Pelo rabo vive a praxe. O famoso tomar no…

por Paula Cardoso

Hospitalizado após introduzir vinho pelo ânus, um universitário do Tennessee, nos EUA, relançou a discussão sobre os excessos das repúblicas e o perigo da moda do butt chugging.

Inanimado e com indícios de sodomização. Como em tantas outras festas universitárias encerradas por um coro de sirenes – de carros patrulha e de ambulâncias –, também no campus do Tennessee todos os sinais de excessos apontavam para os suspeitos do costume: sexo e drogas.

Mas, para surpresa geral da nação norte-americana, o culpado pela hospitalização do estudante Alexander P. Broughton chama-se butt chugging. Sem rodeios: a prática de introduzir bebidas alcoólicas pelo ânus com a ajuda de um tubo.

Conferência de imprensa para afastar rumores gays

Ponto de partida para animados fóruns de discussão online, o pressuposto também enche páginas da imprensa norte-americana, pontuadas há várias semanas com ecos da polémica de Tennessee. Por exemplo, noticiava o The Washington Post, «os exaustivos interrogatórios policiais indicaram que os membros da república recorreram a tubos de borracha que, uma vez introduzidos nos seus rectos, serviram de via para a passagem de álcool para o organismo».

Resultado: apesar de Alexander Broughton ter sido o único hospitalizado – com 0,4% de álcool no sangue – as autoridades garantem que encontraram mais do que uma mão-cheia de estudantes inconscientes, lado a lado com tubos e garrafões de vinho.

Cenas de morte e acção de cinema

Foi o suficiente para fazer soar um alerta nacional de saúde, centrado nos perigos associados ao butt chugging. «A abundância de veias e vasos capilares na zona rectal faz com que o organismo absorva o álcool mais rapidamente, acelerando a sensação de embriaguez e aumentando o risco de morte».

Ex-bancário português limpou contas bancárias antes de matar mulher, filha e neta

Francisco Esperança esvaziou as contas bancárias da família antes de matar a mulher, a filha e uma neta de quatro anos à catanada, dentro de casa, em Beja, deixando um cenário de horror. Ninguém se apercebeu de nada e as vítimas podem ter sido drogadas.

Francisco Esperança, ex-bancário, 56 anos, terá já confessado a autoria do triplo homicídio.

Os corpos mutilados da mulher, Benvinda (53 anos), da filha, Cláudia (28 anos) e da neta, Mariana (quatro anos), foram descobertos na noite de segunda-feira, depois de o homicida se ter entregue às autoridades. Tinha recebido a Polícia a tiro e só se rendeu ao fim de três horas. Num dos quartos, na cama de casal, estava Benvinda e no outro, abraçadas, estavam Cláudia e Mariana.

Benvinda com a neta, Mariana, num passeio de família
Benvinda com a neta, Mariana, num passeio de família
Cláudia estava abraçada à filha
Cláudia estava abraçada à filha

Ex-presidiário por causa de um desfalque no banco onde trabalhou, dado a problemas com o álcool nos últimos tempos e endividado ao ponto de colocar a casa à venda, segundo quem o conhecia ,”não servem de explicação” para a população de Beja, “incrédula” com o “horrendo crime”. Mas as movimentações do dinheiro indiciam que os problemas financeiros podem ter sido o gatilho para a saga homicida.

Sexo proibido

A polícia investiga passado de abusos sexuais