Genéricos passam a custar metade do medicamento de marca

Os medicamentos genéricos com preço superior a dez euros vão ter de passar a custar metade do fármaco de marca a partir desta terça-feira. Isso lá em Portugal. No Brasil, 20 mil remédios  ficarão mais caros em março próximo. Dessa alta cuida a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), um antro de piratas estrangeiros.

 

 

Esqueceram da propaganda anti-celular?

A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu “Disconnect” (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo.

Folha – Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?
Devra Davis – Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso.

Folha – Quais os riscos, exatamente?
Devra Davis – O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.

Folha – Mas há estudo em humanos que dá provas categóricas?
Devra Davis – Quando você diz “provas”, você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Transcrevi trechos. Leia mais

VELHO MUNDO NOVO

por Carlos Chagas

Nem haverá que duvidar de estar a violência em franca ascensão, entre nós. Talvez só perca para a corrupção. Basta atentar para o noticiário apresentado nas telinhas, de manhã, de tarde, à noite e até de madrugada. Nossos telejornais dedicam cada vez mais tempo a assassinatos, estupros, sequestros, assaltos, roubos, contrabando e tráfico de drogas. Muito mais do que informações a respeito de políticas públicas, desempenho dos governos, vazios sociais e crises econômicas.

Mesmo a falência dos sistemas de educação e saúde perde para o sangue que espirra dos cada vez mais sofisticados aparelhos de TV. Não há nada a opor ao conteúdo jornalístico oferecido à população, em especial por dar audiência e reverter em publicidade, mas, convenhamos, o Brasil não é só isso.

Brasil doente

Assédio sexual não é crime no Brasil.
Stalking também não.

Bulismo não é crime não. E acontece uma danação de estupros nas nossas escolas.
E a pedofilia é crime?
Para a Polícia Federal e a Unesco, temos 250 mil crianças prostitutas. Cerca de 500 mil, reclamam as ONGs.
São milhões de pedófilos.

Apesar das milhares de crianças, de 7/8 a 12/13 anos, escravas do sexo, ainda tem médico que usa droga para aumentar o número de vítimas.

A corrupção ronda os hospitais.
Verbas são desviadas no Ministério e secretarias estaduais e municipais da Saúde.
A corrupção causa as mortes por doenças terceiro-mundistas.
Principalmente as mortes por causa desconhecida.

Se na rede hospitalar aparece um médico tarado ou corrupto, não podemos esquecer os santos. A irmã Dulce, a primeira santa brasileira, viveu nesse inferno.

Roubaram tanto que um dia…

 

A saúde dos brasileiros está pela hora da morte.

Os ladrões adoeceram o Ministério e as secretarias estaduais e municipais da Saúde.

Os ladrões abrem alas para três cavaleiros do Apocalipse:

a fome

a peste

a  morte

Os ladrões são doutores na arte do enrequecimento rápido. E lícito. Não é crime ficar rico da noite para o dia

ou vice-versa.

Os gordinhos do País da Geral

Pesquisa do Ministério da Saúde registra que, além do aumento do tabagismo, a má alimentação elevou o número de pessoas com sobrepeso. Os dois fatores, associados ao sedentarismo, traduzido em menor porcentagem de praticantes de esportes, formam uma mistura perigosa para a saúde do belo-horizontino.

A pesquisa não esclarece coisa nenhuma.

O presidente Lula da Silva saudava os gordinhos do Brasil como uma prova do consumo das três refeições dias que ele prometeu no discurso de posse do seu primeiro governo.

Essa gordura não sobra para quem recebe bolsa família, nem para quem ganha o salário mínimo.

Nem se pode culpar a falta de mar no País da Geral.

O aumento do consumo de cigarros pode ser motivada pela crescente ansiedade da classe média, que teme perder o emprego depois dos 35 anos.

Tal aviso considero válido para os ociosos marajás denunciados por Fernando Collor, e para as Marias Candelária do serviço público.