Prender os ladrões e não desativar um hospital de câncer que atende pacientes pobres em Mogi das Cruzes nos cemitérios

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O Ministério da Saúde desabilitou o Hospital do Câncer Doutor Flávio Isaías Rodrigues, em Mogi das Cruzes, na região Metropolitana de São Paulo. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de novembro. Com a decisão, a unidade ficou impedida de atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O estabelecimento funcionava como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), com serviço de radioterapia.

O pedido para desabilitação foi feito pela Secretaria Estadual da Saúde, que comunicou à União a possível existência de fraudes nos processos que podem chegar a R$ 20 milhões. O processo começou em 2011, quando uma auditoria da secretaria apontou várias irregularidades, entre elas o desvio de verba do SUS. De acordo com o governo do Estado, o hospital estaria realizando cobranças duplas (do governo do Estado e dos planos de saúde privados dos pacientes), além de cobranças por procedimentos não realizados.

Cobranças duplas – um roubo constatado.

O Estado de São Paulo, com a cumplicidade da União, parece defender os planos de saúde privados. E a privatização da Saúde.

A Polícia Federal precisa fazer já uma Operação Bata Branca.

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Privatização da saúde. A ganância mata. Greve dos médicos contra o lucro exorbitante dos coveiros

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Os governos estaduais estão entregando a administração de hospitais públicos para empresas privadas. É uma concessão danosa, uma privatização da saúde. O dinheiro de doze estados são para construir estádios para a Copa do Mundo.

Na Espanha, os médicos começaram um movimento – a maré branca. O entreguismo não é bom para a saúde.

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La gestión sanitaria privada de centros públicos.

por Pepe Rubio

Así será la Comunidad Autónoma la que pague a las empresas para que ofrezcan esos servicios en vez de ofrecerlos ella como es su obligación. Por lo que ha dicho Ignacio González, la comunidad pagará a la empresa 600 euros al año por cada paciente que tenga como referencia ese hospital. Es decir, que la empresa cobra igual por un paciente que genera un gasto de 50 euros que por uno que genera 600. Pero, y aquí viene el negocio, los pacientes “no rentables” se derivan a hospitales públicos. Por eso se quiere convertir en geriátrico el Hospital La Princesa. Los ancianos son los que generan el grueso del gasto.

Cuando el usuario va al hospital no nota mucha diferencia pero la hay. La empresa de los 600 euros que recibe intenta quedarse el máximo posible, esto lo consiguen recortando en personal, pagándoles menos y presionándoles para que se realicen el menor número de pruebas posibles. Este modelo ha sido puesto en práctica en otros países como en Inglaterra, durante el mandato de Margaret Tatcher, y los resultados, según valoración de la Asociación de Médicos Consultores del NHS en 1995 fueron: Aumento de costes burocráticos en detrimento de la asistencia sanitaria. Existieron presiones financieras para reducir en cantidad y calidad la investigación clínica. Los profesionales sanitarios estaban desmoralizados viéndose presionados por criterios de rentabilidad y no de atención a necesidades sanitarias. Así, una epidemia de gripe colapsó un país que previamente contaba con uno de los mejores servicios sanitarios.

En otros hospitales europeos con este modelo privado se ha comprobado un

aumento significativo de la mortalidad que va desde el 2% en adultos, 10% en recién nacidos, y 8% en crónicos.

Junto con un aumento de las enfermedades como por ejemplo de origen infeccioso. Al producirse recortes de personal en limpieza se producen más infecciones en los quirófanos.

En este tipo de gestión se producen altas prematuras de los pacientes, para rentabilizar al máximo las camas, lo que se traduce en reingresos y reintervenciones por complicaciones.

Marea Blanca

La respuesta al intento por parte de la Comunidad de Madrid de hacer nuevas privatizaciones ha sido unánime por parte de la sanidad madrileña. Empezaba La Princesa con un encierro indefinido, la colocación de mesas informativas y de recogida de firmas, y la realización de 2 concentraciones diarias. Ahora hay 20 hospitales con encierros. También se han sumado centros de salud. Se han entregado en la Consejería de Sanidad un millón de firmas contra la privatización. Se han convocado 4 días de huelga.

En los encierros se han producido asambleas y tomas de decisiones como la acción de abraza tu hospital, que se realizó el 2 de diciembre con enorme éxito. También se han realizado pancartas para usar en manifestaciones y poner por los hospitales.

Esta reacción no ha gustado a Ignacio González que ordenó a los gerentes retirar las pancartas e identificar a los encerrados en algunos hospitales como el 12 de Octubre. La manifestación que se produjo en Madrid el 5 de diciembre colapso la ciudad. La Sanidad Pública no se vende, se defiende. Es el lema de esta marea blanca con la que no contaba el Partido Popular.

Hay que parar este plan privatizador que nos lleva hacia una sanidad de calidad para ricos y una de segunda para la clase obrera.

MareaBlanca

Greve dos Médicos (Onda Branca) em Madri
Greve dos Médicos (Onda Branca) em Madri
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Você já foi vítima da corrupção? Con certeza. Confira

No País que não se faz nada que preste para o povo. E tudo de maléfico. O que espanta é a resignação do povo. A indiferença das igrejas. A apatia dos jovens.

Leonardo Boff

Segundo a Transparência Internacional, o Brasil comparece como um dos países mais corruptos do mundo. Sobre 91 analisados, ocupa o 69% lugar. Aqui ela é histórica, foi naturalizada, vale dizer, considerada com um dado natural, é atacada só posteriormente quando já ocorreu e tiver atingido muitos milhões de reais e goza de ampla impunidade. Os dados são estarrecedores: segundo a Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), anualmente, ela representa 84.5 bilhões de reais.
Se esse montante fosse aplicado na saúde subiriam em 89% o número de leitos nos hospitais; se na educação, poder-se-iam abrir 16 milhões de novas vagas nas escolas; se na construção civil, poder-se-iam construir 1,5 milhões de casas.Só estes dados denunciam a gravidade do crime contra a sociedade que a corrupção representa. Se vivessem na China muitos corruptos acabariam na forca por crime contra a economia popular.
Todos os dias, mais e mais fatos são denunciados como agora com o contraventor Carlinhos Cachoeira que para garantir seus negócios infiltrou-se corrompendo gente do mundo político, policial e até governamental. Mas não adianta rir nem chorar.Importa compreender este perverso processo criminoso.Leia mais 

O Brasil tem 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola, conforme dados divulgados pelo movimento Todos Pela Educação (TPE).
“Esses 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola excede a população do Uruguai. É uma população mais difícil de incluir porque são aqueles que estão no campo, em favelas, bairros muito pobres”, comentou a diretora executiva do TPE, Priscila Cruz.

O Estado que menos atende, com 85%, é o Acre. Em seguida vêm o Amazonas (85,5%), Roraima (86,9%), Pará (88,7%), Amapá (88,9%), Rio Grande do Sul (89,1%) e Goiás (89,9%). O País também não atingiu a meta do TPE de toda criança estar alfabetizada até os 8 anos de idade, que, para 2010, era de 80% do aprendizado esperado até o final do 3º ano. Conforme dados da ProvaABC, aplicada em 2011, em escrita a média nacional foi de 53,3%, em matemática 42,8% e em leitura 56,1%.

Uma vergonha que o Rio Grande do Sul faça parte de tão cruel  estatística.

A Federação Brasileira de Hospitais destacou o comentário do ex-jogador Romário, agora deputado federal, que declarou, ao contrário do que se propala, a Copa do Mundo custará para os cofres públicos a importância de mais de R$ 100 bilhões.

Todas as estimativas de custos para a Copa do Mundo já foram superadas, nada do que foi calculado é exato, tudo custará muito mais caro do que foi orçado.

Com 20% do que os cofres públicos vão gastar com a Copa do Mundo, poderíamos solucionar todos os problemas de saúde brasileiros.

Como é que um país de tantas lacunas no seu sistema de saúde e com 76% das suas estradas esburacadas, sem esgotos para a maioria de seu povo, pode se dar ao luxo de instalar uma Copa do Mundo?

Calça de veludo e bumbum de fora.

Esse dinheiro que será miseravelmente desperdiçado na Copa do Mundo, sem falar no superfaturamento lógico e fatal, pertence ao povo brasileiro. O povo brasileiro tinha de designar o seu fim. E certamente não seria para a frivolidade de uma Copa do Mundo.

Não sei onde é que vamos parar com essa loucura social.

Tínhamos que empregar todas as nossas verbas para solucionar os nossos mais dramáticos problemas e mudamos de assunto: inventamos a realização de uma Copa do Mundo e de uma Olimpíada que a nada nos levam, que tinham de ser levadas a efeito em países ricos, jamais num Brasil que não dispõe de leitos hospitalares para seus filhos nem presídios minimamente decentes para seus delinquentes.

Isto é um deboche. Um escárnio.

Mas muita gente respeitável apoia. (Jornal Zero Hora)

Temos assim corrupção + esbanjamento de dinheiro com coisas desnecessárias, fúteis, ostentação gaiata de ser a sexta ou a quinta potência do mundo.

Quantos brasileiros morrem, diariamente, por falta de socorro médico, nas capitais, que centenas e centenas de cidades interioranas não possuem nenhum leito hospitalar?

Cem milhões de indivíduos têm um rendimento mensal máximo de 270 reais, que não passam dos 130 dólares para os menos miseráveis. Quem se preocupa como reside e o que come essas manadas de bichos – metade da população – que chamamos de brasileiros?

Para realizar a Copa do Mundo em 1950, o Brasil construiu o Maracanã, era presidente do Brasil o general Gaspar Dutra. O Maracanã hoje é propriedade de Eike Batista, que comprou por alguns tostões. Quanto custa o Maracanã, que vai ganhar um imenso terreno para estacionamento, considerando apenas o terreno?

Não esquecer que em 1950 havia estabilidade no emprego, cassada em 1964 pelo marechal Castelo Branco. Hoje não existe mais emprego fixo.

Que vai acontecer com o Brasil depois de 2014? O que padece hoje a África do Sul para pagar as dívidas da Copa do Mundo.

O que vai acontecer com o Brasil depois da Olimpíada de 2016? A crise que atormenta hoje a Grécia. Uma crise que tem efeito dominó aqui. E olha que a Olimpíada da Grécia aconteceu em 2004.

Carnificina da fraude em licitações de saúde pública nas prefeituras e governos estaduais e federal

A Polícia Federal (PF) ouviu na manhã desta sexta-feira o presidente da Toesa, Davi Gomes, e o gerente Cassiano Lima, acusados de oferecer propina para fraudar licitações públicas no Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A PF abriu quatro inquéritos para investigar as denúncias contra as empresas Locanty Soluções, Rufollo Serviços Técnicos e Construções, Toesa e Bella Vista.

Em quatro anos, empresas receberam R$ 345 milhões.

O pagamento de propinas em troca de contratos de prestação de serviços denunciado pelo “Fantástico” pode ser a ponta de um iceberg.

A reportagem especial, feita por Eduardo Faustini e André Luiz Azevedo, apresentada  no Fantástico, mostra como funciona um esquema para fraudar licitações de saúde pública, combinado entre empresas fornecedoras e funcionários públicos.

A reportagem simula uma negociata com o  Instituto de Pediatria do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFFV.

A corrupção virou uma praxe. Os empresários muitas vezes escolhem os funcionários para os cargos. Os funcionários honestos são demitidos ou ameaçados. Casos de secretários ou ex-secretários de Saúde assinados no Brasil não são devidamente investigados.

Fraudam tudo. Até os medicamentos.

Isso acontece porque deu em pizza as operações Sanguessunga Vampiro.

Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, a questão da corrupção na saúde deve ser agravada na forma da lei para permitir a punição exemplar dos criminosos.

“É preciso acabar com a impunidade, pois é ela que alimenta a corrupção. É necessário tratar esses desvios como crimes hediondos, com uma pena mais dura, assim como já ocorreu com a falsificação de medicamentos, que teve uma redução substancial. O dinheiro da saúde tem um alto valor social, porque lida diretamente com a vida das pessoas. É necessário que o Congresso reveja a lei para que os responsáveis sejam exemplarmente punidos”, destacou Darze.

Para o diretor do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social no Rio de Janeiro (Sindsprev-Rio), Julio Tavares, as imagens mostradas pela TV Globo de casos de fraude em licitações em um hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) são apenas “a ponta do iceberg”.

Não adianta cancelar as licitações e chamar o segundo colocado, porque este também está envolvido. Tem que levantar a situação mais a fundo e fazer com que os acusados devolvam o que roubaram do Erário público”, disse o sindicalista, que defende a reavaliação dos serviços de terceirização efetuados no país nas últimas décadas, para que se retome a estatização em determinadas funções, por meio dos concursos públicos.

Corrupção na Saúde desviou R$ 2,3 bilhões em nove anos

O governo federal – que tem defendido a necessidade de haver novas fontes de financiamento para a saúde – perdeu nos últimos nove anos, devido à corrupção, R$ 2,3 bilhões que deveriam ser destinados ao setor (R$ 255 milhões anuais, em média). O Ministério da Saúde responde sozinho por um terço (32,38%) dos recursos federais que se perderam no caminho, considerando 24 pastas e a Presidência da República, segundo levantamento do Tri­­­bunal de Contas da União (TCU). Ao todo, a União perdeu R$ 6,89 bilhões em desvios.

O montante é o somatório de irregularidades encontradas pelo TCU, entre janeiro de 2002 e 30 de junho de 2011, em procedimentos de investigação – as chamadas Tomadas de Contas Especiais.

Embora sejam números ex­­pressivos, os desvios na Saúde refletem tão-somente as 3.205 fraudes ou outras irregularidades identificadas pelo Ministério da Saúde ou pela Controladoria-Geral da União (CGU). Ou seja, não incluem casos não identificados de corrupção – o que pode elevar o valor desviado. Tampouco está incluído o dinheiro que não foi bem aplicado devido a problemas de má gestão.

Idem a grana dos governos estaduais e prefeituras.

 

 

CORTES NA SAÚDE MOTIVAM GREVE GERAL EM PORTUGAL. NO BRASIL NEM PENSAR

Em Portugal também tem fila...
Em Portugal também tem fila...
... o SUS - Sistema Único de Saúde dos pobres do Brasil
... parece o SUS - Sistema Único de Saúde dos pobres do Brasil

CNBB critica cortes na saúde

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) criticou o contingenciamento de R$ 5,4 bilhões anunciado pelo governo federal para a área da saúde. “A notícia nos trouxe grande preocupação”, afirmou o secretário-geral da CNBB, d. Leonardo Ulrich Steiner, durante o lançamento da Campanha da Fraternidade, cujo tema este ano é saúde.

A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas – COBAP apóia as críticas da CNBB por entender que não se pode admitir em momento algum que o governo faça cortes nos recursos para a saúde pública, sob risco de piorar ainda mais o atendimento médico e hospitalar da população brasileira, principalmente os idosos que não podem arcar com planos de saúde privados.

Os hospitais brasileiros estão sucateados. O governo caminha para a privatização.

Os corruptos da saúde matam

Sem contar os que morrem sem receber socorro médico nas filas dos Sus. Sem contar os que morrem por causa desconhecida. Sem contar os que morrem por erro médico. O sucatado e corrupto sistema de saúde brasileiro trucida. Chacina. Mais de cem mil brasileiros morrem, por ano, de infecção hospitalar. A estatística oficial sempre minimiza seus crimes. Isso é um holocausto. A bomba de Hiroshima matou 140 mil pessoas.