestructura quedó en estado inconcluso. Pero la cifra es falsaria. Si uno transita las ciudades sedes descubre de primera mano que la mayoría de las obras están inacabadas, que los proyectos urbanísticos que estaban programados para la Copa todavía ni siquiera arrancan con la primera piedra. Los recursos previstos para el certamen, según la lectura de los ciudadanos, acabo en las arcas privadas de los políticos al servicio del órgano internacional. Aunque también a ellos –a los ciudadanos brasileños– frecuentemente los descalifican con el epíteto en boga: “pesimistas catastróficos”.

Las oligarquías domésticas de igual forma recogieron beneficios a granel. La empresa Odebrecht, oriunda de Bahía (uno de los estados más pobres del país), consiguió apuntalarse como el competidor casi exclusivo en las licitaciones para la infraestructura de la Copa, y de los Juegos Olímpicos en puerta. Dueña indiscutida de las concesiones, la empresa brasileña se perfila para multiplicar sin reservas sus ganancias en los años venideros, ante la mirada negligente, no pocas veces cómplice, de los poderes públicos. Por añadidura, estos proyectos infraestructurales han contribuido directamente a impulsar una iniciativa programática de las élites: a saber, la ocupación sin freno de las ciudades para beneplácito de fracciones poblacionales minoritarias, y por consiguiente el arrinconamiento cada vez más agresivo de las clases populares. Más aún, como insistentemente señala el movimiento anti-copa, la agenda de la Copa, que es la agenda de unos pocos, sirvió para desplazar la demanda general de la gente: educación, salud, satisfactores básicos. La asignación de recursos no es neutral: o bien sirve a los fines de la población o bien se aboca al interés de un grupúsculo de acaparadores. La Copa de futbol, que lo que menos prioriza es el futbol, sólo se ocupó de lo segundo, y lo primero –el interés general– figuró únicamente en el discurso de una clase política con vocación de sofista.

Después de la vergonzosa derrota de Brasil (ese inexcusable 7-1 que propinó Alemania), la gente recuperó el ánimo de la crítica. ¿Para qué traer la Copa a Brasil cuando la situación del país es acaso tan desfavorable como la situación del equipo? Doble atropello: por un lado, latrocinio irrestricto, y por otro, humillación deportiva. No es un asunto menor que los dos archirrivales de Brasil disputaran la final de la Copa. Ahora existe una polémica en torno a las magnitudes de la deshonra. ¿Qué fue más vergonzoso: el “maracanazo” o el “mineirazo”?

Dice el refrán que lo que mal empieza mal acaba. Puedo escuchar los necios señalamientos de “pesimista”, “catastrófico”, etc.

En cierto sentido la Copa del Mundo Brasil 2014 es una metáfora de las sociedades modernas: aunque todo marcha mal las cosas avanzan; lo que es estrictamente vital se arrolla en provecho de lo insubstancial; y al final el desastre se traduce en éxito.

Pero la derrota o la victoria, el fracaso o el éxito, es un asunto de los dioses… y de uno que otro analista apoltronado en el confort de la complacencia. Acá interésanos destacar lo valioso, rendir honor a quien honor merece. Y naturalmente la felicitación es para el pueblo brasileño, que con su fecunda alegría, generosidad, logró enmendar un escenario de virtual desastre, y ofrecer a los viajeros foráneos la mejor de las experiencias. A ellos, los menos beneficiados con la Copa, los más apenados con el mediocre e intrascendente rendimiento de su selección, extiéndoles mi más profunda gratitud y admiración.

Brasil son ustedes. Brasil somos todos.

 

Qatar

BRA_OPOVO Copa eleições Ceará

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Júlia Coller não morreu em uma sociedade qualquer

por 

Julia-Coller

Júlia Coller está morta. A polícia trabalha com a hipótese de suicídio. As comunidades virtuais conheceram Julia Coller pelo ativismo; ela foi uma das pessoas acorrentadas ao Instituto Royal, na luta pela libertação dos animais do falso laboratório. Nessas mesmas comunidades, há os que especulam sobre a sua morte. Mas à medida que os jornais dizem que ela consumiu “álcool e drogas” em uma festa no dia anterior, e que já havia tentado o suicídio antes, tudo se resolve. É só enterrar a bela menina de olhos verdes.

O Brasil é o país em que a vítima fica culpada com uma facilidade incrível. Sendo mulher, então, nem é preciso lançar mão do elemento fatal para instalar o preconceito, as drogas. Junto com drogas, o ativismo em favor de … animais! Ora, nem mesmo em favor de humanos, mas de animais! Eis que se forma o quadro na cabeça dos conservadores que, agora, estão com tudo na mídia, e até poderiam escrever: “menina porra louca”.

Júlia Coller apareceu morta diante de um namorado e uma amiga. Estava em seu quarto, ligou para o namorado, mas não falou com a amiga que estava na mesma casa. Amarrou uma gravata na janela e conseguiu se matar com tal instrumento. Isso após uma noite sem dormir e já de ressaca. A garota deve ter feito um curso de marinheiro, por isso foi impecável ao construir o nó fatal para morrer, mesmo sendo bem leve. Posso aceitar a morte de Júlia Coller, mas não consigo ficar tranquilo se a morte vem acompanhada de um julgamento sobre ela, tão fácil que faz alguns chegarem a dizer  de modo cinicamente tranquilo “ah, quando tem droga no meio, tudo é possível”.

Não dá mais para culpar as drogas pelo fim de uma pessoa sensível. Entre a droga e a uma pessoa há um mundo, ou melhor, há a nossa sociedade. Essa sociedade em que vivemos e na qual achamos que tudo se resolve com polícia. Basta colocar a polícia contra tudo que cheira errado e tudo ficar certo. Assim pensam agora os intelectuais da modinha.

Ora, não vou por aí não. Não visto canga. Já passou da época em que tínhamos de ceder aos que exigiam de nós um comportamento do tipo “é assim mesmo, afinal, era uma garota que ficou lá no Royal, acorrentada”. Sim, é esse o juízo que os conservadores estão fazendo agora, no bar, e só não vão escrever isso porque o caso Royal já não dá mais “ibope”. Todavia, os que foram contra o resgate dos beagles nem precisam dizer nada, já os escuto culpando a vítima.

Em nossa sociedade em que a regra não é a maldade voluntária, mas a apatia da insensibilidade produzida por um pensamento que se acha importante por colocar a política acima da vida humana, pessoas como Coller não podem usar por muito tempo seus olhos verdes. Tais olhos matam de vergonha, ainda, os que já não são capazes de nenhum choro, de nenhum gozo, de nenhuma capacidade de ver nos cães nossos amigos. Olhos assim, fitados pelos conservadores que condenaram o ativismo que fechou o Royal na base da lei, são  como que faróis em um túnel escuro e silencioso.

Adorno chamou a nossa sociedade de “sociedade administrada”. Nela, tudo é administrado e não vivido. Adorno punha a administração de um lado e a vida de outro. Pois administração é para empresas, não para vidas. Nossa sociedade tem empresariado nossas vidas e, então, quer que a vida não tenha nenhum laço que não seja o de sobrevivência. Nessa sociedade, tem de vigorar o que ele chamava de “feliz apatia” da “frieza burguesa”. Todos se arrastam. Só os adultos riem. Estão nos shoppings. As crianças brincam sem sorrir. Esse é um sinal de nossos tempos. Podem reparar.

Jovens como Júlia Coller não querem entrar em um partido. Não estão comprando o Mein Kampf atual, que no seu mais radical ressentimento nutre outros ressentidos diante dos escolarizados. Esses ressentidos acham que nas escolas se serve Marx, maconha e caviar. Ora, como eles nunca conseguiram ler o primeiro por não entenderem Platão ou qualquer outro clássico, como eles consumiram só maconha ruim e, enfim, como jamais viram caviar senão na TV, se ressentem contra os que gozaram a vida.

Não! Julia não foi dos que podem entrar para o partido dos ressentidos. Ela se deprimia com esse mundo, pois ela ainda era uma moça velha, uma moça com sentimentos. Nos olhos dos cães ela via o que existe. Existe amor. Ah, mas quão babaca é esse sentimento para esses novos homens que, agora, deixaram os púlpitos e comentam sobre a vida social e política. Eles são os que culpam vítimas. Diante deles, Júlias perecerão sempre.

As mulheres que tiram o sono de Aécio Neves

Andréa Falcão: advogada, centrada e extremamente rigorosa. Esta é a ex-esposa de Aécio que vem assombrando o esquema montado em torno de seu ex-marido

 

Gabriela e Andrea Falcão
Gabriela e Andrea Falcão

Ex-esposa de Aécio Neves, Andréa Falcão mora no Rio de Janeiro. Ela e Aécio foram casados por oito anos. Separados há catorze anos, Andréa tem hábitos saudáveis e esportivos sendo considerada pelos amigos uma atleta. Discreta e reservada, poucos sabem de suas atitudes que colocam em risco o projeto de Poder construído pela família Neves após a morte de Tancredo.

Embora apresentado como político, Aécio Neves na verdade é apenas um produto comercial como tantos outros disponíveis no mercado, fruto de pesados investimentos publicitários. A início patrocinado por seu padrasto, o falecido banqueiro Gilberto Faria, em curto espaço já servia ao pesado esquema de desestatização e desnacionalização da economia montado pelo ex-presidente FHC.

Eleito em seu primeiro mandato de deputado federal e Constituinte por Minas Gerais pelo PMDB, Pimenta da Veiga viu em Aécio a possibilidade do PSDB se apropriar da imagem de Tancredo Neves. Porém, como hoje, na época Aécio não tinha gosto pela política, tinha que ser constantemente cobrado e policiado.

Entretanto, como sua carreira política tornava-se cada vez mais lucrativa, montou-se em sua volta uma eficiente estrutura com membros de sua família e políticos que viram nele a parceria ideal para ocupar o espaço político deixado por seu avô, Tancredo. Contudo, seus familiares e parceiros não contavam com um fato novo, o casamento de Aécio com Andréa Falcão.

Segundo amigos de Andréa, rígida por princípios, passou a questionar o comportamento de Aécio e a farsa montada para manter sua imagem. À amigos ela reclamava que isto impedia que Aécio amadurecesse.

Separada de Aécio em 1998, procurou organizar sua vida, porém, com a eleição de Aécio para governador em 2002, no intuito de passar para a população uma imagem de homem de família, o esquema passou a utilizar sua filha Gabriela, sendo histórica a presença da mesma em sua posse.

Sabedora do que realmente ocorria, Andréa passou a questionar esta utilização com receio de que a exposição, as companhias e hábitos de Aécio fossem prejudiciais à sua filha. Entretanto, o esquema montado em torno de Aécio insistiu, mesmo diante de sua recusa.

 

Aécio Neves e sua filha, Gabriela, na cerimônia de posse do Governo de Minas. Foto: Eugênio Sávio, no portal de Aécio no Senado
Aécio Neves e sua filha, Gabriela, na cerimônia de posse do Governo de Minas. Foto: Eugênio Sávio, no portal de Aécio no Senado

Esta prática foi bastante reduzida nos últimos anos de governo de Aécio Neves, contudo, o mal já havia sido concretizado. Com a denúncia dos deputados mineiros Sávio Souza Cruz (PMDB) e Rogério Correia (PT) de enriquecimento ilícito dos irmãos Andréa e Aécio Neves perante a Procuradoria da República e Receita Federal descobriu-se uma gigantesca movimentação financeira de Aécio nos Estados Unidos.

Constatou-se que os maiores depósitos coincidiam com as datas das viagens de Aécio Neves a Aspen, uma estação de esqui no Colorado, para onde Aécio se dirigia sobre a justificativa de que estaria levando a filha para esquiar. As suspeitas aumentaram ao se descobrir que as viagens foram feitas em jatinho fretado sem que sua bagagem passasse por qualquer alfândega, seja no Brasil ou USA.

A área de inteligência da Receita Federal descobriu que uma integrante da inteligência da PMMG, conhecida como PM2, havia relatado uma discussão entre Aécio e Andréa Falcão, onde ela, de maneira enérgica, reclama; “deixe minha filha fora dos seus rolos, não quero que fique utilizando ela para servir de justificativa para você fazer o que faz”. Aécio pergunta: “Que rolo?”. Andréa Falcão responde: “levar estas malas de dinheiro e diamante para Aspen”.

Este procedimento encontra-se desde o final do ano passado nas mãos do procurador geral, Roberto Gurgel, parado. Segundo amigos de Andréa Falcão, se ela for convocada a esclarecer os fatos ela irá contar tudo que sabe. Pelo visto a família Neves finalmente terá a oportunidade de constatar que Andréa Falcão sempre falou sério.

O senador Aécio Neves, consultado sobre o tema que seria abordado na matéria, optou por nada comentar, e Andréa Falcão recusa-se a falar com a imprensa.

Transcrito do Novo Jornal/ Ficha Corrida

EM NOME DO AMOR 

por Luiz Claudio de Almeida

Larissa Borges
Larissa Borges

O tucano Aécio Neves voltou a tingir de pretos os fios brancos da cabeleira. Tudo isso por conta da jovem  Larissa Borges, a nova namorada.

Rica, culta e residente em Paris, a moça foge ao padrão modelete das últimas relações do senador. Ela tem  o perfil mais próximo  da ex-mulher do político,  Andreia Falcão.

GABRIELA HOJE MORA EM PARIS

A Gabriela, filha de Aécio e Andréia, cresceu. Hoje mora em Paris. E está dando conta da vida sozinha

por Lu Lacerda

Gabriela e Aécio Neves: filha do senador mineiro, que está vivendo em Paris, mora sozinha
Gabriela e Aécio Neves: filha do senador mineiro, que está vivendo em Paris, mora sozinha

Gabriela Neves, de 20 anos, filha de Andrea Falcão e Aécio Neves, que se instalou em Paris no começo deste ano, está morando num apartamento em Saint-German, absolutamente sozinha, e tem dado conta da vida.

Gabriela pretende voltar este ano, para prosseguir o curso de Engenharia Ambiental, na PUC-RJ (ela trancou a faculdade), mas há quem duvide que isso aconteça.

A morena está adorando sua temporada na França, onde já tem muitos amigos. Quem ajudou na escolha do colégio foi Bethy Lagardère. Bethy, franco-brasileira, viúva do grande empresário Jean-Luc Lagardère, um dos homens mais poderosos da França, é muito amiga do senador mineiro.

Lu Lacerda também conta (isso em novembro passado): Sobre nota publicada, falando sobre o romance de Aécio Neves com a bela mineira Bianca Giacoia, todo mundo sabe que aconteceu durante visita do senador à sua filha, Gabriela, que estuda em Paris. Aécio nem afirma nem nega, nem diz que sim, nem diz que não; apenas desconversa – como bom mineiro! Ninguém tem como desmentir fatos. O político diz: “Eu e Bianca continuamos amigos. Não falo sobre esse tipo de assunto.” Depois da viagem à FrançaBianca e o DJ paulista Michel Saad, que já haviam namorado por um tempo, voltaram a se entender!

Bianca Giacoia
Bianca Giacoia

O senador Aécio Neves mal se separou de “Letícia Weber” e já está de caso novo, ou seja, seu coração já foi laçado pela morena Bianca Giacoia, uma linda mineira que mora em Paris.
De acordo com informações, Bianca Giacoia e Aécio Neves estão namorando, inclusive, foi em Paris que os dois se conheceram. O casal está em Las Vegas, e onde partem para Miami para comemorar os 5o anos de Alexandre Accioly no final desta semana, (dia 14 de julho) para um restaurante que ainda não está definido.
Aécio Neves realmente é uma pessoa de sorte, ou seja, antes, estava com a belíssima gaúcha Letícia Weber no qual morava junto desde 2008, e agora, após o término da relação, está apostando, na Bianca Giacoia, veja as fotos da gata a seguir!

Letícia Weber
Letícia Weber