Plainte. Pour les mesures appropriées de l’ambassadeur français Yves Edouard Saint-Geours. Idem ministro Garibaldi Filho

Christine Epaud, festejando
Christine Epaud, festejando com Snorre Fossland
Christine Epaud

Ser proprietário ou gerente de empresa pode acarretar a demissão de um servidor público federal, uma vez que a lei nº 8112/1990, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, veta essas atividades. A norma diz que ao servidor público é proibido “participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionário, cotista ou comanditário” (artigo 117, X). O servidor, portanto, não pode participar de empresa como administrador ou gerente, mas pode como sócio. Caso contrário, ele será punido com a penalidade disciplinar de demissão (artigo 132, XIII).

Mas esta lei não vale no Rio Grande do Norte. Veja o caso de Christine Epaud, que denunciei ser proprietária de um suingue de empresas, participando como gerente e administradora.

Antes da duvidosa compra do Chalezinho Francês, vivia em Paris, na residência do marido, Gilles Epaud. E dele dependia.

Do marido, o sobrenome Epaud. E para homenagear o marido francês, o nome do Chalezinho.

Hotel comprado (pagou parte da transa-ção) com dinheiro de origem não comprovada, terminou sendo endereço das várias empresas de Christine. Isso é legal?

Dinheiro de origem e destino desconhecidos. Diz Christine que pegou  emprestado de um amigo. Valor declarado: meio milhão. Pelos recibos apresentados à justiça, mais de um milhão.

De onde veio este dinheiro? Que pessoa física dispõe – para usar uma expressão do desembargador Aderson Silvino – de tão vultuosa grana para entregar a uma pessoa sem eira nem beira? Seria um caso de agiotagem? De tráfico de dinheiro? De dinheiro sujo, lavado com a complacência das competentes autoridades brasileiras?

Antes do Chalezinho Francês, Christine Epaud vivia em Paris como manteúda de Gilles, e (pasmem!) com o salário mixuruca de funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Rio Grande do Norte. Isto é, paga pelo povo potiguar para viver como turista na Europa.

Existe a possibilidade de outras fontes (a comprovar): receber como inválida dos governos da França e do Brasil. Isto é, grana do Cramif-France e do INSS-Brasil. Mas como uma tanzaniana,  consegue receber dinheiro como inválida do Governo Federal do Brasil e super ativa do governo do Rio Grande do Norte? Uma possível sacanagem que precisa ser investigada. Pelo ministro Garibaldi Filho. Pelo embaixador Yves Edouard Saint-Geours.

Yves Saint-Geours, embaixador da França
Yves Saint-Geours, embaixador da França

No INSS, teria usado um destes nomes: Christine Jeytoo ou Christine José da Silva.

Existe muito a investigar na vida de Christine. Suas relações com a máfia do frio, que transformou Natal em “Paraíso do Crime” Internacional, a legalidade de suas quatro nacionalidades. Dou o exemplo do casamento com Gilles. Um casamento arranjado.

Dizem que, com o casamento, Christine adquiriu uma nacionalidade francesa, e Gilles uma nacionalidade brasileira. E onde morou Gilles durante todo este tempo, hoje um foragido da justiça brasileira, com mandato de prisão arranjado por Christine?

Aliás, os casamentos com Christine e filhas dão azar. Os primeiros maridos morrem. Azar mesmo. Que Gilles e Chritine brigam na justiça. Eis alguns dos processos (de estelionato é um deles):

Procedimento Ordinário

Autora: Christine Epaud
Recebido em: 01/10/2008 – 5ª Vara da Fazenda Pública

Ação Penal – Procedimento Ordinário / Estelionato

Testemunha: Christine Epaud
Recebido em: 05/02/2009 – 5ª Vara Criminal

Execução Fiscal

Executada: Christine Epaud
Recebido em: 21/08/2007 – 2ª Vara de Execução Fiscal Municipal e Tributária

Reintegração / Manutenção de Posse

Ré: Christine Epaud
Recebido em: 10/12/2004 – 4ª Vara Cível

Procedimento Sumário

Autora: Christine Epaud
Recebido em: 23/03/2006 – 5ª Vara Cível

Procedimento Ordinário

Ré: Christine Epaud
Recebido em: 19/07/2004 – 4ª Vara Cível

Procedimento Ordinário

Ré: Christine Epaud
Recebido em: 12/08/2003 – 4ª Vara Cível

Cumprimento de sentença

Ré: Christine Epaud
Recebido em: 03/10/2003 – 6ª Vara Cível
Apesar desta briga, Christine insiste em usar o nome do marido, Epaud, que pediu divórcio.
O divórcio anula as nacionalidades?
Christine casou com o sobrenome Jeytoo

Este sobrenome Jeytoo ela prova com documentos da Tanzânia. Mas seu nome de nacionalidade brasileira é outro. Precisamente José da Silva. Veja

Em 2011, o sobrenome de Christine era Epaud. Casou, em 1991, com o nome tanzaniano Jeytoo, por que a persistência do Maria José?  O registro da carteira de identidade de 1987 jamais poderia ter o sobrenome Epaud. Não entendi: “Christine José da Silva (…) está oficialmente identificada neste instituto com o RG: n. 1.077.194 em 27.07.1987”. Certamente que sim. Mas em 2011, data do documento acima, no mesmo instituto, Cristine está oficialmente identificada como Christine Epaud. O número do RG não muda nunca. O nome sim. Por que a mudança de nome não está mencionada?
***
Publiquei documento que informa que jamais existiu esse casamento no referido cartório.
***
Sempre estranhei o nome e sobrenomes usados por Christine. Os pais também usam apenas um sobrenome e diferentes.Compare com os nomes dos presidentes da Tanzânia: Julius Kambarage Nyemere, Ali Hassan Mwinyi, Benjamin Nikapa, Jakaya Mrisho Kikwete; e primeiro-ministros: Cleopa David MsuyaSalim Ahmed SalimJoseph Sinde WariobaJohn Samuel MalecelaCleopa David Msuya,Edward Ngoyai LowassaMizengo Kayanza Peter Pinda.

O poder de bilocação de Christine Epaud

O quarto. Christine Epaud e o atual marido
O quarto. Christine Epaud e o atual marido

Christine Epaud ganha uma nota, na malandragem, como funcionária pública do povo potiguar, morando em Paris, onde tem residência fixa. Já escrevi sobre esta maracutaia de ser embaixatriz do Rio Grande do Norte na França.

Veja como aconteceu:

Christine Epaud casou com um francês, Gilles, de quem herdou o sobrenome e a nacionalidade francesa.

Gilles Epaud conheceu a futura esposa na África, precisamente na Tanzânia, país onde Christine nasceu. Lá ela também “conheceu”, biblicamente, Ubaldo Wilca da Silva, pai de sua segunda filha.

O pai da primeira desconheço o nome.

Christine veio morar no Brasil, e foi trabalhar no Tribunal de Contas. Entrou sem concurso. Sem conhecer a língua portuguesa. Não sei se era boa de língua. Com certeza falava sua língua natal, o sualí, e talvez o alemão e o inglês, porque a Tanzânia foi colônia da Alemanha (1980/1919) e da Inglaterra (até 1962/64).

Uma misteriosa necessidade burocrática, ou encantamento internacional de possuir uma funcionária poliglota, explique a conquista de Christine.

Não é fácil entrar em um tribunal, sonho de muitos universitários e mestres e doutores brasileiros.

Mas não é que se deu… aconteceu.

Também aconteceu que Christine casou com Gilles. E quem casa quer casa para ficar juntinho com a pessoa amada, no maior amor. Mas a casa de Gilles era em Paris.

Christine propôs as maravilhas de ser boa também em língua francesa. Estudar língua francesa em Paris. Tudo pago pelo Tribunal de Contas. Era uma proposta indecente, que o governo do Estado do Rio Grande do Norte aceitou.  Diz que foi “re-lotada” (devia ser apenas ré), por uma inacreditável magia.

Assim Christine, sem concurso, conseguiu o milagre de ser funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, para estudar francês.

Casada com um francês, tinha que usar a língua, que Gilles ainda hoje fala pessimamente o português. Tinha que falar francês em casa e na rua. E no trabalho: na sede da embaixada do Rio Grande do Norte em Paris, um prédio que ninguém sabe onde fica. Segredo de estado, do conhecimento exclusivo do governador na época, e hoje, talvez, da governadora Rosalba Ciarlini. Que Christine continua morando em Paris, e recebendo como inválida na França (*), e ativa no Rio Grande do Norte, pelos poderes da bilocação.

Super, super ativa, montou uma suruba de empresas privadas. Já falei das privadas de Christine, funcionária publica e empresária de múltiplas empresas. Isso é legal? Ora, ora, mais do que legal para Christine.

Eis que se deu que Christine armou uma volta triunfal, rica, portentosa, desenterrando o passado e botijas de ouro e prata.

Começa por acusar de ato arbitrário, violento, ditatorial, ao arrepio da lei (**), crime praticado por algum presidente do Tribunal de Contas. Transcrevo do Diário Oficial:

Ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa.

Por falta de contraditório? (***)

(*) O embaixador da França no Brasil Yves Saint-Geours sabe do caso ou que investigue no CRAMIF.

(**)   Um ato ilegal cometido por alguém ou por uma entidade qualquer pode ser designado de diversas formas. Podemos citar a improbidade administrativa, a prevaricação ou até corrupção. São todos casos no qual um órgão ou organismo age ao arrepio da lei.

(***) O Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa é assegurado pelo artigo 5º, inciso LV da Constituição Federal, mas pode ser definido também pela expressão audiatur et altera pars, que significa “ouça-se também a outra parte”. Acompanhei o nascedouro do Tribunal de Contas. Isso bem de perto. Conheci todos os fundadores. Todos. Presenciei as nomeações. Não acredito que nenhum tenha sido capaz de tal perseguição.  Que o presidente Valério Mesquita seja testemunha. O TCE jamais pagaria uma lua de mel em Oropa, França e Bahia. Essa armação foi coisa de algum governador desonesto ou enganado. Ludibriado por um secretário de Administração corrupto.

Lá em Paris, Christine, via procuração, recebia mensalmente o salário, sem contestação, desde 1993. Isto é, recebia dinheiro público, e dinheiro público não pode ser secreto, nem dissipado. E denunciar esta aberração se faz necessária. Por 1001 motivos.

Christine usa o nome do terceiro companheiro: Epaud, apesar de ter solicitado a prisão dele.

Para a sociedade de Natal, apresenta Snorre Fossland  como esposo, mas eis que ele desmanchou uma sociedade que tinha com Christine, em uma suruba de empresas. Fossland possui vários negócios no Brasil. Uma riqueza que não aparece na Noruega.

Aviso: não vou parar de defender os interesses do povo do Rio Grande do Norte. O dinheiro do povo é sagrado. Mesmo que custe a minha vida. Faz parte da minha profissão. De jornalista profissional. De professor de jornalismo, com cursos realizados no Ciespal, Unesco, e Universidad de Navarra, entre outros.

Faz parte do meu amor a Natal. Dívida de vivência e fidelidade aos amigos.

Diretor do Suplemento Literário, conheci Dorian Gray, Deífilo Gurgel, Raimundo Nonato, Manoel Onofre Júnior, Jaime dos G.Wanderley,  andei como cicerone de Carlos Pena Filho, Gilberto Freyre, Marcos Vilaça, Ascenso Ferrreira na noite natalense; de Jorge Amado, Eneida, Ênio Silveira nas estradas empoeiradas de Natal a Mossoró; e redator-chefe do jornal A República, no Governo Dinarte Mariz.

Secretário de Comunicação no governo de Cortez Pereira, voltei A República como diretor-responsável,  e dirigi a Imprensa Oficial e a Assessoria de Imprensa do Palácio Potengi. Neste mesmo tempo continuei lecionando nos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, da Universidade Católica de Pernambuco, aulas marcadas para a noite da sexta-feira e  sábado. Esse corre-corre impedia de visitar os amigos natalenses.

Amada Cidade amada, onde estudei História. Tive meu primeiro emprego de professor, ensinando Filosofia na Escola Normal, indicado e substituindo Francisco Fausto.

Faz parte da minha confiança na Justiça, crença que aumentou depois da Operação Judas.

Por paixão, idealizei a Primeira Feira de Livros do Rio Grande do Norte, patrocinada pelo prefeito Djalma Maranhão, que me convidou para assumir o cargo de Secretário de Educação e coordenar sua campanha de governador (possíveis feitos impedidos pelo golpe de 64).

Iniciei a campanha jornalística para o soerguimento da Coluna Capitolina, presente de Mussolini, derrubada pelo povo na II Grande Guerra.

Promovi a modernização da Imprensa Oficial, com a licitação de compra, no governo de Cortez, da atual impressora, e mudança do sistema gráfico de composição.

Realizei no Teatro Carlos Gomes, que hoje tem o nome de Meira Pires (ele estava presente), o Primeiro Recital Internacional de Poesia.

Sagrado chão, onde vivi a minha juventude estudantil, presidindo o Clube Universitário, por indicação de Woden Madruga, em cuja casa residi. Também dividi moradia com Hemetério Gurgel. Vivi em pensionato com Cassiano Arruda e Joanilson de Paula Rêgo.

Histórica redação d’A República com Câmara Cascudo, Veríssimo de Melo, Miriam Coeli, Newton Navarro, Celso da Silveira, Expedito Silva, Gerson Dumaresq, Jurandir Barroso.

Tempos dourados da poesia de Walflan de Queiroz, Zila Mamede, Sanderson Negreiros, Berilo Wanderley. Do jornalismo de Luiz Maranhão Filho, de Ticiano Duarte, Romildo Gurgel, Elóy de Souza, que me concedeu sua última entrevista.  Da campanha de Djalma Marinho a governador com Vingt Rosado, Tarcísio Maia,  Diógenes da Cunha Lima; de secretariado do panfletário jornal O Nordeste, dirigido por Joanilo de Paula Rêgo.

Sagrado chão de Natal onde estão enterrados meus pais.

Sagrado chão onde semeei meus sonhos e minha poesia. Encantado chão das primeiras namoradas.

Chegou a hora da Justiça do Rio Grande do Norte reconquistar sua antiga nobreza

Esta semana o desembargador Caio Alencar apresenta o relatório do Caso Judas, que envolve os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro no roubo dos superfaturados precatórios, conforme denúncia de Carla Ubarana.

Esta de lista de preferência é besteira. Crime menor: furar fila. Crime maior: pagar preços megafaturados. Dinheirama dividida no triângulo: quem autoriza o pagamento, quem paga e quem recebe. O principal bandido é o que manda pagar. Mando, que indica comando.

Sobre o Caso Judas, esclareceu a Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte:

“Os Juízes lotados ou que eventualmente atuem no interior no Estado não têm poder de decisão sobre pagamento de precatórios, encaminhando apenas os pedidos de execução decorrentes de sentença com trânsito em julgado ao egrégio Tribunal de Justiça, onde se processam os pagamentos”.

Este poder de decisão, ressalte-se, é dos desembargadores. Mas os juízes que encaminharam os pedidos de execução sabiam quando um precatório estava superfaturado. Tais juízes não podem ser desembargadores.

Idem os que estão envolvidos com a Máfia do Frio, tendo Chistine Epaud como parte diretamente interessada ou lobista. Esta criminosa internacional, de renda familiar bilionária, conseguiu, para não pagar impostos no Brasil e na França, aposentadorias por invalidez nos dois países. Este conto (ou conta) de vigário no fisco da França e do Brasil depois eu conto.

Apesar dessa incapacidade física:

consegue registar várias empresas de fachada, via corrupção das autoridades competentes. Uma dessas empresas,E Faros Processamento de Computação, inclusive “negociou” com o TJ-RN. Será que outras mais, no setor de restaurantes, e-ventos e tempestades?

Outra denúncia que só o TJ-RN pode responder: esteve Christine Epaud lotada em gabinetes de desembargadores? Que magistrados e Carla estiveram lotados no apartamento de Gilles Epaud em Paris.  Idem no apartamento do Condomínio Salinas, em Areia Preta, com uma vizinhança togada. Este luxuoso apartamento está no nome de Charlotte Wilca da Silva, a filha predileta, casada com um ex-presidiário norueguês, lutador de box e exímio atirador.

Apesar da incapacidade física, Christine Epaud vive viajando, na rota do dinheiro: Noruega, França, Brasil, Tanzânia, Chile e paraísos fiscais, usando encantado nome e passaporte, que ela tem três cidadanias: tanzaniana, francesa e brasileira. Inclusive pretende a cidadania norueguesa, via um casamento com o bilionário Snorre Fossland, de quem é sócia, e cujo sobrenome Christine usa na alta sociedade de Natal.

Snorre Fossland
Snorre Fossland

O marido francês, Gilles Auguste Eugene Epaud, está processando Christine Epaud, por falsificação de documentos e desvio de dinheiro. Christine, por sua vez, cobra uma pensão alimentícia.

Na certidão de casamento usou o nome de solteira: Christine Jeytoo. Mas apresentou carteira de identidade potiguar, sendo nascida e criada na Tanzânia.

A senhora Epaud ou/e Fossland  espera receber um precatório na Justiça, pedindo encoberta reparação. Pelas férias parisienses. Também desconheço que cargo exerceu (e como conseguiu o emprego).

Mas na justiça do Rio Grande do Norte a africana ganha todas. Não perde uma.

Cristine tem duas filhas, que seria de um terceiro casamento. Ou quarto, o lugar certo para fazer filhos.

Epa, Epaud! Bigamia é crime?

Christine Epaud e Snorre Fossland
Christine Epaud e Snorre Fossland

Quem é o chefe da Máfia do Frio que aterroriza Natal, comprando autoridades, chantageando empresários e ameaçando suas vítimas?

Os presos pela Polícia Federal estão todos livres, com atestados de honestidade, que liberam para eles 100 milhões. Fortuna que vão receber com a correção monetária astronômica dos precatórios. Este dinheiro foi pego nas residências dos bandidos, em 9 maio de 2007, na Operação Nemesis. Também tem a Operação Paraíso, que parece parada. Este nome possui dupla conotação. Natal “Paraíso do Crime”, denominação dada pela imprensa da Noruega, e Natal paraíso fiscal de bandidos internacionais.

Despacho do desembargador Aderson Silvino nem ele mesmo respeita

Atendendo pedido da vítima, isto é, do apelante Hotel Beira Mar, na Praia do Meio, em Natal, deixei este caso em suspenso. Considera o proprietário do hotel, um ancião, que minhas denúncias contra a bandidagem internacional, que tomou a cidade de Natal de assalto, poderia favorecer a apelada Christine Epaud, no caso da compra do Hotel hoje chamado Chalezinho Francês. Isto  é, que ele estaria pressionando, via meus escritos. Não vejo assim, gosto de reportar uma boa causa.

Natal é chamada de “Paraíso do Crime”, pela imprensa da Noruega. E é. Isto começou com os casamentos de criminosos noruegueses com potiguares. Quem traz homem de fora, pode fazer o mesmo com mulheres, a começar pelas filhas, uma, inclusive, casada com um ex-presidiário, sócio da sogra em uma de suas empresas. Só no hotel Chalezinho Francês funcionam quatro, sendo outro ex-presidiário norueguês um dos sócios. Dessas empresas tenho os documentoss de inscrição na Receita Federal. Dizem que são umas vinte. Christine Epaud não paga um tostão de imposto. São empresas para “negócios” imobiliários, informática, hotelaria e vida noturna.

Estou escrevendo porque não tenho medo de bandido. E como resposta a novas ameaças. Lugar de bandido estrangeiro é na cadeia. Seja no Brasil, seja na Noruega. Essa de “máfia do frio” não cola comigo.

Isso acontece porque um despacho do desembargador Aderson Silvino foi desrespeitado, jogado no lixo, desapreciado, desconsiderado, melado e rasgado na cara da deusa da Justiça por Christine Epaud. Não existe desmoralização maior. Uma ofensa humilhante e afrontosa.

Trata da compra com recibos pré-datados, alguns assinados num presídio, sendo o primeiro deles considerado falso pela própria Justiça, e recibo este que comprova como foram assinados os outros sucessivos recibos que, na soma total, passsam do valor da compra do imóvel.

Eis o despacho do desembargador Aderson Silvino:

“Apelação Cível nº 2009.009767-7 – Natal

Apelante: Hotel Beira Mar Ltda

Advogado: Renato de Souza Marinho

Apelada: Christine Epaud

Advogado: Renato de Lima e Souza

Relator: Desembargador Aderson Silvino

DESPACHO

Vistos etc.

Compulsando os autos, verifico, tanto nas razões recursais com nas contra-razões de recurso encartadas nos autos, que a dúvida central cinge-se ao efetivo pagamento dos imóveis transacionados entre as partes.

Noutro pórtico, observo

que a lide envolve bens de vultuosa soma, motivo pelo qual entendo que deve o Poder Judiciário se resguardar, com a maior solidez de prova possível, de total segurança para o proferimento de qualquer decisão sobre a lide ora exposta.

Deste modo, para se

espancar qualquer dúvida sobre a narrativa contida nos autos, determino à apelada CHRISTINE EPAUD que traga os autos os comprovantes bancários de transferência/depósito ou saque, dos valores que ela alega ter pago, bem como os comprovantes de pagamento dos impostos e dívidas que aduziu ter assumido, com a devida autenticação bancária, no prazo de dez (10) dias.

P.I.

Natal/RN, 12 de fevereiro de 2010.

Desembargador Aderson Silvino

Relator”

Escrevi:

DEZ DIAS OU DEZ ANOS?

Christine Epaud não apresentou documento nenhum nos “dez (1o) dias” determinados. Nem apresentará jamais. Óbvio, não tem como.

1. Não apresentou “os comprovantes bancários de transferência/depósito ou saque, dos valores que ela alega ter pago”

2. Nem os “comprovantes … de pagamento dos impostos” 

3. Nem os “comprovantes … de  dívidas que aduziu ter assumido”

JUSTIÇA DESRESPEITADA

Este desacato de Christine Epaud, considerada a Eva de Natal “Paraíso do Crime” internacional, desmoraliza, avacalha, coloca em suspeita o Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte.

Um desacato que deu ganho de causa à Christine Epaud.

Um desacato exemplar.

Premiado. Super premiado.

E O DINHEIRO?

Repito: foi uma negociação selada, firmada, dentro de uma cadeia pública. Foram precisos quantos caminhões para transportar esta grana?

Despachou o desembargador Aderson Silvino:  “envolve bens de vultuosa soma”. 

Fica a pergunta (nem o desembargador Aderson Silvino sabe): qual a origem e o destino desta “vultuosa soma“?

Acrescento: também não sabe o verdadeiro nome de Christine Epaud.

Que ela já usou os seguintes nomes Christine  Epaude,  Christine Jeytoo, Cristine  Prety, além de outros, mas tenho um, que manterei em segredo, porque suponho, e pretendo provar, que em Natal, ela teve duas carteiras de identidade. Idem dois CPF.

Tem mais: um dos sócios dela foi preso por envolvimento no maior assalto a banco da história da Noruega. Dinheiro que jamais foi recuperado.

Informa a imprensa norueguesa:

Natal recebe 100 mil estrangeiros de férias, por ano. Cerca de dois mil noruegueses compraram  propriedades em Natal. Após a companhias charter norueguesa começar voos diretos, os negócios imobiliários dispararam. Um terreno ou imóvel nas praias do Rio Grande do Norte corresponde apenas um terço do valor cobrado na Noruega. Possivelmente dois mil compradores e não dois mil imóveis. Entenderam? Mas isso “não é do interesse da justiça” dirá o procurador que atuou no despacho que validou os maquilados e maculados recibos de compra.

Tem muita grana na jogada. E gente grossa envolvida.

Sei que o desembargador Aderson Silvino foi aconselhado pela esposa de um juiz, e por mais dois assessores para citar este primeiro despacho num outro, que é mais uma defesa da ausência do procurador, na perdição de explicar o que é e não é do interesse público ou o malgrado da separação entre direito público e privado. E que uma quadrilha internacional não é capaz de coação. Quando os negócios da “máfia do frio”  causaram assassinatos, ameaças de morte, investigações da Polícia Federal, prisões e deportações.

2 – Quem é o sócio de Christine Epaud?

A Noruega não é o Brasil. Lá não tem essa de segredo eterno, sigilo fiscal, justiça secreta com foro especial, segredo de justiça, prêmio oculto da Caixa Econômica. Em um país democrático, onde existe justiça, tudo é transparente.

A Noruega não tem o sol de Natal, paraíso do crime internacional, mas lá reina a claridade. No Brasil reina a escuridão.

As declaracões de imposto de renda estão na internet.

Snorre Fossland
Ganha de 6% acima da média para Londres (£ 265,852)
Impostos 4% acima da média para Londres (£ 97,269)
Tem uma fortuna de 100% menos do que a média para Londres (£ 596,988)
Ganhe £ 32,17 / hora durante todo o ano

Snorre Fossland parece certinho. Parece. Mas tudo indica que esconde a fortuna dele no Brasil, como proprietário de imóveis e empresário. Em Natal tem vida de luxo. Mora em um milionário apartamento.

Ele o sócio da laranja Christine Epaud nos hotéis Beira-Mar e Chalezinho Francês? Isso o desembargador Aderson Firmino desconhece.

Sei que  é sócio de Christine Epaud numa empresa “pequenina”, que registrou na Receita Federal do Brasil. Taí outra dinheirama de origem desconhecida.

Denunciei:

E Faros Processamento de Computação

Registrada como micro empresa de comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática.
Sócio responsável e administrador Christine Epaud. Com 40 % do capital. E Snorre Fossland, com 60% do capital, é apenas um mero sócio. Um empresário sem faro para comandar a micro empresa.

Os negócios dessa empresa são desconhecidos. É uma das quatro ou cinco lavanderias sediadas no Chalezinho Francês. Inlusive duas são de construção de prédios de luxo. E todas micro empresas.

Christine usa o sobrenome Fossland na sociedade de Natal, e Spaud na justiça. Explicando melhor: ora é a esposa de Fossland, ora de Spaud (Gilles, um francês bandido todo, cuja história misteriosa vou contar.). Christine tem duas filhas com o sobrenome Jeytoo. É isso aí. Ninguém sabe qual o verdadeiro nome, nem o sobrenome dessa falsária. Assim considerada pelo então juiz Airton Pinheiro, que engavetou o processo da venda de um (1) hotel, que virou dois (2), por oito (8) anos. Um engavetamento suspeito, escandaloso, vergonhoso.

Todo engavetamento considero um julgamento parcial, encoberto, mascarado. Todo engavetamento beneficia alguém. Sempre. No caso, Dona Flor e seus dois maridos.

(Continua)

 

P.S.: Venho sendo ameaçado. O desembargador Aderson Sivino e o juiz Airton Pinheiro sabem que toda Natal treme de medo dessa bandidagem que cerca Christine Epaud. Em um despacho: garante o desembargador Aderson Sivino que Christine Epaud não ameaça. Quem é fiador de Christine Epaud passa a ser fiador da minha vida. Que não vou parar com as minhas denúncias. Falta Justiça em Natal. As polícias estadual e federal não estão nem aí. O Rio Grande do Norte é um Estado sem lei, sem governo. Os jornais da Noruega chamam Natal de ˜Paraíso do Crime”. Por quê?

Por que a Receita Federal e a Polícia Federal não investigam as cinco empresas sediadas em um mesmo endereço: um quartinho escuro do Chalezinho Francês. Por que permitem tal escândalo?  Empresas cadastradas na Receita Federal. Isso é crime.

Jornalismo se faz com coragem e sonho. Sonho por uma Justiça Justiça. Acredito que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) agirá. Morrerei por este sonho.

Vi nascer a Faculdade de Direito de Natal. O governador Dinarte Mariz me disse:  – Eu não tenho o curso primário, arrimo de família, tive que trabalhar desde menino, mas fundarei a Universidade do Rio Grande do Norte.

Vi a luta de Djalma Aranha Marinho para ver este sonho realizado.

Também fui amigo pessoal das duas primeiras turmas de bacharelandos da Faculdade de Direito de Natal. E de todos os professores.

Eu conheci um Rio Grande do Norte com o povo sem medo, confiante na Justiça.

Natal, a minha amada Natal, foi entregue à bandidagen internacional.

 

 

Suingue de empresas no Rio Grande do Norte

Pirataria estrangeira em Natal

Em um único endereço, num apertado quarto de hotel de uma estrela de Natal, estrangeiros acusados de lavagem de dinheiro e outros crimes, montaram um randevu de empresas. São quatro empresas sediadas na Avenida Presidente Café Filho, 886, Praia do Meio, Natal. Tudo micro. O que justifica a confissão de Christine Epaud, em juízo, de jamais ter pago um único tostão furado de imposto. Esta história depois eu conto.

Escreveu o jornalista Geir Kvile, do Bergensavisem: “Em uma sociedade brasileira, que é muito mais volátil do que a norueguesa, não é incomum que existem sequestros e assassinatos em ações de vingança, nos casos em que as pessoas perdem dinheiro. Assim sendo, Allan Karlsen, ex-sócio de Christine Epaud, e sua família estariam ameaçados de extinção no Brasil”.

Para a autoridade policial Ole Bjorn, da Noruega, Christine Epaud e o genro, Thomas Krisstiansen, fizeram parte de uma quadrilha de noruegueses de lavagem de dinheiro.

O caso Karlsen e Epaud terminou na Justiça da Noruega. E o jornal não conseguiu provar nenhuma relação criminosa entre os dois.

Mas essa é outra história.

As empresas que apresento estão todas registradas na Receita Federal do Brasil. Aqui relacionadas conforme documentos oficiais.

Acrescente-se que fui avisado que menciono nomes capazes de vendeta. Quem é jornalista verdadeiro está acostumado com ameaças.

Eis o suingue:

Primeira empresa
Chalezinho Francês

O nome denunciaria o verdadeiro dono: o francês Gilles Auguste Eugene Epaud.
Mas quem aparece como proprietária é Cristiane Epaud, que se apresenta como esposa de Gilles. Daí a origem do sobrenome . Há quem duvide que nome e sobrenome sejam verdadeiros, mas não há como desacreditar. Com essa assinatura foi nomeada alta funcionária do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte. Demitida, está requerendo uma volta triunfal, e o recebimento de todos os atrasados.

Segunda empresa
Sol Brazils Com. & Construção

Registrada como micro empresa. Apesar de ser uma construtora de edifícios. Sócia responsável Christine Epaud, com 2% do capital. Sócio Administrador Thomas Kristiansen, com 49%. Acontece que nos registros do Ministério da Fazenda não aparece o nome do detentor dos restantes 49%. Não sabia que se podia registrar empresa com proprietário de nome ignorado. Mesmo que seja laranja. É, realmente, uma empresa com sócio fantasma. A Sol Brazils possui vários terrenos praieiros. Onde cantam os grilos anônimos.

Terceira empresa
E Faros Processamento de Computação

Registrada como micro empresa de comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática.
Sócio responsável e administrador Christine Epaud. Com 40 % do capital. E Snorre Fossland, com 60% do capital, é apenas um mero sócio. Um empresário sem faro para comandar a micro empresa.

Quarta empresa
Nova Dimas Construção 2005

Sócio administrador e responsável Cristine Epaud. Com apenas um por cento.
Arturo Lazaro Rocandio possui os restantes 99% das quotas.
Esta micro empresa também atua na construção de edifícios.

Quinta empresa
Restaurante Marbella

Sócio administrador e responsável Christine Epaud com apenas um por cento do capital. José Ignacio Baranano Zuazua tem 48% e Teodoro Bello Ruizpere, sócio majoritário, com 5l% por cento. Atividades restaurantes e similares. Apesar dos restaurantes (no plural), acredito que o melhor da empresa fica para os similares.
Esta empresa funciona no Ponta Negra Flat, na Avenida Engenheiro Roberto Freire. O restaurante Marbella é outra micro empresa.